Passando aqui para celebrar uma marca que me deixa muito feliz: já somos o 23° conto mais lido na Casa dos Contos nesse mês, com mais de 8 mil leituras! 📖✨
Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que dedica seu tempo para acompanhar nossa jornada. Sem o apoio, os comentários e o engajamento de cada leitor, nada disso seria possível.
Agora, o próximo objetivo está traçado: estamos a caminho do Top 10 e, quem sabe, mirando o primeiro lugar? Com essa comunidade maravilhosa que estamos construindo, nada é impossível!
Continuem acompanhando, porque o melhor ainda está por vir. Muito obrigado(a) por fazerem parte dessa história!"
A porta se abriu com um ranger lento e pesado. O Everaldo estava ali, parado na soleira, com aquela cara de quem já tava esperando exatamente o que ia acontecer. Quando ele viu a Vanessa, parada na varanda naquele shortinho minúsculo e a blusa branca sem nada por baixo, o olhar dele mudou na hora. Ele não era mais o professor ríspido, ele virou um bicho faminto. Ele deu um passo pra frente, puxou ela pra dentro pela cintura, como se ela fosse um objeto que ele finalmente tinha recuperado, e fechou a porta com um chute, trancando tudo lá dentro.
Eu cheguei na ponta do pé até a janela lateral, me escondendo atrás de um arbusto pra não ser visto. O vidro tava um pouco embaçado, mas eu consegui ver tudo. A Vanessa tava lá dentro, respirando fundo, com aquele ar de quem sabia que ia se dar mal, mas que queria ser destruída. O Everaldo ficou hipnotizado, olhando cada curva dela, diferente da magrinha que ele conhecia, mas que agora tava muito mais mulher. Ele começou a passar a mão pelo braço dela, descendo até a barriga, e ela só fechou os olhos e arfou, se inclinando pro toque dele.
Aí ele não aguentou. Ele puxou o rosto dela com as duas mãos e cravou um beijo na boca dela que parecia que ia sugar a alma da minha esposa. Foi um beijo bruto, molhado, cheio de fome. A Vanessa gemia alto, agarrando as costas dele, puxando a camisa dele como se quisesse rasgar tudo. O Everaldo gemia também, uns sons graves, profundos, de quem tava morrendo de tesão acumulado. Eu tava ali, a poucos metros, vendo minha mulher beijar outro cara, vendo a boca dela ser invadida por aquela língua grossa, e senti o meu corpo inteiro arrepiar. Era uma cena que fazia meu sangue ferver e meu pau latejar de um jeito insano.
O beijo foi ficando cada vez mais selvagem. Ele empurrou ela contra a estante de livros, fazendo as coisas tremerem, e ela não arredava o pé. A mão dele subiu pela blusa, apertando os peitos dela com força, fazendo ela soltar um grito abafado entre um beijo e outro. O gemido dele era de um desespero que eu nunca tinha visto. Ele tava ali, se perdendo nela, esquecendo de tudo, e eu via cada detalhe. A Vanessa tava totalmente entregue, a boca suja de baba, o rosto corado, pronta pra tudo o que ele quisesse.
Eu vi o Everaldo levantar a blusa dela e começar a chupar os seios dela, fazendo aquele barulho molhado que chegava até onde eu tava. A Vanessa jogava a cabeça pra trás, as mãos entrelaçadas no cabelo dele, puxando pra ele não parar. O tesão ali dentro era tão grande que eu quase podia sentir o cheiro. Eu estava ali, vendo o primeiro amor dela dominar o que era meu, vendo a cena mais proibida e, ao mesmo tempo, mais excitante da minha vida. Aquele beijo na boca dela, aquela entrega, era só o começo da aula particular que ele tinha prometido, e eu sabia que, dali pra frente, ia ficar muito, muito mais sujo.
O Everaldo parou o beijo, mas não soltou ela. Ele prendeu a Vanessa contra a estante de livros, colando o corpo dele no dela. O olhar dele desceu pro seios dela e ele soltou um riso baixo, quase um rosnado.
— Você veio pronta pra aula, hein, Vanessa? — ele disse, com a voz grossa, vibrando no peito dela. — Veio sem nada por baixo pra facilitar o meu trabalho?
A Vanessa tava ofegante, o peito subindo e descendo rápido, os olhos revirados de tanto tesão.
— Eu sabia que você ia gostar... eu queria que você visse... — ela respondeu, a voz arrastada, já toda entregue.
