Caros leitores. Aqui vai um agradecimento especial, pois pela primeira vez tenho 2 contos diferentes meus, um em 2º e outro em 3º lugares entre os mais lidos do mês. O capitulo 1 desse conto e o capitulo 1 do conto "Oito mulheres que fizeram algo que não deveriam ter feito". Agradeço os comentários e estrelas em ambos os contos que servem como estimulo e se puderem deem estrelas a esse também, como tenho recebido no outro.
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Depois de eu ter combinado o divórcio com seu pai, Leo se sentiu livre para me ter além dos momentos fetiche e só demorou um dia para fazer amor comigo pela primeira vez. Foi divino e com ele ainda enterrado em minha buceta após o primeiro orgasmo, ninguém, simplesmente ninguém conseguiria nos desgrudar naquele momento.
Continuei lá atarracada nele sentindo seu pau duro imenso pulsando querendo mais. A única concessão que fiz foi separar nossos lábios, pois o senti querendo dizer algo.
– Foi maravilhoso mãe. Indescritível. Achei que nunca poderia sentir algo mais forte do que a primeira vez que fiz sexo, mas esse foi mais. Pouca coisa mais, mas foi. Foi com amor.
– Sim filho. Fazendo amor, nunca tive um pico de prazer como agora. Não foi o mais longo, mas foi o mais intenso, mais gostoso. Quero mais, falei sorrindo.
– Isso mãe. Sempre que quiser, você será devidamente bem comida. Quero uma namorada bem tarada.
– Cuidado com o que você deseja. Tem certeza? Não é meu fetiche, mas posso desejar fazer amor com você tanto quanto desejo ser usada.
– Certeza absoluta mãe. Cada coisa em sua hora, vou te dar o que você quer.
– Isso filho. Com essas atitudes, você prova me conhecer melhor do que ninguém. Nunca vamos misturar as coisas. A realização de meu fetiche sempre vai continuar tendo início, meio e fim sem contaminar o resto. Lá você já sabe bem o que fazer e toma o que quer. Aqui na vida real, pode me pedir para usar lingeries sensuais, te fazer oral e que eu deixe os pelinhos crescerem sem aquele exercício mental que precisamos fazer, falei sorrindo.
Seu pau voltou a pulsar com força dentro de mim mostrando ter ficado excitado com tudo que poderia ter.
– Quando se divorciar, você pode dizer a todos que precisa de um tempo e vai viajar e me leva para fazer companhia. Quero você vestida bem jovial para sermos namorados em tempo integral. Pode escolher para onde quer ir.
– Boa ideia. Tendo você comigo, qualquer lugar vai ser maravilhoso. Espera, só não podemos ir para a Irlanda e a Escócia.
Leo entendeu minha brincadeira, mas perguntou mesmo assim.
– Por que não esses países?
– Porque são os que tem mais ruivas e você é doido por ruiva, brinquei.
– Quando te disse que não achei uma como você nem na internet, não quis dizer que foi só na pornografia. Foi abrangendo tudo. Mulheres normais, modelos, atrizes. Achei poucas quase tão linda, mas não senti aquele aperto no peito como sinto com você. Gosto pessoal, mas independente de beleza, você sabe que não troco você por nenhuma.
– E namorada, não pretende ter uma de verdade? Você poderia ter uma e continuar realizando meu fetiche. Mesmo casado, poderíamos continuar.
Leo me olhou bravo.
– Você é a minha namorada de verdade mãe. Sei das limitações, mas estou bem de viver com elas. Você só tem 34 anos. Nos dias de hoje uma grande parte das mulheres ainda nem se casou com essa idade e são xavecadas o tempo todo quando são bonitas. Muitas vezes por novinhos, pois como você, muitas delas não parecem ter mais do que 25, 26 anos.
– Tem muita mulher com homens muito mais novos mesmo. Em rodas de mulher sempre sai esse assunto.
– Então. Não fale mais essa besteira e aceite que eu por livre e espontânea vontade te quero como namorada. Na verdade, me casaria com você após se divorciar, se pudesse.
Eu o agarrei ainda mais forte com braços e pernas se é que era possível.
– Se você quiser serei sua namorada e depois sua esposa e não precisamos de um papel. Já temos uma união estável indissolúvel, brinquei.
Leo rompeu a resistência de minhas pernas que o segurava enterrado e começou o ir e vir ainda mais delicioso com seu esperma lubrificando tudo.
– Ahh mãe. Claro que eu quero. Você acha que por eu ter 18 anos, vou mudar de ideia, mas sabe que sou diferente. Nunca volto atrás no que decido, pois penso muito nos prós e contras antes.
