Eu estava fazendo amor com minha prima Livia em seu apartamento, a segunda das oito mulheres a se entregar a mim como eu havia pedido após elas perguntarem o que eu queria a troco de não publicar o vídeo delas fazendo boquetes em strippers na despedida de solteira de minha irmã Monica, com quem já tinha feito amor.
Livia tinha seus remorsos por ter sido quem criou a situação e por isso quando ameacei ir embora após ela falar um monte para mim, se desnudou e se entregou sem restrições.
Sentindo meu pau imenso, seu primeiro gozo foi extremamente longo e logo que o meu também terminou o seu se apagou junto, mas Livia não quis parar e me fez uma proposta surpreendente e deliciosa.
– Você consegue mais uma vez, perguntou quase implorando.
– Claro que consigo porque você é gostosa demais, mas percebi que teve um gozo imenso.
– Como nada que senti antes. Nada foi tão gostoso e prazeroso e mesmo estando muito dolorida quero mais uma vez. Não se preocupe que não precisa contar essa como uma das três vezes.
Devagar voltei ao tira e põe em meio a muito esperma e seus sucos vaginais. No melado estava ainda mais gostoso, mas a fricção era intensa.
– Que delicia. Nunca tive o interior tão preenchido Vik. Dá uma parada lá dentro e só incha ele.
Assim que parei totalmente enterrado em sua buceta profunda, antes de o inchar a senti o comprimindo e então começamos aquele joguinho delicioso de comprimir e expandir.
– Ahhh Vik. Que delicia. Veja o que você fez conosco. Por isso a Monica está te odiando tanto.
Em minha excitação não percebia o sentido do que ela falou.
– Pensei que ela tivesse ficado tão brava porque não queria fazer nada comigo, mas principalmente porque a fiz trair o futuro marido. Ouuuhhhh.
– Pode ser parte disso, mas não o principal. Agora que descobri o real motivo, ela com certeza está brava porque nunca vai sentir com o marido o que sentiu com você. Pelo que ela conta, ele não é nada especial e você muito especial. Tenho certeza que nem eu vou sentir o mesmo, então já que vai ser a única vez, quero aproveitar. Dorme aqui comigo?
Se meu coração já tinha começado a bater mais rápido e forte quando ela falou que Monica sentiria falta de meu pau, aquele gostosa de minha prima confessar o mesmo e me convidar para passar a noite me deixou eufórico. Tanto que ousei fazer uma proposta indecente.
– Não precisa ser a única vez. Você não tem namorado.
Livia me olhou parecendo gostar da ideia e até sua buceta me apertou mais forte.
– Eu adoraria, mas não posso fazer isso com elas depois da enrascada que as coloquei e justo com você. A Monica também nunca mais iria falar comigo. Vai ser só essa vez Vik, então me come quantas vezes aguentar até amanhã cedo, mas depois vai embora e não volta mais.
Senti sua preocupação e não criaria inimizade entre elas, mesmo que adoraria continuar a fazer amor com Livia. Aceitei seu convite de aproveitar ao máximo e parei aquele joguinho delicioso e comecei a estoca-la com uma potência imensa escutando além de nossos gemidos o nhec, nhec do sofá rangendo.
– Ohhhuuuu Livia. Você é gostosa demais com esse corpo de modelo. Vou sentir tanta falta por não podermos repetir.
– Aaaauuuhhhfff. Aaaauuuhhhfff. Aaaauuuhhhfff. Aaaauuuhhhfff. Aaaauuuhhhfff, Livia gemia quase gritando a cada encontro de minha glande com o colo de seu útero.
De repente ela colocou força nas pernas que me envolviam e me segurou dando pausa em meus movimentos. Percebi que falaria algo que não conseguia falar durante as estocadas.
– Vou sentir muito mais falta. Do jeito que esse pau está arrombando minha bucetinha, nunca nenhum outro a fará satisfeita. Acho que vou ter que virar lésbica, se lamentou brincando.