Ele não esperou. Com um movimento rápido, ele tirou a blusa dela pra cima, deixando os peitos dela livres. Ele deu uma mordida forte na pele, bem ali na ponta do bico, fazendo ela soltar um grito que não era de dor, era de puro prazer. Ele começou a sugar com uma voracidade que dava pra ouvir lá de fora, um barulho molhado e bruto. Enquanto a boca dele trabalhava lá em cima, a mão dele desceu pesada, agarrando o bumbum dela por cima do shortinho jeans. Ele apertava com tanta força que os dedos dele afundavam na carne, moldando o corpo dela.
— Ai, isso... morde... continua! — a Vanessa gemia feito uma puta, sem nenhuma vergonha, as pernas bambas, tentando se esfregar nele pra sentir o volume que tava crescendo na calça dele. — Faz o que você quiser comigo, professor... eu sou sua, só sua!
— Você é uma vadia, Vanessa — ele murmurou no meio da sucção, parando só pra olhar pra ela com um sorriso cruel e satisfeito. — Agora abre essas pernas e me mostra essa bucetinha.
A Vanessa gemia cada vez mais alto, se contorcendo toda, agarrada no pescoço dele como se fosse cair. Eu, ali na janela, via o shortinho jeans dela ser puxado pra baixo, a mão dele explorando cada curva, e a forma como ela se entregava pra cada toque dele me fazia perder o controle. Ela tava gemendo, chamando ele de mestre, implorando pra ele parar de brincar e foder logo com ela. O clima era de destruição total, e ela tava adorando cada segundo daquela humilhação.
O Everaldo não parava de apertar a bunda dela, a mão dele parecia que ia deixar os dedos marcados na carne. Ele puxou o shortinho pra baixo de uma vez, deixando ela só de calcinha, e passou a mão grossa na entrada da buceta dela, que já tava toda melada.
— Você tá muito assanhada, vanessa— ele falou, com a voz rouca e pesada, encostando o pau durão na barriga dela. — Sabe que a lição de hoje não vai ser nada leve, né?
A Vanessa tava fora de si, com a cabeça jogada pra trás e os olhos quase fechados. Ela soltou uma risada safada e se esfregou nele, sem nem ligar pro mundo.
— Eu não quero coisa leve, professor. Eu quero que você me use do jeito que quiser, quero que você me deixe toda arrombada. Faz o que tiver que fazer, me fode logo, que eu não aguento mais ficar te esperando!
Ele deu um tapa seco na bunda dela, fazendo a pele balançar, e deu um sorriso de bicho.
— Então para de falar e abre logo isso. Mostra pra mim o que você aprendeu enquanto tava longe de mim. Quero ver se você ainda é aquela menina que me obedecia ou se virou uma vadia de primeira.
Ela se ajoelhou ali mesmo, no chão da sala, e puxou o zíper da calça dele, com uma pressa que dava pra ver daqui de fora. A língua dela já tava pronta, querendo sentir o pau dele.
— Eu sou o que você quiser que eu seja — ela falou, olhando pra cima com uma cara de quem tava pedindo castigo. — Só me fode, por favor, eu preciso de você dentro de mim agora mesmo.
O Everaldo puxou o cabelo dela pra trás de novo, forçando ela a encarar o tamanho do pau que ela ia ter que aguentar.
— Você vai ter muito mais do que só uma foda hoje, Vanessa. Você vai ter a noite inteira pra provar que merece estar aqui. Agora engole esse orgulho e me mama sua puta.
Ele empurrou o rosto dela pra baixo e ela começou a chupar com vontade, fazendo um barulho que me deixava maluco. Eu tava ali fora, vendo a minha mulher se ajoelhar pra outro cara, ouvindo ela gemer toda vez que ele dava um puxão no cabelo dela. Ela tava toda entregue, e eu, vendo tudo, só conseguia sentir que esse era o momento mais sujo e mais gostoso que a gente já tinha vivido. A aula de verdade tava só começando e o Everaldo não ia ter pena nenhuma.
O Everaldo empurrou o rosto dela com força contra o pau dele, fazendo ela engasgar enquanto chupava. Ele soltou um gemido grosso, segurando os ombros dela com uma mão enquanto a outra apertava o cabelo dela pra baixo, controlando o ritmo.
— Isso, Vanessa, é assim que uma aluna exemplar se comporta — ele rosnou, a voz saindo cortada pelo prazer. — Quero que você sinta o gosto de tudo, sem desperdiçar uma gota.
