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Baiana gostosa! – Parte II (final)

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Um conto erótico de Daméhr
Categoria: Heterossexual
Contém 5281 palavras
Data: 15/07/2026 23:33:32

Continuação:

Nossa vida continuou como sempre. Samuel era um marido maravilhoso, o melhor pai para os nossos filhos. Apesar dele tentar satisfazer meus desejos, mantendo viva nossa relação de homem e mulher dentro do casamento. Nossa vida sexual, as vezes era muito bom, outras vezes era apenas normal. Era uma relação previsível.

Quando eu corria na pista do calçadão, eu era assediada descaradamente. Na minha cidade onde eu trabalhava, os homens me assediavam, parecia que estava escrito, “puta” na minha testa. O desejo sexual batia assolava minha mente, todos os dias.

Me fazendo lembrar que eu estava viva, o quanto era desejada, o quanto os homens me olhavam com desejo.

Apesar de todos aqueles apelos, eu tinha decidido não ceder à tentação.

Eu e Samuel estávamos vivendo uma época de vacas magras. Nossa vida sexual, era como cozinhar em “banho Maria”. Era aquele feijão com arroz que matava a fome, mas não satisfazia o desejo do paladar.

Eu continua uma loba faminta, cheia de tesão, cheia de desejos proibidos.

Bruno nunca desistiu de me assediar. Ele continuava correndo sábado de manhã. Assim que eu entrava na pista, ele aparecia atrás de mim, tirando minha concentração. Falando coisas que me deixavam excitada. Por mais que eu tentasse negar, Bruno falava a verdade.

- Baiana gostosa, o que houve contigo? Você anda agitada, nervosa, estressada.

- Qual é Bruno, você agora virou psicólogo.

- Fala pra mim gostosa, o que está de deixando tão nervosa.

- Não é da sua conta. Deixa de ser atrevido e vai cuidar da sua vida.

- Baiana, aposto que o corno do seu marido, não está te comendo como deveria.

- Não fala isso dele. Eu amo o Samuel, ele é um bom marido.

- Ele deve ser bom mesmo, pra manter uma cavala gostosa dessa com ele.

- Escuta Bruno, o que você está insinuando?

- Nada, Baiana gostosa! Se ele fosse um fodão mesmo, você estaria sorrindo igual uma boba, e não estaria me dando atenção. Rssss.

- Bruno, eu te dou atenção, por que sou educada e você é filho da minha amiga.

- Lena, além de vadia, você é uma mentirosa... você é mal comida, está insatisfeita, você quer ser uma mulher forte, mas não consegue. Sabe que estou falando é verdade.

- Bruno, você é muito petulante, safado, atrevido. Desiste, não vou dar pra você.

- Baiana, você é gostosa demais, pra eu desistir tão fácil. Tem outras maneiras de conseguir, o que eu quero.

- O que você quer dizer com isso?

- Baiana, de um jeito ou de outro. Você vai ser minha, vou comer essa boceta gostosa, vou te foder igual uma puta. Você vai ficar satisfeita, vai rir á toa, e vai querer mais.

- Eu não posso ser sua. Eu gosto dele.

- Escuta aqui sua putinha, não vou fazer amor com você, vou comer sua buceta, seu cuzinho, vou te foder igual uma puta. Fazer você gozar até não agüentar mais.

Eu parei de correr, coloquei as mãos nos joelhos, respirando devagar, recuperando meu fôlego. Eu estava muito excitada, muito agitada, com minha xana toda melada. Bruno não percebeu, por que eu pingava suor. Ele parou me olhando, saltitando, mexendo as pernas, mantendo o aquecimento. Assim que me recompus, ele voltou à carga e disse:

- Lena, desbloqueia meu número pra gente conversar, e pensa no que falei.

Bruno foi embora correndo, me deixando parada na pista, tremendo de excitação, com a cabeça em parafuso, aquele garoto não saia da minha cabeça. Eu estava ficando louca, cada dia que passava mais eu desejava aquele safado.

Cheguei em casa molhada de suor. Fui tomar banho e preparar nosso almoço. Meus filhos estavam vendo televisão. Samuel estava alheio, tomando uma cerveja, sem saber o que passava na minha cabeça. Eu estava muito excitada, com a buceta quente, pulsando, desejando ser fodida, por um pau bem grosso.

Cheguei perto dele, mordi o lóbulo da sua orelha, arranhando seu tórax com as unhas. Fiz um sinal para ele. Samuel entendeu o recado e veio sorrateiro atrás de mim.

Entramos no quarto e tranquei a porta. Ajoelhei no cão, puxei o short dele pra baixo e comecei chupar seu pau, que logo deu sinal de vida, e ficou duro como uma rocha.

