🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Sombras Negociadas

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Carioca 51
Categoria: Heterossexual
Contém 773 palavras
Data: 15/07/2026 15:16:17

Era outro dia, outra reunião encerrada tarde da noite. O escritório estava mergulhado na penumbra habitual, apenas a luz de emergência lançando um brilho avermelhado sobre as mesas. O cheiro de ar-condicionado gelado misturava-se ao perfume dela. Ana havia me arrastado até ali novamente, o risco agora uma droga que ambos precisávamos.

Ela me empurrou contra a mesa de reuniões, tirou minha calça com impaciência e me fez curvar o corpo para frente. Minhas mãos espalmadas na madeira fria. O medo já latejava no peito - a possibilidade constante de alguém voltar para pegar um relatório esquecido, de câmeras, de vidas destruídas.

- Fique quieto - sussurrou ela, ajoelhando-se atrás de mim. Suas mãos abriram minhas nádegas e, sem aviso, sua língua quente e molhada encontrou meu ânus. O beijo grego foi lento, profundo, obsceno. Ela lambia em círculos, penetrava com a ponta da língua, chupava com fome enquanto uma mão alcançava meu pênis e o masturbava. O prazer era vergonhoso, intenso. Meu ânus contraía ao redor da língua dela, o corpo tremendo de humilhação e excitação.

- Você adora isso, não é? - murmurou contra minha pele. - Ser minha puta particular enquanto o prédio inteiro pode nos ouvir.

Depois veio a inversão. Ana pegou o consolo grosso que havia trazido na bolsa - negro, veioso, maior que meu próprio pênis. Ela o ajustou no arnês ao redor dos quadris, lubrificou generosamente e pressionou a ponta contra meu ânus ainda molhado de saliva.

- Respire - ordenou, segurando meus quadris com força. Empurrou devagar, abrindo-me centímetro por centímetro. A sensação de ser preenchido pelo consolo era avassaladora: pressão, ardor, prazer cru que misturava dor e rendição. Quando estava todo enterrado, ela começou a foder meu ânus com estocadas firmes, controladas, a mão livre masturbando meu pênis ao mesmo ritmo. Eu mordia o braço para abafar os gemidos. O medo psicológico era sufocante: imaginar alguém abrindo a porta e me vendo assim, empalado, sendo usada pela minha chefe.

Ana acelerava, o quadril batendo contra minha bunda, o consolo invadindo fundo meu ânus. Meu pênis latejava na mão dela, pré-gozo escorrendo.

Foi nesse momento que a porta se abriu.

Rafael novamente. O diretor parou na entrada, olhos arregalados por um segundo antes de se fecharem num sorriso lento e perigoso. Ana congelou, o consolo ainda enterrado até o fundo no meu ânus.

- Interessante - disse ele, fechando e travando a porta atrás de si. - Vocês realmente não conseguem se controlar.

O pânico me invadiu como veneno. Minha carreira, reputação, tudo nas mãos dele agora. Lágrimas de terror puro brotaram nos meus olhos. Ana saiu de dentro de mim devagar, o consolo brilhando.

Rafael se aproximou, desabotoando a calça.

- Eu poderia acabar com vocês dois agora. Um e-mail, uma conversa casual com o RH... Mas não vou fazer isso. Com uma condição.

Ele tirou o pênis para fora - grosso, pesado, já semi-ereto.

- Vocês dois vão brincar comigo esta noite. E vão fazer direitinho.

O medo me paralisava, mas a excitação doentia também. Ana olhou para mim, depois para ele, e assentiu. Caímos de joelhos juntos. Primeiro ela, depois eu. Nossas línguas trabalharam no pênis dele: lambendo a extensão, chupando as bolas, alternando para enfiar na boca. Eu sentia o gosto salgado, o cheiro forte de homem. Rafael segurava nossas cabeças, guiando, fodendo nossas bocas alternadamente.

- Olhem para mim enquanto chupam - ordenou. - Quero ver o medo nos olhos de vocês.

Depois ele nos posicionou. Primeiro Ana, curvada sobre a mesa ao meu lado. Rafael enfiou o pênis na vagina dela com força, fodendo-a com estocadas brutais enquanto ela gemia. Eu era obrigado a assistir de perto, segurando as nádegas dela abertas. Em seguida, ele me puxou.

- Sua vez.

Ele me curvou ao lado dela. Senti a cabeça grossa pressionar meu ânus ainda aberto pelo consolo. Ele empurrou, invadindo meu ânus com o pênis quente e real. A sensação era completamente diferente - mais quente, mais viva, mais invasiva. Ele me fodeu com força, uma mão no meu quadril, a outra segurando o cabelo de Ana enquanto ela nos observava.

O psicológico era um turbilhão: humilhação total, medo paralisante de exposição, a rendição forçada a um homem que poderia nos destruir. Rafael alternava entre nós dois - vagina dela, ânus meu, depois de novo - mantendo-nos à beira do colapso.

Quando o clímax se aproximou, ele nos colocou de joelhos novamente. Gozou forte, jatos grossos cobrindo nossos rostos e bocas. Ana e eu, trêmulos, lambemos tudo, compartilhando o gosto dele.

- Bom - disse Rafael, fechando a calça. - Isso fica entre nós.

Ele saiu, deixando-nos ali, sujos, destruídos e ainda latejando de medo e desejo. O segredo agora nos unia a ele. E eu sabia que, no fundo, parte de mim adorou.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Carioca 51 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →