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Baiana gostosa da porra! - Parte I.

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Um conto erótico de Daméhr
Categoria: Heterossexual
Contém 6368 palavras
Data: 14/07/2026 23:11:00

Eu e meu marido Samuel moramos em uma cidade pequena no centro oeste. Na cidade tudo gira em torno da mina de ouro, que é explorada por um grupo estrangeiro. A maioria dos cargos importantes da mineradora, são ocupados por gente que veio de fora.

Gente de todo lugar do Brasil, cada casal trazendo sua história de vida, nós fazemos parte dessa comunidade de amigos.

Esse conto foi escrito, baseado em fatos reais.

Omiti o nome da cidade e da região onde moramos, e os nossos nomes verdadeiros.

Eu sou Madalena, mas todos me chamam de Lena. Sou casada com Samuel. Nós somos Baianos, ele de Salvador, eu de Itacaré; um paraíso tropical no sul da Bahia.

Samuel é Geólogo e trabalha com prospecção. Alguns anos depois do nosso casamento, Samuel recebeu uma proposta de emprego no grupo minerador, viemos para o centro-oeste, e aqui fizemos nossa vida. Meu sonho é um dia vamos voltar pra minha cidade natal na Bahia, pois eu adoro sol, praia e mar.

Eu tinha 20 anos quando conheci Samuel. Na época ele tinha 31 anos, já era um Geólogo formado, trabalhando, com sua vida toda organizada.

Era uma sexta feira, eu estava na praia da concha, tomando sol com minhas amigas. Fomos tomar água de coco em um quiosque próximo, e lá estava ele, junto com um amigo, tomando cerveja, comendo camarão frito, apreciando o movimento da praia.

Nossos olharem se cruzaram. Aquele homem bonito olhou para mim sorrindo. Ele ficou boquiaberto, me secando de cima até em baixo. Eu me senti nua, envergonhada, com ele me olhando com aquela cara de fome.

Modéstia à parte, sempre fui uma garota bonita e gostosa. Sou morena, pele dourada pelo sol da Bahia, cabelos negros encaracolados volumosos, 1.80 de altura, corpão cheio de carne durinha. Seios médios, barriga chapada, coxas grossas e longas, e uma bunda bonita, empinada, durinha, de fazer inveja pra qualquer miss universo.

Não faltavam elogios por onde eu passava, eram assobios, buzinas, um... Aí gostosona... casa comigo. Eu era muito assediada, todos me olhavam com desejo.

Maiinha sabia disso, ela sempre me aconselhando não dar mole para turista aproveitador.

- Madalena, todo homem gosta de uma mulher bonita. Cuidado minha filha, mulher fácil não tem valor; só tem serventia pra ser puta de vagabundo.

Então com 20 anos, eu ainda mantinha minha virgindade intocada. O que não era fácil, pois eu era jovem cheia de vida, com desejos à flor da pele.

O cara bonito sinalizou perguntando se podia se aproximar. Eu toda boba, permiti sorrindo.

- Garota como você é linda, qual seu nome?

- Ah obrigada! Sou Madalena, mas pode me chamar de Lena.

- Muito prazer, eu sou Samuel.

Começamos conversar, ele querendo saber tudo sobre mim. Samuel me falou sobre ele. Perguntou se podíamos ter um encontro. Eu nunca tive um encontro, fui nas nuvens e concordei.

Combinamos encontrar em frente ao quiosque na praia no dia seguinte. Aquele homem bonito, educado, cheio de charme, se interessou por mim. Quando cheguei em casa, contei pra maiinha, e como sempre ela recomendou cuidado.

Samuel me levou pra jantar no “Cabana Corais”, um restaurante chique à beira mar. Ele sugeriu lagosta com vinho branco. Eu me apaixonei por ele à primeira vista.

Samuel era um conquistador. Ele queria me impressionar, e funcionou. Ficamos até tarde conversando, tomando vinho, beijando na boca, ele jogando aquele “lero” sem vergonha pra cima de mim, achando que eu ia dar pra ele, logo na primeira vez.

- Lena eu gostei do seu jeito, você é bonita, educada, sabe conversar.

- Por que eu não saberia, minha maiinha me educou direito.

- Mas Lena, me fala uma coisa. O que você faz?

- No momento eu ajudo minha mãe na cozinha. Ela trabalha com pedidos especiais. Mas meu sonho é ir para Salvador. Quero estudar direito.

- Mas ai minha “Rainha”, estou louco por você.

- Estou sabendo Samuel... para de me chamar de “Rainha”, meu nome é Lena.

- Lena, você é sempre direta.

- Sou sim. Comigo é papo reto, não gosto de embromação.

- Lena, eu posso continuar te vendo.

- Desde que você seja honesto comigo. Pode sim.

Na hora Samuel não disse nada. Da mesma fora nos despedimos na frente do quiosque, combinamos ir na praia no dia seguinte.

No sábado de manhã fui na praia com minhas amigas, chegamos às 8.30h, dei um mergulho no mar e fui tomar sol. Às 10h ele chegou. Assim que minhas amigas o viram, elas nos deixaram sozinhos.