- Baiana, você ficou maluca.

- Fica quieto seu velho safado, me come agora! Rápido... me bate.

Samuel me olhava incréduto, e me deu um tapa na cara. Tirei a calcinha, levantei o vestido mostrando a bunda para ele, coloquei as mãos no tampo da cômoda. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau. Abri a bunda mostrando minha buceta encharcada.

Samuel socou bruto, tudo de uma vez sem preliminar. Atolou tudo na minha buceta. Senti ele me arrombando, dei um grito abafado com a mão. Sussurrando. -

- Hummmmm... soca tudo... me machuca seu velho safado... machuca sua puta... usa minha buceta para gozar porra... aihiiiinnnnn... me fode... safado... mete tudo... forte... aihiiiinnnnn... aihiiiinnnnn...seu corno filho da puta... cachorro... euuuu vouuuu gozzzaaarrrrrr!

Senti quando ele enterrou os dedos na minha carne, apertando minha bunda, metendo forte, puxando meu quadril, despejando sua carga de porra quente dentro de mim. Colei a cabeça no tampo da cômoda, ofegante tentando recuperar meu fôlego. Aquela trepada safada não levou nem de 10 minutos, ele me deixou tremendo, de pernas bambas.

Samuel me beijou na boca, e foi lavar o pau. Depois voltou pra sala e continuou tranqüilo tomando sua cerveja. Dei um abraço e um beijo no seu rosto, ele sorriu e veio me ajudar na cozinha. Abracei seu pescoço e comecei chorar. Sussurrei no ouvido dele.

- Vida... eu te amo... você é tudo pra mim.

- Não chora meu amor. Você não precisa passar por esse sofrimento.

- Vida, eu te amo tanto, tanto, você é bom pra mim; ainda assim tenho desejos proibidos.

- Lena, não importa o que aconteça. Eu nunca vou deixar você.

Naquele momento consegui tirar Bruno da minha cabeça. Mas ele estava lá, escondido nos recantos mais profundos da minha mente, com seu desejo depravado, indecente, obsceno. Tirando a minha paz, alimentando meu desejo faminto.

Na semana seguinte não me senti bem. Liguei pro escritório, cancelei meus compromissos, só trabalhei em casa. Eu trabalhava fora, na quarta e na quinta feira.

Quinze dias depois, retornei ao escritório. Cheguei às 9h. Trabalhei expediente normal até às 18h. Antes de sair liguei pro Samuel, eu estava com saudade dele e das crianças. Sai do escritório, pensando comer alguma coisa, antes de voltar pro hotel.

Na rua Bruno veio por atrás de mim. Me segurou pelos cabelos, virou meu rosto para trás e me beijou na boca. Eu quis reagir mas ele é forte, segurou meus braços. Meu corpo esquentou, minha respiração ficou alterada, meus mamilos ficaram duros, minha calcinha molhada.

De repente, tudo me voltou à mente. Suas cantadas indecentes, as verdades que ele falava, e que eu não podia esconder de mim mesma. Meu desejo louco por ele, estava escrito em negrito na minha mente, gravado em um arquivo secreto. Eu queria resistir, mas não consegui.

- Bruno, como você me encontrou?

- Isso não importa. Eu quero você, e sei que você também me quer. Vem comigo.

Minha cabeça era um turbilhão de pensamentos confusos. Bruno me arrastou pela mão. O desejo e a paixão falaram mais alto, e me deixei levar. Fomos para um hotel no centro da cidade, onde ele estava hospedado.

O quarto era simples, cama de casal, 10º andar, janela grande com vista pra cidade. Quando entramos, Bruno segurou meus braços para trás, me beijando na boca. Começou me despir, me deixando só de calcinha. Seu beijo não era carinhoso, era um beijo selvagem, língua com língua, bruto, sensual. Bruno mordeu puxando meu lábio inferior com seus dentes, me deixando enlouquecida. Soltou meus braços, me levantou pela bunda, com suas mãos fortes, me prendendo contra parede, me beijando no pescoço. Me pegou pelos cabelos, me deu tapas no rosto, aquilo me deixava enlouquecida de tesão.

- Lena, como você é linda... sua puta safada... vou te fuder até você chorar.

- Bruno seu safado, não me deixa marcada.

Mas ele não me ouvia, segurou meus seios com as duas mãos, mamando neles igual um bezerro faminto. Aquilo me deixou alucinada, segurei sua cabeça acariciando seus cabelos.

Bruno sugava um mamilo de cada vez, meus seios estavam quentes, roxos, inchados com seus chupões. Aquele banho de língua estava me deixando louca.

