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Quem é seu dono?! - Capitulo 05

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Um conto erótico de Contos de Daniel
Categoria: Gay
Contém 2008 palavras
Data: 16/07/2026 19:07:37
Assuntos: Desejo, Gay, Gozo, Sexo

Era tarde da noite de sábado, depois daquela jantada, passei num bar, estes de esquina, e fiquei conversando com colegas, a poucas quadras de casa, tomei umas 5 garrafas e fui pra casa. Cheguei e nem me dei o trabalho, fui pro meu quarto, deitei na minha cama e apaguei, satisfeito.

DOMINGO - 09H30 = Meu último dia de folga, acordei tarde, satisfeito, solto, fui pro banho e ao me olhar no espelho via o quanto minha rola estava sendo bem tratada, murcha, leve, ousada bastante. Renan era um puto, aliás, em menos de 24 horas se transformava; era gostoso saber que ao sair da minha casa, abrir o portão da casa da sogrinha teria outro pra usar. Coloquei minha bermuda, deixando meu cacete balançando.

— E aí, pelo visto as roupas estão limpas, varal cheio, casas organizadas, que orgulho!

Ele não respondia, era seu jeito bicudo de ser.

— Quero café, sirva-me!

Sentei na cadeira, ele me trazia um copo e colocava o líquido, dei uma golada.

— Hoje vou ficar bebendo e vendo meu Corinthians jogar na telona da sogrona, vai no mercado, compra uma caixa de cerveja.

Soltei o cartão na mesa, fiquei observando ele, levantei, fui pra sala e me soltei no sofá, e meu dia se resumiu a aquilo: cerveja, jogo, ordenar.

— Amanhã a vovozona chega, nada muda entre eu e você.

— Até quando vou ser seu empregado?

— Até quando eu quiser, some da minha frente!

SEGUNDA-FEIRA - 05h30 DA MANHÃ

— Levanta marmanjo, vamos! Vamos!!!

Gritava e puxava a coberta de Marcelo, ele meio tentando despertar.

— Vou buscar sua vó e Karina na rodoviária, vai fazer café. Vaiiiii!

Nem sei como ele levantou, saí sem dar moral, voltei após o banho, dei uma golada e saí; a cara dele, a de sempre: ódio e ódio.

— Ouça uma coisa filhinho de vovô, você está indo bem, fazendo os afazeres de casa, cuidando da casa, sendo obediente, e não é somente a mim, principalmente a ela. É raro eu reconhecer, mas nestes dias está aprendendo bem seu papel de bom neto.

Fui buscá-las na rodoviária e realmente estavam satisfeitas com a viagem, contando bastante coisa.

Chegamos em casa e toda aquela cena: abraços, saudades, sentimentos bons, e claro, mal elas imaginavam quantas mudanças nestes 3 dias.

— Sogra, Marcelo segurou a onda da casa, hein, tá quase uma dona de casa. (demos risadas) Ele estático com cara de paisagem.

Minha sogra é uma guerreira, uma senhora de energia boa, que traz na sua idade aquele sentimento de cuidado, e com isso merece um neto que dê a ela todo carinho que ela precisa, e nisso que quero chegar.

Marcelo tem que deixar de ser um marmanjo, e eu estava disposto; claro que o sexo é algo gostoso, mas não é tudo, é apenas uma recompensa que por sinal ele ainda não merecia. Renan por outro lado era o carinha da vez, foi moldado a ser um bom mamador, aprendiz e dava seu melhor, e a certo ponto não era pela questão de eu contar ou não; nestes três dias ele viajou num prazer escondido, o que talvez Marcelo necessitasse pra se entender, e confesso que se um dia ele buscasse se assumir, a vó dele seria a primeira a apoiar, mas isto é um processo de entendimento, que depende dele, não de mim.

PASSADO ALGUNS DIAS! As coisas fluíam, Marcelo impressionava Dona Maria e até a minha esposa; ele saía de um imprestável que vivia jogando videogame pra um cara que ajudava nos afazeres de casa, e segundo até Dona Maria mudou da água pro vinho: mais carinho, mais atencioso, e dava seu melhor. Ouvir isso de fato me deixava feliz. Seu amigo Renan deu uma sumida de casa, e o ruim disso é que eu estava na seca, fazia uma semana sem uma boa mamada; não que minha esposa não saiba fazer o trabalho dela, mas que uma mamada de outro homem é uma viagem, e quem é casado e já provou sabe quanto uma boquinha faz a diferença. Confesso que por algumas vezes me peguei a pensar no que Renan disse, que Marcelo manjava muito; cheguei às vezes a bater uma punheta pensando na boca dele na minha rola, mas também me via afundando no cuzinho do amigo dele, aliás, ex comedor dele.

