Já fazia quase uma semana que eu estava no sítio e nos dias seguintes, tudo ocorreu normalmente. Eu me divertia muito com meus primos nos jogos de tabuleiro e videogame, e até me arrisquei em algumas partidas de futebol. Inclusive, foi nessas que percebi alguns olhares diferentes para mim do Joel, do Antônio e do Denis, mas disfarcei ao máximo que meu cuzinho estava faminto. Em algumas noites, cheguei a sonhar que estava dando para o Denis e o Antônio chegava me colocando para chupar a rola grossona dele. Acordava melado com baba de pau e tudo. Ou então sonhava que estava mamando o Antônio e sentia o Joel meter tudo de uma vez só em mim. Eram sonhos misturados com lembranças que o meu subconsciente ia misturando ao inconsciente e me fazer ver nitidamente quando deitava para dormir.
Nesse meio tempo, eu aproveitava para ajudar o Denis com as atividades da escola, mas também mantinha as nossas sessões de boquete antes de dormir. O meu primo chegou a me contar que estava dormindo até melhor depois de ser ordenhado por mim. A gente ria muito conversando sobre essas coisas, sempre mantendo o tom baixo para não estragar nosso segredo. E em umas três noites, ele pediu cuzinho novamente. Só que devido ser noite e os pais dele em casa, a gente fazia o mínimo de barulho possível. Nossas fodas variavam de posições: de quatro, de frango assado e de ladinho. Essa última não nos agradava tanto porque não dava para mexer muito. E como não podíamos transitar para o banheiro sem que os pais do Denis achassem estranho, eu fazia questão de chupar todo o gozo da rola dele depois da foda para só precisarmos tomar banho no dia seguinte.
Além disso, em dias alternados também, eu tinha sessões de boquete seguido de sexo anal com o Toninho. Ele tinha se viciado no meu cuzinho porque dizia que era apertado e macio. Então demos umas duas escapadas dos nossos primos e teve até uma vez que o Toninho fingiu passar mal na escola só pra ser mandado para casa e ele me foder.
O que me ajudava em manter o ritmo de sexo anal e boquete nos meus primos era que os calendários das escolas deles eram diferentes entre si e da minha escola. Por isso, eu sempre alternava: um dia, chupava o Toninho, outro dia, sentava no Joel e sempre à noite tinha o boquete no Denis. Minhas férias estavam perfeitas. Até que o Samuel começou a me tratar diferente. Era domingo de tarde e os pais do Denis nos avisaram que no dia seguinte ele teria de ir ao dentista para um procedimento de rotina pela manhã. Assim, à noite, depois que nos recolhemos e eu enchi a barriga de sêmen do Denis, conversamos baixinho:
— Tem alguma coisa te incomodando, Theozinho? — Ele quis saber.
— Na verdade tem, primo. — Respondi.
— Olha, eu tô comendo fruta todos os dias desde antes de você chegar, então se o sabor... — Ele começou a falar e eu ri.
— Não, não, o gosto da sua porra é uma delícia, primo — Declarei ainda rindo.
— Tem certeza? — Ele perguntou.
— Claro! Tu acha que eu ia engolir tudo todas essas vezes se não fosse? — Devolvi.
— Então o que é que tá te incomodando? Conta.
— É o Samuca. Ele tá estranho ultimamente e parece que é comigo.
— Ah... — Ele suspirou.
— O que foi? — Perguntei.
— Eu achei que fosse impressão minha, mas você também percebeu.
— Sim, mas eu achei que era impressão também.
— Não, não, eu notei.
Ficamos alguns segundos em silêncio.
— Vou falar com ele amanhã — concluí.
— Tu acha que é uma boa ideia? — Denis perguntou.
— E por que não seria?
— É. Tem razão — ele disse.
— E tu sabe o quanto detesto essas coisas mal resolvidas.
— É verdade.
— Então tá decidido. Vou falar com ele amanhã. Boa noite!
— Boa noite, Theo!
Pela manhã, depois que meus tios e o Denis saíram, eu fui procurar o Samuel.
— Tia, o Samuca tá em casa? — Cheguei perguntando à mãe dele.
— Tá sim, Theo. Ele tá no quarto dele.
— Dormindo ainda? — Questionei.
— Tá sim, mas já passou da hora. Acorda ele pra mim, por favor? — Ela me pediu.
— E o Joel? — Perguntei na leve expectativa de ele também estar em casa.
— Tá no trabalho já. Já foi com o seu tio.
