Quem mora no subúrbio sabe que só tem homem bom. Aqui em Inhaúma não é diferente. Eu moro perto do Complexo do Alemão e tô acostumado com o vai e vem de machos em cima de moto o tempo todo. Desde os pais de família, que saem de manhã com a pica entulhada na calça jeans, até os novinhos jogando bola sem cueca no campo.
Mas de todos eles, tem um que se destaca e salta aos meus olhos desde que vim morar aqui: Wóston. Wóston é amigo do meu irmão, um moleque de 18 anos, não tão alto, mas do corpo largo e meio achatado. Sabe aqueles novinhos socadinhos, do abdômen robusto e uma mistura de parrudo com definido? É tipo isso.
Ele tem peitoral, descidinha, trapézio, muques, marquinha de sunga e o bronze dos chinelos nos pés. Cabelo batidinho na régua e cortado em mullet, combinando com o bigode finíssimo e o chumaço de barbicha no queixo. Nariz largo, pele café com leite, pernas hiper peludas e pés tão veiúdos quanto seus antebraços, aquele molecão que só anda com o short escorregando na cintura e o piruzão solto, sem cueca.
Toda vez que a gente se vê, eu tenho que me esforçar pra focar no papo e não no corpo dele, porque é difícil não olhar seus mamilos ligeiramente mais escuros que a pele. Pra piorar, Wóston tem mania de coçar o saco e beliscar o prepúcio em qualquer lugar, não importa quem esteja perto, e esse é meu ponto fraco de ficar perto dele.
- Fala tu, Leandrin. Teu irmão tá em casa? – ele parou com a bicicleta do meu lado e me abordou na calçada.
- Não, ainda não chegou. Já mandou mensagem?
- Mandei, mas ele não recebeu. Será que vai demorar?
- Acho que não, daqui a pouco ele tá chegando aí. Quer esperar? Entra, te dou uma água gelada. Tem coquinha também, se quiser. – não perdi a oportunidade de ficar a sós em casa com o gostoso.
- Pô, sarneou. Vou entrar mesmo, se não incomodar.
- Você, me incomodar? Incomoda nada, entra aí.
Abri o portão, ele passou com a bicicleta e apoiou ela no muro do quintal. O amigo do meu irmão tava descalço, a chibata balançando no calção e a trilha de pelos aparecendo abaixo do umbigo, suadinho, exalando calor. Seu cheiro de macho me pegou fácil, o visual das pernas cabeludas seduziu, e acho que nem preciso falar dos pezões à mostra e dos sovacos cheios.
Sei que fui eu que convidei, mas acabei armando uma armadilha contra mim mesmo ao me trancar na sala de casa com o Wóston.
- Prefere água ou Coca-Cola, gatão? – saiu sem querer.
- Gatão? – ele riu e exibiu a covinha, meio sem graça.
- Você é bonitão, não é? Eu acho, desculpa falar.
- Não vou mentir, as mina se amarram. Hehehe.
- Aí, tá vendo? Então acertei. Mas diz, água ou Coca?
- Vou de água. Tá ligado que um copo d’água não se nega a ninguém, né? Um copo d’água e uma m-
- Foi mal, mano. Demorei? Meu celular descarregou, fiquei sem bateria. – meu irmão entrou de repente, interrompeu o momento e Wóston tirou os olhos de mim.
Eles começaram a conversar sobre o futebol de sábado, saíram pra tomar açaí no pé da favela e eu fiquei em casa, só imaginando onde nosso papo teria chegado caso meu irmão não tivesse chegado pra interromper. Logo quando o assunto ia ficar quente... Que pena.
O Wóston fazia bico de entrega de moto, ajudava o pai na obra e ainda arrumava tempo pra bater bola com os moleques da favela toda semana. Ele tem mesmo um pique pra jogador de futebol. O danado joga bem, quase todo sábado eu aparecia no campinho pra ver o garotão driblar os outros.
Numa dessas vezes que tava rolando competição no fute, Wóston sentiu cãibra forte na coxa esquerda, caiu no chão e precisou ser amparado pelos amigos, o coitado não parou de gritar de dor. O postinho fica na frente do campo, as agentes de saúde estavam assistindo e vieram correndo ajudar, uma com a maca improvisada e a outra com o spray de gelo anestésico.
- Vamo levar ele lá pra dentro, melhor. – disse o enfermeiro.
- No três. Um, dois, três. – eles levantaram o molecão deitado na maca, cada um carregou de um lado e eu o acompanhei, preocupado com a coxa.
