Continuação do conto : A VIAGEM
Sentei na cama e vi que tinham algumas calcinhas espalhadas. Ele me viu olhando :
---bonitas neh ? Falou pegando uma e me dando na mão.
----Sim , muito sexys... Respondi admirando uma a uma das calcinhas. Ele esperou eu olhar todas e perguntou :
----se tu me der uma chupada eu deixo você experimentar uma. Fiz uma carinha de quem estava pensando e respondi melosamente :
----eu chupo com uma condição : se tu chupar meu cuzinho como fez mais cedo. Ele nem respondeu , se aproximou e puxou minha cabeça contra seu pau.
----Espera. Falei afastando-o. Deixa eu escolher a calcinha primeiro.
Escolhi uma vermelha de bem transparente que vinha com uma renda de colocar na coxa. Vesti, ele pegou minha e me fez girar para ver como tinha ficado na bunda. Depois me forçou para baixo e me ajoelhei na frente dele. Passei o rosto na cueca branca lisinha, sentindo seu pau já meio duro nas faces. Mordiquei seu pau, tentando chupar com cueca e tudo. Só baixei a cueca quando ficou bem duro. Ele saltou para fora, rixo, apontando para cima. Tive que puxa-lo para baixo para colocar na boca. Ele puxou meu cabelos para trás e falou:
----olha para teu macho enquanto chupa. Obedeci.
Depois de uns minutos e mandou eu deitar na cama. Obedeci deitando de bundinha para cima. Ele puxou minha pernas para foro deixando a rabinho na ponta da cama. Se ajoelhou , afastou a calcinha e metei a língua no meu cuzinho. Dei uma gemida de prazer. Meu pau começou a endurecer, e levei a mão para me punhetiar. Ele se afastou um pouco e deu um tapão na minha bundinha.
----aí, doí. Resmunguei.
-----cala a boca viado, e tira essa mão daí. Puto goza pelo cu. Obedeci. Coloquei os braços ao lado da cabeça e ele voltou a chupar meu cuzinho. Colocava a linhua dura lá dentro , como se estivesse fudendo. Eu só gemia. Mais uns minutinhos e ele levanta, solta 3 ou 4 tapas na minha bunda, e decreta :
-----agora o viadinho vai ganhar o que que veio buscar : pika no rabo. Abre a bunda para mim.
Levei as mão para trás e abri asbandas da minha , deixando o cuzinho bem a mostra. Fiquei esperando a pika, mas o que recebi foi um tapão bem no meio do cu. Reclamei e soltei a bunda. Levei outro tapão bem forte no lado da bunda .
----cala a boca a abre a essa bunda de novo , seu viado de merda. Obedeci. Abri as bandas da bunda e , claro, levei outro tapa no meio do cu. Mas aguentei firme e mantive as mãos abrindo minha bundinha. Levei um cusparada no meio do rabo, e em seguida senti seu pau cutucar meu anelzinho. Desta vez não doeu tanto, e ele foi enviando sem parar.
Quando entrou tudo, pegou minha cintura e ficava levantando e jogando contra a cama. Ficou assim uns minutos e depois me virou e ainda de pé abriu minha pernas e me comer de frango assado.
----quero ver tu cara de viado, levando pika. falou tanto uns tapinhas na minha cara.
Recebi umas estocadas mais forte e resmunguei baixinho. levei mais uns tapas na cara.
----cala boca viado, putinha aguenta calada.
Fiquei gemendo e miando baixinho até ele gozar dentro do meu cuzinho. Tirou o pau duro , virou meu corpo a tirou as ultimas gotas de porra batendo , e esfregando a pika na minha cara. Saiu e foi ao banheiro, fiquei deitado ali destruído. Ele tomou um banho e quando voltou, levantei e e fui em direção ao banheiro para me levar, mas antes que chegasse na porta ele me chamou.
---vem cá viado, tu não vai se limpar, vem aqui. falou brabo. Obedeci. Cheguei perto dele . Ele mandou eu virar. Obedeci e virei de bunda para ele. Levei um tapão de cada lado bunda.
----tu só faz o que eu mandar, entendeu ? Me virei e respondi baixinho.
----mas a calcinha esta suja e a porra esta escorrendo pelas coxas , preciso.......Não consegui terminar a frase. Levei um tapa na cara.
----tu não entendeu ? Tu só faz o que pedir. Falou asperamente.
----se joelha aqui e chupa meu pau. Falou ele sentando na cama. Obedeci.
Em poucos minutos aquela pika já estava duro como antes, um palmo de pika rija . Não cabia na boca e tentei chupar só a cabeça. Mas levei um tapa na cara .
----engole tudo, senão gozo muito rápido. Obedeci. Tentei engolir o máximo que conseguia. Mais um tempinho e ele manda eu sentar na pika dele.
