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Goleada de Porra: O Arrombamento do Bielzinho

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Um conto erótico de Ninfetinho luquinhas
Categoria: Gay
Contém 5180 palavras
Data: 16/07/2026 23:33:23

Atendendo a pedidos do @peludincwb, vamos acompanhar um FLAXFLU na casa do Gutão….

​O buraquinho de Bielzinho, que até semanas atrás só conhecia o canudinho fino do Rômulo, tentava de tudo para abrigar a joia de metal que vibrava sem parar no nível três. Ele se contorcia todo no meu colo, jogando a cabeça para trás e esfregando a raba desesperada contra a minha rola que já latejava debaixo da minha bermuda de moletom.

​— G-Guto... por favor... — ele sibilou bem dengoso, com aquela vozinha de choro que me subia o sangue, enquanto as duas pernas tremiam em cima das minhas coxas grossas de urso. — Tá muito rápido... tá batendo bem na pontinha lá dentro... para um pouquinho, meu macho, por favor...

​Eu dei um riso, estalando um tapa seco na coxa dele que o fez dar um pulinho sob o manto sagrado. Segurei o queixo dele com os dedos de ferro, forçando aqueles olhinhos amendoados e cheios de água a olharem direto para a minha cara.

​— Não entende nada de futebol mesmo, bonequinho — ditei com a minha voz de trovão, deixando bem claro quem mandava ali. — Futebol é esporte de macho, não para um viadinho delicado que nem você. Deixa que do jogo o teu homem cuida. Foca só no que você realmente sabe fazer, que é ser meu putinho e me servir. Entendeu?

​O Bielzinho soltou um suspiro sôfrego, manhoso, com a linguinha vermelha batendo no lábio de tanto tesão de ser tratado daquele jeito.

​— S-sim, Gutão... desculpa... — ele sussurrou, se desmanchando todo no meu peitoral de urso, encharcado pelo meu cheiro de testosterona. — Eu sou seu putinho... sou o seu brinquedinho... liga mais forte o vibrador, deixa o rabo do seu neném bem aberto para você...

​No telão da sala, o juiz levou o apito à boca. O Fla-Flu ia começar, e o Bielzinho já estava completamente entregue, rendido e pronto para o primeiro tempo.

​Apesar de toda a minha bruteza e da pose de macho, ver o Bielzinho daquele jeito me amolecia por dentro de um jeito que eu não conseguia controlar. Esse moleque tinha um poder absurdo sobre mim. A pele caramelizada e macia dele, o perfume doce de jasmim misturado com a minha testosterona, e a forma tão necessitada como ele se agarrava ao meu peito me davam uma vontade violenta de cuidar dele, de proteger aquele corpinho esguio do mundo e garantir que ele nunca mais soubesse o que era ser maltratado por um frouxo. Ele era a minha joia, e eu estava completamente viciado em ser o dono dele.

​— Você é meu, ouviu bem? — murmurei com a voz mais mansa, embora ainda grossa, enquanto enterrava os meus dedos compridos nos cachos macios da nuca dele, puxando a cabeça dele com carinho para colar nossas testas. — O Gutão aqui vai te dar tudo o que aquele bosta não soube dar. Mas você tem que ser um bom menino.

​— Eu sou... eu sou o seu menino, Guto... — ele sussurrou, os olhos amendoados brilhando de um amor de verdade, se aconchegando no meu peito como se aquele peito peludo fosse o único lugar seguro do mundo.

​Eu não aguentei. Deslizei o polegar pela tela do celular e joguei o vibrador direto para o nível quatro.

​O choque foi tão bruto que o Bielzinho deu um sobressalto violentíssimo no meu colo. O buraquinho dele sugou o metal com tanta força que o garoto perdeu totalmente as forças. As pernas dele bambearam, o corpo esguio amoleceu contra o meu peito e a boquinha dele se abriu num arfar desesperado, deixando a linguinha vermelha e úmida cair para fora, completamente entorpecido pelo prazer avassalador que o rasgava por dentro. Ele revirou os olhos, tremendo inteirinho, sem conseguir soltar um único som que não fosse um chiado manhoso e entregue.

​— Isso, meu anjo... põe a linguinha para fora, fica bem molinho para mim — sussurrei, fascinado com aquela imagem, limpando com o meu dedão a saliva que escorria pelo canto da boca dele. — Olha como você fica lindo todo aberto e entregue para o seu macho.

​Não resisti àquela cena. Com a mão que segurava o celular, abri a câmera rápida do aparelho. Enquadrei nós dois ali mesmo, no calor daquele sofá.

​A diferença de tamanho era um absurdo de lindo de se ver: o meu peito de urso largo, peludo e suado, a minha cara de macho vitorioso, e o Bielzinho encaixado no meu colo como se tivesse sido feito sob medida para mim, vestindo só o manto sagrado largo, com as perninhas abertas e trêmulas. O flash estalou na sala, registrando o exato momento em que ele arqueava as costas, com a boquinha entreaberta, a linguinha vermelha e úmida de fora e os olhinhos revirados de puro transe, brilhando de amor e de tesão.

​Virei a tela do celular bem na frente do rostinho dele, forçando o meu menino a encarar a própria imagem.

​— Olha aqui na tela, bonequinho — ordenei com a voz rouca, bem rente ao ouvido dele, enquanto o vibrador no nível quatro continuava a sacudir o buraquinho dele por dentro. — Olha o que o Gutão faz com você. Olha a carinha de putinho que você fica quando o teu macho te domina.

​O Bielzinho focou os olhos marejados na foto, soltando um gemidinho manhoso e envergonhado ao se ver tão vulnerável e escancarado no meu colo. Ele escondeu o rosto vermelho no meu pescoço, se tremendo todo de vergonha e de prazer, apertando ainda mais o brinquedo no rabo para tentar conter o fogo.

​— G-Guto... eu tô muito... muito bobinho por você... — ele sussurrou, a voz toda abafada na minha pele. — Apaga não... deixa guardado com você... para você ver o quanto eu sou seu...

​Dei um beijo estalado no topo da cabeça dele, rindo orgulhoso. O clássico na TV estava prestes a pegar fogo, mas na nossa sala, o meu brinquedinho já estava no ponto ideal para o que vinha a seguir.

​O Bielzinho continuou ali, com o rostinho quente enterrado no meu pescoço, deitando todo o peso daquela leveza de ninfeto contra o meu peito largo. O corpinho dele ainda dava espasmos deliciosos por causa do vibrador que continuava zumbindo forte na potência quatro, mas eu já tinha voltado a minha atenção para a tela da TV. A bola rolava de um lado para o outro no gramado do Maracanã, e eu assistia a cada lance totalmente focado, trincando os dentes e apertando a cintura fina do meu menino com possessividade a cada avanço do Flamengo no campo de ataque.

​Até que, aos trinta minutos, o meio-campo deles achou um passe enfiado nas costas da nossa zaga. O atacante tricolor dominou livre e bateu cruzado, no cantinho.

​— É GOOOOOL DO FLUMINENSE! — a voz do narrador ecoou na sala com um entusiasmo que quase me fez estourar o controle de tanta raiva.

​O meu peito subiu e desceu num estalo de puro ódio. O sangue subiu fervendo para a minha cabeça na hora.

​— Filho da puta! Juiz ladrão do caralho! — esbravejei, a minha voz de trovão fazendo a sala tremer inteira. — O cara tava dois metros impedido e essa porra de VAR não serve para nada! Roubado é mais gostoso para esses frouxos, só pode! Cambada de corno!

​O Bielzinho deu um sobressalto violento no meu colo, assustado com o meu grito e com o meu corpo que enrijeceu de ódio como uma pedra. Ele não tinha nada a ver com o Fluminense, mas ao me ver espumando de raiva, o instinto de me agradar e me acalmar falou muito mais alto.

​Ele se encolheu, me olhando de baixo com aqueles olhinhos amendoados arregalados de preocupação, com aquela vozinha doce e extremamente dengosa que só ele sabia fazer.

​— G-Gutão... meu amor, não fica bravo, por favor... — ele sussurrou todo manhoso, acariciando o meu peito peludo com as mãozinhas trêmulas. — É só um jogo... o seu time vai virar. Deixa o seu neném te acalmar, deixa... Eu faço o que você quiser, meu macho, mas não fica com essa cara de bravo que me dá medo...