– Você é realmente diferente. Arghhhhhhh. Quais são meus contras? Os prós, posso imaginar, falei sorrindo.
– Somente ser ainda casada. Ser mãe poderia ser outro, mas é o fato de ser minha mãe que torna tudo mais maravilhoso. Não quero te fazer feliz só por te amar como mulher, mas por também te amar como mãe.
Quase chorei de emoção, mas eu queria outra coisa.
– Me faz gozar de novo filho. Sua namorada ruiva gostosa te ama e ama seu pau.
Sorrindo, Leo começou a vai e vem delicioso lentamente, mas colocou uns 2 pontos acima na intensidade, nada que saísse do modo de fazer amor, mas com o tamanho de seu pau fazia muita diferença.
Parecia que tínhamos combinado ficar em silencio para sentir melhor o prazer da união de nossos corpos, então só gemíamos e suspirávamos. As vezes nos beijávamos e não tínhamos nenhuma pressa de acabar.
Estava ainda atarracada nele e em seu colo também estaríamos grudados, mas quando eu estivesse de 4, só teríamos um único contato pontual e esse era o contra entre tantos prós daquela posição. Leo prometeu uma surpresa e eu esperava que de alguma forma ficássemos bem colados.
Minutos se passaram. Ter o homem lindo e viril que você ama mais do que tudo, que te ama da mesma forma e ter aquele pau deixaria qualquer mulher extasiada e sem nenhuma pressa e era o que acontecia comigo. Do lado de Leo podiam ser motivos parecidos, mas ele ainda tinha a juventude que sabia tirar vantagens e a controlar como poucos de sua idade.
Sei que repito isso sempre, mas de verdade não queria me desgrudar dele nunca mais. Meu filho, meu amor, meu homem, o macho que realizava meus desejos obscenos sem preconceitos, meu tudo a partir daquele momento.
O orgasmo foi tão intenso e delicioso como o primeiro e quando terminamos, deitados lado a lado abraçados e trocando carinhos cochilamos descansando para o que vinha a seguir.
Quando despertamos, me senti como se estivéssemos em nossa noite de núpcias querendo fazer mais e mais amor com o homem amado. Meu filho queria o mesmo e antes mesmo de falar qualquer coisa, se sentou com as costas na cabeceira.
– Vem aqui minha namorada ruiva gostosa. Quero aproveitar muito desses seios enquanto fazemos amor e vou beijar cada sarda, falou sorrindo.
Levantei me sentando a seu lado e babando por aquela maravilha que me dava tantos prazeres, antes de o montar, me inclinei e o segurando o coloquei na boca.
– Ohhhhuuu mãe. Que boca gostosa. Ahhiiii. Continua.
Gostoso era aquele pau de outro planeta e ele nem precisaria pedir. Leo não via nada só tendo a visão do topo de minha cabeça com meus cabelos alaranjados e longos caindo em volta de seu púbis como uma cortina vermelha.
Eu só me lamentava que nunca conseguiria o ter inteiro em minha boca, não que fizesse diferença para Leo que já o enterrava inteiro em minha buceta e meu cuzinho. Nunca tive tanta fome pelo pau gostoso de seu pai como tinha para o seu porque seu pai nunca me deu prazeres tão extasiantes e nem era carne de minha carne.
Eu o lambi por cada centímetro recolhendo nossos fluidos, o beijei e o mordi e só não o fiz gozar o chupando gulosa, porque Leo me impediu.
– Ohhh mãeeeee, eu adoraria gozar em sua boquinha, mas vai demorar para poder te comer em meu colo como eu quero.
O soltei guardando a vontade de seu esperma, mas não deixaria nossa primeira noite de namorados passar sem conseguir. O montei e ainda o segurando o coloquei em pé e fui me encaixando dolorida e deliciosamente. Suspirei de tesão.
– Aaaauuuuufffffff. Como pode ser tão perfeito para minha buceta, falei me empalando feliz no melhor lugar do mundo que era no pau grande e no colo de meu filho.
– Não poderia ser diferente, já que foi você quem o fez para sua buceta e só para ela.
Pensando nos detalhes do que meu filho falou de que ele e seu pau foram gerados em meu útero e que sua intenção era ter só ela pela vida toda, gozei, gozei muito forte com menos da metade encaixado, mas sem parar em momento algum de o engolir.
– Aihhh. Aihhhh. Ahhhhhnnnnnnnnnn. Estou gozando.
Delirando de prazer, perdi o controle de meu corpo e fui me afundando rapidamente enquanto gozava e logo o sinto empurrando meu colo do útero e meu bumbum apoiado em suas coxas musculosas.