Esse dia nunca saiu da minha cabeça por uma razão escrota: a massagem rápida que a agente deu na coxa do Wóston deixou ele de pau meia bomba no calção de futebol. E como ele só andava sem cueca e estava suspenso na maca, o caminhar dos enfermeiros fez o moreno chacoalhar. Consequentemente, a barraca armada também balançou de um lado pro outro.
- “Para de olhar, Leandro. O cara tá cheio de dor ali e você olhando pro pau dele, seu puto!” – minha consciência berrou.
Tentei me compadecer da cãibra, mas eu sabia que o moleque ia melhorar e estaria pronto pra outra partida de futebol logo logo, o que eu não sabia é que ele é caralhudo nível ator pornô, por isso a curiosidade e o tesão foram maiores que minha preocupação. Resumindo: manjei o balancê daquela vara desde o campinho até o postinho de saúde.
- “Esse garoto é um jumento! Que isso! Só pode ter um tubo de desodorante ali dentro, né possível!” – meu cérebro castigou, minha mente pegou fogo vendo aquela tenda montada na roupa do moreno.
Quando os agentes suspenderam a maca pra subir a calçada, a caceta do Wóston subiu junto e permaneceu de pé no calção por quase dez segundos, aí eu tive certeza de que ele não é um simples dotado, mas sim um SUPER dotado. Dava pra ver que não tava dura e mesmo assim já chamava atenção. Até o enfermeiro que veio ajudar a socorrer percebeu o estado animado do moleque, mas segurou o riso, foi profissional e focou no trabalho.
Cerca de uma hora depois, quando Wóston saiu do posto medicado e apoiado no meu ombro, a primeira coisa que notei foi a mancha de meleca na frente do calção. Além de gostoso e pirocudo, o filho da puta tem pau babão, famoso chorão. Dá pra acreditar? Pacote completo de gostosura, foi difícil ajudar ele a andar sem ficar olhando diretamente pra mala.
- Valeu pela moral, Leandrin. Não fosse tu...
- Que nada, tô aqui pra ajudar. Amigo do meu irmão também é amigo meu.
- Tamo junto. Foda é que vou precisar de outra massagem pra ficar legal, tá ligado? – ele me olhou sugestivamente.
- Quer ir lá pra casa? Tenho pomada de cânfora, é bom pra aliviar.
- É, tô precisando aliviar. Viu como eu fiquei quando a enfermeira botou a mão na minha-
- E aí, mano, tá melhor!? – meu irmão chegou de surpresa, atrasado como sempre, e só apareceu pra interromper o momento.
- Tô melhorando, foi só uma cãibra. Daqui a pouco tô bom de novo, Leandrin ajudou.
- Porra, menos mal. Tava na minha mina, demorei a pegar o celular.
- Tá tranquilo, agora é só dar uma repousada.
- Deixa comigo, Leandro, eu ajudo. – ele deu o ombro pra ajudar a carregar o Wóston, os dois saíram pra um lado e eu fui pro outro, nossos caminhos separaram.
Mas foi questão de tempo, porque a gente é vizinho e se esbarra diariamente, não dá nem pra fugir.
No dia seguinte mesmo, à tarde, eu tava no portão jogando água na calçada e vi o molecão subir a rua na bicicleta, o picão sacudindo de acordo com as pedaladas. Quando o pé direito do Wóston descia no pedal, a coxa esquerda subia e dava pra ver o volume massivo deslocando de um lado pro outro, com as dobras sugerindo um rolão gordo e massudo ali dentro.
- Boa tarde, gatão. Melhorou?
- Bem melhor, meu parelha. Valeu por ontem.
- Já falei que tô aqui pra você. Mas vem cá, não é melhor evitar subir a rua de bicicleta? Vai forçar a panturrilha, daqui a pouco você tá com-
- AAARGH! CARALHO, SÓ FALAR! – ele segurou a coxa, tentou esticar a perna e quase caiu da bicicleta.
- Calma, vem cá! Senta aqui! – fechei a mangueira, botei Wóston sentado na calçada e fui esticando sua perna aos poucos, precisei segurar na sola do pé dele pra isso.
- Puta que pariu, toda hora agora é cãibra!
- Claro, você não descansa. É o tempo todo futebol, obra, bicicleta, pipa, baile. Não deve tá dormindo e nem comendo direito, Wóston. – dei esporro.
- Comendo, eu tô. Toda semana uma pepeca nova, não tenho do que reclamar. Tehehe! Minha mina só não pode descobrir, senão bate neurose.