Samuel estendeu sua toalha ao meu lado. Estremeci ao lado daquele homem lindo. Ele era um pouco mais alto que eu. Corpo malhado, tórax desenvolvido cheio de pelos. Ele parecia hipnotizado, pois não tirava os olhos de mim. Eu sentia um desejo louco. Passei a noite pensando. Como seria perder a virgindade com ele, fiquei excitada e toda úmida. Deitei de bruços para tomar sol nas costas.

- Deus do céu... Lena, não faz isso comigo.

- O que foi que eu fiz?

- Você assim de bruços... isso vai acabar comigo.

Fingi que não entendi, dando uma de boba. Samuel não parava de olhar minha bunda. Levantei correndo e entrei no mar, ele veio correndo atrás de mim. Ficamos abraçados beijando na boca. Suas mãos fortes apertavam meu quadril, me puxando de encontro a ele. Senti o volume do seu pênis duro me encoxando, me deixando excitada.

- Samuel, você está bem animadinho pro meu gosto.

- Viu Lena, o que você está fazendo comigo.

- Eu não estou fazendo nada.

- Lena, você está me deixando louco. Eu só penso em você.

- Que bom, mas o que você quer que eu faça?

- Fica comigo Lena, estou louco por você.

Deixei ele dentro da água e voltei para praia. Deitei de bruços novamente tomando sol. Samuel veio logo em seguida e deitou do meu lado. Ficou quieto, me olhando hipnotizado.

- Samuel, eu não sou garota de programa.

- Me desculpa Lena, mas é que você me deixa descontrolado.

- Escuta bem, se você está procurando sexo fácil. Então não sou a garota para você. Aqui na orla tem muitas garotas que vão adorar transar com você.

Peguei minha toalha e minha bolsa, deixei ele na praia. Samuel levantou atrás de mim.

- Lena por favor. Não vai embora, vamos conversar.

Eu estava louca por ele. Meus hormônios estavam fervendo, estava úmida cheia de desejo. Só eu sei o controle que tive, para não ceder para ele.

- Desculpa Lena, se passei uma impressão errada. Você é uma garota linda, mexeu com minha cabeça, me deixou louco. Estou realmente interessado em você.

- Samuel, você acha que eu não tenho desejo. Eu tenho sim, tenho muito, mas não vou me entregar a você, só pelo calor do momento.

- Eu entendi Lena.

- Samuel, não quero ser só um corpo bonito, que chama atenção. Eu quero ser uma pessoa. Se você quer safadeza, procura outra garota.

- Eu gostei de você, Lena. Namora comigo.

- Olha Samuel, eu vou pensar.

Ficamos na praia até às 14h, depois fui pra casa. Tomei banho, almocei. Maiinha veio cheia de curiosidade, perguntando sobre o rapaz.

- Lena, como foi seu encontro com esse tal de Samuel?

- Acho que foi bem, maiinha.

- Me fala a verdade menina. Não senti muita animação em você?

- Maiinha, eu não conheço o rapaz direito. Vamos ver.

O assunto morreu. Mãe foi cuidar dos afazeres dela, eu fui descansar. Acordei às 17h tomei um banho, coloquei roupa de ficar em casa, um shortinho curto e uma camiseta folgada.

Às 19h alguém chama no portão de casa, mãe foi atender.

- Boa noite, a senhora é a mãe da Madalena.

- Sou sim, e o senhor quem é? O que deseja?

- Senhora, desculpa me apresentar desse jeito. Sou Samuel. Eu vim pedir autorização para namorar a Lena.

- Madalena, vem cá menina. Tem alguém querendo falar contigo.

Quando vi quem era, coloquei a mão na boca surpresa.

- Samuel, como você descobriu meu endereço?

- Todo mundo em Itacaré, conhece vocês.

Maiinha olhou pra mim... olhou pra ele, e falou com aquele jeito peculiar dela.

- Madalena, seu Samuel veio pedir autorização para namorar contigo. Resolve isso com ele menina, depois vocês entram que vou fazer um café.

- Samuel, você é maluco. Eu pensei que você queria???

- Você pensou errado Lena. Eu quero namorar sério contigo.

- Eu disse que ia pensar.

- Pensa agora Lena, e me dá sua resposta.

- Samuel, você é muito apressado. Ok, nós vamos namorar.

Peguei a mão dele puxei para dentro. Ele me roubou um beijo na boca, foi rápido com medo de ser surpreendido. Deixei ele conversando com maiinha e fui trocar de roupa.

Começamos namorar sério. Samuel vinha de 15 em 15 dias, ficava hospedado em uma pousada simples. Como todo casal de namorados, começamos cultivar uma intimidade verdadeira. Nós dois éramos jovens cheios de vida, com desejos à flor da pele. Samuel foi devagar, quebrando minha resistência, depois que ficamos noivos, maiinha afrouxou a vigilância. Eu ficava louca de tesão. Longe do olhos de maiinha, nossos beijos eram de pura paixão.

Samuel me tocava por cima da roupa. Eu colocava vestidos leves e curtos, para facilitar, ele vestia shorts leves e folgados. Teve uma noite que maiinha estava cansada da lida, e apagou cedo. Samuel me pediu pra tirar a calcinha, e chupou minha buceta. Eu gozei tapando a boca para não gritar, aquilo me deixou excitada.