— Ah, então vou chamar o Samuca — concluí.
Chegando ao quarto dele, abri a porta que estava destrancada, mas logo tranquei atrás de mim. Me aproximei da cama onde o Samuca dormia parecendo um anjinho virado para a parede. E ele de fato parecia. Tinha os cabelos cacheados e castanhos, quase loiros.
— Samuca! — Sussurrei perto dele — Samuca, acorda! — E a resposta que obtive foi um gemido e ele se virando só para continuar dormindo.
Ao se virar notei que Samuca dormia só de cueca boxer, igual ao Denis, e que seu corpo estava bem diferente do que eu me lembrava. Ele era magro e alto, mais alto que o Denis, com as pernas longas e pouco grossas. Apesar disso, suas coxas e panturrilhas eram torneadas devido ao futebol, mas seu bumbum não era tão grande. Pelo que pude notar, era um pouco menor que o do Joel.
Toquei seus cabelos levemente e chamei de novo:
— Samuca, acorda! — E nada.
Fui lá fora onde a mãe dele estava e expliquei que ele não acordava. Ela me autorizou a sacudi-lo até ele acordar. Em meio a risadas, retornei ao quarto.
Dessa vez, Samuca havia jogado o edredom para o lado e estava completamente descoberto, o que deixava todo o seu corpo à amostra. E assim, consequentemente, algo prendeu minha atenção: o pau dele estava completamente duro na cueca e se podia ver uma pequena mancha úmida ao redor da ponta. Também percebi que era grande e isso acendeu minha curiosidade de olhar por baixo da roupa. Pensei que seria errado por ele estar dormindo, mas levantei o cós da cueca para espiar e fiquei surpreso com o tamanho. Era uma rola bege escura de aproximadamente 22 centímetros de comprimento com 5 de grossura. Samuca possuía poucos pêlos pelo corpo, assim como Denis, e isso dava a impressão de que seu pau era ainda maior.
Passei alguns segundos de olhando fixo para aquele membro enorme com a boca salivando, imaginando como seria chupar aquilo tudo, qual seria o sabor do leite do Samuca... Subitamente o pau pulsou. Eu soltei o cós da cueca e me preparei para sair do quarto, mas uma mão segurou meu pulso.
— Se assusta não, Theozinho, fica — era a voz de Samuel ainda sonolenta. Ao ouvi-lo, não resisti mais. Caí de joelhos ao pé da cama dele, arrastei rapidamente a cueca até a altura dos joelhos e contemplei aquela obra de arte. Uma pica imensa, com pêlos finos ao redor e um saco amarronzado embaixo. A cabeça totalmente exposta e sem prepúcio já se mostrava toda molhada de líquido seminal. Aproximei o nariz, cheirei aquele pau inteiro, depois o saco e a virilha e fiquei excitado de imediato. Então eu abocanhei o máximo que consegui, sentindo o sabor daquela seiva que brotava da pica do meu primo, e comecei a chupar. Chupava e punhetava com uma das mãos. O corpo de Samuca se contorceu um pouco em resposta ao meu ato, mas não me impediu. Continuou de olhos fechados sentindo cada vez que eu descia com a boca em volta da sua rola. Após alguns segundos mamando, o Samuel me arrastou para cima da cama, arrancou minha bermuda, me colocou de quatro e começou a chupar o meu cu. Ele linguava o meu cu com força ao ponto de me empurrar com a boca.
— Porra, Samuca, e eu achando que tu tava com raiva de mim! — Exclamei
— Raiva nada, eu tava era querendo arrumar um jeito de comer teu cu — ele declarou e continuou: — Deixa eu comer seu cuzinho, Theo? — Ele me pediu com a voz ainda rouca.
— Caralho, Samuca, teu pau é muito grande, eu não vou aguentar, cara — soltei entredentes.
— Relaxa e deixa comigo, Theozinho, eu vou cuidar direitinho do teu rabo.
Já inebriado pela força que Samuca colocava enquanto chupava meu cu, eu decidi ceder:
— Então fode. Mas não machuca muito, tá? — Pedi.
— Você não vai se arrepender, primo.
Com algumas cuspidas, uma dúzia de dedadas e ainda de quatro, comecei a sentir a imensa pica do Samuca entrando em mim. Ele colocava uma parte, fazia vai e vem e colocava um pouco mais. Até que chegou uma hora que achei que tava tudo dentro já.
— Que delícia ter essa pica toda dentro de mim, Samuca — falei.