- Tô falando sério, garoto. Tem que se alimentar direito, comer fruta, verdura.
- Fruta? – o safado me olhou torto e segurou o riso. – Tu gosta de verdura, Leandrin?
- Gosto. – respondi sem perceber a maldade. – Tem que tomar café da manhã direito, não tô brincando não. Ovo, leite, pão.
- Ovo, é? Leite... – o amigo do meu irmão abriu as pernas, eu continuei massageando e notei seu short bem folgado nas coxas.
Ele dobrou as pernas devagar, a roupa folgou ainda mais e fiquei nervoso com a visão da bola esquerda aparecendo, ela quase vazou. Mais escura que a pele morena dele, o saco feito de pele rígida, dura, enrugada e encouraçada, do tipo que você olha e já dá a maior vontade de linguar, apetece a língua.
- Vê se melhorou, levanta. – mandei.
O molecão ficou de pé, deu o primeiro passo e quase tombou outra vez, sorte que se apoiou em mim.
- Tá foda, irmão. Parece que a perna tá fraca.
- Entra aí, vou dar massagem pra ver se melhora.
- Papo reto?
- Ontem eu prometi, não prometi? Vem. – dei o ombro, ele segurou e me acompanhou mancando.
Guardei a bicicleta no quintal, fechei o portão, pus Wóston no sofá e busquei a pomada de cânfora. Subi seu short, passei o creme, comecei a apertar e ele me olhou daquele jeito cafajeste de sempre, como se eu devesse alguma coisa. Mordeu o beiço, fechou os olhos, abriu a boca e gemeu meu nome baixinho, ainda mexeu os dedos dos pés, num sinal claro de relaxamento.
- FFFF! Leandrin, Leandrin... Que mão é essa?
- Gostou?
- Mãozinha quente a tua, que isso! SSSS... Foi no lugar certo, sabe onde apertar. – seus mamilos endureceram de repente, a mala deu um pulo no calção e novamente o sacana me encarou daquela maneira torta.
- É aqui que dói?
- Um pouco mais pra cima. Hmmm...
Subi conforme ele pediu, meu dedo chegou perto da virilha e mais um pouquinho eu tocaria no volume do saco. A gente se olhou, ele lambeu os beiços, jogou os braços pra trás do encosto do sofá e me deixou frente a frente com a sovacada pesada de pelos, o cheirão forte do suor nocauteou minhas narinas.
- Tá passando?
- Sobe mais...
- Tem certeza?
- Pode subir. Tá com medo, moleque?
- De você? Nunca, me amarro na tua.
- Se amarra mesmo? Então sobe essa mão. FFFF! Aperta minha coxa sem medo.
A tensão sexual foi tão potente que, quando dei por mim, minhas mãos tavam apertando a região superior da coxa, meu dedo sem querer encostou na pontinha da bola e Wóston não deu a mínima. Eu mesmo fiquei cheio de vergonha, porque aconteceu sem querer, mas ele abriu a boca e a pica saltou no short.
- Caralho, Wóston! Que isso, cara, tá animado?
- Pô, tu ainda pergunta?
- Não achei que uma massagem boba dessas fosse te deixar galudão.
- Sei... E o dedo no meu saco, vai dizer que foi sem querer?
- Pior que foi, juro pra você.
- Ah, corta o papo furado. Sei o que tu quer, Leandrin, já percebi.
- Percebeu o quê? Não tô te entendendo. – me fiz de bobo.
- O jeito que tu me olha, moleque. O jeito que tu me cuida. As manjadas quando eu coço o saco, toda essa atenção a mais que tu me dá. Tá ligado na minha e eu tô ligado na tua. – ele segurou na pica, eu caí na armadilha e manjei na cara dura, foi mais forte que eu. – Aí, tá vendo? Hehehe. Nem disfarça. Sei que tu gosta, precisa fingir não.
- Não sei do que você tá falando. – eu insisti em pagar de santo.
- Relaxa, teu irmão não vai saber. Não vou contar, é nosso segredo.
Respirei fundo antes de falar.
- Então você... Sabe que eu sou gay, Wóston?
- Sei, sempre soube. Mas teu irmão não sabe.
- Promete que não conta?
- Prometo. Mas tem uma condição...
- Qual?
O moreno puxou a perna do short e botou a penca da pica pra fora. Parecia uma banana madura no pé, enorme, uma rola tão grossa que nem ele próprio dava conta de segurar com uma mão só, além de comprida, cheia de pele e com aparência de macia, apesar da rigidez e da envergadura.