Foi a primeira vêz que bati uma punheta, olhando nos olhos dele. Eu estava louca de tesão, segurando seu pinto duro e quente. Comecei beijar seu pau, chupando devagar, ainda sem jeito. Eu nunca tinha feito um boquete. Samuel esporrou na minha boca. O cheiro de homem, o gosto do esperma, me deixou louca, eu engoli seu leite cremoso. Eu engoli tudo e gostei. . Ficamos loucos de tesão, fissurados nas preliminares.

Casamos um ano depois. Nossa lua de mel foi em Maragogi. Alugamos uma pousada perto da praia. Nós éramos dois jovens, cheios de vida. Estávamos apaixonados, ficamos trancados durante dois dias fazendo amor, a gente só saia pra comer. Foi maravilhoso.

Depois da lua de mel, fomos morar em Salvador. Lá nossa vida começou pra valer. Fiz faculdade de direito. Samuel recebeu proposta pra trabalhar em uma mina de ouro, e fomos morar no centro-oeste. Depois de estabelecidos na região, comecei trabalhar como advogada. Dois dias na cidade, mais dois dias numa cidade maior, que ficava a 100 km de distância.

Tempo passou, estamos casados há 18 anos, temos dois filhos, uma menina de 13 anos, um garoto de 10. Vivemos nossa vida nessa região. Fazemos parte da comunidade. Entre nosso grupo; Mateus e Leleco são nossos melhores amigos.

Mateus e Laura são do interior do Rio. Ele é o contador chefe da mina. Um profissional chato e exigente, mas não perde uma oportunidade para olhar um rabo bonito. Laura sua esposa é um amor de pessoa.

E o José Carlos, que todo mundo conhece pelo apelidado de Leleco. Ele é o encarregado de operações na mina. Ele é casado com Letícia, e pai de duas filhas. Letícia era um amor de pessoa, tímida e recatada se limitava a rir das bobeiras dele. Leleco era o sujeito mais safado e sacana que eu conheci. Ele adorava contar piadas, fazer palhaçadas e sacanear os amigos.

Santelmo era engenheiro de minas. Ele e sua esposa Mariana vieram do Paraná, entre nosso grupo, eles eram os mais sérios. Eram católicos fervorosos, freqüentavam missa todo domingo. Nas reuniões eles falavam pouco, mas eram alegres e riam de tudo, principalmente das palhaçadas do Leleco.

Heitor e Lúcia eram de BH. Ele é geólogo e ela professora. Eram um casal alegre, adoram cantar, participavam de todas as reuniões. Como bons “mineiros” adoravam uma pinga da boa. Aliás não eram só eles, todos nós gostávamos de uma cachaça artesanal.

Clésio era um fazendeiro, criava gado de corte. Era um homem muito rico, era um excelente negociador, ganhava mais dinheiro fazendo negócios, do que criando gado. Ele era casado com Vânia, eles tinham dois filhos e eram naturais aqui da cidade.

Clésio era o único do grupo, que não trabalhava na mina. Ele tinha estudado até o ensino médio, mas não tinha cultura. Era um homem rude, acostumado lidar com gado e peões boiadeiros. Tinha um sotaque arrastado, de mineres misturado com goiano. Era um amigo leal, sempre preocupado com todo mundo. Nossa turma de amigos se reunia na fazenda dele, para para encher a cara, fazer churrascos, ouvir música sertaneja, tomar banho de piscina e jogar conversa fora.

Na nossa cidade tem muitos “causos”, muito folclore regional, uma típica cidade do interior, aqui todo mundo sabe da vida de todo mundo. Temos uma pista de caminhada, margeando a rodovia. Do outro lado da pista, no centro da cidade tem o “Bar do peixe”, aquele barzinho era um ponto estratégico, onde a turma se reunia para encher a fuça, comer peixe frito, conversar fiado e ficar de olho nas gostosas do outro lado da pista.

No sábado de manhã fui fazer minha corrida. Quando passei na frente do bar, lá estavam eles: Mateus, Heitor, Santelmo, quando ouço Leleco gritar lá de dentro do bar.

- Aí... BAIANA GOSTOSA DA PORRA!

Dei uma parada e mostrei o dedo, “mandado ele tomar no cu”, aquilo era a cara do Leleco. Aquele safado não perdia oportunidade de me chamar de gostosa, na frente de todo mundo. Eu fica “puta”, nossos amigos morriam de rir das palhaçadas dele; inclusive meu marido.

Não que eu não gostasse. Que mulher não gosta de saber que é bonita e gostosa, aquilo lustrava o meu ego. Mas eu ficava puta da vida com Samuel, ele se divertia das bobeiras do Leleco. No domingo de manhã, Mateus e Leleco apareceram lá em casa. Eles tinham combinado com Samuel, queimar uma carne e tomar umas cervejas. Era só isso que eles faziam nas horas de folga, fazer churrasco, encher a cara e falar das gostosas.

Assim que eles chegaram, soltei os cachorros em cima deles.

- Vocês são uns safados, filhos de quengas, vocês não tem respeito pela mulher dos outros.

- Espera ai Baiana, eu não tenho porra nenhuma com isso. Solta seus cachorros no Leleco, isso é sacanagem dele.

- Leleco seu desclassificado, filho de quenga! Para com essa porra de ficar me chamando de gostosa, na frente de todo mundo.

- Baiana, minha “Rainha”, quem fala a verdade não merece castigo.

- Leleco, seu safado. Você não vale nada, não vale uma rosca de padaria.