Abri a bunda , afastei a calcinha, e fui descendo lentamente, engolindo cm por cm daquela tôra enorme. Estava gemendo e quicando, quando a porta do quarto se abre e Alice chega, ja falando :
---começaram sem mim......
Ele vestia um saia curta e meia arrastão com botas. Parou na minha frente olhou a calcinha vermelha e pau molinho. Deu um tapinha leve na minha cara.
----mas que viadinho heim....aprendeu rápido...chupa minha buceta aqui e me faz gozar. Falou tirando a saia.
Colocou a buceta contra minha cara, senti um cheiro muito forte de álcool e de cigarro. Baixei a meia e a calcinha dela, e saltou um cheiro de sexo, meti a língua na xaninha pentelhuda, e estava com muito gosto de porra. Quase vomitei e afastei a cara. Mas ela puxou minha cabeça.
----Chupa , limpa a porra dos meus machos. Obedeci. Mas quase vomitei, ela estava toda melada. Pegava minha cabeça e levava até as coxas por onde tinha escorrido porra. Depois puxava para cima de novo, e firmava na buceta.
Nem conseguia mais quicar no colo do macho, e logo levei um tapão no lado da bunda.
----mexi viado....
Comecei a rebolar para os lados e para frente, acalmando o macho, e consegui finalmente faze-la gozar. Ela esperou escorrer bastante liquido, e depois foi tomar um banho.
Me concentrei então em quicar para fazer meu macho gozar, mas ele me afastou, e mandei eu ficar de pé ao lado da cama e pousar meu peito na cama. Obedeci. Deitei empinando bem a bunda. E logo senti aquela pika enorme invadir meu cuzinho, que desta vez não apresentou nenhuma resistência. Mas minhas pernas já estavam fraquejando. Implorei para ele gozar. Mas a responda dela foram tapões bem fortes na minha bunda :
----cala boca viado, quem manda aqui só eu. Escorrei a os joelhos na cama , para suportar.
Ele socou com força por alguns minutos e finalmente gozou. Tirou o pau, e foi aquela sensação de vazio gostosa. Ele ficou batendo com pau na minha bunda tirando as ultimas gotas de porra e espalhando por toda a bundinha branca ( a esta altura já vermelha). Aproveitei a folga meti a mão por baixo do corpo e fiquei brincando com meu pau que começava a endurecer. Alice saiu do banho e vendo a cena, comentou :
----hum...o viadinho esta querendo gozar. Não sei por que ela fez isso. Mas Paulo não gostou. Me puxou pelos cabelos me virando de frente para , olhou meu pauzinho já quase duro e deu dois tapinhas , um bem na piquinha e outro mais para baixo pegando o saco. Curvei de dor. Ele aproveitou e fez ficar de joelhos.
----quer porra , tomâ a minha, viado. Deixa bem limpinho. Obedeci. Engoli a pika ainda dura dele, e fui sugando, até ficar bem limpinha.
---isso viado, agora pode ir. Falou tanto um tapinha na minha cara. Levantei fui tirar a calcinha para tomar um banho, mas ele não deixou.
---Volta assim para teu quarto, todo melado e esporreado de macho.
Vesti a bermuda assim, e quando fui sair Paulo me deu um tapão na bunda.
Subi para meu quarto humilhado , com a roupa grudando e todo dolorido. Tirei a roupa e cheirei a calcinha toda melada de porra. Não resisti, vesti de novo e antes do banho bati uma gostosa punheta pensando em tudo que tinha acontecido naquela noite.
Por sorte sempre levo hidratante na mochila. Passei no rosto na bunda e no cuzinho que estava bem assado. Por sorte ainda não tinha celular, então desci e liguei para minha mulher do quarto do hotel. Era meio tarde, mas falei que tinha adormecido e acordado só agora.
No outro dia a tardinha, arrumei minhas malas, fechei o quarto do hotel e desci para esperar a saída do ônibus.
Estava na recepção tomando uma cerveja, quando Paulo chega da rua. Cumprimentei com a cabeça, ele chegou perto do meu ouvido e falou baixinho.
-----Sobi.
Tão seco. Esperei uns 2 minutos e obedeci.
Cheguei no quarto ele estava só de cueca. Cumprimentei todo faceiro, e ele seco falou:
---chupa.
Me ajoelhei na frente dele e beijei sua cueca . Ele estava todo suado, a cueca estava úmida. Baixei a cueca e aquele pauzão enorme já soltou duro para fora. Coloquei na boca e senti o mesmo gosto do cheiro que eu estava sentindo, xixi e o salgado do suor. Fiz um ânsia de vomito , puxei a cara para trás, mas ele me puxou pelos cabelos.
----agora tu sentir gosto de macho. e tira logo essa roupa.
Fui tirando fiquei só de cueca, ele olhou e perguntou ;
---cadê a calcinha. Soltei o pau e peguei na mochila.
---está aqui lavadinha e cheirosa. Falei bem alegre. Mas parece que ele gostou, me deitei um tapinha na cara.
