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A GOSTOSA DA ACADEMIA – I

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Um conto erótico de Martcelo
Categoria: Heterossexual
Contém 891 palavras
Data: 15/07/2026 20:10:35
Última revisão: 16/07/2026 10:14:07

A Gostosa da academia era meu amigo de infância e pré-adolescência.

Isto mesmo!

Hoje fui para a academia mais cedo que o horário de costume por causa do jogo da seleção e para surpresa minha, a vi sentada no escritório. Sem força a barra, fui fazer meus treinos e assim que terminei me dirigi até ela:

- Boa tarde, gata!

- Boa tarde.

- Tudo bem contigo?

- Tudo.

- Está lembrada de mim?

- Claro! Sempre... você é quem parece não lembra de mim!

- Como assim? Claro que lembro! Eu jamais poderia esquecer aquele nosso lance embaixo do chuveiro!

- Não estou falando disso. Estou falando dos velhos tempos. Sei que muita coisa mudou – e para melhor! – Mas você continua o mesmo! Sempre que estou trabalhando aqui fico a te observar pelas câmeras... ela explicou que trabalha na administração das academias – é uma rede de várias na cidade – e que de-vez-em-quando é escalada para ficar nessa onda treino, mas vamos ao que interessa:

... pois é, é difícil de lembrar de um garoto traquino que gostava muito de jogar bola e brincar de troca-troca com alguns amiguinhos... é isso mesmo, eu sou o Pelezinho – apelido dado por que o moleque era muito bom de bola, o qual vamos manter, mas claro; com autorização da (o) dona (o) – desde aquela época sentia que eu sou um homem que gosta mais de homem, de sentar numa Jeba, mas também curto ppk. Lembra dos nossos troca-troca? Eu sabia que você era bissexual e que tinha tendências mais para o sexo oposto, ou seja, iria transar com mulheres, comer cu de gays e bissexuais, mas também querer ser arregaçado pelos dotados da vida!

Nosso papo demorou cerca de 10 minutos. Tivemos que parar.

**** **** ****

Despertou em minhas lembranças os troca-troca que fazíamos

Quando éramos garotos: Pelezinho gostava de dar o cuzinho para a garotada, mas exigia comer também. A maioria de nós tínhamos medo de dar para ele – principalmente eu – porque o pau dele já era grande e grosso.

Geralmente, depois de jogar bola, íamos para a casa dele – os pais eram feirantes ele e a irmã ficavam em casa a sós; ele na parte da manhã por que estudava a tarde e a irmã no outro turno – depois de ajudar a prepara o almoço íamos para o quarto e lá fazíamos de tudo o que fosse possível no pouco tempo que tínhamos...

Certa vez, a irmã não iria para casa naquele dia, ficamos mais à vontade em casa, tomamos banho e ficamos pelados: já no quarto da irmã fizemos um 69 demorado até sentir que iria ejacular – já éramos pré-adolescentes e já fabricávamos porra – pedi para parar, tomei coragem e fiquei de quatro dizendo que queria gosar com a sensação de sentir o pau dele enterrado dentro do meu cu até o “talo”. Assim foi feito! Ele empurrou aquele mastro; no início parecia que não queria entrar, ele posicionava a cabeça do pau na porta do cu, mas escorregava;

Tentou algumas vezes. Empinei a bunda mais ainda, ficando com o rabo todo para cima e a cabeça colada no colchão; ele botou a cabeça da vara na porta do meu cu e foi empurrando devagar até que entrou uma boa parte – a metade, eu acho! – Doeu muito, mas não desisti. Parou por um momento para acostumarmos com a situação e depois foi forçando devagar até que senti ele todo dentro do meu rabo! Aquilo estava maravilhoso; de dor passei a sentir prazer e vontade de ser arregaçado por aquela vara grossa e grande! Eu rebolava enquanto sussurrava: fode meu macho! Come sua putinha! Fode o cu desse veadinho seu! Deixa eu ser sua puta submissa! ...

O corpo suava; dava esparmos; tremia... senti um jato forte e quente dentro do meu rabo. Não aguentei mais segurar e despejei um jato de esperma sujando boa parte da cama.

Ficamos um tempo recuperando as energias e fomos providenciar trocar o lençol e perfumar o quarto para não deixar rastos... Energias recuperadas fomos para o banheiro. Lá já com o meu pau duro, fizemos um boquete um no outro e foi a minha vez de fuder o cu do Pelezinho: Ele se apoiou no vaso com a bunda empinada, encaixei o pau lubrificado na porta do cu e empurrei devagar até sentir que já estava todo dentro. Comecei um movimento de vai e vem sentindo cada centímetro daquele túnel já acostumado com minha, e outras, varas duras... ele rebolava o quanto podia, pois, o local não permitia muito e gemia gostoso feito uma cadela no cio. Sentiu que o “goso” vinha e pediu para gosarmos juntos novamente. Acelerei os movimentos até sentir o pau pulsar e despejar um jato, desta vez bem fraco, de porra dentro daquele rabo gostoso ao mesmo tempo que ele se contorcia de goso.

Essa foi a primeira vez que dei para um dotado, pois tinha medo – tenho ainda, mas encaro quando acho um – de não aguentar um pauzão na bunda.

São muitos os nossos troca-troca de infância e adolescência, mas vão ficar para serem contadas em outras oportunidades.

**** **** ****

Nesse encontro nada de anormal aconteceu, nem um beijinho, mas já estamos combinados de sairmos – eu, minha esposa e ela – para bater um papo, tomar uns drinks e terminarmos a noite em um motel!

Como costumo escrever: não sei fazer contos, não sou contista. Apenas gosto e quero registrar as minhas aventuras sexuais.

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Comentários

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Eu erra o menorzinho dos primos, e logo eles me ensinaram a fazer troca-troca, mas eu era meio bobinho, e eles me comiam e saiam correndo dizendo escutar algum barulho. Depois de 4 ou 5 vezes, percebi que eles estavam me enganando. Mas aí era tarde, eles se acostumaram a me comer, e ficavam dizendo que iam contar para minhas irmãs. Acabei sendo a putinha deles por uns 3 anos. Depois mudei de bairro. Cresci, casei cedo, mas logo veio a coceirinha no cu , voltei a dar......

Meu teelgran : @luispoa

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Pois dar é bom demais. Só não sabe disso quem ainda não deu, ou deu para o comedor errado; aquele que não sabe comer um cu de macho, e nem de mulher! Pois eu, quando era criança, gostava de brincar de marido e mulher com meinhas primas e fazer troca-troca com um vizinho de frete. Ele não queria me comer, só queria dar, mas eu ameaçava contar para os pais dele se ele não me comesse também. Depois que virei cresci passei a pegar mulher e homem. Acho que sempre fui bissexual, mas, com homem eu só gosto de sexo, sem envolvimentos sentimentais. Gosto de ser ativo também mais curto mais ser passivo. Acredito que todos somos bissexuais, pois minha esposa também gosta de ficar com mulher!

Continue dando o cu e comendo as ppk por aí, mais converse com sua esposa e seja feliz!

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Que conto delicioso! Fiquei de pau duro imaginando a cena! Parabéns Martcelo. Tres estrelas com certeza.

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