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Um conto erótico de Jess
Categoria: Heterossexual
Contém 887 palavras
Data: 15/07/2026 23:31:36

O incidente com a chave logo cedo mudou toda a minha rotina. Mesmo que eu não quisesse, mesmo levantando cedo, estava atrasada de novo. Parece que as coisas não conspiram a meu favor. Já eram 06h20 e eu precisava estar na escola às 07h. Em ponto! Já estava cansada de ouvir a diretora repetindo que não tem ninguém pra me cobrir durante meus atrasos. Considerando o trânsito de Belo Horizonte, nesse horário, minha única opção era ir de moto.

O medo ainda estava lá, mas eu ficaria agarrada se chamasse um carro. “Vai ser a última vez que ando de moto”, prometi a mim mesma. Consegui enfim tirar a chave da fechadura e desci as escadas correndo quando o motoboy ainda estava a 2 minutos de distância, não dava pra perder nem mais um segundo.

Acho que ele percebeu minha agonia quando, me entregando o capacete, perguntou: “Atrasada, moça?” Fiz que sim com um gesto de cabeça e ele deve ter visto meus olhos já marejados. Não consegui nem reparar na beleza do moço, quem faz isso às 06h27 da manhã? Mas reparei na empatia quando ele disse: “Sobe e segura forte que vou tentar te ajudar.”

Eu não tinha muitas opções, né? Era isso ou mais um atraso acompanhado de um sermão pra conta. Segurei forte e a arrancada da moto já deixou bem claro o que me esperava. Em junho as temperaturas estão naturalmente mais baixas, mas o vento que batia no meu rosto pelas frestas do capacete estava completamente gelado.

Pedi licença encostei a cabeça nas costas do motoboy pra me proteger. “Pode enfiar as mãos nos bolsos da frente da minha jaqueta, se quiser, o vento está muito frio e suas mãos vão congelar até chegarmos lá.” Ele disse, em seguida.

Encarei como mais uma gentileza, ele percebeu que eu não estava bem, queria me deixar confortável e estava conseguindo. Abracei ele com mais força e enfiei as mãos nos bolsos da frente da jaqueta de couro. No meio daquele desespero eu senti um acalento.

O problema é que em um susto eu senti algo se movimentando abaixo da jaqueta e fiquei desnorteada quando percebi que aquilo era o pau dele ficando duro dentro da cueca. O susto foi tão grande que quase derrubei nós dois da moto. Ele percebeu e vi pelo retrovisor quando ele ficou vermelho. Poderia ter ficado calado, né? Me deixado no meu destino e pronto, depois de praticamente deitar em cima de um desconhecido eu não tinha muito do que reclamar, mas ele resolveu falar: “Me desculpa, moça. Tem muito tempo que ninguém me abraça de um jeito tão gostoso, confesso que fiquei excitado. Não consegui me controlar.”

Nesse momento eu nem me lembrava do atraso mais. Seria prudente dizer pra me deixar ali, no meio do caminho, por mais que isso resultasse em mais um sermão, dessa vez eu teria um motivo real, uma história trágica pra contar pra Dona Márcia.

No entanto, havia algo de intrigante naquele momento e eu queria continuar. Deitei a cabeça nas costas dele novamente e, dessa vez, eu não coloquei as mãos nos bolsos da jaqueta. Eu deixei que o couro continuasse tampando as aberturas da calça e, por baixo dela, com uma habilidade impressionante, considerando que ele estava sentado, abri o botão e o zíper. Aquele caralho enorme pulou pra fora e eu masturbei aquele homem como se fosse a última vez que eu fosse fazer isso na vida. Ele pulsava e a sua lubrificação era suficiente pra eu subir e descer revezando as mãos e escutando os gemidos dele abafados pelo capacete. Eu rebolava e, excitada, usava o atrito da moto contra minha buceta pra me satisfazer. Eu queria mais, queria tudo! Queria aquele cacete pulsante dentro de mim, entrando e saindo, me rasgando, rápido e com força. Por mais que ele estivesse apenas recebendo o que eu estava fazendo, algo me dizia que aquele homem era muito bom de cama.

Faltando apenas três minutos pra chegar na escola ele gozou. Um líquido espesso e quente melou toda a minha mão e, olhando para o retrovisor, eu tirei as mãos do meio das pernas dele, levantei o visor do capacete e lambi. Nesse momento eu percebi o tanto que ele era bonito e a cara de safado que estava fazendo. Parecia conseguir me comer com os olhos. Ele se recompôs e eu desci da moto. Na minha cabeça aquilo era coisa de uma manhã, uma loucura pra nunca mais ser repetida, mas ele olhou nos fundos dos meus olhos e disse: “Por favor, não me diz que você é comprometida.” Tímida, depois de todo o êxtase, fiz que não com a cabeça e ele abriu um sorriso enorme. “Que horas você sai? Deixa eu te buscar? Preciso retribuir isso que você acabou de fazer por mim.” Nesse momento eu tive certeza, eu precisa daquele pau grosso e enorme nas minhas mãos de novo, na minha boca, na minha buceta, entre os meus peitos, no meu cu. Jorrando leite na minha barriga, na minha cara, em cada parte do meu corpo. Aquelas mãos enormes precisavam me segurar com força, eu queria ser toda marcada por aquele homem. Então, eu olhei para o celular, 06:59, abri o aplicativo e vi o nome dele: “Às 17, Rodrigo. Eu saio às 17.”

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