​Olhei para baixo, encarando o rostinho assustado e delicado do meu putinho, e a minha raiva de torcedor se misturou com tesão na hora.

​— Tá olhando o quê com essa cara de bobo, Bielzinho? — rosnei, a voz grossa e carregada de autoridade. — Futebol é coisa séria, assunto de homem de verdade, e você não entende porra nenhuma disso para vir me dizer que é só um jogo. Mas já que quer ser útil e tentar me acalmar…

​Segurei os cachos dele com força, puxando de leve para trás para forçar ele a olhar para a minha bermuda de moletom, que já estava com a jeba apontando dura de tanta testosterona e ódio misturados.

​— Vai esfriar a cabeça do teu homem do único jeito que um bonequinho como você serve para fazer. De joelhos no tapete e foca na minha rola. E não ousa parar de mamar enquanto eu não mandar, ouviu?

​— S-sim, meu dono, o seu putinho vai fazer passar toda essa raiva... — ele sussurrou com a voz trêmula de tanto tesão, escorregando do meu colo direto para o tapete felpudo da sala.

​De joelhos bem no meio das minhas pernas grossas, o Bielzinho não perdeu tempo. Com as mãozinhas delicadas e ansiosas, ele agarrou o elástico da minha bermuda de moletom e da minha cueca, puxando tudo para baixo de uma vez só. No momento em que o meu tronco saltou para fora, latejando grosso, vermelho e quente de puro ódio de torcedor, os olhos amendoados dele chegaram a brilhar.

​Ele não hesitou. Enfiou a carinha de anjo direto no meu caralho, caindo de cara na raiz da minha rola e na minha pentelhada grossa.

​— Hmmm... Gutão... que cheiro gostoso de macho... — ele murmurou de forma extremamente manhosa, com o nariz achatado contra a minha virilha, puxando o ar com força para se embriagar com o cheiro denso da minha testosterona e do suor acumulado.

​O Bielzinho começou a lamber e cheirar tudo com uma devoção que me fez dar um solavanco no sofá. A língua dele, quente e super macia, subia pela lateral do meu membro, deixando um rastro brilhante de saliva, enquanto ele alternava com fungadas profundas no meu saco pesado e cheio. Ver aquele garoto lindo, vestindo apenas a minha camisa gigante do Flamengo, completamente submisso e entregue no chão, me fez trincar os dentes.

​— Isso, seu putinho... limpa o saco do teu macho, cheira bem... — rosnei, afundando os meus dedos grossos nos cachos da nuca dele e empurrando a cabeça dele com força contra a minha jeba. — Mostra como você é guloso e me acalma de verdade. Se esforça, porque o jogo tá feio na TV.

​O Bielzinho não pensou duas vezes. Ele abriu bem os lábios carnudos e afundou a boquinha de ninfeto direto na cabeça da minha rola, engolindo os primeiros centímetros daquela grossura com uma vontade de dar inveja. A boca dele era incrivelmente quente e apertada, e ele começou a mamar com tanta fome, descendo e subindo a cabeça com pressa, que parecia estar chupando um pirulito gostoso, sem ligar para o calibre absurdo que esticava as bochechas dele por dentro.

​— Hmmm... mmm... — os gemidos dele saíam totalmente abafados, com as bochechas subindo e descendo enquanto a minha jeba latejava cheia dentro da boca dele.

​Eu segurei firme nos cachos macios da nuca dele, ditando o ritmo, sentindo o calor e a saliva quente dele escorrerem até o meu saco pesado. O barulho de sucção dele chupando a minha peça, misturado com o chiado do vibrador que ainda zumbia forte no nível quatro lá no rabo dele, me deu um tesão violento, limpando na hora o ódio daquele gol do Fluminense.

​— Isso, me mama com vontade, seu putinho faminto — rosnei, jogando a cabeça para trás no encosto do sofá, os meus músculos tensionados de tanto prazer. — Enche essa boca de ninfeto com o meu caralho. Mostra para mim como você é dócil de joelhos na minha frente.