Liberando meu corpo voltei a estoca-la sem dó e minha linda prima me fez mais uma surpresa me puxando pelo pescoço e me beijando visceralmente só interrompido para tomar folego enquanto meu pau incansável a inutilizava para outros paus, como ela me disse antes.
Eu me sentia no topo do mundo por satisfazer uma mulher como Livia, e já não me arrependa mais pelo que estava fazendo. Quem sabe as outras pudessem gostar da mesma forma que minha prima estava gostando? Em um dessa interrompidas, mais uma surpresa impensável quando cheguei a seu apartamento.
– Posso chupar seu pau quando você gozar?
– Eu ficaria muito triste se você não o chupasse, mas ele não vai estar mais tão duro.
– Eu o deixo duro de novo. Você goza e para descansar tomamos um banho junto e em sequência você faz aquelas coisas que queria fazer no começo.
– Assim eu gozo sua gostosa. Estou gozaaaaaando.
Acelerei ainda mais minhas estocadas e Livia veio comigo.
– Ohhhh deus, como posso gozar de novo após aquele. Ahhhhhhuuuummmmmmm.
Eu era um animal a estocando incontrolavelmente quase a ponto de quebrar seu sofá, mas gastando tanta energia logo diminui e voltei a beija-la fogosamente. Não foi longo, pois Livia, mais do que eu precisava respirar e quando acabou, novamente ao invés de estar prostrada, mostrava disposição.
– Pensei que nem ia gozar após aquele longo orgasmo, mas gozei e fora aquele foi o mais forte que já tive. Só não vou pedir outro porque quero muito chupar esse pau. Se couber em minha boca.
Decidi logo tirar a pressão que ela sentiria, com meu pau semiduro enterrado em seu forninho quente e úmido.
– Caber acho que vai, com dificuldade e não muito e nem precisa porque só de ser você, vai me fazer gozar fácil. Não que eu esteja insinuando que você precisa engolir. A Monica não engoliu.
Livia me olhou pasma.
– A Monica fez isso? Isso não me contou, talvez porque tenha prometido em minha frente que nunca mais faria um oral na vida depois do que aquele stripper fez com ela. Que raiva é essa que ela diz ter de você?
Eu já estava em mal lençóis com minha irmã Monica e não ia complicar mais contando a Livia que ela não só me chupou, como insistiu engolir meu esperma.
– Ela queria terminar rápido e depois de duas, disse que só chupando, então ela fez.
– Então ele estava cheio de esperma como vai estar agora? Ahhh Monica. Tão próxima de casar, tão safadinha. Se não faltasse tão pouco, acho que ela não casaria mais.
Não acreditei no que Livia falou, pois Monica sempre mostrou amar o namorado e depois noivo. Só se Livia soubesse algo que eu não sabia, o que podia muito bem acontecer por serem próximas.
– Eu não quero acabar rápido, mas quero chupar seu pau. Senta aí no sofá.
Deixei aquela delicinha sem deixar de olhar quando meu pau saiu e meu esperma vazou todo rosado. A excitação só não foi maior por receio de a ter machucado.
– Está rosa. Acho que saiu sangue.
Livia se sentou e com as pernas abertas ainda olhou para sua buceta.
– Nem quase aparece. Você só viu porque a luz está muito clara. Nem tive tempo de apagar, falou sorrindo indo para o chão e se ajoelhando.
– Quem bom, assim pude ver toda sua beleza.
– Gostou de minha buceta lisinha, falou se acomodando entre minhas pernas abertas.
– Adorei, mas sei que adoraria também com pelinhos. Você é toda perfeita.
Senti sua mão indo para meu pau e o pegando. Me inclinei levemente para trás apoiando as mãos no assento do sofá empinando o peito e deixando meu quadril para a frente com meu pau totalmente acessível.
– Você também é lindo priminho. Não nega a família de mulheres lindas, brincou.