Bruno lambia minha barriga, meu ventre, afastou minha calcinha pro lado e começou me chupar a buceta, rodeando meu clitóris com a língua quente. Seu rosto ficou melado, sugando meu mel.

- Puta que pariu... que buceta gostosa

você tem... vou te foder sua puta.

- Ahhhnn seu safado... que delicia... assim... aiiiihhnnnn... eu vou goz... isso seu cachorro... chupa minha buceta... aiiiihhnnnn... aiiiihhnnnn... delicia... safado... que boca gostosa... aiiiihhnnnn Brunoooooooo... euuu vouuu... euuu vouuu gozarrr... gozzzaaarrrrr!!!

Gritei igual uma louca. Ofegante, eu mal conseguia respirar. Estava tremula com aquela gozada gostosa. Bruno me virou de bruços na cama, estapeou minha bunda.

- Plaft... plaft... plaft... Baiana gostosa da porra... puta... vagabunda... piranha...

Bruno não deu tempo. Rancou minha calcinha num movimento brusco, abriu minha bunda lambendo meu grelo com sua língua quente, abrindo meus lábios vaginais enfiando sua língua, depois lambeu meu cuzinho.

- Aiiihhhnn garoto safado... que delicia... você vai me matar de tesão.

- Lena... de joelho na cama sua putinha safada, chupa meu pau.

Bruno tirou a calça junto com a cueca, foi quando eu vi aquela tora. Fiquei pasma... de boca aberta, com água na boca, louca pra beijar aquele pinto gostoso.

Bruno tinha uma tora de 22 cm, grosso mais ou menos uns 5 cm de diâmetro na base. Grande, duro, pesado, cheio de veias, ligeiramente curvo, a cabeça parecia um morango maduro.

- Minha nossa, o que é isso garoto! Nunca vi nada igual. Meu Samuel tinha um pau bonito, 18 cm, era bem grosso. Mas não era nada comparado ao pau do Bruno.

- Você gostou não é sua puta, então chupa a piroca do seu macho... chupa gostoso... vou foder sua boca, vou te dar leitinho... sua vadia safada.

- Então me dá leitinho, me dá seu cachorro safado.

Peguei aquele pausão com as duas mãos, e coloquei na boca. Ele tinha um cheiro bom, cheiro de macho, cheiro de homem. Eu adorava chupar um pau, comecei beijando na cabeça, lambendo em volta da glande, depois coloquei na boca, olhando pra ele. Eu olhava completamente perdida, louca por aquele macho jovem cheio de energia.

- Puta merda... Baiana... que boquinha gostosa.

- Aiiihhhnn seu safado... delicia seu pau... goza na minha boca... goza.

- Caralho Baiana... eu vou gozar... caralho eu vou gozar!

Bruno gozou enchendo minha boca de leite, foi tanto que escorreu fora da boca. Eu engoli tudo. Bruno estava insaciável, tinha acabado de gozar e seu pau continuava duro igual uma rocha. Ele abriu minhas pernas, começou bater com pau na racha da minha buceta, me deixando louca. Começou esfregar a cabeça na entrada. O pau molhado deslizava me deixando alucinada. Ele meteu aquele pinto grosso todo de uma vez, me rasgando, abrindo minha buceta, me fodendo, fazendo um papai & mamãe delicioso.

- Aiiiii garoto safado... soca forte... me fode... seu pausudo gostoso... fode sua puta.

- Puta merda Baiana... você vai acabar comigo.

- Bruno seu safado... mete gostoso... soca forte... soca pra machucar... soca seu cachorro... me fode... me fode... come minha bucetinha.

- Que safada... puta que pariu... vou gozar!

- Aiiiihhnnnn... que delicia de rola... assim... mete forte... machuca... rasga minha buceta... isso seu safado... aiiiihhnnnn Brunooooo... euuuu... vouuu gozzzaaarrrrr!!!

Bruno estava duro dentro de mim, ele virou me colocando por cima dele, sem sair de dentro. Acariciando minhas costas, me beijando na boca, apertando minha bunda.

- Bruno, quero tomar um banho e sair pra comer.

Fomos a um restaurante perto do hotel. Pedimos espaguete com camarão e abobrinha, vinho tinto para acompanhar. Às 21h voltamos pro hotel, tiramos a roupa, ficamos nus e deitamos para relaxar, ficar nua me deixava louca de tesão, ainda mais perto daquele pausudo gostoso.

Bruno parecia não ter pressa, ele queria aproveitar cada momento. Eu estava louca de tesão, minha buceta quente, latejando com vontade de levar pica.