- E você Samuel, é um bunda mole. Todos vocês gostam das palhaçadas dele.

- Calma minha “Rainha”, é só uma brincadeira. Leleco te respeita.

- Respeita porra nenhuma. Agora tudo quanto é garoto me chama de baiana gostosa, você acha isso correto?

- Mas meu amor, que mal tem... você é gostosa mesmo.

- Vai pra puta que pariu... não quero ver nenhum de vocês na minha frente.

- Leleco dá um tempo... a Baiana está puta da vida contigo.

- Deixa ela acalmar, daqui a pouco ela volta.

Eu e Samuel sempre tivemos uma vida maravilhosa. Mas depois vieram os filhos, rotina de casados. Nossa vida sexual ficou muito previsível. Não era mais aquela maravilha dos primeiros anos de casamento, que a gente transava várias vezes por dia.

Não sou mais aquela garota ingênua da juventude. Estou com 39 anos, continuo uma mulher bonita, gostosa, cheia de desejos, com tesão à flor da pele.

Samuel me pega regularmente, me lambe, me chupa gostoso, faz milagres com seus dedos. Fazemos um “papai & mamãe” básico, outras vezes ele me pega por trás. Nós transamos gostosinho, ele me faz gozar. Por mais que eu não queira admitir, tenho que confessar... Samuel não tem mais “aquela fome”. Ele não cuida mais de mim como deveria.

Eu amo e respeito meu marido. Mas o desejo que eu sinto, se tornou um problema. Ninguém sabe, isso não é um assunto, que eu possa abrir e conversar com qualquer pessoa. E eu continuo faminta, cheia de desejos, cheia de tesão.

- Amor, eu te amo e te respeito. Mas eu estou com fome de rola.

- Baiana, relaxa... você não é mais uma garota.

- Samuel, você não me entende... eu estou cheia de tesão... eu preciso de mais.

- Lena, o que você quer.

- Meu amor, eu tenho muito desejo, eu quero ser comida com força. Quero ser fodida, por um pau bem grosso. Samuel, você não entende... eu estou com fome.

- Baiana, você está cada dia mais louca. Eu não estou dando conta.

- O que você quer dizer com isso?

- Lena por favor, estou com sono. Podemos conversar sobre isso outra hora.

- Samuel, você vai adiar essa conversa de novo. Ok, mas depois não reclama comigo.

Fomos vivendo dessa maneira. Nós transávamos, mas eu estava sempre querendo mais, precisando mais. Samuel sempre fugia da conversa.

No sábado de manhã, fui correr na pista. E lá estavam eles novamente, enchendo a fuça cerveja. Olhando as novinhas gostosas que desfilavam na pista. Quando passei, Leleco gritou lá de dentro. – EITA... PORRA DE BAIANA BONITA!!!

- Leleco seu safado, dessa vez você melhorou... mesmo assim mostrei o dedo para ele.

Segui minha corrida, e mais na frente um garoto lindo, todo sarado passou por mim e disse:

- Baiana gostosa da porra!

O garoto falou olhando pra mim sorrindo e continuou correndo. Fiquei puta da vida com Leleco, agora qualquer moleque me chama de Baiana gostosa.

- Espera ai, seu moleque atrevido! Quando te dei confiança pra você falar assim comigo.

O garoto parou e ficou me esperando, continuou saltitando, movimentando as pernas. Me olhando de cima até em baixo, com cara de cachorro com fome.

- Calma Lena, não precisa brigar... você é gostosa mesmo.

- Que isso garoto! Eu sou casada, isso é jeito de falar comigo. Se você continuar com isso, vou falar com meu marido, pra ele te dar uma “bifa”.

- Faz isso não, Lena. Sou faixa preta de karatê, seu marido não da conta.

- Você é muito atrevido. Como sabe meu nome?

- Não importa, Lena. Você é muito gostosa, eu sonho com você todo dia.

- Como você chama garoto safado?

- Desculpa a sinceridade, Lena, seu marido não conta de você, não.

- Escuta garoto, sua mãe não te deu educação!

- Baiana gostosa... se o seu marido ainda não é corno, um dia ele vai ser.

O garoto foi embora sem me dizer o nome, e ainda chamou Samuel de corno. Fiquei parada na pista com a cabeça quente, pensando um monte de bobagem; aquele garoto me deixou excitada. Continuei correndo. Quando cheguei em casa, tomei banho e fui colocar uma roupa confortável. Janaina minha filha, começou me rodear igual um gato alisando os pelos nas minhas pernas. Eu sabia que ela estava querendo alguma coisa.

- Fala Janaina, o que você quer. Desembucha logo.

- Mãe, eu quero saber como é transar.

- Como que é! O que é isso menina, você só tem 13 anos.

- Maiinha, não precisa brigar comigo. Só estou fazendo uma pergunta.

- Por que Janaina! Você é uma criança.

- A Lívia minha amiga, pegou a irmã dela pelada transando com namorado.

- Janaina, você vai pra escola estudar ou pra conversar de safadeza.

- Esquece maiinha! Se você não quer falar, eu procuro outra pessoa.

- Desculpa meu amor, eu vou falar. Mas você é muito nova pra saber essas coisas.

- Ôh... mãe! Eu já sou uma mulher.

- Janaina, não confunde as coisas. Você tem corpo de mulher, mas ainda é uma menina.