— Quê? Toda? Não, primo, agora que chegou na metade — ele respondeu. Não acreditei naquilo. Eu tava sentindo a cabeça da rola batendo na minha próstata já e ainda não estava toda dentro. Então, o meu primo puxou o pau de uma vez só, me virou para ficar de frango assado e começou a reintroduzir no meu cu. Dessa vez metendo com mais rapidez.
— Espera, Samuca, meu cu ainda não acostumou com tudo isso — pedi.
— Calma, Theozinho, que ele vai acostumar agora — disse ele antes de segurar nas minhas pernas e empurrar mais ainda a pica para dentro. Tive que trincar os dentes para não gritar, ainda mais quando meu primo aumentou as estocadas. Dessa vez ele metia menos a pica, porém socava fundo e rápido. Eu jurava que podia sentir o pau dele no meu intestino e ele revirava os olhos enquanto me fodia.
— Ai caralho, que pica grande da porra! — Exclamei entredentes.
— Isso, porra, dá pra mim gostoso, dá?
Samuel meteu fundo e forte no meu rabo por cerca de dez minutos, até que ele me percebeu duro e aumentou mais ainda o ritmo. Mais dois minutos metendo e eu avisei:
— Não aguento mais, Samuca, eu vou gozar, primo!
— Vai, goza pra mim, vai! — Ele me respondeu. Quando achei que estava no limite, o meu primo empurrou totalmente o pau dele no meu rabo e marretou. Sentindo isso, explodi em gozo e jorrei na minha barriga sem sequer me masturbar. Mas ele continuou metendo.
— Porra, Samuca, vai arrombar meu cu.
— Isso! É isso que eu quero, te deixar bem folgadinho — e manteve o ritmo das estocadas. Cinco minutos depois que o meu primo continuou me comendo, eu anunciei novamente que ia gozar. E dessa vez ele gozou junto comigo. Senti sua rola enorme pulsando enquanto gozava de novo. Mas ele retirou apressadamente e puxou meu rosto para perto. Eu abri a boca, coloquei a língua para fora e ele despejou todo o seu sêmen em mim. Finalmente, eu chupei a cabeça da sua pica para limpar o gozo restante e engoli tudo junto com o que já estava na minha boca. Era uma porra mais rala, de cor clara e um pouco amarga. Muito diferente dos meus outros primos. Em seguida, ele pegou uma cueca usada em alguma parte do quarto e me deu para eu me limpar. Saímos fui acompanhá-lo tomando o café da manhã.
— Samuca, eu te fiz alguma coisa? — Perguntei.
— Não, Theo.
— Então, por que você tava esquisito comigo esses dias?
— Bom... — Ele falou.
— Bom...? Bom o quê?
— Eu achei que você tava me tratando diferente, ué.
— Eu te tratando diferente?! Diferente como? — Questionei ainda mais confuso.
— Ah, você agora deu pra tá defendendo o Toninho nas brincadeiras, concorda com tudo que o meu irmão fala e vive de cochichos com o Denis. Ou você acha que eu não vi? — Ele disparou. — Eu já tava achando que tu não queria mais ser meu amigo.
— Olha, Samuca, desculpa se foi o que pareceu, tá? — Comecei — Mas minha intenção foi livrar uma briga do Toninho contigo, cara. Por isso que eu concordava com o Joel — Expliquei.
— Tá, mas e os seus segredinhos com o Denis? — Ele quis saber.
— Não tenho segredo nenhum com o Denis, ele só tava apontando pra vocês e mostrando as situações que se repetem. Tipo, tu provocando o Toninho e o Joel tentando acalmar a situação.
Samuel ficou pensativo. Mas logo em seguida retomou:
— Então tu não tá se afastando de mim?
— Samuca, tu é meu primo. E é meu amigo desde quando a gente nasceu. Por que eu ia me afastar de você?!
— Ufa... — Ele disse aliviado — Ainda bem que não é isso então.
— Claro que não! Eu já te provei minha amizade, né? — Pisquei malicioso e ele retribuiu com um sorriso igualmente sacana.
— Provou sim. Mas vai provar outras vezes ainda — e rimos.
— Mas me conta: — abaixei o tom de voz — o que achou de me pegar de jeito?
Ele riu se dando conta de que eu não tinha esquecido o que ele falou no jogo de queimada logo que cheguei.
— Foi melhor do que eu imaginei — respondeu.
— Ah, é? E você imagina essas coisas? — Perguntei.