Ela balançava a cabeça, fazendo um barulho molhado que ecoava na sala, os olhos azuis cheios de lágrimas de tesão, olhando pra ele com uma cara de quem tava sendo possuída por dentro. Ela parou um pouco, com a boca toda suja, e olhou pra cima, com a respiração pesada.
— Eu não quero fingir nada, Everaldo... Eu quero que você me trate como sua puta, eu quero sentir você me rasgando por dentro, eu quero esquecer quem eu sou quando tô com você! — ela disse, com a voz tremendo de tanta vontade.
Ele deu um riso seco, de quem tava adorando ver ela naquele estado de desespero, e levantou ela pelo braço com uma facilidade bruta. Ele jogou ela contra o sofá, abrindo as pernas dela com força.
— Então para de enrolar e abre bem. Eu quero ver se você ainda e apertada, ou se aquele teu marido te arrombou. Hoje eu vou te fuder, vou te deixar toda dolorida pra você não esquecer nunca mais quem é seu verdadeiro dono.
A Vanessa gemia, chamando por ele, chamando pela dor e pelo prazer ao mesmo tempo. Ela tava ali, entregue, esperando ele entrar com tudo, com o corpo todo arrepiado, pronta pra ser comida da forma mais suja possível. Ela só conseguia balançar a cabeça, concordando com tudo, querendo que ele começasse logo a fuder ela.
— Pode me foder, Everaldo, pode me usar como quiser... eu não quero ser de mais ninguém hoje, só sua! — ela gritou, e ele, sem dizer mais uma palavra, partiu pra cima dela com o pau duro, pronto pra fazer valer cada segundo daquela aula.
O Everaldo soltou uma risada pesada, uma daquelas que faz o peito tremer, enquanto empurrava a Vanessa com força contra o sofá, fazendo o móvel ranger. A mão dele, grande e calejada, agarrou a calcinha de renda que ela ainda usava. Sem nem pensar duas vezes, ele deu um puxão seco, rasgando o tecido fino de lado a lado. O barulho do pano arrebentando foi alto no silêncio da sala.
— Olha só... está toda úmida, hein, minha putinha? — ele falou, a voz saindo um rosnado baixo, enquanto o olhar dele descia direto pro meio das pernas dela.
Ele forçou as pernas dela a abrirem mais ainda, escancarando tudo. A bucetinha dela tava ali, exposta, toda inchada e babando de tanto tesão. O mel escorria pelas coxas dela, brilhando na luz fraca da sala. O formato era bem certinho, um moicano desenhado pelos pelinhos loiros, fininhos e bem aparados, que tavam todos molhados com o suor e o próprio prazer dela.
A Vanessa tava arfando, com as mãos presas no estofado do sofá, a cabeça jogada pra trás, gemendo alto e sem parar.
—Everaldo , por favor... me olha... olha como eu tô pra você — ela implorava, toda se tremendo, com a mão dele já esfregando o grelo dela com força. — Eu tô encharcada, tô precisando de você aqui dentro, não aguento mais ficar só na vontade!
Ele passou o dedo grosso ali no meio, sujando a mão toda com o mel dela, e depois levou o dedo até a boca dela, forçando ela a lamber.
— Você tá uma delícia, Vanessa. Tá babando, toda pronta pra receber o que é seu. Olha só esses pelinhos loiros, parece que tão pedindo pra ser fodidos. Você quer que eu acabe com essa tua vontade ou quer sofrer um pouco mais?
Ela fechou os olhos com força, mordendo o lábio até quase sangrar, e soltou um gemido desesperado, quase um grito de puta:
— Fode logo! Fode essa bucetinha, me destrói, Everaldo! Eu não quero mais esperar, eu quero sentir seu pau socando isso aqui até eu não saber mais nem meu próprio nome!
Ele sorriu, aquele sorriso cruel, e se preparou pra entrar, enquanto eu, ali fora, via cada detalhe dela entregue daquele jeito, o meu pau doendo de tanto tesão enquanto eu via o velho dominar a minha mulher.
O Everaldo deu um tapa estalado na bucetinha dela, deixando a marca dos dedos vermelha na pele branquinha, e a Vanessa soltou um gemido que ecoou pelas paredes. Ele não perdeu mais tempo. Ajustou o corpo, segurou as coxas dela com as mãos grandes e, sem dó nenhuma, enfiou a cabeça do pau preto dentro dela de uma vez só. A Vanessa deu um solavanco, o corpo inteiro travou e ela arqueou as costas, gritando o nome dele enquanto sentia ele preencher cada cantinho.