Livia se inclinou e lambeu meu pau meio murcho, meio duro. Olhou para mim lambendo os beiços e sorrindo.
– Gostoso. Demais de gostoso. Já que é grande não precisaria ter esperma gostoso, mas tem. Nem meus 3 namorados e nem aquele stripper tinham um pau perto do tamanho do seu. Talvez dois terços o daquele stripper, mas nem de perto era tão delicioso.
– Ohhhhhuuuu, gemi com Livia o chupando pela primeira vez e como eu tinha dito não foi mais do que um terço.
Nada mudou para ela, que safada o engolia com vontade envolvendo minha glande com a língua. Conforme ia crescendo ela o lambia por fora recolhendo meu esperma misturando com seus fluidos e um tiquinho de seu sangue.
Livia estava gulosa e não precisaria de nenhum estimulo, mas decidi dar a ela. Ficando apoiando só em uma mão atrás de mim, levei a outra em sua nuca entre os cabelos os segurando. Com meu pau na boca, ela parou de chupar e gemeu abafado.
– Hummmmmmm.
Percebendo que ela gostou, comecei a levar e puxar sua cabeça tomando conta dos movimentos. Seus olhos me fitaram mostrando toda sua excitação. Por uns dois minutos fodi sua boca carnuda, a boca daquela deusa e só não gozava pelos 2 gozos anteriores.
Com suas mãos me pegou em cada lado de meu púbis e me empurrou até que teve a boca livre.
– Você priminho é bem mais homem que meus namorados. Eles nunca fizeram isso comigo e eram todos bem mais velhos e experientes que você. Só me deixa lamber por fora de vez enquanto. Ele é delicioso.
Alternando entre a deixar o lamber e a fazer me chupar ficamos mais uns 5 minutos e quando vi que era iminente meu gozo a avisei para se preparar, pensando que ela pudesse querer tomar conta do ir e vir.
– Eu vou gozaaaaaaaaaar, minha prima maravilhosaaaaaaa. Ahhhhhhhhh.
Livia simplesmente largou as mãos em meu púbis as deixando cair totalmente entregue a minha mão e logo sentiu meu esperma olhando excitantemente para mim com seus olhos azuis.
Não era uma imensidão de esperma como tinha deixado duas vezes em sua buceta, mas a via engolir gole após gole e quando acabou, soltei seus cabelos, mas ela ainda o chupou por uns 30 segundos.
– Não é só gostoso na buceta. Na boca também é delicioso, incomparável pelo volume que a enche.
Minha mão acariciava seus cabelos loiros.
– Obrigado. Foi maravilhoso. Pena que vou ter que ter um bom descanso, mas que bom que tomaremos banho juntos. Meu primeiro banho com uma mulher.
– O que mais seria a primeira vez? Quero ter uma sua primeira vez muito especial. Já fui a primeira a engolir e quero outra além do banho.
Deixaria a pensar que foi a primeira a engolir, então fui evasivo.
– Muitas posições seriam a primeira. Ser aqui e não em minha casa também.
– E anal? É virgem ainda?
Livia quase me matou do coração. Claro que imaginei ser só curiosidade, pois meu pau não motivava muito um anal.
– Fora uns beijinhos, tudo que fiz com a Monica foi a primeira vez e o que não fiz com ela, ainda sou virgem. Anal inclusive.
– Hummm. Adoraria ter essa sua primeira vez para nunca se esquecer da prima, mas não sei se aguento. Vou pensar até amanhã pela manhã. Tenho um gel que poderia ajudar e já fiz isso, mas não senti muita graça.
Nem tive expectativa que faríamos anal e nem precisava na verdade. Com aquele monumento de mulher, só o que eu queria era gozar o máximo de vezes em sua bucetinha gostosa. Nem em sua boca precisaria repetir.
– Jamais vou te esquecer prima. Te cobicei a adolescência toda.
