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Claudia, a sogra 14 (final)

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1123 palavras
Data: 16/07/2026 06:47:14
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 14: O Final Feliz da Coroa Fogosa

Cláudia estava de joelhos no chão do apartamento espaçoso, agora mobiliado com bom gosto graças ao fluxo constante de dinheiro que entrava. O cliente da noite — um executivo de 35 anos, bem pago e discreto — gemia alto, o pau latejando na mão enquanto se masturbava a poucos centímetros do rosto dela. Cláudia mantinha a pose perfeita para a câmera: boca aberta, língua estendida, olhos verdes fixos na lente do celular apoiado no tripé. A lingerie preta de renda estava rasgada nos seios, expondo os mamilos duros e siliconados.

— Goza pra mim, amor… enche a cara da Coroa Fogosa… marca sua puta madura — ronronou ela, voz rouca e provocante.

O homem soltou um gemido gutural. Os primeiros jatos grossos e quentes acertaram em cheio: um no meio da testa, escorrendo pelo nariz, outro na bochecha esquerda, outro direto na língua estendida. Cláudia gemeu de satisfação, sentindo a porra quente e viscosa cobrir seu rosto, pingando no queixo e escorrendo pelos seios. Ela lambeu o que conseguia alcançar, sorrindo safada para a câmera enquanto o cliente esvaziava o resto nos seus lábios.

— Caralho… que delícia… — murmurou ele, ofegante.

Cláudia pegou o celular rapidamente, tirando uma sequência de selfies: close do rosto completamente melado, língua lambendo a porra devagar, sorriso vitorioso, seios brilhando com o sêmen que escorria. Legenda já pronta na mente: “Mais um cliente satisfeito enchendo a cara da coroa. Quem é o próximo que quer sujar tudo? 😈💦”

O cliente ainda respirava pesado, ajeitando a calça, quando a porta do apartamento se abriu com a chave reserva.

André entrou calmamente, camisa social preta com os primeiros botões abertos, calça jeans escura, expressão de dono absoluto. Seus olhos percorreram a cena: Cláudia de joelhos, rosto coberto de porra fresca do cliente, seios expostos, buceta visivelmente molhada sob a lingerie destruída.

O cliente arregalou os olhos, confuso e assustado.

— Ei… quem caralho é esse?

André ignorou o homem completamente. Ajoelhou-se na frente de Cláudia, segurou o rosto dela com as duas mãos — porra ainda escorrendo entre seus dedos — e a beijou profundamente. A língua invadiu a boca dela sem hesitação, provando o gosto salgado e forte do sêmen de outro homem. Cláudia gemeu alto no beijo, as mãos subindo pelas coxas dele, apertando o pau já duro por cima da calça.

O cliente ficou parado, boquiaberto.

— Porra… isso é seu marido? Que doideira…

André se afastou do beijo apenas o suficiente para responder, sem tirar os olhos de Cláudia:

— É. Agora pega seu dinheiro e sai. Ela terminou o programa.

O homem, ainda atordoado, pegou a carteira, deixou o envelope com o pagamento combinado na mesinha e saiu apressado, murmurando algo sobre “casal mais louco que já vi”. A porta bateu atrás dele.

André sorriu possessivo, limpando um pouco de porra do rosto de Cláudia com o polegar e enfiando-o na boca dela.

— Você fica ainda mais linda assim… toda suja pro seu homem.

Ele a levantou com facilidade, carregou até o sofá largo da sala e sentou, colocando-a no colo de frente para si. Cláudia abriu as pernas imediatamente, puxou o pau grosso e duro dele para fora da calça e encaixou na buceta encharcada. Desceu devagar, sentindo cada centímetro abrindo-a, misturando os fluidos do cliente com os dela.

— Porra… você tá tão molhada… — grunhiu André, segurando a bunda dela com força.

Cláudia começou a cavalgar devagar, rebolando os quadris em círculos, sentindo o pau dele roçar fundo dentro dela. A porra do cliente ainda escorria pelo seu rosto, pingando nos seios que balançavam a cada movimento. André segurou a nuca dela, puxou para outro beijo sujo, lambendo a porra restante enquanto metia para cima, estocadas firmes e profundas.

— Isso… cavalga no pau do seu marido… mostra como você é vadia mesmo depois de ser usada — sussurrou ele no ouvido dela, dando um tapa forte na bunda.

Cláudia acelerou o ritmo, subindo e descendo com fome, os seios pulando contra o peito dele. André chupou um mamilo sujo, lambendo a mistura de porra e suor, depois o outro, mordiscando. As mãos dele apertavam a carne macia da bunda, abrindo-a enquanto guiava os movimentos.

— Mais forte, amor… me fode como só você sabe… — pediu ela, voz entrecortada de gemidos.

André a segurou firme pela cintura e começou a socar para cima com força bruta. O som molhado de carne contra carne enchia o apartamento. Cláudia jogava a cabeça para trás, gemendo alto, unhas cravadas nos ombros dele. Ele alternava tapas na bunda com apertos no pescoço, controlando o ritmo, dominando-a mesmo por baixo.

— Olha pra você… Coroa Fogosa pra todo mundo, mas minha puta particular — rosnou ele, acelerando ainda mais. — Goza no meu pau, Cláudia. Goza misturando a porra dele com a minha.

Ela explodiu em um orgasmo intenso, corpo tremendo violentamente, buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. André não aguentou mais. Com um gemido rouco, enterrou fundo e gozou, enchendo a buceta dela com jatos grossos e quentes, misturando seu sêmen ao do cliente anterior. Ficaram abraçados, ofegantes, porra escorrendo pelas coxas dela e pingando no sofá.

André não a soltou imediatamente. Beijou seu pescoço, lambeu o resto de porra do rosto dela com carinho, limpando-a devagar com a língua e com uma toalha úmida que pegou ao lado. Depois a carregou para o banho, onde lavou o corpo dela com sabonete, massageando os ombros, beijando cada marca vermelha deixada pelos tapas.

— Eu te amo assim… exatamente como você é — murmurou ele, abraçando-a por trás debaixo do chuveiro quente.

Cláudia virou o rosto e o beijou suavemente.

— E eu te amo por aceitar tudo. Por me querer inteira.

A relação dos dois havia se solidificado de forma única. Após o reencontro, André abandonou qualquer tentativa de vida “normal”. Mudou-se definitivamente para o apartamento (que logo trocaram por um maior e mais confortável), tornou-se parceiro fixo tanto na cama quanto nos negócios. Ajudava a editar vídeos, respondia mensagens dos clientes, marcava horários e, ocasionalmente, participava de alguns programas como “marido corno que assiste e fode a esposa depois”. Eles se casaram discretamente em cartório seis meses depois, sem festa, sem família, apenas os dois e duas testemunhas pagas.

Cláudia continuou como “Coroa Fogosa SP”, agora com centenas de milhares de seguidores, vídeos virais e renda estável que garantia conforto. André era o único que a beijava depois de tudo, o único que dormia ao lado dela todas as noites, o único que tinha o direito de enchê-la por último.

Não era o final tradicional que a sociedade esperava para uma mulher de 52 anos. Era melhor: era o final que eles escolheram. Sem hipocrisia, sem culpa, apenas prazer, cumplicidade e amor no estilo deles.

Cláudia, a Coroa Fogosa, finalmente havia encontrado sua coroa de verdade.

Fim

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