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Uma casa cheia de segredos - Parte 3

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Um conto erótico de Ficcionista
Categoria: Heterossexual
Contém 642 palavras
Data: 16/07/2026 22:04:15
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

O rapaz sentia que cozinhava por dentro do macacão sujo de terra. Se não fosse a sede até que dava para encarar. Olhou para porta aberta no fim do gramado e ponderou que lá devia ter água. “Mas se eu entrar lá Seu Maurício me mata. Certeza, homem violento.” Resignado, se voltou para a roseira. “Melhor não mexer nisso sozinho, esperar o pai chegar, ele entende dessas coisas melhor. Cadê ele, aliás?” Junior se questionou, olhando em volta por todo o jardim. “Será que foi pedir água para Dona Mônica? Caralho, que sede.”

— Junior! Vem aqui um pouquinho! — chamou a voz de Dona Mônica de repente.

Junior se virou rápido na direção da porta, franzindo a testa. Medo lhe invadiu a mente. Encarava a porta como se olhasse para um portal para outro mundo. Com passos duros, seguiu pelo gramado na direção da entrada da casa.

— Vem logo, Junior!

— Tô indo, Dona Mônica — o rapaz respondeu, com a voz baixa demais para que ela pudesse ouvir de lá de dentro.

“Seu Maurício não quer que entre na casa dele. Puta que pariu. Vou falar que Dona Mônica que chamou, não fui eu que quis não.”

Parou um segundo no batente da porta, com coração acelerado, e respirou fundo. Entrou. “Oxi! A mesa deles é igual a lá de casa. A pia, também. Mas o filtro deles é verde, um pouco diferente.” O pavor que sentia antes se dissipou totalmente, dando lugar a uma vontade de rir com as coincidências de mobiliário. “Água! Vou aproveitar.”, lembrou de súbito e foi na direção do filtro.

— Junior!!! — chamou Dona Mônica, impaciente.

Parou no meio do caminho e olhou para o corredor, indeciso. “Se Seu Maurício chega e me vê aqui, vai dar bosta. Caralho!” Foi na direção da voz da patroa, sentindo o terror voltar. Entrou no corredor e quando se deu conta estava num grande salão iluminado por uma claraboia enorme. No centro, havia uma área circular decorada por um jardim com palmeiras, arbustos e grama bem aparada. Dona Mônica estava na borda do jardim, virada de costas para Junior, observando alguma coisa naquele espaço. Junior parou um segundo admirando as formas dela. Ela usava um vestido florido, onde a bunda empinada levantava a barra de trás, permitindo que ele pudesse ver uma porção generosa de suas coxas pálidas. Queria continuar olhando-a, mas concluiu que era melhor não. “Ela vai reparar que eu tô aqui.”

— Dona Mônica? — ele chamou, inseguro.

Ela se virou e o encarou com um sorriso largo. Então pôs as mãos na cintura, e levantou as sobrancelhas, em um questionamento mudo. Junior ficou paralisado pelo desconforto, pois não fazia ideia do que ela queria. “Ela acha que eu sei, mas não sei não. Oxi!”

— Quê foi, Dona Mônica? — ele por fim tomou coragem de perguntar.

— As rosas, Juninho! Você não vai mexer nas rosas? — ela disse, rindo com alegria juvenil.

Junior sentiu uma pontada de irritação. “As rosas ficam lá fora, para que essa doida me chamou aqui? Oxi!”

— Mas Dona Mônica, o que a senhora acha que eu tava fazendo até agora?!

— Não menino, eu tô falando dessas daqui! — ela disse com voz maliciosa e puxou a barra do vestido para cima, até que sua calcinha ficasse totalmente a mostra. Junior, desconcertado, cravou os olhos entre as coxas dela, reparando que a calcinha branca era estampada com desenhos de várias pétalas de rosas. O coração de Junior começou a acelerar em uma mistura de medo e intenso desejo, até o ponto de não aguentar mais.

Acordou de súbito. O coração continuava batendo forte no peito e a ereção forçava o tecido da cueca.

— Nossa! — exclamou encarando o teto. Depois de vários segundos, virou para o outro lado da cama com um sorriso no rosto e pegou o celular no criado-mudo. Quase na hora. — Caramba, que sede! — disse, pulando da cama.

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