— Imagino muita coisa, Theozinho.
— Ah...
— Depois te mostro mais. Hahaha — ele riu.
— E eu quero ver — concluí. Em seguida, fomos jogar videogame na casa de Antônio, que tinha acabado de ficar de férias. Samuel me pediu para ir chamar Joel, que naquele dia chegaria mais cedo do trabalho em casa, para jogar conosco.
Chegando lá, Joel tinha acabado de sair do banho e estava no quarto dele.
— Joel? — Chamei.
— Theo? — Ele perguntou.
— Sou eu — Respondi.
— Pode entrar — Ele me disse. O que eu não esperava era encontrar o Joel batendo punheta, principalmente com a porta destrancada.
— Quê isso, cara, a essa hora do dia?
— E tem hora certa pra uma punheta gostosa? Vem cá — Ele me chamou e eu fui até ele.
— Ajoelha aqui — e sem nenhuma cerimônia eu me ajoelhei e comecei a chupar o pau de Joel. Desde que fodemos a primeira vez, só tivemos mais uma foda e uma tarde que ele estava em casa e eu paguei um boquete gostoso nele.
— Olha aí, Toninho, eu não disse? — Era a voz do Samuca, o que me fez tirar rapidamente a boca da pica do Joel para olhar para ele e Toninho postados à porta do quarto.
— Bem que tu disse mesmo, Samuca, que teu irmão tava comendo o Theozinho! — Concluiu o Antônio.
— Parou por que, putinha? A gente quer ver você tirar leite do Joel. Vai, continua! — Ordenou o Samuel e eu continuei.
Em meio aos gemidos de Joel, ele questionou seu irmão:
— Como tu sabia, Samuca?
— Naquela noite que o Theo entrou aqui pra te chamar, eu vim tomar água e ouvi uns barulhos estranhos vindo do seu quarto. Não deu outra! Aliás, deu sim. Essa putinha te deu gostoso até você leitar.
Enquanto Samuel explicava, eu olhava de relance e percebia o Toninho massageando o volume que se formava na sua bermuda. Foi quando dei uma pausa no boquete e falei:
— Vem, Toninho, eu sei que tu quer — e Toninho se aproximou colocando a tora dele para fora. Comecei a punhetá-lo e depois me revezei entre chupar a pica dele e a do Joel, que já estava toda melada de baba. Enquanto chupava um, batia punheta no outro.
— O Toninho também te fodeu, Theo?! — Perguntou Joel incrédulo.
— Fodeu sim, e mais de uma vez — Foi Samuca quem respondeu.
— E como você sabia, Samuca?
— O Toninho mesmo me contou que o Theo pagou um boquete nele e depois deu o cuzinho, fazendo o Toninho se viciar.
Depois de uma breve pausa, onde só se ouviam os sons da minha boca chupando meus primos, Samuel continuou:
— E hoje de manhã foi minha vez.
— C-como assim, Samuca? — Dessa vez foi Toninho que perguntou com a voz embargada de prazer.
— O Theo foi me acordar e a gente acabou fodendo.
Joel e Toninho estavam incrédulos.
— Você também? — Os dois perguntaram em uníssono.
— Sim. Eu já suspeitava que tava rolando alguma coisa entre o Theo e vocês por causa dos olhares e porque vocês ficavam sarrando na bunda nas marcações quando a gente tava jogando futebol — contou Samuca. E continuou:
— E querem saber mais? Eu já quero foder essa putinha de novo! — Concluiu colocando seu pau imenso para fora e se aproximando de mim.
Samuca abaixou minha bermuda rapidamente como fez mais cedo e, aproveitando que eu estava de quatro, começou a linguar meu rabo. O tesão parecia palpável de tão pesadas que as nossas respirações estavam naquele quarto e eu me sentia em um dos meus sonhos eróticos. Quando viu o irmão me lambendo, Joel arrastou de uma gaveta de sua escrivaninha um tubo de gel lubrificante.
— Samuca! — Chamou ele e jogou o gel para o irmão, que começou a passar em mim.