- Puta que pariu, Baiana... como Samuel deixa uma gostosa como você dando mole.

- Me promete Bruno, meu marido nunca pode saber disso.

- Lena, o corno do seu marido só vai saber, se você contar pra ele.

- Não fala assim. Samuel é um ótimo marido, eu o amo.

- Lena, isso me soa falso. Se você o amasse, não estaria dando pra mim.

Bruno começou alisar meu corpo, devagar me tocando com a ponta dos dedos. Fiquei toda arrepiada, toda molhada, cheia de tesão.

- A verdade, é que o corno do seu marido, não te come direito... não é Baiana!

- É isso sim, mas não quero ficar falando dele.

- Lena, quando a gente se vê novamente.

- Amanhã de noite.

Bruno ficou de pau duro novamente. Coloquei na boca beijando na cabeça, passando a língua em volta da glande, lambendo de cima até em baixo, colocando suas bolas na boca.

- Caralho Baiana... que boca gostosa... mulher, você vai acabar comigo.

- Ai Bruno... adoro esse pau... goza na minha boca... goza seu safado gostoso.

- Não sua puta, estou pensando em algo mais gostoso.

- O que pode ser mais gostoso, que gozar na minha boca?

- Quero comer seu cuzinho gostoso.

- Não Bruno... você vai me machucar, seu pau é muito grande.

- Baiana, você já deu o cu, você agüenta... só de falar eu fico louco.

- Para Bruno... por que todo homem gosta de cu.

- Plaft... plaft... plaft... Baiana vagabunda gostosa da porra...

- Aiiii seu bruto... assim dói... não faz isso... seu cachorro.

- Plaft... me deu um tapa na cara. Aquilo me deixava alucinada de tesão.

Aquele macho jovem e mandão, me dando ordens, me dominando, me deixava louca. Ele me pegou por trás de conchinga, abri as nádegas com as duas mãos, bem devagar, sensualmente. Bruno ficou maluco. Começou lamber meu clitóris, abriu minha buceta chupou meu suco melado, lambendo e chupando meu cu, ele enfiou o polegar no meu cuzinho.

- Aiiiihhnnnn... que delicia esse dedo...

- Baiana, você gosta no cuzinho... fala sua putinha...

- Aiiii seu bruto... assim dói... não faz isso... seu cachorro safado.

- Puta que pariu... me fala uma coisa Baiana... quem é seu dono?

- É você seu safado... sou sua puta Bruno... me usa, faz comigo o que você quiser.

- Vou arrombar esse cu gostoso... chupa meu pau, deixa ele todo babado.

- Está bem, mas coloca devagar... aiiiihhnnnn... que delicia seu pau.

Bruno colocou a cabeça. Senti as pregas abrindo, para acomodar aquele pinto grosso, ele ficava colocando e tirando, me deixando louca.

- Aiiii seu bruto... cachorro... assim dói... não faz isso... assim eu não quero.

- Fica quieta sua puta, você pode gemer, gritar, fazer escândalo, mas agora seu cu é meu.

- Aiiii seu bruto... assim dói... não faz isso... aiii seu cachorro.

Bruno colocou tudo, cada cm que entrava, me rasgava abrindo minhas pregas.

- Eu vou te foder... sua puta safada... não é isso que você quer.

- Come meu cuzinho... mete essa rola grossa... mete seu safado... mete tudo.

Bruno segurou meus braços para trás, seu pinto grosso me abria, ele socava bruto, empurrou tudo de uma vez. Senti suas bolas batendo na minha bunda. Eu estava alucinada de tanto tesão, implorando para ele arregaçar as pregas do meu cuzinho.

- Puta merda que cuzinho gostoso... quente apertado... fica de quatro sua putinha, não deixa meu pau sair de dentro.

- Aiiiihhnnnn... que delicia... mete forte seu tarado... me arromba... machuca meu cu... seu cachorro safado... assim... aiiiihhnnnn... pirocudo gostoso.

- Baiana, levanta devagar e fica em pé, não deixa o pau escapar. Puta gostosa, sente meu pau dentro desse cu apertado, anda devagar vamos até na janela.

Bruno estava atolado dentro de mim, com uma das mãos na minha buceta, a outra apertando meus peitos. Meu cu estava latejando, agasalhando aquele pinto grosso, conforme a gente andava ele entrava mais, aquilo era insano, indecente, gostoso demais.

Nunca fiz nada igual.

- Aiii Bruno... isso é muito gostoso... eu não agüento mais... vou gozar.

- Não sua vadia... ainda não. Coloca as mãos na janela. Quero que todo mundo veja você gozando, com meu pau nesse cuzinho gostoso.