- Maiinha, você vai conversar comigo ou vai ficar me enrolando?

- Deus do céu... Janaina, transar é muito bom. É uma das melhores coisas da vida.

- Maiinha, o que acontece quando o homem coloca o pinto na mulher.

- Ah meu pai do céu... me ajuda! A mulher tem prazer, é uma sensação muito gostosa.

- Maiinha... isso que é gozar.

- Ah meu pai... é isso sim Janaina. Filha me fala a verdade, você tem algum amiguinho, ficante, namorado. Algo parecido que você não me contou?

- Não maiinha... não tenho! Eu só quero saber as coisas. Minhas amigas conversam sobre tudo, eu fico boiando igual coco na água, sem saber das coisas.

- Janaina, eu vou conversar tudo contigo... tudo que você precisa saber, mas presta atenção menina: Você não pode mole pra vagabundo, abusar de você. Tem que ser uma garota esperta, saber se valorizar, saber a hora certa de fazer as coisas. Você só vai transar quando for maior de idade. Entendeu!

- Eu entendi Maiinha... você acha que sou alguma lesada.

- Eu não acho nada Janaina, mas como sua mãe; é meu dever te orientar para vida.

Depois que aquele garotão bonito me cantou na pista, eu fiquei virada de tesão. Depois que nossas crianças dormiram, tomei um banho e coloquei uma lingerie provocante, branca, semi-transparente, quase nua. Quando Samuel viu, ficou de pau duro e eu toda animada com o tesão do meu homem.

- Baiana, o que está acontecendo contigo?

- Aiii vida, eu to virada de tesão. Eu quero que você faz tudo comigo... tudo.

Samuel me puxou beijando na boca. Sentou na cama começou me lamber, alisando minhas coxas. Me levou pra cama, lambendo meus mamilos, que estavam duros e inchados. Adoro quando ele mama nos meus peitos igual um garoto faminto. Ele abriu minhas pernas, acariciando o botão do meu clitóris com a ponta dos dedos.

- Baiana, meu amor... você está toda melada.

- Aiiiiiii vida... assim eu gosto... não para... não para... aiiii me chupa gostoso seu safado... me chupa cachorro... aiiiihhnnnn puta que pariu... vouuu gozzzaaarrrrr...

Samuel chupou minha buceta. Estou tão molhada, tão excitada, que gozei lambuzando o rosto dele com meus fluidos.

- Eu adoro sua boca em mim... você me deixa louca... vem me usa seu velho safado... fode sua baiana... fode gostoso... eu quero apanhar... me bate... me dá uns tapas na bunda.

- Plaft... plaft... plaft... putinha... vagabunda... Baiana gostosa.

- Eu gosto quando você... me chama de puta... de vagabunda.

Samuel me virou e me comeu por trás, abriu minha bunda e socou tudo de uma vez.

- Aiiiii cachorro safado... isso mete tudo... me fode seu pirocudo gostoso... mete tudo... soca forte na sua putinha... me fode... me fode... seu velho safado.

- Caralho Baiana... parece que você tá possuída.

- Vida... meu amor... me fode gostoso... soca forte... me machuca... soca seu velho tarado... come minha bucetinha... mete rola na sua puta... mete... seu velho safado.

- Puta que pariu... mulher... você ficou louca.

- Estou sim... muito louca...vai safado... eu quero apanhar... bate na minha cara... bate na sua puta... eu quero sua piroca.

- Plaft... plaft... plaft... putinha... vagabunda... gostosa da porra.

- Aiiiihhnnnn... delicia... assim amor... maltrata sua puta... maltrata amor... mete forte...

come essa buceta seu velho safado... aiiiihhnnnn... aiiiiiinnnn... euuu vouuuuuu... gozzzaaarrrrr!!!

- Aiii amor... eu te amo... você sabe disso... não sabe.

- Puta merda Baiana... o que houve contigo... você está ficando maluca.

- Eu virada de tesão... come meu cuzinho... seu velho safado...

- Puta que pariu... Baiana... dá um tempo... chupa meu pau... chupa sua vadia safada.

Coloquei o pau dele na boca, estava meia bomba. Começou ficar duro novamente.

- Aiii vida... adoro seu pínto... seu velho tarado... come meu cu... come seu safado... eu sei que você só gosta da garotinha nova... então come sua putinha.

Samuel me colocou de bruços. Travesseiros em baixo do ventre, empinei a bunda, abrindo as nádegas, devagar, sensualmente, mostrando meu cuzinho. Ele pincelou a pica na minha entrada e socou tudo.

- Aiiiihhnnnn seu velho tarado... assim dói.

- Plaft... plaft... plaft... sua putinha... vagabunda... vadia gostosa.

Samuel apertava minha bunda, seus dedos cravados na minha carne. Ele tirou da buceta e colocou no cuzinho. A cabeça entrou com dificuldade, quando a cabeça passou pelo anel, ele socou tudo de uma vez, arregaçando com meu cuzinho.

- Aiiiihhnnnn seu velho tarado... assim dói... assim dói... aiinnn... que pau gostoso.

Samuel deixou parado, meu cu estava quente, latejando, apertando seu pau grosso. Eu sentia ele latejando no meu rabo, ele começou bombar devagar, depois mais rápido, me enrabando igual um cachorro no cio.

- Aiiii puta merda... que delicia de cu... Baiana gostosa.