QUARTA À NOITE — Minha esposa queria ir ao shopping.

— Eu levo vocês lá, volto ver meu jogo, e quando estiverem prontas vou buscar. Pode ser?

— Claro amor, sabe como a mamãe enrola pra comprar as coisas. Rsr

— Por isso só vou deixar vocês lá e ver televisão na casa da sogra. Rsrs

Minha mente fluía, eu precisava gozar; com o sumiço de Renan, eu precisava. Tomei aquele banho, levei elas no shopping, passei na conveniência pra pegar uma gelada, voltei pra casa e Marcelinho estava jogando videogame. Tirei a camiseta e liguei a telona e dei meu grito.

— Guarda a cerveja lá no congelador.

Ouvi passos, ele já sabia sua função, enquanto eu abria a que tinha pego.

— Vem aqui!

Chegou na porta, seu olhar de cansado, mas seu jeito de tímido e birrento, era algo que me impressionava. Olhei pra ele.

— Senta ali e vem fazer uma massagem no meu pé, tô cansado.

Sentou-se sem dizer nada, e começou, leve, bem mais leve e com menos raiva do que da última vez.

— E aí, está com saudades do seu amigo Renan?

— Sabe que sim, ele é gente boa.

— Gurizão é bom mesmo; e você ainda não me curtindo?

— Sempre, isso não muda!

— É, mas acha que não reparo quando você me dá uma olhada, ainda mais quando estou assim, bermudão cheio (apalpei a rola), e sem camiseta?

Ele ficou em silêncio, mas sabíamos que o ponto de desejo dele existia; confesso que o meu também, e desde quando Renan disse que a "melhor" coisa nele era a mamada tive a vontade de saber, mas não poderia se deixar levar, ele precisava entender quem era seu dono.

— Pode parar de massagear, olha como está me deixando. (sinalizei minha pica duraça) Seu olho cresceu, sua curiosidade sempre foi muita, ainda que tinha a certeza que seu ex comedor havia cantado a bola, do quão a geba do pai aqui era boa; aliás, peguei algumas vezes o celular de Renan, e via o papo entre os dois, o fazia instigar Marcelo, deixar ele igual estava agora, com água na boca.

— E aí, você acha que merece esse?

Ele ficava em silêncio, seu olhar era de vontade.

— Quer pegar? Mata sua vontade!

Senti ele espichar sua mão, devagar, pois acreditava ser uma pegadinha, mas fui deixando e senti ele começar a acariciar minha rola por cima da roupa.

— Fica sussa, não tenha medo.

Ele então beijava meu pau se apoiando nas minhas coxas, demonstrava a que veio e a vontade de desembrulhar minha pica.

— Tira, ele é todo seu...

Tirava pra fora meu pau que já explodia de tesão, duro feito pedra; observava a carinha de sapeca dele, baita madeira na frente dele e me olhando.

— Quer, é?

Fazendo um sim com a cabeça, ele já mandava ver num boquete fenomenal; putzzzzz, manja muito...

Sua língua caminhava por toda extensão do meu cacete numa volúpia louca.

Se lambuzando no meu pau grosso, cheio de veias pulsantes, fazia a festa e ele me mostrava que sabia pagar bem pelo favor prestado.

Curtia numa respiração firme, fazia tempo que não recebia uma gulosa gostosa feito àquela; já fui fudendo a boquinha dele, segurando já sua cabeça e comandando... de pé agora mandava ele abrir bem a boquinha. Pronto!!!

Afundava a madeira goela dentro, tinha horas que via no seu olhar a mistura do prazer com o receio, fazia da sua boquinha meu fudedor, engasgava, soltava baba e mais e mais eu judiava, sem dó daquele gostoso.

Depois de um bom tempo bombando sua boquinha não resisti, levantei ele e lasquei um beijo gostoso; que loucura, jamais pensei que tamanho tesão fosse me fazer ter tal atitude. Sentia seu beijo lento, nossos lábios se misturavam ao mesmo tempo que sentia ele espalhar sua mão por todo meu corpo; ah, beijo puxado e quente, boquinha vermelhinha que recebia mordidas, que beijo bom...