Nem me mexi porque Leo começou a matar a vontade de saborear meus seios e beijar minhas sardas mantendo meu orgasmo por um longo tempo, mas como ele disse antes que iria aproveitar muito de mim em seu colo, deu tempo de meu orgasmo acabar.
Sabendo o que ele queria, não me deixei levar pela languidez pós orgasmo e comecei um leve vai e vem.
– Por ser meu filho, lindo e ter esse pau é uma máquina de me fazer gozar. Nunca tive dificuldades para ter orgasmos, mas com você uma faísca e eu incendeio.
– Adoro te fazer gozar. A cada um deles eu gozo junto por te fazer feliz e te satisfazer.
– Ainda por cima me fala isso. Não é só seu pau que é perfeito, mas você todo amor.
Leo parou de lamber meu mamilo.
– Ohhh mãe, adorei você me chamar de amor.
– E não é? Você é sem comparações o amor de minha vida, filho.
No vai e vem lento sentia cada pulsação de se pau e meu canal como nos primeiros orgasmos da noite. Era fazer amor, amor de verdade.
Transamos, conversamos, transamos de novo e voltamos a conversar sem nunca Leo deixar de tocar e acariciar meus seios de alguma forma e sem parar o entra e sai. Talvez uns 30 minutos depois ficamos quietos, aceleramos e gozamos simultaneamente de uma forma muito intensa.
Ao terminar, nós dois relaxamos e me inclinei em seu peito sendo abraçada por seus braços fortes e acariciada por suas mãos grandes, mas leves. Dormimos profundamente engatados, umas duas horas pelo relógio de cabeceira e não acreditei quando acordei sentindo seu pau pulsando duro ainda dentro de minha buceta.
A luz estava acesa e me desencostando um pouco de seu peito, dei de cara com seu rosto lindo me encarando.
– Não está satisfeito não, o provoquei.
– Jamais estarei satisfeito. Você é o tipo de mulher que gosto, linda de morrer, gostosa demais, minha mãe e a mulher que amo. Não tem como, mas se você não quiser, vamos dormir. Não é nem meia-noite ainda.
– Depois desses elogios, você pode ter o que quiser de sua namorada fogosa. Qualquer coisa.
– Então fique de 4. Só falta esse para completar o trio clássico.
De conversas com amigas não tinha conhecimento que existisse um outro homem tão viril quanto Leo, mas também nenhum deles tinha só 18 anos e fazia amor com sua mãe.
Eu de 4, Leo encaixou só a pontinha da glande e segurou em minha cintura fina.
– Sua bunda parece um pêssego redondo e com a pele aveludada alaranjada e rosa. Sua cintura fina o deixa parecendo maior e mais redondo e suas costas lindas cheias de sardas da vontade de lamber. Sua bucetinha com esses lábios rosados se esticando em volta de meu pau deixa tudo mais excitante e com certeza poderia gozar só te admirando assim, mas vou me aproveitar, falou se enterrando devagar, mas sem parar, afinal tinha acabado de sair dela.
Mesmo aquela posição sendo safada Leo começou me comer todo carinhosos e amoroso, mas fogoso, totalmente diferente da forma que me usava quando me imobilizada. Meu filho era mesmo meu homem perfeito se adequando as necessidades da mamãe.
Seu pau imenso me enchia e me esvaziava e se durante meu fetiche me sentia só um buraco naquela posição, fazendo amor me sentia participativa, mesmo que ainda cedesse só meu buraco. Leo agarrou meus cabelos com suavidade.
– Amo esses cabelos ruivos. Eles te fazem uma mulher ainda mais quente do que você seria se tivesse o mesmo corpo e rosto e fosse loira.
– Me segura por eles amor. Sua namorada safadinha adora fazer amor com você. Dá uns tapas em meu bumbum, dá.
Bem feitos, como sabia que ele faria, não deixaria de ser fazer amor levar uns tapas excitantes e Leo na hora me atendeu soltando a outra mão da cintura, mas continuando a me puxar para ele por meus cabelos.
Pá. Pá. Pá.
– Aaaaauuuuu, gemi só de prazer.
– Essa bunda é deliciosa. Ohhhhh.
Pá. Pá. Pá.
– É tão gostosoooo. São tapas de amor para me excitar. Ahhhnnn.
– Não só excitar você. Já estava muito tarado te vendo nessa posição, vendo meu pau alargar sua bucetinha, depois pegando sem meus cabelos e agora isso. Eu vou gozarrrr.
– Goza filho. Sua namorada adora seu esperma. Estou gozaaaaandooooo.
– Ohhhhhhuuuuuuu. Gozandooo mãeeeee.
