Bruno estava deitado na cama, só de short, quando o celular vibrou. Era ele novamente. O puto que não conseguia mais esconder o quanto estava obcecado.Abriu a mensagem e começou a ler. A cada linha seu pau ia acordando, engrossando devagar dentro do tecido.
“É indiscutível que seu corpo tá cada vez mais gostoso, Bruno… uma escultura em ébano e pérolas negras…”Ele sorriu de canto, passando a mão pelo peito peludo enquanto continuava lendo. O texto era longo, quase desesperado. Uma adoração completa.
O puto descrevia cada detalhe como se estivesse ajoelhado ali na frente dele: o bigodinho marcando os lábios grossos, o queixo forte, os olhos escuros, o brinco brilhando. Depois descia pro peitoral pesado, a pelugem no meio, os mamilos pretos que pareciam pedir para serem chupados. Falava dos braços grossos, do cheiro de macho pós-treino, da axila que ele queria enfiar o rosto.
Bruno desceu a mão e apertou o pau por cima do short. Já tava duro. Bem duro.
“…e então chega na melhor parte, Bruno. Essa virilha cheia de pelos, essa selva de macho… e o teu pau. Porra, o teu pau…”
Ele puxou o short pra baixo. A tora saltou pesada, grossa, latejando na mão. Leu o resto da mensagem devagar, exatamente como o puto pedia:
“Sente ele na sua mão agora. Aperta da base até a cabeça… olha como é grande… olha como é grosso…”Bruno obedeceu. Segurou forte na base, sentindo a grossura que ele mesmo estava descobrindo que era fora do comum. Passou a mão devagar até a cabeça roxa, que já soltava um fio brilhante de pré-gozo.
O quarto ficou tomado pelo cheiro dele. Cheiro forte de pau, de tesão, de homem.“Ele é enorme. Grossa. Negra. Grande. O pau de uma divindade…”
Enquanto lia as últimas linhas, Bruno começou a se masturbar com mais vontade. Pernas abertas, músculos tensionados, peito subindo e descendo. Imaginava o puto ali, de joelhos, babando, repetindo cada palavra como uma oração.
Ele gozou forte, gemendo baixo, jatos grossos caindo no peito e na barriga, misturando-se aos pelos escuros. Ficou ali, ofegante, olhando pro teto com um sorriso satisfeito.
Nunca tinha sido adorado daquele jeito. Não era só desejo. Era culto.
E o mais louco? Ele estava começando a gostar pra caralho de ser tratado como um deus.