Confesso que a experiência superava minhas expectativas; sem pensar o peguei no colo e o beijando o levei direto pro quarto dele, e chegando o joguei por cima dele na cama, ainda o beijando fui retirando sua roupa, eu baita homão jogado com o carinha da vovó.

Minha rola explodia de tesão, pouca luz, curtia aquele corpo magro e queria mais; o virando de raba pra cima já fui curtindo, bundinha branquinha e lisinha, meu sonho de consumo do momento. Não pensei duas vezes, abri aquele anelzinho e curti, dei umas dedadas e já caí de boca, meti a língua cu a dentro o levando ao auge, com tesão o fudia com linguada, cu apertado, mordida forte naquela bunda e língua, mais e mais fundo e ele gemendo, curtia seus gemidos de prazer, ele rebolava esfregando a bunda na minha cara.

Que raba gostosa, hehehe, estava louco pra mandar madeira, dei uns tapão naquela bunda, ouvir ele dizer "ai" me deixava louco... Tapas e mais tapas... Ele ali pedindo pau, pedi uma capa e apontando pra gaveta na escrivaninha peguei, encapei o bicho vendo ele ali pronto pra tomar.

Armado meu cacete estava pronto, dei mais uma língua no cuzinho dele pra deixar bem lubrificado e pronto; fui aos poucos fincando madeira, bem devagar, curtia ver ele se contorcendo pra aguentar... Gemia e eu com calma aos beijos afundava naquele cuzinho apertado, deliciosamente era bom ver meu mastro sumir, até o talo dentro do branquelo.

Devagar fui começando a bombar e somente de ouvir seus gemidos me deixa no auge, era um gemido gostoso de quem estava curtindo ser atolado e com movimento mais rápido fui estocando, em minutos pau, pau... Depois que a bunda acostumou já é; merece pica com vontade.

Seus urros de prazer a cada pancada na bunda me fazia delirar, se contorcendo, movimento a movimento, curtia meu pau entrar e sair daquele cuzinho rosado.

Coloquei ele de quatro na cama e pau, mandei madeira dentro, cada pancada era um gemido de prazer, devagar e rápido, mistura em ver ele agora rebolando, dizendo...

— QUE PICA GOSTOSA!!!

Quando ouvi pau; madeirei até ele se deixar de tanta estocada...

Vejo o seu cu todo aberto, meto a língua dentro o fazendo esfregar a raba na minha cara.

Fui subindo até seu pescoço enquanto já atolava o pau no cu dele, o abracei e mandei mais rola, com bastante força dizia no seu ouvido...

— GOSTA, PUTA!?

Gemia e levava com vontade, seu sim era abafado mas verdadeiro pois envergava aquele cu de pau...

Com meu cacete atolado dentro dele o fazia sentir o gosto em cada parte das suas entranhas. Meu cacete bambeava por cada parte dentro daquele rabo ouvindo seu gemido e eu no êxtase do prazer, aquele cuzinho quentinho, seus gemidos me levavam ao auge ao ponto de querer gozar loucamente.

Aumentei a velocidade numa intensidade louca que parecia destroçar sua bunda, pau, pau e pau... Pancada mesmo, gemendo loucamente, ouvi ele dizer "gozeiiiii", aí que destruí, sem dó enchi o pacote de leite, urro de prazer sabendo que detonei aquele cu.

Ao cair na cama o telefone toca, era minha esposa, terminaram a compra; levantei, mal coloquei a roupa e vazei, larguei ele lá. Claro que ao caminho foi toda uma situação, pensamentos fluindo a mil, e um alívio: nossa, que sexo gostoso, mente a mil e saco vazio, rsrsrsrs.

— Vocês gastam, hein, rsrs.

— Ah ela tem que comprar as coisas pro bebê dela, né?

— Para de ciúmes, Carina — (dizia minha sogra).

Voltamos pra casa, chegando em casa um brinco, minha sogra toda faceira com a ajuda de Marcelo, que claro me olhava de rabo de olho, ele sabia que foi bom.

— Sogra, eu vou dormir, amanhã tenho oficina cedo. Obrigado por deixar eu ver o jogo na sua tela, foi um golaço hoje! (dei uma leve olhada pro Marcelo).

#Continua.

Autor Contos de Daniel

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