Não tinha um orgasmo fraco com meu filho, mas por estarmos cansados aquele não foi tão intenso como os outros e Leo tinha bem menos esperma, mas senti o calor suave em meu útero.
Fui cedendo e deitando de bruços e Leo veio junto pressionando meu corpo contra o colchão, mas quando percebeu que me imobilizava e não era durante nossos momentos de fetiche, saiu de cima na hora se deitando ao meu lado. Nesse momento precisei ser a mãe.
– Vamos tomar banho Leo ou vamos dormir assim.
Foi um banho cheio de amores, mas rápido e logo estávamos abraçados nus na cama com a luz apagada e após beijinhos dormimos abraçados.
Na manhã seguinte, acordei antes com Leo deitado de costas ao meu lado com o lençol cobrindo seu pau que formava uma barraca me fazendo rir sozinha. Lembrei que não consegui o fazer gozar em minha boca na noite passada em nossa primeira vez fazendo amor, então decidi que o acordaria e usufruiria de todo o esperma que tinha produzido durante a madrugada.
O descobri e me deitando de bruços a seu lado levantei meu pescoço e comecei o lamber por cima. Leo acordou e sem dizer nada começou a curtir só com seus gemidos excitantes que me estimulavam.
Ele aproveitou toda minha ânsia e fogosidade por uns 7 ou 8 minutos e então avisou que iria gozar.
– Vou gozar mãe e vai ser muito forte.
Foi mesmo e precisei me esforçar muito para engolir tudo e quando ele terminou de ejacular, continuei o chupando até que estivesse duro como aço novamente e nem demorou.
O larguei e me levantando, o montei e o encaixei em minha bucetinha dolorida vazando meu precioso néctar. Conforme me empalava já o avisei como queria.
– Não se mexa. Essa manhã é sua namorada quem vai fazer tudo. Vou te usar e só sair daqui após gozar 3 vezes.
Leo sorriu com a inversão de papéis, mas o contexto era totalmente diferente de quando realizava meu fetiche, pois não estava o imobilizado e já avisei que quem o usaria era sua namorada e não um “alguém” qualquer por quem ele se passava naqueles momentos.
Eu me sentia uma deusa irlandesa o cavalgando com seu olhar de cobiça e luxuria. Meu corpo cheio de curvas e sardas subia e descia em seu pau ou o engolia e o expelia escorregando em suas coxas. Minhas mãos envolviam meus seios grandes os apertando ou mexendo e espremendo meus mamilos.
Leo nem piscava vendo meu cabelo longo ondulado balançando e os músculos de minha barriga saltarem aos olhos conforme eu me movia. Nunca tinha me sentido tão poderosa como uma mulher sensual e sedutora como estava me sentindo e um após o outro fui tendo os orgasmos que queria culminando com Leo gozando mais uma vez enchendo o útero de seu esperma fervente.
Quando terminei, ainda tive animo de o provocar.
– Gostou de ser usado por sua namorada?
Ele deu um sorriso de orelha a orelha.
– Não tenho nem palavras do quanto adorei. Achei que te ver de 4 era incomparável, mas te vendo assim montada e se acariciando os seios está no mesmo nível. Pode repetir sempre que quiser.
– Com certeza eu vou, mas agora tenho que levantar pois tenho que ir trabalhar lá na fábrica. Quer tomar banho comigo?
Claro que ele aceitou e após o banho animado e delicioso juntos, tomamos o café da manhã e nos despedimos com tristeza porque só iriamos nos ver no final da tarde quando eu voltasse para casa.
Para não correr riscos desnecessários, combinamos que não trocaríamos mensagens românticas por nossos celulares, não só naquele dia, mas até pelo menos 6 meses após eu me divorciar. As mensagens continuariam aquelas de uma mãe e seu filho, mesmo que soubéssemos que as vezes nas entrelinhas estaríamos falando sobre muito mais do que aparentaria.
Sozinha na fábrica, sem meu marido em sua mesa de presidente da qual a minha ficava próxima, pensando em meu filho e no que tínhamos começado, decidi que já colocaria um fim no casamento naquele dia, o que seria melhor para todos.
Nunca fui adepta de ter conversas importantes, pelo aplicativo, mas como não queria ter discussões cheias de acusações e mentiras com homem que tanto amei e tanta coisa boa tivemos juntos, decidi o preparar para que quando nos encontrássemos a conversa fosse mais direta. Eu tinha as fotos que Leo tirou de suas conversas com a outra mulher a as usaria.
Antes das fotos uma explicação curta e direta eu precisava dar a ele.
