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Da Reunião à Cama

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 850 palavras
Data: 15/07/2026 23:51:04

Eu, Luciana, tenho 42 anos. Marcelo tem 38. Somos colegas de trabalho há quase três anos na consultoria. Eu, divorciada há pouco tempo depois de um casamento de 12 anos que terminou mal. Ele também recém-divorciado. Sempre rolou uma química forte entre nós, mas nunca tínhamos cruzado a linha… até essa viagem a São Paulo.

A empresa nos mandou juntos para uma apresentação importante. No avião, sentados lado a lado, as taças de vinho ajudaram a soltar a língua.

— Sabe, Lu, depois do divórcio eu percebi que passei anos sem foder direito — Marcelo confessou baixinho, o joelho roçando o meu de propósito. — E você?

Eu ri, cruzando as pernas e deixando a saia subir um pouco na coxa.

— Mesma coisa. Meu ex achava que chupar uma boceta era obrigação uma vez por mês. Tô louca pra sentir um homem de verdade de novo.

O resto do voo foi pura tensão sexual. Quando chegamos ao hotel de luxo em Moema, já era noite. Dois quartos no mesmo andar. Depois do jantar com o cliente, voltamos juntos. No elevador, ele finalmente perguntou:

— Meu quarto ou o seu?

— O meu — respondi, mordendo o lábio. — Quero te foder na minha cama.

Assim que a porta do quarto 1423 fechou, Marcelo me prensou contra a parede. Nossas bocas colidiram com fome. As mãos dele desceram direto para minha bunda, apertando forte por cima da saia.

— Caralho, Luciana… você não sabe o quanto eu quero te comer desde aquela reunião do mês passado — ele rosnou, mordendo meu lábio.

— Então para de falar e me fode logo, Marcelo. Tô molhada pra caralho desde o avião — respondi, apertando o pau dele por cima da calça, sentindo-o duro e grosso.

Ele abriu meu vestido com um puxão. Fiquei só de sutiã preto de renda e calcinha fio-dental. Marcelo abaixou a cabeça e chupou meus mamilos por cima do tecido, mordendo. Depois desceu, ajoelhou e puxou minha calcinha para o lado.

— Que boceta linda e molhada… — murmurou antes de passar a língua devagar por toda a minha fenda. — Tá pingando pra mim, né safada?

— Sim… chupa minha boceta, Marcelo. Quero sentir essa língua grossa me comendo — ordenei, empurrando o quadril contra o rosto dele.

Ele chupou com vontade, enfiando a língua dentro de mim e dois dedos grossos fodendo meu buraco enquanto sugava meu clitóris. Eu gemia alto, as pernas tremendo.

— Isso, come minha buceta com a boca… caralho, você chupa gostoso pra porra… não para!

Gozei pela primeira vez assim, de pé, o corpo todo convulsionando contra a boca dele.

Marcelo se levantou, o queixo brilhando, e me beijou com força, me fazendo provar meu próprio gosto. Eu caí de joelhos, abri a calça dele e tirei aquele pau grosso e veioso para fora.

— Que pauzão… — murmurei antes de engolir metade dele, chupando com fome, babando enquanto minha mão trabalhava na base.

— Porra, Luciana… que boca gulosa. Engole mais fundo, vadia. Quero foder essa garganta — ele grunhiu, segurando meus cabelos e empurrando.

Eu relaxei a garganta e engoli quase tudo, babando nos meus seios. Depois ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e posicionou a cabeça grossa na entrada da minha boceta.

— Agora vou te comer de verdade. Quero sentir essa boceta apertada engolindo meu pau.

Ele empurrou devagar, me enchendo centímetro por centímetro. Eu arqueei as costas, gemendo.

— Ai meu Deus… que pau gostoso… me enche toda… fode fundo!

Marcelo começou a meter com força, segurando minhas coxas. O som molhado de pele batendo contra pele enchia o quarto.

— Toma essa rola, sua puta divorciada… essa boceta tá apertadinha pra caralho. Tá gostando de levar pau de colega de trabalho, né?

— Sim! Me fode forte, Marcelo! Quero que me rasgue… usa essa buceta como quiser! — gritei.

Ele mudou de posição, colocou minhas pernas sobre os ombros e meteu ainda mais fundo. Eu gozei pela segunda vez, apertando o pau dele com força enquanto meu corpo tremia. Gritei sem vergonha: “Caralho, me fode mais fundo! Me rasga com essa rola grossa! Sou sua vadia hoje, mete tudo, não para porra!”

Marcelo virou meu corpo de quatro, deu um tapa forte na minha bunda e enfiou tudo de uma vez. Segurou meus cabelos como rédea e meteu com violência.

— Rebola nessa rola, vadia. Mostra como tá gostosa pra mim.

Eu rebolava, empinando a bunda, gemendo como uma cadela:

— Me enche de porra, Marcelo… quero sentir você gozando dentro de mim… me enche essa boceta quente!

Ele acelerou, dando tapas na minha bunda, puxando meus cabelos. Quando não aguentou mais, enterrou bem fundo e gozou, enchendo minha boceta com jatos quentes e grossos.

Caímos na cama, suados e ofegantes, o pau dele ainda latejando dentro de mim.

— Isso foi só o começo da viagem — ele sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Amanhã eu quero te foder no banheiro do cliente, no carro, e de novo aqui até você não conseguir andar.

Eu sorri, apertando minha boceta em volta dele.

— Ótimo. Porque tô com fome pra caralho… e essa viagem acabou de ficar muito mais interessante.

Ainda tínhamos três dias pela frente. E eu mal podia esperar pelo que viria.

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