​O Bielzinho me olhava de baixo com aqueles olhos amendoados e brilhantes, totalmente dopado pelo meu cheiro de testosterona pura. Ele segurava com as duas mãozinhas pequenas na base do meu membro, empurrando para dentro da garganta o máximo que conseguia, enquanto o corpinho dele dava leves espasmos no tapete, dividindo o prazer de ser entupido de jeba na boca e sacudido de vibrador no rabo ao mesmo tempo.

​O Bielzinho, ouvindo o meu rosnado de aprovação, resolveu mostrar o quanto era realmente dedicado e sem limites. Ele abriu ainda mais aquela boquinha quente, desceu a cabeça até o talo e, com uma gula deliciosa, começou a puxar e sugar os meus ovos com força para dentro da boca dele.

​— Uhhhh!... Caralho, Bielzinho! — dei um urro que ecoou na sala, travando a minha mão nos cachos da nuca dele e arrepiando o lombo inteiro.

​A sucção daquela boquinha úmida e apertada espremendo o meu saco de urso foi tão violenta que a minha visão chegou a embaçar de tanto tesão. Sentir a língua dele massageando as minhas bolas pesadas e cheias de porra enquanto ele chupava a minha jeba como se fosse um doce me deixou completamente ensandecido.

​Para retribuir aquela entrega absurda, peguei o celular de novo. Com o dedão trêmulo de prazer, arrastei o aplicativo direto para o nível cinco — o limite máximo daquela porra.

​O vibrador deu um pulo na potência máxima dentro do buraquinho dele, vibrando com uma força quase brutal. O impacto foi tão instantâneo que o Bielzinho deu um espasmo violento de joelhos no tapete. O corpinho esguio dele arqueou todo, as pernas bambearam e ele soltou um gemido sôfrego e agudo que saiu abafado direto contra as minhas bolas. Ele revirou as pupilas de puro transe, com a linguinha para fora no meio do meu saco, completamente anestesiado e tremendo que nem vara verde, sentindo o rabo ser dilatado e sacudido no limite enquanto a boca continuava cheia da minha masculinidade.

​O som da torcida no Maracanã começou a subir de volume na televisão, uma onda de gritos e palmas invadiu a sala abafada. Eu ainda estava com a cabeça jogada para trás no sofá, arfando pesado enquanto o Bielzinho tremia de joelhos entre as minhas pernas, totalmente dopado pelo vibrador no nível cinco e com a boca colada no meu saco.

​Na tela, o ponta-esquerda do Flamengo cortou o zagueiro deles com um drible seco, invadiu a grande área e cruzou rasteiro. O nosso centroavante apareceu de surpresa na segunda trave, empurrando a bola de carrinho direto para o fundo da rede.

​— É GOOOOOL DO FLAMENGO! TUDO IGUAL NO MARACANÃ! — o narrador berrou no talo do volume, e a sala inteira pareceu vibrar.

​A minha rola deu um salto violento. A raiva que estava entalada no meu peito virou puro tesão de comemoração num piscar de olhos.

​— Toma, caralho! É o Mengão, porra! — gritei, o meu urro se misturando ao som da torcida.

​Não pensei duas vezes. Com a mão pesada, agarrei o Bielzinho pelas axilas e o levantei do chão num puxão só, como se ele não pesasse absolutamente nada. O garoto estava tão amolecido, com as pernas tão bambas pelo vibrador na potência máxima, que caiu mole por cima do estofado do sofá.

​Com a mão esquerda, peguei o celular e desliguei o vibrador. Puxei a joia de metal com o brasão do time de uma vez só do buraquinho dele. O Bielzinho soltou um arquejo sôfrego, agudo, sentindo o vácuo de repente. Mas ele nem teve tempo de respirar.

​Eu o joguei de quatro ali mesmo, no meio do sofá, de frente para a televisão. Puxei a minha camisa gigante do Flamengo que ele usava até a altura do pescoço, deixando aquela raba caramelizada e o buraquinho — que já estava piscando, completamente úmido, aberto e laceado pelo vibrador — totalmente expostos, implorando para serem preenchidos.

​— Agora você vai comemorar do jeito que o seu macho gosta, viadinho! — rosnei, a voz rouca e grossa de tanto desejo.