----putinha não usa cueca, vesti essa calcinha agora seu viado de merda. Obedeci.
Vesti a calcinha e voltei a chupar o pau dele. Ele forçava eu olhar para cima.
----olha para teu macho, faz carinha de putinha pidona, implora por pika.
Não sabia fazer essas caras, mas fiquei olhando para cima e revirando os olhos. Levei outro tapa.
----pedi pika, viado.
-----me come meu macho, me come enche meu cu de porra de novo. Falei meio sem jeito.
Foi a vez dele obedecer. Me puxou para cima , jogou na cama e montou em cima de mim. Tentou colocar a pika, e como eu tinha passado hidrante, o pau escorregou para dentro. Pensei que ele tivesse gostado. Mas levei outro tapão na bunda.
----a putinha já está preparada...Outro tapa. Viadinho puto.
Me virou meio de lado, sentando numa coxa e socando sem parar. Mas nessa posição a bundinha ficava bem a mostra e ele com as duas mãos livres. Ele começou a soltar tapas, um atrás do outro na bunda e na coxa. Coloquei a mão para me proteger, mas ele tirava. Por sorte cansou e se deitou sobre mim, esfregando o sovaco suado na minha cara e nos cabelos.
Deu mais uma bombadas e finalmente gozou. Saiu de cima de mim e foi tomar banho. Esperei uns minutos para me refazer e fui para o banheiro. Que cena linda . Ele lavando o pau ainda meia bomba. Fiquei observando um minuto e ele viu.
Meu pau foi ficando duro e comecei a me punhetiar.
----posso tomar um banho, já entreguei meu quarto. Ele se aproximou de mim apertou minhas bochechas e falou ríspido :
----não viadinho ,tu vai voltar para casa assim com cheiro do eu macho. Tentei resmungar, mas o que ganhei foi só um tapinha no meu pau meia bomba.
----é abaixa essa merda aí, que tu não vai usar esse pintinho de criança.
Foi para o quarto e eu aproveitei para jogar uma agua gelada na cara para disfarçar a vermelhidão. Voltei paar o quarto e peguei minha cueca para vestir. Ele tirou da minha mão e jogou no banheiro.
----volta assim.
Me vesti com calcinha já molhada da porra dele que escorria pelas pernas. Descemos e antes de entrar no ônibus ele mandou buscar umas cervejas para a gente beber. Obedeci.
Entrei no e ele mandou eu sentar ao seu lado.
-----tua mulher não vai voltar com a gente . Perguntei inocentemente.
----minha mulher , aquela puta. Tu tâ maluco. Ela é uma amiga que faz programa e veio passar uma temporada aqui em São Paulo.
Tomamos muitas cervejas e adormecemos. No meio da noite , ele me acorda falando no meu ouvido.
----me chupa. Tentei argumentar, mas ele tapou minha boca.
Tive que ficar de joelhos no chão e ele me tapou com o cobertor. Tirei aquela pika para fora da cueca, e meti na boca. Senti gosto de xixi. Chupei um 5 minutos e senti ele segurar minha cabeça. Em seguida senti os jatos de porra baterem na minha garganta. Quase me afoguei. Tive que tirar o pau para fora, engoli o que consegui e coloquei o pau de volta na boca. Tentei deixar bem limpinho antes de voltar ao meu lugar.
Quando sentei ele passou a mão no meu pauzinho e sentiu que estava meia bomba. Gelei , pensei que ia apanhar de novo. Mas ele foi gentil.
---Vira de ladinho e bate uma punheta. Virei de ladinho deixando a bunda virada para ele. Ele colocou um dedo na minha boca, deixei bem molhadinho e ele enviou no cuzinho. Não precisou mais que 3 ou 4 minutos para eu gozar. Gozei na mão e tentei segurar o que podia da porra.
Me ajeitei no bando, ele levantou o cobertor e viu eu segurando a pika. Pegou minha mão e levou até meu rosto, espalhou na minha cara e mandou eu limpar dedo por dedo. Quando estavam limpos, ele pegou minha mão e passou de novo no meu pau, e mandou eu limpar de novo. Obedeci. Quando terminei. Ele virou para o lado e foi dormir. Esperei uns minutos. Tudo quieto. Fui ao banheiro. Tentei me limpar o que dava, mas tinha pouca agua e pouco papel.
Por fim adormeci assim , com cheiro de porra na barba. Só me limpei mesmo quando parou para o café da manha em Araranguá.
Chegamos as 14 horas na rodoviária de Porto Alegre. Ele pediu meu telefone e e foi embora.
Tive que ir no banheira da rodoviária para tirar a calcinha, não podia chegar assim em casa. Tive que colocar uma cueca suja, já que limpa que eu vestia ele não deixou eu pegar no quarto dele. Ia colocar a calcinha no lixo, mas cheirei, lambi, senti o gostinho de porra. Não consegui. Enrolei num papel e coloquei escondida na mochila.
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