- Aiiii Bruno... não faz isso comigo... não faz seu safado... aiiiiiiii seu cachorro... mete tudo... mete... arromba meu cuzinho... arromba seu safado... ahiiinnnnn... Brunoooo... euuuu.... vou...uuu... gozzzz... gozzzzaaaarrrrrrr!!!

Gozamos em pé. Bruno atolado dentro de mim, duro, quente, pulsando; esporrando leite quente no meu rabo. Quando ele tirou começou escorrer perna abaixo, me deixando toda melecada. Eu estava tremendo, com as pernas bambas de tanto meter.

Já passava das 23h, eu tinha que voltar ao meu hotel. Aquela noite eu dormi como uma criança. No dia seguinte, trabalhei duro para colocar o serviço em dia. A lembrança da noite passada não saia da minha cabeça, espantei os pensamentos, concentrando minha atenção no trabalho. No fim do expediente liguei pro Samuel, avisando que só voltaria na sexta feira de tarde.

Sai do escritório às 18.30h, Bruno estava me esperando na entrada do prédio. Eu estava faminta. Fomos jantar. Bruno me olhava encantado, me deixando eufórica, me seduzindo com seu olhar faminto.

- O que tanto você me olha, garoto!

- Lena, estou louco por você. Muito mais do que você imagina.

- Bruno, eu adorei transar com você, mas isso tem que ser um segredo entre nós.

- Baiana, qual é sua preocupação com isso.

- Meu marido não pode saber. Ninguém pode saber.

- Lena, relaxa. Ele não vai saber por mim, só temos que tomar cuidado.

Combinamos como seriam nossos encontros. Bruno trocou o número de telefone. Ele entraria em contato comigo, como um cliente do escritório. Depois do jantar fomos para o hotel e transamos até de madrugada. Aquela noite nós dormimos juntos.

Na sexta feira trabalhei até às13h, comi um lanche rápido e peguei a estrada. Chequei em casa por volta das 16h, tomei banho e fui preparar um jantar caprichado esperando Samuel.

Ele chegou no horário de sempre, por volta das 17.30h. Recebi meu marido com um abraço carinhoso e um beijo na boca, arranhando seu pescoço de forma e sensual.

- Vida, estou cheia de saudade. A gente tem um tempo antes das crianças chegarem.

- Baiana, eu tive um dia pesado. Deixa para de noite, vou tomar um banho para relaxar.

Durante o jantar eu me senti acolhida no meu lar. Nossas crianças tagarelavam assuntos da escola, dos amigos. Samuel me olhava com atenção, fazendo as perguntas que ele sempre fazia, quando eu voltava para casa.

- Baiana, a turma está combinado churrasco no final de semana. Na fazenda do Clésio,

Dessa vez vai a farranchada toda. Estão planejando passar a noite na fazenda, só voltar no domingo de tarde.

- Ah Samuel, não agradei disso não! É muito tempo juntos, nenhuma privacidade.

- Porra Baiana, tem muito tempo que a gente não faz uma dessa.

Depois que as crianças dormiram. Nós fizemos amor. Como sempre foi bom, nós gozamos, mas foi normal e previsível. Eu não podia negar nada para o Samuel, então nós fomos para o churrasco na fazenda do nosso amigo.

Bem o tempo foi passando. Eu e Samuel continuamos vivendo nossa vida. Transávamos regularmente toda semana. Bruno começou fazer faculdade e morar definitivo na cidade.

Eu continuava ficando numa pousada para não dar na vista, mas a gente se encontrava no apartamento dele.

Samuel meu marido, meu companheiro de jornada, pai dos meus filhos. Nós tínhamos amor e devoção um pelo outro. Samuel não me tratava como puta, ele fazia amor. Muitas vezes, depois do sexo, eu chorava arrependida no ombro dele. Era a natureza dele, ser amoroso, cuidadoso, e isso me fazia sentir ainda mais culpada.

Bruno era meu amante, o homem que me usava como puta, que me fodia de todas as formas possíveis e imagináveis. Minha paixão por ele era uma coisa insana, obscura, incompreensível. Eu não conseguia controlar. Apesar do Samuel ter me liberado, eu considerava meu caso com Bruno uma traição, mesmo me sentindo culpada. Eu não conseguia deixá-lo.

Cinco anos se passaram num piscar de olhos. Eu estava com 45 anos. Janaina minha filha fez 18 anos, se transformou em uma mulher linda, fazendo lembrar quando eu tinha a idade dela.

Sexualmente eu fiquei mais tranqüila, exigindo menos do Samuel. Aceitando seu jeito carinhoso de fazer amor. Não sei se ele percebeu minha mudança em relação ao sexo. Se percebeu nunca tocou no assunto comigo.