— Isso... isso mesmo, everaldo! — ela gemia, a voz toda falhada, as unhas cravando nas costas dele. — Enche tudo, não deixa nem um espacinho pra respirar!
Ele começou a socar com um ritmo bruto, cada estocada fazia o sofá bater na parede com um baque surdo. O barulho de carne batendo, o nhum-nhum molhado do mel dela misturado com o suor, deixava o clima insuportável de tão quente. Ele segurava o cabelo dela, puxando com força pra ela não conseguir desviar o rosto, e falava um monte de sujeira no ouvido dela, perguntando se o marido dela sabia como ela ficava gostosa quando era comida por um homem de verdade.
A Vanessa tava totalmente entregue, nem parecia mais a mesma mulher que saiu de casa comigo. Ela tava ali, submissa, balançando o quadril pra encontrar o ritmo dele, gemendo feito uma cachorra no cio.
— Fala, Vanessa! — ele exigiu, dando uma estocada tão funda que fez ela perder o fôlego. — Fala quem é que tá te ensinando o que é prazer de verdade hoje!
— É você, Everaldo! — ela gritava, com os olhos revirados, toda suada e suja. — É você que tá me destruindo! Fode, fode mais forte, não para nunca!
Ele começou a girar o quadril, apertando a bunda dela com força, e o ritmo ficou doentio. Eu via o corpo dela ser jogado de um lado pro outro, os pelos loirinhos da buceta dela ficando cada vez mais grudados de tanto mel e fluido, e ela tava chegando lá de novo. Cada estocada era um castigo, cada gemido era uma entrega. Eu tava lá fora, assistindo aquela cena proibida, sentindo que a minha autoridade tinha sumido e que o Everaldo tinha tomado conta de tudo. A Vanessa tava sendo arrombada, assada, e ela não pedia pra parar nem por um segundo. A aula tava só começando e o estrago que ele tava fazendo nela ia deixar marcas que nem o tempo ia apagar.
O Everaldo parou de socar por um segundo, só pra deixar a Vanessa ali, pendurada na vontade, ofegante, com o pau dele enterrado fundo nela. Ele puxou o cabelo dela de novo, bem forte, e sussurrou no ouvido dela, com aquela voz grossa que arrepiava até a alma:
— Tá gostando, né, sua safada? Tá sentindo o tamanho da minha pica? Fala pra mim, sua vadia, quem é que você queria que estivesse te arrombando agora?
A Vanessa tava toda tremida, com a boca aberta, buscando ar, e respondeu num fio de voz, toda cheia de desejo:
— É você, Everaldo... sempre foi você. Eu não quero mais ninguém, só quero que você me use até eu não aguentar mais. Fode logo, pelo amor de Deus, não me deixa parada assim!
Ele deu uma risada de deboche e começou a socar de novo, agora num ritmo mais doente, mais rápido. A cada estocada, ele batia o corpo pesado dele no corpo dela, fazendo ela soltar uns gemidos que pareciam gritos de socorro e de prazer misturados. Ele apertava as tetas dela com força, deixando marcas vermelhas, e ela gemia, chamando ele de tudo quanto é nome sujo.
— Você quer mais, né? Você quer que eu te encha tanto que você nem consiga andar amanhã, não é? — ele falava, dando um tapa na buceta dela entre uma estocada e outra, fazendo o mel voar pra todo lado.
— Sim! Eu quero! — ela gritava, se balançando inteira, jogando o quadril pra encontrar o pau dele. — Me acaba, Everaldo! Me deixa marcada, faz o que você quiser comigo!
Eu tava ali na janela, quase morrendo de tanto tesão, vendo o velho brincar com a minha mulher como se ela fosse um brinquedo de luxo. Ele era bruto, não tinha dó nenhuma, e a Vanessa parecia que tinha nascido pra ser fodida daquele jeito, com raiva e com desejo ao mesmo tempo. A sala toda tava virando uma zona, com almofada no chão e o cheiro de sexo ficando cada vez mais forte, uma parada que eu ia guardar na cabeça pro resto da minha vida.
O Everaldo não deu descanso. Ele puxou a Vanessa pelos cabelos e forçou ela a virar de bruços, jogando ela de cara no estofado do sofá. Sem perder tempo, ele deu um tapa violento na bunda dela, deixando a mão marcada ali na hora, e já começou a meter no cuzinho dela com tudo. A Vanessa soltou um grito abafado, o corpo dela todo esticou, mas ela não arredou o pé.