- Aiii seu velho tarado... meu cu tá doendo... tá doendo muito... não para... não para.

- Fica quieta... sua putinha safada... você gosta de dar o cuzinho... porra eu vou gozar.

- Aiiiihhnnnn... seu bruto... maltrata sua puta... maltrata vida... que delicia seu pau... come meu cu, seu velho safado... come... goza gostoso... aiiiihhnnnn vida... eu vou... gozzzaaarrrrr!!!

Senti quando ele socou forte, suas bolas batendo na minha bunda, ele gozando, jorrando leite nas minhas entranhas. Caímos abraçados, respiração ofegante, mas eu estava realizada.

- Baiana, o que deu em você mulher? Você vai acabar comigo.

- Vida... por que não é assim toda vez?

- Desculpa meu amor... eu não consigo manter sempre esse ritmo.

- Você tem que conseguir amor, senão como eu fico?

- Baiana, você tem que sossegar seu facho.

- Escuta seu velho safado. Eu te amo, eu te respeito, não quero trair você.

- O que você quer dizer com isso?

- Hoje eu fui cantada lá no calçadão da pista.

- Você tá falando sério. Quem te cantou?

- Não conheço, foi um garotão sarado. Ele tava correndo, me chamou de Baiana gostosa, disse que sonha comigo.

- Puta merda! O que você fez?

- O que você queria que eu fizesse. Esculhambei com ele. Falei que ia falar pra você dar uma “bifa” nele. O safado ficou rindo da minha cara, me olhando com cara de fome.

- Eu dar bifa nele... você ficou maluca?

- Ele me chamou de gostosa... disse que você não dá conta de mim.

- Filho da puta! Ele falou isso, que moleque safado.

- Samuel, ele falou que se você ainda não é corno... um dia vai ser.

- Esse garoto safado tem nome?

- Eu perguntei, mas ele foi embora rindo da minha cara... e te chamou de corno.

- Baiana, me fala uma coisa... você já pensou em outro homem?

- Desculpa vida, pensar eu pensei... mas isso não é traição.

- Você teria coragem?

- Coragem de quê Samuel?

- De transar com outro homem. Você já pensou nisso?

- Pode parar. Não vou responder isso, não vou entrar nesse jogo.

- Baiana, não estou jogando... só estou conversando.

- Pois não estou gostando nada dessa conversa.

- Baiana, não estou te entendendo. Você é sempre papo reto, agora não que falar comigo.

- O que você quer Samuel? Que eu coloque chifres em você... é isso?

- Eu só quero entender, esse seu fogo... agora nessa altura da vida?

- Como agora, Samuel! Eu sempre fui assim, a gente só não conversava sobre isso.

- Escuta Baiana, eu quero que você seja feliz.

- Mas vida, eu sou feliz.

- Baiana, estou dizendo feliz... realizada sexualmente.

- Samuel, acho melhor você ser claro; onde você quer chegar com essa conversa?

- Baiana, estou sendo claro. Não estou dando conta de você.

- Samuel, hoje foi muito bom. Não pode ser assim sempre.

- Vou ser sincero. Não consigo sempre. Entendeu.

- Não minha vida... eu não entendi?

- Porra Baiana, eu quero ver você feliz... pode até ser com outro homem.

- Puta que te pariu, você quer ser CORNO.

- Querer eu não quero, mas se for pra você ser feliz. Eu não me importo.

- Chega! Não quero mais saber dessa conversa. Não me fala mais disso.

- Outro dia você falou um monte de merda, me chamou de bunda mole, agora eu quero abrir o jogo, falar claro e você não agüenta o tranco.

- Desculpa vida, isso é demais pra minha cabeça. Eu fiquei excitada com a cantada daquele garoto, mas eu nunca pensei trair você. Nunca.

- Baiana, se for consentido... não é traição.

- Como não é traição! Como você vai ficar, sabendo que outro homem vai me comer. Isso não é traição?

- Eu não sei, eu nunca passei por isso, mas fico excitado sabendo que outros homens, desejam minha Baiana gostosa.

- Puta que pariu Samuel... você tem tesão de corno.

- Só vou te pedir uma coisa, Baiana. Se acontecer, me fala. Seja honesta comigo.

- Escuta aqui seu velho safado... você tá falando sério?

- Claro que estou. Se acontecer, seja discreta. Tem que ser longe daqui, com alguém que eu não conheça. Ninguém pode saber disso. Segredo nosso Baiana.

- Eu vou tomar um banho. Preciso refrescar minha cabeça. Depois dessa conversa, eu precisava colocar minha cabeça dentro de um balde cheio de gelo.

Samuel foi comigo, me deu banho, foi carinhoso, me beijou na boca. Comecei chorar. Ele me abraçou, consolou meu choro. Eu amo demais esse homem, dormi a noite inteira agarradinha com ele, igual casal de namorados.

Na semana seguinte, marquei hora no salão de beleza da Antônia. Sou cliente dela há muitos anos, somos amigas. Depois que terminamos a sessão. Antônia me ofereceu café e ficamos conversando. Quando chega o filho dela.

- Lena, deixa eu te apresentar meu filho Bruno.

Para minha surpresa, era o garoto que me cantou na pista do calçadão. Bruno deu um sorriso safado, me estendendo a mão, todo solicito e educado.