Samuel me amava do jeito dele, e seguíamos vivendo nossas vidas.

Teve um sábado, que Leleco, Mateus, Santelmo e Clésio, se reuniram lá em casa para um churrasco. Nesse dia, Janaina levou um amigo e apresentou o rapaz para nós.

Um garoto lindo, com 20 anos de idade, corpo sarado, e uma cara de safado. Eu era uma Loba... eu conhecia aquele olhar faminto, o jeito como sussurravam, sorrisos discretos.

Janaina disfarçando toda corada. Estava na cara, aquele garoto estava comendo minha filha, e pelo “andar da carruagem”, ela estava adorando.

Dei um tempo e chamei Janaina para conversar.

- Janaina minha filha, seu namorado é lindo, e muito educado.

- Maiinha, o Pedro é só meu amigo.

- Janaina, você já descobriu como é transar?

- Maiinha, não estou entendendo... que pergunta é essa?

- Garota você está de “siricutico”, com seu amigo Pedro.

- Você está querendo saber demais, não vou responder isso.

- Ah você vai sim. Senão eu vou perguntar pra ele, quer ver!

- Para maiinha... você vai me matar de vergonha.

- Janaina, quando você vai entender que eu sou sua melhor amiga.

- Maiinha, o que você quer saber.

- Você é seu “amigo” estão transando, não é?

- Não maiinha, de onde você tirou isso?

- Janaina, eu não nasci ontem. Está escrito na sua cara, você nem consegue disfarçar.

- Está bem, nós transamos sim.

- Mãe, podemos terminar essa conversa outra hora. Não quero deixar o Pedro sozinho.

- Seu amigo não está com cara que vai embora tão cedo.

- Me fala uma coisa Janaina; vocês fizeram sexo com camisinha.

- Ôh mãe! Agora você vai fazer interrogatório.

- Vou sim, Janaina. Você é minha filha, eu quero saber tudo.

- Ah meu Deus, o que eu fiz pra merecer uma mãe assim!

- Você não quer conversar direito comigo, então talvez o seu amigo queira.

- Para maiinha! Eu respondo, mas por favor não fala nada com meu pai.

- Janaina, o Pedro foi legal com você? Fala logo garota, desembucha.

- Maiinha, é constrangedor falar disso com você. O Pedro foi um amor, foi muito bom.

- Meu amor, você se transformou numa mulher linda. Eu fico preocupada Janaina, me fala uma coisa... ele abusou de você.

- Maiinha... ele usou e abusou, e eu adorei. Quer saber... eu gostei muito, além da conta.

- Vem cá meu amor. Me dá um abraço, agora vai ficar com seu namorado.

- Maiinha, o Pedro não é meu namorado.

- Janaina, se ele não é seu namorado... ele é o quê?

- Não sei, a gente é só amigos. Estamos ficando.

- Que porra é essa de estamos ficando, me explica isso direito.

- Maiinha, eu fui... outra hora a gente termina essa conversa, que coisa chata.

Eu era uma puta safada, que tinha uma tesão absurda, que adorava um sexo safado. Parecia incoerência estar preocupada com um garotão bonito, que estava comendo Janaina.

Mas eu era mãe, e estava preocupada sim com minha filha. Janaina era exatamente como eu, quando tinha 18 anos. Uma garota bonita, gostosa, com desejos à flor da pele.

Dias depois nós terminamos nossa conversa. Por mais que doesse meu coração, tive que aceitar que minha menina, era uma mulher adulta, que como eu; tinha suas escolhas.

Meses depois, Bruno arranjou uma namorada. Uma garota bonita, da idade dele. Coisa normal para um homem de 26 anos, ele queria ter a vida dele; mas eu não aceitei.

Me senti usada, rejeitada, o ciúme começou me corroer por dentro. Mas eu não podia culpá-lo por me usar como uma puta. Nós brigamos e terminamos. Bruno foi meu amante, meu macho, meu dono, o homem que usava meu corpo. Era insano, como aquela relação proibida, me proporcionava um prazer. Bruno sempre me procurava, e eu aceitava de volta.

Um mês depois que terminamos. Bruno me procurou na saída do trabalho, ele queria reatar nossa relação. Nós fomos para um motel, transamos como loucos. Mas prometi que aquela seria a última vez, e terminei definitivamente com Bruno.

