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A VIAGEM

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Um conto erótico de BONECO
Categoria: Heterossexual
Contém 1817 palavras
Data: 15/07/2026 18:50:55
Última revisão: 15/07/2026 19:10:19

Tenho viajado a São Paulo a muitos anos para compras, hoje só de avião, mas muitas vezes fui naquelas excursões de compras. Saíamos no domingo ao meio-dia e chegávamos as 3 ou 4 da madrugada na capital. A volta era na terça depois da janta as 8 ou 9 da noite, chegando em Porto Alegre na tarde de quarta feira.

Eu estava com pouco mais de 30 anos, casado a 9 , 10 anos. O sexo em casa já tinha virado "acontecimento". Era para ser todos os sábados, mas já tinham começado as dores de cabeça, as indisposições, a falta de libido. As vezes se resumia a uma vez por mês.

Numa destas viagens, conheci um casal bem legal no ônibus. Ela um loira falsa, de uns 25 anos, corpo perfeito, bundinha empinada, carinha de meio de puta, um tesão de mulher. Mas o que tinha me chamado atenção mesmo, foi a roupa dela. Vestido no meio das coxas e meia arrastão. Não era roupa normal das mulheres que iam comprar em SP. Ele , boa pinta , na casa dos 30, corpo atlético, um pouco mais alto que eu, tenho 1,70 m. Sentamos lado a lado no ônibus, e o papo flui muito rápido.

Ele me pareceu que puxava o vestido dela para cima cada vez que colocava a mão na coxa dela. Achei estranho, tentei não encarar , mas era impossível não dar um secada. Ele percebeu, e num momento cheguei a ver a calcinha vermelha dela. Ela continuava a conversar como se nada tivesse acontecido. Tenho certeza que cheguei a ficar vermelho de vergonha por estar encarando assim as coxas dela.

Na parada da janta em Joinville, estava me servindo no buffet quando vi ela de costas no outro lado, estava quase virando para trás para olhar, quando Paulo, o marido (ou namorado), chegou perto de mim.

----é gostosa essa minha potranca neh ? Levei um susto. Não respondi , mas ele insistiu.

---- Relaxa, todo mundo gosta. A pergunta é até onde tu iria para comer ela ?

Fiquei mais envergonhado ainda. Mas ele continuo e se servir e quando sai do buffet ele me chamou para sentarmos juntos na mesa.

Tomamos umas cervejas e conversamos um pouco, mas o ônibus estava por sair. Pegamos mais umas latas e voltamos a nossa viagem.

Terminamos as cervejas, todos já estavam dormindo, e não podíamos mais falar alto. A esta altura ele já tinha puxado o vestido dela para cima, mas não conseguia ver direito, por causa do escuro. Tentei dormir mas acordei com vontade de fazer xixi. Levantei fui no fundo do ônibus, e quando voltei ele Paulo estava sentado no meu lugar.

----Senta ali um pouco, Alice quer falar contigo. Peguei meu cobertor e sentei ao lado dela. Ela aproveitou e se tapou também com meu cobertor.

Escorou sua cabeça no meu ombro, e colocou a mão na minha coxa.

--- Não estou conseguindo dormir. Precisa fazer uma coisa antes.

----O quê . Perguntei inocentemente. Ela pegou minha mão e levou até o meio das suas pernas.

----Preciso gozar....Falou no meu ouvido. Fui logo apalpando sua xaninha por cima da calcinha, enquanto ela pousava sua mão no meu Kacete. Logo ela pegou minha mão e colocou por baixo da calcinha. Alisei sua xaninha, mas colocou a mão por cima, como se mandando eu enviar o dedo. Obedeci. Enviei o primeiro um depois 2 dedos na sua racha. Meu pau ficou bem duro, mas tirei a mão dela de coma, não queria gozar assim. Ela gemeu mais um pouco, e depois e gozou, gemendo no meu ouvido.

Se recompôs e falou no meu ouvido.

----Quando chegarmos, terminamos nossa conversa. Voltei para meu lugar.

Adormeci de pau duro, e logo acordei , já em SP.

Distribuíram os quartos, e quando fui subir, Paulo falou:

---passa lá no nosso 507. Respondi que ia tomar um banho e 10 minutos estaria lá.

Cheguei e Paulo me recebeu só de cueca . Ouvi barulho do chuveiro e em seguida ela apareceu vestindo uma calcinha de renda azul.

----opa..não sabia que tinha visita, vou colocara uma roupa. Passou rebolando na nossa frente e pegou algo na mala, e voltou para o banheiro. Voltou em seguida, com um lingerie curta e transparente que mostrava a pontas do mamilos durinhos e calcinha azul, que parece que atachou na buceta, por que estava mostrando os pentelhos pretos dos dois lados. Não consegui tirar os olhos daquilo.

Ele em nossa direção, e me deu um beijo na boca, foi tirando minha camiseta, enquanto Paulo baixava minha bermuda e minha cueca. Logo ela se ajoelhou e colocou meu pau na boca. Enquanto ela chupava, Paulo encostou seu pau na na minha coxa e passou a mão no rego. Virei, tentando me desvencilhar, ele falou no ouvido :

---isso que perguntei para vc. O que vc esta disposto a fazer para comer essa buceta. Ela continuava me chupando, , meu pau já estava bem duro. Não conseguia pensar direito. Tentei tirar a mão dele da minha bunda. Ele se afastou ou pouco mas falou no meu ouvido.

