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Jorjão me transformou em fêmea e não consigo parar -Parte 6 - prazer sem fim

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Um conto erótico de Cdzinha_fêmea
Categoria: Crossdresser
Contém 1830 palavras
Data: 16/07/2026 01:25:49

Era uma madrugada quente

. E lá estava eu, de joelhos, na minha sala, à frente do Tonhão, sorvendo cada gota daquela porra espessa que ele despejava em minha boca.

- Hummm, e que delícia de leitinho, disse, enquanto sugava mais um pouco a cabeça.

- Caralho, sua piranha, sua boca é, muipara cadela que está sensível.

- Não gostou, amor, da boquinha da sua Bia? – perguntei, olhando bem dengosa nos olhos do meu novo amante e futuro corno.

- Eu não gosto de veado, mas você é muito gostosa. Vem aqui. – disse, me puxando para ficar de pé a poucos centímetros do seu rosto.

- A partir de hoje, você vai me obedecer, estamos entendidos - sua filha do satanás

- Vou estar sempre aqui Tonhão pra você gozar gostoso, enquanto eu conto as minhas aventuras por aí, você quer assim bebê? – disse, já colocando a mão no pau dele e acariciando., enquanto passava a língua ainda melada no lábio inferior.

- VIshhhhhhhhhh, que safada. Você aprendeu rapidinho a me deixar louco de tesao. Quero glubuuuuuuuuuuuuuuu, enquanto sua língua invadiu a minha num beijo lascivo e babado, enquanto seu pau já dava sinal de vida.

E então ele me jogou contra o sofá.

- Só não vou te comer a noite inteira porque tenho que voltar pro posto, mas na próxima vou te embuchar

Tá bom amor, eu também não iria conseguir dar hoje de novo, abrindo as pernas em posição de frango e mostrando o cuzinho ainda vermelho e inchado do Jorjão.

- Olha o q o Jorjão fez comigo, abrindo bem as pernas. Você vai cuidar de mim, depois que eu levar muita pica na rua?

- Preciso de um corninho (falei pela primeira vez a palavra) pra ser meu homem dentro de casa.

- Cala a boca, falou dando mais uma linguada na minha raba e se levantando enquanto ajeitava o uniforme.

Não precisava responder, o corpo dele já tinha aceitado.

E eu comecei a sentir uma pontinha de tesao ao imaginar que poderia ser escrava de uns e dominadora para outros. O jogo estava só começando.

Sobre o alagamento no apartamento, deixei como estava e fui dormir na suíte de hóspedes.

Afinal, a sexta-feira prometia. Passei um creme ultra cicatrizante nas pregas, ou no que restou delas, escovei os dentes e fui me deitar.

Meu estomago estava com muito leite.

Dormi como um anjinho ou seria uma diabinha?

Na sexta-feira, geralmente eu mantenho uma agenda bem mais leve na empresa. Apenas uma ou duas reuniões pela manhã, alguma conversa com a equipe e, depois do almoço, sextou.

Acordei umas 9h, com minha secretaria me chamando:

- Seu Bernardo, o que aconteceu? Está tudo bem o com o senhor? O seu quarto está todo molhado

- Está tudo bem, Dona Cida. Eu fui dormir tarde e esqueci a banheira ligada. Se o trabalho for muito pesado, chame mais alguém para lhe ajudar.

Conversa trivial e já me levantei para o meu café. Por baixo da sunga, a calcinha.

Senti que minha cucetinha ainda ardia, mas hoje ela iria pra guerra.

Tanto o Jorjão quanto o Tonhão, por trabalharem a noite, costumam dormir até o início da tarde.

E também não tinha como ir à obra durante o dia. Liguei para minha secretária na empresa, a agenda estava bem tranquila e desmarquei um único compromisso.

Na hora já liguei para a clínica de depilação a laser que é havia conhecido e ficado amigo da dona, que sabia, até então, apenas dos meus desejos e fantasias.

- Edilene? Oi, é o Bernardo, tudo bem?

- Oi Biaaaa, quero dizer, Bê, me conta, temos novidades?

- Amigaaaaaaaaaaa, arruma umas duas horas pra mim hoje a tarde, pago dobrado, mas preciso sair daí a mulher mais gostosa que você já atendeu

- Já é. Te espero as 14h. Vai querer o que?