{Oi. Não vou dizer bom dia pois não será nem para você e nem para mim. Vou enviar algumas fotos e por favor, respeite minha inteligência não querendo dar explicações ridículas e inaceitáveis}
Anexei 13 fotos de sua conversa com a amante e as enviei. A seguir completei a mensagem.
{Quero o divórcio, sem chance de voltar atrás. Não corra para casa para conversar porque vai ser pior. Melhor primeiro absorvermos a situação para podermos conversar civilizadamente daqui uns 10 dias}
Sempre ocupado, não esperei que ele visse logo a mensagem, mas talvez por ser horário de almoço logo vi o sinal que tinha a aberto. Imaginei que poderia estar do lado da amante almoçando.
Antes mesmo de enviar, meu coração estava acelerado e minhas mãos tremulas e suadas. Quando vi que leu e não tinha mais volta, lágrimas escorreram, pois, era o fim do que eu imaginei e sonhei que fosse pela vida toda. Eu o amei muito, ainda o amava, mas não como antes.
O amei tanto que decidi que quando nos encontrássemos seria sincera dizendo que também tinha um amante e a culpa do divórcio não era só dele, mas nossa. Só assim, não sendo hipócrita, me sentiria bem comigo mesma. Só nunca poderia contar que esse amante era nosso filho.
Ciente da situação e de meu pedido, ele não respondeu e devagar fui me acalmando, tentando pensar mais em Leo que me daria todo o apoio do que em meu marido. Foi assim que cheguei até o fim da tarde e mesmo querendo contar tudo a ele quando cheguei em casa, ao o ver de braços abertos sorridente me esperando, corri até ele chorando, o abracei e antes de tudo pedi o que eu precisava naquele momento.
– Faz amor comigo filho. Preciso muito. Depois te conto o motivo.
Mais do que curioso, mesmo com meu choro ele ficou feliz e se agachando me pegou nos braços e me levou para nosso quarto onde me despiu daquele terninho coorporativo e depois de minhas lingeries básicas. Sem falarmos nada, me colocou de costas na cama e após se despir rapidamente, se colocou de joelhos me admirando.
Nem dei tempo de ele apreciar e abri os braços.
– Vem, quero você dentro de mim.
Leo não hesitou um segundo e logo sua chapeleta enorme procurava seu objetivo entre as dobras molhadas de minha buceta. Percebendo minha necessidade Leo foi pela primeira vez no limite da intensidade do que seria fazer amor, pois um pouco mais forte já seria sacanagem.
Conforme aquele pau era bombeado dentro de mim com tanto vigor que fazia a cama chacoalhar, eu era drenada de toda a tensão que senti pedindo o divórcio para o homem que amei tanto.
Meu orgasmo começou devagar, mas quando Leo gozou me inundando de esperma, a sensação de que era o esperma de meu filho o fez se multiplicar poderosamente. Mesmo tendo gozado seu pau não perdeu rigidez e continuou me estocando impiedosa e incansavelmente levando aquele orgasmo a ficar mais forte e quase sem fim e só o que o fez acabar foi Leo ter gozado de novo e ter se cansado daquele ritmo eletrizante.
Ao terminar meu orgasmo Leo ainda estava dentro de minha buceta confortavelmente apoiado sobre os dois antebraços, olhando amoroso par mim e achei uma boa hora para contar o que eu tinha feito.
– Mandei as fotos para seu pai, pedi para que não invente desculpas ridículas e já pedi o divórcio. Também pedi que não fale comigo por uns 10 dias até que tudo se assente porque não quero ter um bate-boca com ele. Por mais que eu esteja maravilhosamente feliz com você, fiquei triste pois o amei muito.
Ele me olhou surpreso por eu ter agido tão rápido, mas entendeu meus sentimentos, o que não teria esperado diferente dele.
– Eu entendo mãe. Até pouco tempo atrás vocês formavam um bonito casal. Mesmo sabendo o que acontece agora entre nós, não vou ficar feliz com sua tristeza. O que eu vou é estar a seu lado e te apoiar no que você precisar. Como filho, como eu sempre fui.
– Obrigado filho. Eu já sabia como você reagiria. Você é o melhor filho do mundo, mesmo antes do que aconteceu conosco. Agora é dar tempo e esperar que não nos tornemos inimigos. Estou muito irritada por ele me enganar há quase um ano, mas não é que eu seja santa, pois também o engano há um mês mesmo sem saber que ele me enganava. Agora vamos jantar. Tomo banho depois. Obrigado por me atender, disse sorrindo.
– Nunca me agradeça por algo que gosto mais do que você.
– Acho difícil gostar mais do que eu. Vamos, falei o empurrando carinhosamente de cima de mim.