Fomos para o banho onde descobri uma das maravilhas de tomar um banho com uma mulher linda e gostosa. Além de apreciar suas curvas esculturais com a água escorrendo eu podia sentir cada curva, cada saliência e cada reentrância a ensaboando com carinho e sentir ser acariciado da mesma forma por suas mãozinhas delicadas. Enquanto lavava meu pau em repouso, Livia entrou em um assunto delicado.
– Eu não estou brava com você. Não foi certo você se aproveitar da situação, mesmo não tendo provocado o que aconteceu, mas se não tivesse feito, não teria sentido os prazeres que senti e quase com certeza jamais descobriria que existe. Só que terei que disfarçar que também estou brava, ou elas não me perdoarão.
– Que pena, eu te entendo, mas se acontecer de estarmos sozinhos, podemos nos tratar como antes.
– Claro que sim. Se você não vai me esquecer, com certeza também não esquecerei essa noite. Você vai mesmo continuar com isso e pegar a mamãe e sua mãe? Elas com certeza estão necessitadas pois nossos pais nem dão bola para elas. Talvez faça um bem a elas.
Fiquei animado por seu apoio, aceitando meu pedido de fazer amor com nossas mães, além de nossas irmãs.
– Vou sim. As acho lindas e são quase gêmeas. Impossível dizer qual é mais gostosa e nossos pais as ignoram. Certeza que eles têm amantes e vou descobrir. Já decidi que vou atrás deles quando tiver a chance.
– Com certeza eles têm e odeio traição. O certo é terminar o relacionamento para ter outra, como eu sempre fiz. Eles deveriam pedir o divórcio. É estranho como ficam o tempo inteiro juntos, não é? Será que eles pegam as mulheres juntos? Parece que é isso que fazem.
Com seu comentário, minha pele arrepiou todos os poros pelo pensamento que tive e até parei um pouco de tocar aquele corpo impecável.
– E se forem gays e não tenha nenhuma mulher?
– Livia olhou estarrecida para mim e ficou quase um minuto pensando.
Eu também pensava e quanto mais pensava mais logica fazia me deixando assustado como ela. Meu pai tinha 3 filhas e um filho e meu tio duas filhas, mas pensando em casos de gays famosos com filhos vi que não seria um empecilho.
Outro pensamento foi que se fossem gays e tivessem um caso, desde quando seria? Desde antes de se casarem com duas irmãs? Seria esse o motivo de terem comprado casas vizinhas?
Quantas vezes meu pai foi na casa de meu tio, quando minha tia e minhas primas não estavam. Decidi ignorar esses pensamentos o achando um absurdo, mas eis que Livia não deixou.
– Acho que você pode estar certo, ou melhor, tenho quase certeza que está. Tudo faz sentido agora e talvez para não saírem do armário, fazem tudo junto não se incomodando que digam quem tem amantes, pois esconde a verdade. Tente descobrir como você falou Vik. Também ficarei atenta.
A conversa estava sexualmente desanimadora e mesmo ela segurando meu pau, ele murchou totalmente, mas minha prima gostosa deu o impulso que eu precisava.
– Descubra se é verdade e se for contamos as nossas mães. Após experimentarem esse pau, vão querer repetir, mas ficaram presas ao remorso por serem casadas e se descobrirem que os maridos são gays, não hesitariam mais fazer amor com você por causa dos orgasmos que terão tido, mas também porque com você ninguém de fora vai descobrir.
Meu pau reagiu em sua mão e começou a crescer. Livia sorriu feliz.
– Gostou da ideia né? Mesmo se forem amantes mulher, o mesmo pode acontecer, mas se forem gays elas ficaram com tanta raiva que estarão mais intensas e desinibidas. Elas são lindas e gostosas, não são? Acho que são gays mesmo, pois só gays não fariam amor com elas.
– As rainhas gostosas das mulheres gostosas da família. Me masturbei muito pensando em sua mãe, pois tinha remorsos de pensar na minha e elas são muito parecidas, falei com meu pau já quase totalmente duro.