- Pensei em fazer uma marquinha de bronze, além de retocar a depilação, e hidratação, mão e pé e um corte de leve no cabelo.

- Hoje quero tudo, porque de noite vou dar muito-ooooooooooooooo kkkkk. Bjo amiga, até depois.

Jorjão havia dito que estaria de folga nesta sexta-feira. Eu comentei por alto sobre a possibilidade de ele vir jantar aqui em casa e dormir comigo.

Ele apenas disse que iria pensar.

Antes de entrar no salão da Edil, mandei um zap para o Jorjão.

- Oiiiieee amor, espero que tenha dormido bem, por-que sua branquinha está louca pra namorar hoje com você, na minha cama. Aceita?

Menos de um minuto depois recebo uma foto daquela monstruosidade, no seu, digamos, tesao matinal.

- Olha como acordei pensando em você minha fêmea.

Meu cu chegou a piscar na hora.

- Então vamos combinar assim: as 19h eu passo aí e te busco. Meu carro é todo blindado e com película, daí vamos para o meu apartamento, pode ser?

- Fechado

Pensei na ideia do carro para que Jorjão não passasse pela portaria e desse de cara com Tonhão. E ciúmes de macho é fogo.

Só queria imaginar o tesao do Tonhão sabendo que eu estava com meu preto, dando gostoso. Se a ideia era botar fogo no parquinho, por que não?

Por estar de serviço, e na guarita, não iria dar escândalo, mesmo que ele visse pelas câmeras nos subindo. Mas aí ele já iria ficar com tesao.

E com ciúmes, claro.

Mas o que eu mais desejava, mesmo, era sentir o Jorjão me rasgando. E como boa geminiana, mudei os planos.

Meu motorista iria buscar o Jorjão para fazer um serviço no apartamento. E que serviço, pensei.

Eu decidi que iria esperá-lo como uma princesa.

No salão, a Edi já tinha bloqueado a agenda e reservado o espaço só para a Bia, em uma área reservada.

Esteticista, maquiadora, manicure e uma cabeleira, a Jade. Ela era uma mulher trans, morena jambo, de quase 1,80.

Com salto, chegava a quase 2 metros. Um corpo es-guio, todo definido. Suas coxas e bunda deixavam qualquer homem maluco.

E o que ela guardava dentro da calcinha, mais ainda. Ela que dava as dicas de amiga pra amiga, enquanto re-picava minha franja.

Meus braços, apoiados na cadeira, sempre davam um jeito de roçar aquele pau. Ela como uma boca e lábios mega carnudos, dava um sorriso, e apenas esfregava mais. Nunca passamos disso.

Fiz uma sessão de 30 min de bronze, com fi-tas pra deixar só a marquinha na raba. O corte era um Chanel, destacando meu cabelo liso castanho

Pela primeira vez fiz uma make profissional. Unhas, de-pilação e hidratação completa.

Era quase 17h30 quando ter-minaram. Ao me virar para o espelho, não acreditei. A bia es-tava totalmente feminina.

De pé, enquanto dava aquela ajeitada no cabelo como todas as mulheres fazem no salão,

Jade, chegou bem coladi-nha nas minhas costas, com aquela rola dura, e disse:

- Você agora e uma vagabunda completa, mas linda e com classe.

Vai lá amiga e esvazia o saco do Negrão -, falou, rindo, enquanto me encoxava.

Eu só de shortinho e camiseta, coloquei uma máscara dessas usadas na covid, óculos escuros, boné e rumei para o meu carro. Já estava atrasada.

O look já estava previamente separado. Uma cinta liga com detalhes em dourado na meia arrastão, uma calcinha mi-núscula, bem fio, em que estava escrito na frente :me come e um scarpin em tons de oncinha, com salto dourado de 15 cm, ultrafino

. Vesti um microvestido, também em tons tigresa, com uma saia que sequer cobria a polpa da raba, mangas lon-gas para cobrir os braços e um generoso decote, que adornava os peitinhos.

- Que piranha- disse, ao me olhar toda vestida.