- Prazer Bruno. Eu não sabia que minha mãe tinha uma amiga tão bonita.

- Prazer Madalena. Cumprimentei sorrindo meio sem graça.

- Não repara Madalena. Esse menino é galanteador igual ao pai, disse Antônia.

Fiquei estremecida. O telefone tocou. Antônia se afastou para atender. Bruno pegou uma xícara de café e ficou enrolando, olhando pra mim com aquela cara de cachorro faminto.

- Lena, descobriu agora como sei seu nome. Baiana gostosa! Eu penso em você o tempo todo, quando você vai sair comigo? Sussurrou falando muito baixo, pra mãe não ouvir.

- Pode parar Bruno. Eu sou casada.

- Eu sei. Não sou ciumento, e por falar em ciúmes... como vai o corno do seu marido.

- Bruno, você é muito atrevido. Ele vai muito bem.

- Não foi isso que perguntei.

Aquele garoto lindo, estava me cantando na maior cara de pau. Estremeci excitada com aquele olhar, sentindo um calor entre as pernas, e uma umidade molhando minha calcinha.

- Bruno, não entendi onde você quer chegar.

- Lena, aquele corno cuida bem de você?

- Como assim?

- Ele te fode como você merece? É disso que eu quero saber. Ele faz você gozar.

- Para com isso garoto, sua mãe pode ouvir.

- Fala pra mim Lena, fala o que eu quero saber. Eu nunca me engano em relação a uma mulher. Adiciona meu número, disse me entregando o celular aberto.

- O que você quer saber? Seu safado atrevido. Nervosa, adicionei o número dele.

- Lena, vou ser claro contigo. Eu quero te foder, até você não agüentar mais. Quero fazer você gritar, gemer, gozar, até você pedir mais... quero te usar igual uma puta.

Estremeci excitada, meu corpo estava pegando fogo, minha buceta latejando, molhada.

- Que isso garoto, deixa de ser atrevido. Vou contar pra sua mãe.

- Ok, vamos contar junto. Vou dizer que estou apaixonado, cheio de tesão por você.

Nesse ínterim Antônia voltou. Bruno olhou para mãe e disse:

- Mãe, a Lena que falar contigo.

Aquele garoto era um safado, intimidador. Olhou pra mãe sorrindo, olhando pra mim, me deixando na saia justa.

- Antônia, esse seu garoto é um amor. “Pensei comigo, e muito safado”.

Antônia toda orgulhosa abraçou o filho, ficando ao lado dele. Me despedi de Antônia e fui embora. Nunca fiquei tão excitada, tão agitada, tão nervosa. Sai da casa dela com minha calcinha molhada. Quando entrei no meu carro, tinha uma mensagem dele no meu celular.

Bruno: - Quero te ver, marca um local pra gente se encontrar.

Eu: - Isso não vaí acontecer?

Bruno: - Vai sim sua vadia gostosa, você quer tanto quanto eu. Não vou desistir de você, ninguém vai saber.

Eu: - Gostaria, mas não posso. Vou bloquear seu número, não me ligue mais.

Coloquei meu celular na bolsa. Meu corpo estava tremendo, nunca senti tanta excitação. Minha mente recusava aquele convite indecente, mas meu corpo vibrava desejando aquele garoto safado. Cheguei em casa transtornada. Samuel percebeu minha agitação, esperou o momento certo para conversar comigo longe das crianças.

- O que houve Baiana, você está agitada.

Agarrei ele pelo pescoço dando um abraço apertado. Samuel percebeu meu descontrole.

- Não posso falar agora. Sussurrei baixo no ouvido dele, arranhando seu pescoço.

- Vai tomar um banho para relaxar. Daqui a pouco vou lá em cima pra gente conversar.

Entrei no chuveiro, deixei a água morna relaxar meu corpo, mas eu estava muito excitada. Enfiei dois dedos na buceta, pensando naquele garoto safado, que me deixou louca de desejo; que tirou minha paz.

Naquele momento eu estava lenta, me enxugando devagar. Passei hidratante no corpo, tentando acalmar minha mente. Vesti um roupão de seda confortável. Samuel veio em seguida.

- O que houve Baiana, você parece agitada.

- Samuel, me come estou cheia de tesão. Eu preciso muito de você... preciso agora.

- Calma Baiana, você ficou louca, as crianças estão acordadas. Mais logo amor, o que aconteceu para você ficar virada desse jeito?

- Vida, você promete que não vai brigar comigo.

- Baiana, eu nunca brigo com você.

- Conheci o garoto que me cantou lá no calçadão.

- Quem é esse garoto?

- É o Bruno, filho da Antônia... Samuel, o garoto só tem 21 anos.

- Baiana, fala devagar... com calma.

- Antônia me chamou pra tomar um café na casa dela. Ai ele chegou.

- Eu quase tive um troço. Antônia saiu pra atender o telefone. Bruno ficou conversando comigo, aquele garoto atrevido me falou um monte de coisas, me deixou louca. A mãe dele falando no telefone, e ele me cantando. Me pediu pra adicionar o número dele, mandou uma mensagem pedindo um encontro comigo.

- Baiana, me mostra a mensagem dele.

- Não vida... esquece isso, mas Samuel pegou meu celular.

- Lena, abre a tela para eu ver. Não esconde nada de mim.