– Pensou em mim, perguntou apertando meu pau com força.
– Sempre desde que descobri o que era punheta.
Livia riu.
– E o que fazia comigo nesses pensamentos? Já realizou todos eles?
– Fazia tudo e vai ser impossível realizar tudo que pensei em uma noite, mas a realidade é muito melhor do que a imaginação, falei levando as mãos a seus seios maravilhosos.
– Então vamos volta para a cama, porque você pode realizar o máximo de pensamentos possível. Fico excitada imaginando você se masturbando com esse pauzão pensando em mim. Já estou escorrendo. Eu realizaria todos eles, mas não posso trair as outras.
Saímos do banho apressados, um enxugou o outro e votamos para sua cama com Livia se deitando em um papai e mamãe me esperando. Eu tinha lavado muito bem o interior de sua buceta tirando meu esperma e babava de vontade por ela ter dito que estava vazando de excitação.
Aquela era uma posição tradicional para um oral nela, mas aprendendo com a pornografia, mais de uma vez me peguei imaginando lamber as bucetas das mulheres de minha família, com elas sentadas em meu rosto, inclusive com Livia.
Para sua surpresa me deitei ao lado dela que me olhou não entendendo, mas logo descobriu.
– Uma das coisas que imaginei fazer com você em minhas punhetas foi te lamber sentada em minha cara de um jeito bem safado. Vem, a chamei.
Sorrindo excitada, nem contestou e se levantando logo estava ajoelhada sobre meu rosto com aquela bucetinha linda aberta a 10 centímetros de meus olhos e boca. Não bastasse aquela visão poderosamente excitante e apetitosa, olhar seu corpo perfeito sobre mim, depois seus seios firmes e volumosos com os quais queria brincar muito ainda e seu rosto lindo me olhando excitada, quase me fazia gozar sem me tocar.
Não tive muita chance de brincar com a de Monica pois nem molhada estava lá no começo quando a lambi, então nos 10 minutos seguintes usei o instinto e tudo que vi na pornografia pra me fartar daquela coisinha deliciosa que escorria seu mel maravilhoso para dentro de minha boca e que eu não desperdiçava nada.
Livia gemeu, gritou e arfou o tempo todo, porque certamente ela também estava excitada além dos toques de minha língua por me ver preso entre suas pernas. Muitas vezes ela soltava o peso e quase me sufocava, outras se levantava para que eu ganhasse folego e ela não gozasse rápido demais. A sua não foi a primeira buceta que lambi, mas com certeza foi a primeira em que fiz um verdadeiro sexo oral.
– Eu vou gozaaaaarrr seu safadinhoooo. Além do pau tem também a língua gostosa e espertaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Seu corpo tremia e com seu imenso orgasmo cedeu um pouco e praticamente engoliu meu rosto e ao invés de reclamar, fechei os olhos e curti aquela emoção sem fim. Como não conseguia mais lamber, esfreguei a ponta do nariz em seu clitóris levando longe seu orgasmo.
Assim que ela terminou, eu queria minha fatia do bolo, que sabia seria deliciosa. Queria minha prima escultural 6 anos mais velha do que eu, sentando em meu pau enquanto eu me divertiria com aqueles sonhados seios. Até aquele momento, fora ter que fazer sexo comigo, tinha sido sempre ela quem tomou as iniciativas, então quis tentar inverter a situação.
Sai de entre suas pernas e me ajoelhando gatinhei até a cabeceira onde me sentei bem acomodado. Assim que percebi seu orgasmo terminado, ainda relaxada, dei a ordem que eu queria e fui impositivo. Se ela não aceitasse poderia continuar tomando a iniciativa pela noite toda que eu não iria reclamar e nem recusar.
– Agora vem aqui sentar em meu colo que quero te comer assim enquanto brinco com seus seios o tempo que eu aguentar sem gozar.