O tempo passou. Foi difícil superar o vicio. A mulher alegre e bem humorada, que eu era desapareceu, me transformei em uma pessoa triste, depressiva. Perdi o desejo sexual, fiquei meses sem transar com meu marido. Nesse período me ausentei do trabalho, voltei fazer terapia, e acompanhamento psicológico. Samuel foi o primeiro que sentiu a mudança. Ele nunca saiu do meu lado, preocupado com minha saúde.

Uma noite de sábado, nossas crianças tinham saído. Estávamos sozinhos em casa, assistindo um documentário na tv, sobre casais longevos, casais que viveram uma vida de amor e que envelheceram juntos. Aquilo mexeu com meu emocional. Me ajoelhei nos pés dele, chorando convulsivamente.

- Vida... me perdoa... me perdoa... não consigo mais viver assim. Eu traí você.

- Lena, levanta do chão e senta comigo. Chora meu amor, desabafa, coloca tudo pra fora.

- Samuel, me perdoa. Eu me sinto suja, indigna, não mereço um homem como você.

- Vida, eu vou entender, se você não quiser mais ficar comigo. Só deixa eu melhorar um pouco, depois a gente separa. Eu concordo com tudo. Não vou criar problemas pra você.

- Madalena, fica calma. Relaxa. Fala devagar, como eu disse antes, vou repetir agora:

- Você não precisa passar por esse sofrimento sozinha. Eu estou contigo, não vou a lugar nenhum, não vou te abandonar.

- Mas vida... eu sou uma puta... uma puta... eu traí sua confiança, não mereço você.

- Baiana, nunca mais repita essas palavras. Eu te amo Madalena, você e as crianças são tudo pra mim.

Samuel fez um chá de camomila para mim, fomos pra cama. Dormimos agarradinhos a noite inteira, como há muito tempo eu não conseguia dormir.

Acordei às 07h, o cheiro do café veio lá de baixo, inundando nossa casa com aquele cheiro gostoso. Me espreguicei, me esticando como uma gata doméstica.

Samuel entrou no quarto trazendo uma bandeja com café da manhã, junto tinha uma rosa vermelha. Não sei como ele conseguiu aquela rosa no domingo de manhã. Emocionada, comecei chorar. Ele me abraçou, enxugou minhas lagrimas beijando meus olhos.

Tomamos nosso café da manhã na cama. Samuel me olhava com devoção, como quem olha uma pessoa querida, que esteve ausente há muito tempo; e agora voltou pra casa.

- Estou com saudade do sorriso da minha Baiana.

Samuel me beijou na boca. Estremeci excitada, ao perceber a ereção dele estufando o short

- Vida... vem tomar banho comigo, vem.

Tirei a roupa e entrei no box. Samuel entrou em seguida, seu pau estava duro como pedra. Há meses que eu parecia vazia, não sentia nada; nenhum desejo. Samuel com seu amor incondicional, acendeu a chama do meu amor. Fiquei excitada, eu queria fazer amor com meu marido. A água morna banhava nosso corpo, lavava meus pecados, trazia uma sensação gostosa de conforto, alimentando meu desejo novamente.

- Vida, faz amor comigo... eu sou sua... me possua... faça tudo.

Abraçamos beijando na boca. Samuel me segurava pelos cabelos. Beijando e lambendo meu pescoço, ele me colou na parede do Box. Segurou meus meios com as duas mãos, mamando neles igual um menino. Peguei meu homem pelos cabelos, oferecendo meu seios para sua boca faminta. Aquilo me deixava muito louca.

- Aiiiiiinnnn... vida... euuuu vouuuu gozzz... gozzzaarrrrrrrr!!!! Vidaaaaa... euuuu vouuuu Gozzzaaarrrrrrrr!!! Aiiiiii meu amor... minha vida... não para... não para... faz tudo comigo... me possua, eu preciso de você dentro de mim... aiiiiii Samuel me fode agora... faz tudo comigo.

- Plaft... plaft... plaft... Aiiiiiinnnn... vida... bate na sua Baiana... bate mais... eu quero apanhar... bate na sua vadia... meu velho safado.

- Plaft... plaft... plaft... minha bunda ardia, queimava, marcada dos seus tapas, aquilo me deixava completamente excitada.

- Aiiiiiinnnn... vida... euuuu vouuuu gozzz... gozzzaarrrrrrrr!!!! Não para... não para... faz tudo comigo... come minha buceta... mete... mete... seu velho tarado.

Samuel me segurou pelo cabelo, colando meu rosto na parede do Box, abriu minhas pernas, e meteu tudo de uma vez. Entrou quente, duro, latejante, me arregaçando, me abrindo, me preenchendo. Gritei de dor, eu estava apertada, há meses sem transar.