----tranquilo , se não quiser, ela acaba de chupar e vc vai embora. Tinha que decidir, senti a mão dela cutucar meu anelzinho por baixo. Isso me deixou com mais tesão ainda. Virei para ele e respondi :

----eu preciso comer essa buceta. Ele não falou nada, se ajoelhou atrás de mim , abriu um pouco minha pernas e suavemente abriu as bandas da minha bunda e meteu a língua no meu cuzinho. Meu pau quase explodiu. Puxei Alice para cima e trocamos um beijo com gosto da minha pika.

Em seguida levei ela para cama e e deitei por cima dela. Pincelei o pau duro na xaninha molhada e meti de uma vez só.

Paulo ficou alisando minha bundinha e quando enviou o dedo no anelzinho, gozei urrando de prazer. Ela saiu de baixo de mim, e sentou na minha frente.

---já gozou ...eu nem comecei a esquentar. chupa aqui e me faz gozar.

Fiquei constrangido, não gosto de chupar buceta, não chupo nem a da minha mulher, mas depois do vexame de gozar em menos de 2 minutos , tinha que compensa-la. Meti a língua no sei clitóris e passei a barba suavemente nos lábios carnudos. Paulo aproveitou e sentou nas minhas coxas , abriu as bandas da minha bunda e cutucou meu cuzinho, tentando colocar a cabecinha. Larguei a buceta para reclamar da dor, mas ela puxou minha cabeça para baixo.

---agora aguenta, tu fez a mesma coisa em mim.

Por sorte Paulo foi mais gentil, tirou o pau, abriu minha bunda e deu um cuspida no meio do meu rabo. Lambuzou o pau no cuspe e meteu de novo. O pau foi entrando e me rasgando todo. Me concentrei na buceta para não pensar na dor. Ela estava quase gozando, e quando me dei conta senti todo o peso do Paulo na minha bunda. Ele ficou paradinho para eu me acostumar, enquanto eu sentia a porra escorrer da xaninha dela e entrar na minha boca. Quase vomitei. Mas ela apertou minha cabeça contra sua xana e gozou soltando mais líquidos , que escorriam pelas coxas dela e pela minha barba.

Paulo me sentindo relaxado, começou um entra e sai bem suave. Pegou um travesseiro e colocou embaixo do meu ventre para empinar a bundinha. Passou a alternar movimentos suaves com estocadas fortes. Doía um pouco, mas confesso que eu até estava gostando um pouco, tirando o cheiro e o gosto da buceta dela, o resto estava bom. Chupei mais uns minutos e ela gozou de novo. Aí se deu por satisfeita e foi tomar um banho. Paulo continuou a socar mais um tempinho, e finalmente gozou dentro do meu rabo.

Me virou de lado, e sentou na minha coxa, levantou a outra perna e quando a porra começou a sair do meu cuzinho, ele com o pau ainda duro passava a cabeça do pau na porra e coloca para dentro de novo. Só colocava a cabeça e tirava. Puxa , que delicia, não imaginava que era tão bom. Meu pau de sinal de vida e comecei a alisar meu pauzinho que logo ficou duro.

Nisso ela sai do banheiro , para ao lado da cama e alisa minha cabeça.

----Tâ gostando neh, viado.....

Fiquei constrangido dela falar isso, e parei. Paulo se levantou foi para o banho. Fui ao banheiro e sentei no vaso para não sujar todo o quarto de porra. Ele sai do banho e pela primeira vez encaro o pau dele de frente. Estava meia bomba, mas mesmo assim era o dobro do meu. O meu tinha uns 14 cm e meio fininho. Ele percebeu que eu estava olhando. Parou na minha frente bateu o pau na minha cara , dos dois lados. Falou com voz autoritária :

----chupa .... Obedeci. Abri a boca e passei a mamar aquela pika que já tinha me invadido. Em pouco tempo ela foi crescendo, e logo estava dura já não cabia na boca. Quando tirou da minha boca levei um susto. Era um palmo de pika, e ainda meio grossa, não sei como eu aguentei aquilo no rabo.

Ele me pegou pela mão e me levou para cama, onde Alice se ajeitava para dormir. Deitou -me da cintura para cima na cama, deixando minha pernas no chão. Deu um tapa forte na minha bunda e mandou eu abrir as pernas. Obedeci.

Ele se ajeitou atrás de min e socou o pau de uma vez só meu cu. Soltei um gemidinho de dor. Levei outro tapa na bunda.

----cala a boca e aguenta quieto. Obedeci. Ele socou com força e fiquei gemendo baixinho.

Alice alisava minha cabeça e comentou

-----tu gosta neh, viadinho...Não respondi. Mas fiquei bem envergonhado.

Paulo socou um tempinho e dando umas estocadas fortes gozou dentro de mim. Tirou o pau ainda duro bateu na minha bunda para tirar as ultimas gotas de porra e mandou eu voltar para o quarto, que ele precisa dormir.

Me vesti rapidinho e quando Paulo abriu a porta para mim, me prensou na porta me coxeando , puxou meus cabelos para trás,e falou no meu ouvido :

------Quer comer ela a noite ?

---claro . respondi.

-----então vem as 8 horas. Falou dando um beijo na minha orelha e um tapa na minha bunda.

Subi para meu quarto, com a bunda toda melada, e porra escorrendo pelas coxas. Passei o dia ansioso, Cheguei a tardinha no hotel, comi algo rápido, tomei um bom banho, me perfumei . Fiquei esperando os minutos e quando faltava um minuto para 8 bati no quarto deles.

Paulo me recebeu vestindo uma cueca de cetim (acho) branca, tipo samba canção, deixava o pinto balançando dentro, e dava para os contornos da pika a a sombra dos pentelhos. Ele viu que eu fiquei secando. Mandou eu tirar a roupa também. Obedeci e fui tirando a roupa enquanto ele pegava uma cerveja.

Esta ficando muito longo.

Vou continuar no próximo.

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