Livia girou a cabeça no colchão me procurando e me olhou parecendo não acreditar em meu modo de agir. Pensei que ouviria horrores e que jamais mandaria nela, mas a percebi se ajoelhando, depois ficando de 4 de frente para mim vindo em minha direção sorrindo.
– Você pensa que está mandando, é? Nenhum pirralho manda em mim, falou passando uma das pernas sobre minhas coxas e se sentando sobre meu pau se esfregando nele com sua fenda melada.
Era evidente sua provocação, pois fez exatamente o que mandei e decidi brincar e a provocar de volta.
– Não vou te obrigar, mas se não fizer o que eu quero, vou embora.
Felizmente ela entrou na brincadeira.
– Pode ir, mas deixa seu pau.
– Você sabe que é impossível.
– Então eu te amarro e te liberto só pela manhã. Tenho que ir trabalhar. Gostaria de te manter aqui preso só para meu uso articular. Nunca mais namoraria.
Meu pau em sua fenda inchou pela excitação que senti, não por ser dominado por Livia, mas para fazermos amor sempre que ela quisesse. Ela claro, sentiu.
– Gostou da ideia de ser meu escravinho, né? Você comeria sua prima todos os dias sem restrições, me provocou sorrindo se esfregando com mais intensidade.
A pegando pela cintura a levantei só com minha força até a encaixar em minha glande, mas com sua colaboração que sabendo o que eu queria o puxou para ficar em pé. Assim que toda a glande encaixou e ela gemeu de dor e prazer, retruquei de novo enquanto a descia devagar.
– Prefiro você como minha escravinha podendo fazer o que quisesse com você, a qualquer hora e em qualquer lugar.
Desta vez foi seu canal quem me comprimiu com força e sorrimos um para o outro.
– Acho que você também gostou da ideia.
– Se fossemos continuar, poderíamos revezar e brincar, mas vamos continuar sem dominadores e submissos até o final.
– Perfeito para mim. Não sei quanto tempo vai levar para me recuperar. Mas te quero de 4 ainda. Vai ser uma imagem de babar e inesquecível.
– Ahhhhhhhhuuuummmmm. E eu quero te montar com você só assistindo.
– Ohhhh. Só pode ser um sonho.
Livia me beliscou devagarinho, enquanto eu envolvia seus seios que desciam esperando estarem a minha frente para os atacar.
– Não é um sonho. E eu pensei que seria uma noite esquecível por não ser de minha vontade. Agora, vou me lembrar tanto que será um grande problema. Uhhhhfffff. Dói gostoso. Eu o quero para mim.
Sua buceta me engolia deliciosamente e era impossível dizer qual era a mais gostosa, se de Monica ou de Livia. Em belezas se equivaliam com Livia levando algumas pequenas vantagens, mas no geral e por minha preferência de mulher, minha deliciosa irmã, estava levemente acima de minha prima.
Livia era minha prima, o que não deixa de ser poderosamente excitante, mas Monica era minha irmã, o que por si só já era difícil comparar e ainda tinha a situação que se casaria em poucos dias, o que deixou muito mais safada nossa transa.
No entanto minha prima gostosa, ao invés de dizer que nunca mais transaríamos, que era o que aconteceria, se lamentava por não podermos continuar. Adoraria que meu pau fosse dela. Imaginei que após fazer sexo com todas as outras, o casamento de Monica passar e passar alguns meses, o patrulhamento sobre uma delas voltar a se relacionar comigo diminuiria e então poderíamos ter algo mais constante. Pensamentos que só me excitaram mais a sentindo sentar em minhas coxas, totalmente empalada.
– Ohhhhhh deus priminho. Eu amo seu pau.
Eu brincava com seus seios deliciosos e rijos, como brinquei com os melhores presente que ganhei no Natal. Como fazia com eles quando os abria, me concentrava totalmente neles sem ouvir meus pais me mandando dormir até que eles desistiam e eu brincava até desmaiar de sono.