- Dá uma chupada no meu saco, pra eu ver se tu é bom de boca.
- Mas tá suado, garoto.
- Que nada, só um pouco. Chupa, vai? Só o saco. Me amarro que mame minhas bolas.
- Vem cá, você não tem namorada?
- Ela não curte chupar os ovos. Tô querendo uma mamadinha nas bolas, dá essa moral. Mas é só nelas, né pra me chupar não. Prestou atenção?
Nem perdi tempo respondendo. Não é todo dia que você fica cara a cara com uma espingarda torta e com mais de 20cm de cano. Assim que eu concordei e ajoelhei, ela imediatamente dobrou de tamanho, inchou de sangue, a carne cresceu e ganhou mais 5cm brincando, antes mesmo de eu pôr a mão. Suspendi a mangueira, contemplei a pochete do Wóston e fui de língua, já cheguei engolindo uma bola.
- SSSS! Aí sim, agora tu tá falando a minha língua.
- Curte que chupe seus ovos?
- Me amarro, fico forte. Pena que minha mina tem nojo, ainda bem que tu não tem. Mama até suado.
- Um sacão desses, cê acha que eu ia dizer não? Duvido, só se eu estivesse muito fora de mim. Olha pra isso. – arreganhei os beiços e tentei engolir a segunda ova, mas foi praticamente impossível tragar ambas ao mesmo tempo.
A madeira empenou de acordou com as minhas bocadas nos testículos, minha língua envolveu as duas batatonas no mesmo aconchego e deu pra sentir elas tremerem, como se estivessem no ápice da produção de leitinho lá dentro. Nem o cheiro dos pentelhos suados do amigo do meu irmão foi o bastante pra me parar, e olha que ele arregaçou a vara e tava com os rastros brancos na cabeça.
- Só um boquetinho, vai? Garanto que cê vai adorar, vai ficar levinho na minha boca. – tentei subir a língua, mas mal cheguei no talo e ele me parou.
- Não, sem mamada. Boquete eu tenho em casa, minha mina gosta de fazer.
- É, mas eu duvido que ela seja dedicada e profissional em garganta profunda do jeito que eu sou. O trato que eu vou dar é de outro nível, Wóston. Deixa vai? Só uma vez, ninguém vai ficar sabendo. Eu tô mamando o saco, qual a diferença?
- A diferença é que eu quero que mame meu saco, só. Fim de papo. Vai mamar ou prefere que eu meta o pé pra casa, Leandrin?
- Bom, se é o que você quer... – voltei a chupar nas bolas, ele recostou à vontade no sofá e me deixou livre outra vez.
Já que o molecote queria bola saco, resolvi mostrar pra ele do que eu sou feito. O que eu fiz foi mais do que mamar seus bagos, eu basicamente paguei boquete e pratiquei garganta profunda nos culhões do Wóston, como se quisesse fazer na saca tudo que sempre sonhei fazer na piroca dele.
- AAARFF! Isso, chupa a teta da minha pica! Esquenta meu leitinho, vai. Se engolir meu saco na moral, vai ganhar o mingau que tu merece. Vou deixar tomar meu leite, quer? – o safado perdeu a mão na punheta enquanto eu ensaiava a ordenha.
Fiz que sim e ele adorou conduzir minha cabeça de encontro aos ovos, gastei as papilas chupando aquela sacola. Mamei até a pele dura ficar fina e soltinha, incubei os filhos do gostosão na quentura da minha boca e senti o maior prazer de nutrir os bagos com saliva, ainda mais com tantos pentelhos na língua.
- FFFF! Nem tem nojo de eu tá pentelhudo, né? Se fosse minha mina, já taria reclamando do suor. Hehehehe.
- Ainda bem que não sou ela. Sou mais eu.
- Eu também sou mais tu. Engole meu saco, vai. SSSS! – ele escondeu as bolas nas minhas bochechas e eu fiquei igual esquilo quando guarda as nozes na boca, tipo hamster.
No primeiro vacilo que o Wóston deu, eu escapei das mãos dele, abri bem a boca e engoli o caralho até o talo, atropelei sua punheta. Ele sentiu a pressão, mergulhou na minha garganta, contorceu os dedos dos pés e não soube como segurar o urro, daí perdeu as forças e rugiu de prazer, reagiu que nem bicho.
- AAAARGH! FILHO DA PUTA, MANÉ! SABIA QUE TU NÃO IA AGUENTAR, SEU FRACO...
Continuação no On Now.
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