— Vem, Joel, — Samuca convidou o irmão — enche o cu dessa puta de leite — ordenou. Joel colocou um pouco do lubrificante na mão, esfregou no próprio pau e começou a colocar em mim. Não demorou muito até entrar tudo e ele começar a me foder. Por eu já ter dado mais cedo e o pau do Samuca ser grande, a sensação de desconforto do início do sexo anal não estava presente, e Joel pôde se deliciar metendo até o talo em mim. Ele me fodia com necessidade de gozar. Eu me sentia uma cadela com aquela sensação deliciosa. Meu primo mais velho adentrando meu rabo por puro prazer. Enquanto eu me revezava mamando e punhetando o Toninho e o Samuca, o Joel avisa:
— Ai caralho, eu vou gozar! Eu tô gozando porra! — E senti seu leite quente sendo despejado bem dentro de mim. Devagar, Joel foi retirando a pica de dentro de mim e ordenou:
— Sua vez, Samuca! — Sem demora, meu primo empurrou a rola por completo no rabo e começou a me foder batendo o leite do irmão. Antes, era necessária uma preparação para receber um pau tão grande, mas agora eu já estava acostumado pela foda de Joel. Então, Samuca não teve problemas em se aproveitar de mim. E que delícia de piroca. Ela entrou sem dificuldade até o talo e meu primo ficou ali me macetando por mais alguns minutos. Joel se levantara e eu retomei o boquete nele, dessa vez para limpar todo o seu esperma.
Por fim, com meu pau já cheio de baba e sentindo meu cuzinho todo aberto, foi a vez de Samuel ejacular várias vezes sem avisar, até que começou a escorrer um pouco para fora de mim. Vendo essa cena, Antônio foi imediatamente para trás de mim e começou a me foder intensamente. Meu corpo inteiro tremia tamanha a força que ele empregava nas socadas, porém não deixei de sugar todo o leite da pica do Samuca até ela ficar limpa igual a do Joel.
Foram mais dez minutos de foda intensa com Antônio e eu sentia meu cu completamente arregaçado. Então, ele anuncia:
— Tô gozando caralho, tô gozando! — E repeti o processo de limpeza do seu membro quando ele se retirou de dentro de mim. Vendo que estávamos demorando para sair do quarto, a mãe de Joel e Samuel foi até lá e... Nos encontrou sentados em roda — eu no chão, Joel na cadeira da escrivaninha, Toninho perto de mim e Samuca na cama de Joel — conversando e rindo. Mal sabia ela que se tivesse chegado dois minutos antes teria encontrado meus três primos me fazendo de depósito de porra. Quando ela saiu, expliquei minha situação com Samuca, e todos compreenderam nossos lados: o dele por ter ficado chateado e o meu. E todos concordaram que aquela foda intensa e as fodas isoladas da gente, só fariam a nossa amizade se fortalecer para além dos laços sanguíneos. Então fomos para o almoço.
Mais tarde, quando o Denis chegou, nos reunimos para brincar de banco imobiliário com os outros primos como criamos o costume. Contei que o Samuca e eu conversamos e nos resolvemos e como todos nos apoiaram. Depois, nos recolhemos. Eu fui para a casa do Denis com ele e os meninos para as suas.
A mãe do Denis foi dormir mais cedo por causa do cansaço do trabalho, mas o pai dele ficou terminando de organizar uma medicação para o gado. Quando deitamos para dormir, eu contei ao Denis sobre o meu dia e sobre como todos os nossos primos tinham um segredo em comum comigo. Ele ficou chocado:
— Mentira, Theo! — Disse ele espantado — E eu aqui pensando que você só fazia essas saliências comigo — completou com um tom de injustiçado.
— Hahaha, mas você foi meu primeiro, primo — Respondi.
— É... Eu posso conviver com isso — Disse ele e rimos. Então continuou:
— Mas você contou pra eles da gente?
— Não. Não falei nada sobre a gente. Nosso segredo é só nosso.
— Ah, mas... — ele disse — Não acho que tenha problema contar pra eles que a gente fode. Eles já sabem que todos foderam você... O Samuca, o Toninho e o Joel. Todos já te foderam sozinhos e juntos hoje mais cedo — e acrescentou:
— Agora eu tô imaginando a delícia que teria sido assistir eles três se revezando no teu cu.
— Hahaha, — ri — tu não ia aguentar ficar só olhando.
— Ia mesmo não, eu ia querer te comer forte igual eles fizeram — disse ele.
— Com certeza ia — finalizei e expliquei:
— Bom, eu não contei sobre a gente pros meninos porque combinamos segredo. Mas se você quiser, a gente conta. Eu também quero contar — concluí.
— Então amanhã a gente vê um momento pra conversar com eles sobre isso — disse Denis.
— Fechou então. Boa noite, primo!
— Boa noite, primo! — Nos despedimos e fomos dormir.