Aqueles presentes quentes e com vida em minhas mãos eram muito mais gostosos e poderiam ser usados de todas as formas e foi o que fiz por uns 20 minutos. Livia escorregava para trás e para frente em minhas coxas o engolido e quase o fazendo sair, para o engolir novamente.
Lambi e beijei cada centímetros daqueles cones com aréolas e mamilos pequenos. As vezes os sugava de leve, outras ia com tanta sede ao pote que os esticava mais de um centímetro.
Minhas mãos trabalhavam onde meus lábios não estavam adorando a consistência e a maciez de meus brinquedinhos. Por duas vezes quando suguei como se fosse um bebê faminto, Livia gozou ruidosamente, principalmente na segunda quando sentiu mais um tanto de meu sêmen em seu útero, direto na portinha dele.
Quando seu orgasmo terminou o meu já tinha acabado e a puxei para mim a abraçando apertado adorando aqueles seios espremidos em meu peito e o calor de seu corpo. Minutos depois, descansados Livia me surpreendeu mais uma vez.
– Precisamos dar um jeito de podermos continuar a fazer isso Vik. Para sempre.
Era o que eu mais queria, mas já tinha ouvido seus argumentos do porque não continuaríamos, e sabia o quanto era importante para ela todas as relações próximas com todas as mulheres da família, então só manifestei meu desejo.
– Eu adoraria Livia. Muito.
Por uns 2 minutos ficamos quietos ainda nos refazendo e pensando no que ela disse. Nem me esforcei porque não haveria uma boa solução, mas fui despertado por sua voz. Ela se afastou do abraço e me olhou nos olhos.
– Já sei. Fora a Monica que vai se casar, nenhuma de nós está comprometida no momento. Nossas mães estão abandonadas e adorariam serem satisfeitas. Victoria, Morgana e Moana ainda são virgens. Faça com que elas gostem de seu pau tanto quanto eu e o queiram como eu quero. Aí as barreiras contra você cairiam. Nem precisa de todas. Se só umas duas gostarem e quiserem continuar, as outras não terão o que fazer. A Moana é a mais rebelde e mais difícil. A Victoria e a Morgana são uns docinhos de meninas e com certeza não querem ficar brigadas com você pelo resto da vida. E se tratar a mamãe e sua mãe como está me tratando, com certeza vão querer mais, na seca que devem estar.
Era muita pretensão de Livia que algumas delas quisessem continuar após a primeira vez, pois não estariam fazendo sexo comigo por vontade própria. Principalmente as irmãs e a priminha virgens, fora que Moana era com quem mais eu tinha atritos. Mesmo que quisessem, Monica ficaria muito magoada com elas o que poderia impedir que aceitassem. Estava com um pé atrás.
– Vamos esperar ver o que acontece Livia. Duvido que aconteça assim facilmente. Elas não querem fazer nada comigo e estão se sentindo obrigadas.
– Amanhã, todas vão querer saber como foi, como perguntamos a Monica. Vou fazer uma enorme propaganda sua. Direi que não vai mais acontecer, que não te perdoo, mas que independente disso você tem um pau maravilhoso que meu deu orgasmos que nunca imaginei serem possíveis. A Monica já disse algumas coisas e mesmo não contando se gostou, foi evidente que não desgostou, pois não disse nenhuma vez que foi ruim. Evidente que ela só não admitiu porque é apaixonada pelo noivo e vai se casar.
– Depois da próxima vai dar para ter uma ideia.
– Sim, você tem razão. Vamos tirar uma soneca antes de você me pegar de 4.
Aceitei sua proposta pois queria dar um tempo para ter pelo menos um pouco de esperma para gozar naquela posição. Livia saiu de meu colo e deitamos abraçados e logo dormimos com a luz acesa.
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Não deixe de dar estrelas ⭐⭐⭐ se achar que o conto merece. Gostaria de ter o apoio dos leitores para que todos os capítulos sejam os mais estrelados dos contos que já publiquei. Os capítulos 1 e 2 já estão no caminho com 294 e 258 estrelas em