- Não para vida... não para... me fode... seu velho pirocudo... faz tudo comigo... aiiiiiinnnn... amor da minha vida... meu velho gostoso... euuuu vouuuu gozzz de novo... Samueeeel... euuuu vouuu gozzzaarrrrrrrr!!!!

Eu tinha gozado varias vezes no banho. Fiquei esgotada, minhas pernas tremiam, não consegui sustentar o peso do corpo, fui arriando devagar até sentar no chão do box.

- Vida, você acabou comigo.... estou destruida... me leva pra cama.

Samuel me vestiu um roupão e me levou pra cama, e deitou comigo.

- Vida... estou acabada, destruída... e você ainda não gozou.

- Lena, você gozou um monte de vezes... isso é muito bom. Ele falou sorrindo.

- Vem cá meu velho safado... quero chupar seu pau gostoso.

- Puta merda!!! Você não está destruída?

- Eu estou arriada, mas adoro seu pau na minha boca... dessa vez vamos devagar.

Comecei chupar lentamente engolindo tudo. Minha saliva escorria pelo canto da boca e deixava seu pau todo babado.

- Puta merda Baiana... que boca gostosa... é a melhor chupada que já tive.

Samael parou e me colocou de frango assado na cama, e começou chupar minha buceta.

- Aiiii vida... isso é muito gostoso... você vai acabar comigo... aiiihhnnnn... safado.

Samuel foi paciente abrindo minha flor, expondo meus lábios vaginais... me lambendo devagar, sua língua macia, me deixava alucinada. Eu acariciando seus cabelos, ele continuava me lambendo no clitóris, dando voltas nele com a língua. Parava me chupava, aquilo me deixava desorientada.

- Ahhh minha vida... não faz isso comigo... não faz... seu velho safado.

Samuel me lambia igual um cachorro no cio. Lentamente, no clitóris. Entre meus lábios, no períneo, no cuzinho, me enfiando a língua... aquilo me deixava louca.

- Aiiiihhnnnn... que delicia... chupa gostoso velho tarado... come meu cuzinho seu cachorro... safado... assim... aiiiihhnnnn... seu velho... pirocudo... bota na minha bunda.

- Vou arrombar esse cuzinho gostoso...

- Vem me arromba... ele é todo seu... come a sua putinha.

Samuel colocou a cabeça. Senti minhas pregas abrindo, ele foi empurrando devagar, carinhoso, cm por cm até colocar tudo. Ficou parado, depois foi tirando e colocando, me deixando transtornada, enlouquecida de tanto tesão.

- Aiiii seu bruto... seu cachorro safado... assim não... meu cu tá doendo.

- Fica quieta sua putinha, você gosta de dar o cuzinho... não faz escândalo.

- Aiiii seu bruto... assim dói... não faz isso... aiiiihhnnnn... seu velho pirocudo tarado... me cu está doendo... não faz isso comigo.

- Eu vou te foder sua vadia... não é isso que você quer... dar o cuzinho... sua putinha safada... caralho Baiana... eu vou gozar.

- É isso... seu velho safado... come minha bunda... que delicia de piroca... aiiiihhnnnn... goza na minha bunda... goza seu safado... aiiiihhnnnn... aiiiihhnnnn... que delicia... aiiiihhnnnn vidaaaaaa... euuu vouuu... euuu vouuu gozarrr... gozzzaaarrrrr!!!

Quando Samuel saiu dentro de mim, senti o esperma escorrer ensopando o lençol. Ficamos abraçados, trocando carícias, beijando na boca, igual um casal de adolescentes.

Como eu amava aquele homem. Comecei chorar emocionada, ele enxugando minhas lagrimas, com beijos amorosos.

- Eu te amo Samuel... de hoje em diante vai ser, só eu e você... e nossos filhos.

- Madalena, sempre foi você, desde a primeira vez quando te vi naquela praia

- A morena dourada de sol, seu sorriso, a mulher mais linda que já vi na vida.

- Para Samuel, vai me fazer chorar... você ainda lembra disso!

- Lena, você sempre vai ser minha Baiana querida... a mulher que eu amo.

Fim.

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Foto de perfil genéricaDamehrContos: 26Seguidores: 33Seguindo: 0Mensagem Gosto de escrever contos reais.

Comentários

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Conto muito bom e os diálogos super bem escrito , parabéns tb pela escrita .

Mesmo a esposa tentando conversar com o marido e se achando excluída nao é motivo pra trair , se esta se achando isolada ou faltando aquele feiozinhk na espinha , se separasse e pronto

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Hum,achei essa segunda parte acelerada,meio afobada,difusa...mas mesmo meio atropelada,passou a mensagem. Foi uma história proveitosa,com ótimas passagens sexuais.

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