Bruno: - Quero te ver, marca um local pra gente se encontrar.

Eu: - Isso não vaí acontecer?

Bruno: - Vai sim sua vadia gostosa, você quer tanto quanto eu. Não vou desistir de você, ninguém vai saber.

Eu: - Gostaria, mas não posso. Vou bloquear seu número. Não me ligue mais.

Comecei chorar. Samuel me abraçou, me beijou, me acalmou, foi carinhoso comigo.

- Baiana, vamos dar atenção para as crianças, depois a gente conversa.

Samuel foi ficar com as crianças, eu fui preparar o jantar. Depois ficamos conversando, ele me olhava fascinado. Só depois que as crianças dormiram, fomos pro nosso quarto.

- Baiana, me fala o que está acontecendo contigo?

- Vida, eu já te falei. Eu ando cheia de tesão. Me fode seu velho safado.

Samuel me beijou na boca, abriu meu roupão, me lambendo por cima da calcinha. Eu queria ir pra cama, mas ele não deixou. Ficou sentado na cama, me mantendo em pé alisando meu corpo. Tirou meu roupão, e me virou de costas para ele.

- Minha Baiana gostosa, como você é linda... olha só, está toda melada.

Começou lamber minha bunda. Eu estava muito excitada, minhas pernas tremiam. Ele tirou minha calcinha, alisando minhas coxas, me deixando arrepiada, abriu minha bunda, me beijando, me lambendo, chupando minha buceta, depois lambeu meu cuzinho.

- Aiiiiiii vida... eu adoro sua boca... você me deixa louca... me fode seu velho tarado... eu quero apanhar... bate na minha bunda.

- Plaft... plaft... plaft... minha Baiana putinha... gostosa da porra...

Samuel tirou o short, seu pau estava duro igual uma rocha. Há muito tempo eu não o via assim, tão cheio de tesão. Levantou me segurando pelos cabelos, beijando meu pescoço, me colocou com as mãos apoiadas na cômoda, eu via ele pelo espelho esfregando o pau na minha bunda. Aquilo me deixou alucinada.

- Eu vou te foder... sua putinha gostosa... não é isso que você quer.

- É quero seu velho tarado... come minha bucetinha... mete essa piroca dura... mete tudo.

Samuel me segurou pelo quadril, seus dedos apertavam minha carne. Seu pinto grosso me abriu, ele empurrou tudo de uma vez. Senti suas bolas batendo na minha bunda.

- Puta que pariu... que buceta quente.

- Aiiiihhnnnn... que delicia amor... assim... mete forte... come minha buceta... me machuca seu velho safado... assim... mete forte... aiiiihhnnnn... vidaaaa... euuu vouuu gozzzaaarrrrr!!!

Gozamos juntos com ele atolado dentro de mim, duro, quente, latejando. Quando ele tirou, senti o esperma escorrendo melando minhas pernas. Eu tremia com as pernas bambas, mas eu estava feliz, rindo à toa, realizada. Tomamos banho e fomos pra cama, deitamos de frente pro outro, conversando baixinho.

- Vida, eu te amo... você é meu homem. É você que eu quero.

- Escuta Baiana, eu entendo o que você está passando. Peço desculpa. Eu tento, mas nem sempre tenho disposição para acompanhar seu ritmo.

- Mas vida... você tem sido um homem maravilhoso.

- Lena, não preciso ser psicólogo para saber, que você está falando uma coisa, quando na verdade esta querendo outra.

- Samuel, o que você quer dizer com isso?

- Baiana, você está cheia de tesão naquele garoto. Só não quer admitir.

- Vida não briga comigo. Eu não quero trair você.

- Não estou brigando! Só que eu te conheço mais do que você pensa.

- Não posso negar, aquele garoto safado mexeu comigo... mais do que eu gostaria, mas daí eu dar pra ele, não... não... de jeito nenhum.

- Lena, eu te amo. Adoro a vida que nós temos. Nossa família, sou grato a você por isso. Estamos juntos há tantos anos, mas não sou seu dono. Você não é uma propriedade minha. Você é uma pessoa com vontade própria, com desejos. Você está negando, mas essa é você

- Vida, o que você está dizendo!

- Baiana, eu quero que você seja feliz. Que realize seus sonhos. Quero que realize suas fantasias. Se você tem desejo por aquele garoto, transa com ele.

- Samuel, você está dizendo para eu dar para ele? É simples assim!

- Simples assim, Baiana. Não vou brigar contigo.

- Vida, você está me deixando apavorada. Você não vai sentir ciúmes.

- Claro que vou. Você é minha Baiana... minha querida, vou saber lidar com isso.

- Eu não acredito que você quer ser um CORNO.

- Lena, você ainda não entendeu! Eu quero sua felicidade antes de tudo.

- Vida. Esse tesão que eu sinto me deixa louca. Tenho medo que isso, acabe com a nossa vida. Você e as crianças são tudo para mim.

- Lena, experimente, viva sua vida. Seja feliz. Eu vou estar aqui sempre do seu lado.

- Jura minha vida, então você me libera. Não sei se consigo, mas se um dia acontecer. Vou te contar tudo.

- Não Lena, você não vai me contar nada. Eu não quero saber, apenas viva sua vida. Só peço uma coisa. Não exponha nossa família, não se exponha ao perigo.

- Isso tem que ser um segredo.

Continua...

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