— Tá doendo? — ele rosnou, com o pau lá dentro, mexendo devagar pra ela sentir cada centímetro. — Fala logo, sua puta, se tá doendo ou se você tá amando ser arrombada desse jeito pelo seu professor!
Ela gemia, babando no estofado, com os olhos fixos na parede, toda entregue.
— Dói... dói demais, Everaldo! Mas não para, por favor, não para! Eu amo sentir seu pau me rasgando! É a melhor coisa que eu já senti na vida, fode, fode muito esse cuzinho, ele é todo seu!
Ele começou a socar com mais força, batendo na bunda dela, o barulho do contato da carne era seco e constante. A Vanessa gemia feito uma cachorra, balançando o quadril pra trás, querendo encontrar o fim do pau dele. Ela tava toda assada, toda marcada, o rabo dela brilhando de suor e do fluido que escorria.
— Você é muito suja, Vanessa! — ele gritou, começando a socar mais rápido, numa fúria doentia. — Você veio aqui pra ser usada como a vadia que você sempre foi, não veio? Olha o estado que você tá, toda estragada, toda aberta pra mim!
— Eu sou sua vadia, Everaldo! — ela gritava, quase sem fôlego, o corpo todo tremendo. — Me usa, me acaba, faz o que você quiser! Eu sou sua aluna, eu sou sua puta, eu sou tudo o que você mandar eu ser!
Eu, ali na janela, tava quase explodindo. Ver ela ali, sendo tratada daquele jeito, chamando ele de dono, me deixava em brasa. Ela tava dando tudo o que tinha, todo o prazer e toda a entrega, e o velho tava sugando ela até a última gota. O clima tava tão sujo, tão pesado, que eu podia sentir o ar vibrar. Ela tava no limite, pronta pra explodir de novo, e ele tava chegando lá junto, com aquela cara de quem ia drenar ela até ela não ter mais forças nem pra respirar.
Ele puxou o cabelo dela com tanta força que o rosto dela foi forçado a olhar pra trás, na direção da janela onde eu estava. Ela estava com o rosto todo sujo de saliva, os olhos vidrados, completamente fora de si. Ele deu um sorriso maldoso, vendo ela toda arrebentada, e encostou o rosto no pescoço dela, ofegando.
— Você tá vendo o tamanho do estrago que eu tô fazendo, Vanessa? Olha pra você, toda marcada, toda aberta... Tá gostosa demais, sua cadela.
A Vanessa soltou um gemido agudo, um som que parecia arranhar a garganta, e se contorceu, querendo mais, querendo que ele fosse fundo até não ter mais pra onde ir.
— Eu não quero nem ver o estrago, Everaldo... eu quero sentir! Eu quero que você acabe comigo! Fode forte, fode até eu apagar, eu sou sua pra fazer o que você quiser!
Ele começou a socar de um jeito selvagem, empurrando o corpo dele contra o dela com uma força bruta. O sofá rangia sem parar, e a Vanessa gritava, implorando, num desespero que me fazia perder a noção de tudo.
— Você quer que eu acabe com você? — ele perguntou, dando um tapa seco na bunda dela, fazendo ela soltar um ganido. — Então abre bem essa boca, porque agora eu vou te encher tanto que você vai sair daqui andando torta!
Ele começou a bater o pau dela com tudo, num ritmo alucinado. Cada vez que ele entrava, ele dava um tapa na bunda dela, deixando a pele dela vermelha e quente. A Vanessa gemia, chamando por ele, dizendo que ele era o dono dela, que ela não queria saber de mais nada no mundo a não ser daquela pica entrando nela.
— Isso, isso! Fode, fode muito! Eu sou sua! Eu sou sua puta, Everaldo! Acaba comigo logo, joga tudo dentro de mim!
Eu via cada movimento, cada detalhe, cada marca que ele deixava nela. O prazer dela era uma coisa tão doente, tão suja, que eu me sentia parte daquilo tudo, como se o meu desejo fosse o combustível que mantinha aquela foda insana rolando. Ele tava pra gozar, dava pra ver pelas veias saltadas no braço dele e pelo jeito que ele tava socando, com toda a vontade do mundo. A Vanessa tava ali, no ápice, o corpo todo travado, esperando o momento em que ele ia despejar tudo dentro dela.