O whast apitou. Era meu funcionário informando que Jorjão chegava em 5 min

Passei cinco gotinhas de Chanel número 5, retoquei o batom, um vermelho intenso com leve sabor de pimenta que deixava meus lábios ainda maiores e fui para a sala

.

A porta deixei entreaberta. Escutei o barulho do eleva-dor abrindo. E pude ver ele.

Gente, sério. Sem fantasias ou exageros. Meu corpo todo entrou em êxtase. Como já relatei, ele não tinha nada do que costumamos definir como beleza.

Um homem com mais de 60 anos, barrigudo, barba e cabelo brancos, com 1,90. Ele abriu a porta e um sorrisão

- Minha branquinhaaaaaaaaaaa.

Não dei nem tempo de ele terminar falar

Pulei no seu colo como uma menina. Minhas pernas o enlaçaram e ele me segurou como se fosse uma pluma.

_ Amooooooooooooooooooooooor, que saudade do meu preto, enquanto minhas mãos abraçavam sua nuca e nossas bocas se devoravam com uma fome animalesca.

- Arghhhhhh, glub, aieeee., te amo Preto

- Tava com saudades minha Bia?

- Uhurummmmm, muita

Rapidamente ele abriu o zíper apenas com uma mão e aquela anaconda saltou para fora da calça.

O safado veio sem cueca.

Bastou eu sentir aquele cogumelo gigante, rocando a portinha da minha cuceta, ainda agarrada no colo dele para eu dizer:

- Mete, me come, me come forte. Eu preciso do teu pau me dilacerando.

Ele puxou a calcinha pro lado, passou o dedo e perce-beu que eu já tinha colocado gel, portanto estava molhada.

E num único e brusco movimento, cravou aquela imensidão.

- Você quer ser muito puta ne, branquinha? Então aguenta a rola do teu homem

- Putaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa quepa riiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ca-rallho

Mais uma vez, a exemplo da primeira vez, tive a nítida sensação de um desmaio, porque perdi a consciência,

tama-nho a intensidade do meu orgasmo com uma única estocada.

Ao abrir os olhos, a primeira lembrança e de uma dor lasciva. –

Aieeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, cachorro, você vai me matar assim.

Ploft, ploft, polft. Ele me fazia quicar naquele pau como uma bola de basquete.

- Não paraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, não pa-raaaaaaaaaaaaaaa, puta que pariu, isso e muito bom. Que de-lícia, mete, mete forte,

meteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, ar-ghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh-

hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh-

hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh-hhhhhhhhhhhhhhhhhh

O segundo gozo veio ainda mais avassalador. Meu gre-linho mole apelas expelia um líquido transparente ralo, na bar-riga de Jorjão.

- Não parei de pensar em você e nesse cuzinho desde ontem.

Bati duas punhetas quando acordei –sua gos-tosgostogostosaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Menos de cinco minutos depois que ele entrou no quar-to, olhei para aquele homem, já suado, dando um urro que mais parecia um trovão.

Suas mãos cravaram na minha bun-da, abrindo ainda mais a cuceta. E senti aquele monstro in-char dentro de mim.

Era como se tivesse uma injeção ou algo assim, injetando jatos e mais jatos de leite, espesso, pegajo-so.

Nossas bocas, não se desgrudaram mais.

Não era um beijo só de tesao – e olha que tinha muito, mas muito mesmo -

. Era uma conexão entre uma fêmea submissa, que nasceu pa-ra servir e seu alpha, o Dominador dos dominadores.

Eu já tinha tomado dois choques de alta tensão, nos or-gasmos e estava ali, jorrando porra pela cuceta.

Lentamente ele foi me soltando. Eu ajoelhei e fiz questão de limpar cada gotinha, num sabor que misturava o agridoce da porra com pi-tadas de cu.

- Preciso de você na minha vida – falei, ajoelhada, olhando nos olhos daquele homem.

- Só volto a trabalhar no domingo. Até lá, esse será o nosso cantinho, falou.

O final de semana recém estava começando, e eu já delirava de tanto tesao. No próximo capítulo, depravação to-tal.

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Foto de perfil de Cdzinha_branquinha Cdzinha_branquinha Contos: 6Seguidores: 12Seguindo: 1Mensagem Uma cdzinha baixinha, branquinha e toda lisinha, com uma cucetinha toda rosinha

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