​Ajustei a ponta do meu caralho bem na entrada daquele buraquinho que agora era o meu território sagrado. Com as duas mãos grandes travadas na cintura fina do Bielzinho, empurrei o meu quadril com tudo para a frente, sentando a jeba inteira de uma vez só, até o talo.

​— AAAAHHH! GUTÃO! — o Bielzinho esganiçou num grito agudo de puro êxtase, cravando as unhas com força nas almofadas do sofá.

​O aperto daquela carne quente abraçou o meu membro com tanta força que eu quase me entreguei ali mesmo. Comecei a meter com uma força bruta, ritmada e sem qualquer paciência, fazendo o corpo esguio do garoto balançar inteiro contra o sofá a cada batida violenta do meu quadril contra as nádegas dele.

​A cada estocada violenta e profunda do meu caralho, o Bielzinho soltava um gemido agudo, longo e manhosamente sôfrego que ecoava por toda a sala, abafando até o som da torcida na TV. O buraquinho dele, dilatado e totalmente úmido pelo vibrador, tentava se fechar desesperadamente ao redor da minha jeba grossa, latejando de forma ritmada e sugando cada milímetro de pele a cada avanço.

​— AAAH! G-Gutão! Devagar, meu macho... hmmm... tá muito fundo! — ele choramingava, jogando a cabeça para trás, com os cachos escuros colando na testa suada e a boquinha carnuda completamente aberta. — Você... você me racha no meio... aaahh!

​— Aguenta, seu putinho! — rosnei, a voz arrastada e rouca de puro tesão, desferindo um tapa estalado na nádega dele que deixou a marca vermelha dos meus dedos na hora. — Aguenta o tranco de homem de verdade! Mostra para mim como esse cuzinho é guloso!

​O tapa fez o Bielzinho dar um sobressalto e soltar um ganido agudo, quase um choro de tanto prazer. Ele cravava as unhas com força no tecido do sofá, empinando ainda mais a raba marcada e se entregando completamente à humilhação deliciosa de ser usado daquele jeito. A camisa gigante do Flamengo subia pelas costas esguias dele, revelando toda a nudez daquele corpinho caramelo que balançava sem controle a cada pressão do meu quadril.

​— Hmmm... Guto... o seu caralho é muito grosso... aaannhh!... — ele gemia alto, com a vozinha toda dengosa e arrastada, revirando as pupilas de tanto transe. — Enche o seu neném... me arromba todinho... eu sou seu... todinho seu... aaah!

​O som do rabo dele batendo contra o meu saco pesado a cada estocada era um estalo úmido e quente que me deixava ainda mais ensandecido. Eu não tinha pena. Segurei firme com as duas mãos na cintura fina dele, puxando o quadril do garoto de encontro ao meu com força, fazendo o meu caralho bater direto no ponto mais sensível lá dentro, o que fazia o Bielzinho perder o fôlego e soltar pequenos chiados agudos, babando de tesão nas almofadas do sofá enquanto sentia o verdadeiro calibre do Flamengo no seu cuzinho.

​Na TV, o juiz apitou o fim do primeiro tempo, mandando as duas equipes para o vestiário sob o som comercial da transmissão. O silêncio parcial que se instalou na sala só destacou a nossa respiração descompassada e o cheiro denso de suor e sacanagem que pairava no ar.

​Eu puxei o meu caralho de dentro dele com um estalo úmido, fazendo o Bielzinho soltar um ganido arrastado e amolecer contra as almofadas. O buraquinho dele ficou ali, piscando, dilatado, melado e completamente entregue, implorando por mais.

​Agarrei o Bielzinho pelas coxas e o virei, deitando o garoto de costas no estofado macio do sofá. Sem qualquer delicadeza, segurei as perninhas depiladas dele e as puxei contra o peito dele, dobrando o seu corpo esguio na posição de frango assado, deixando a raba inteira empinada e escancarada bem na direção do meu rosto. A camisa do Flamengo dele escorregou, revelando a pele brilhando de suor e a vulnerabilidade total do meu brinquedo.

​Aproximei a minha cara daquela entrada que parecia um paraíso de tão quente.

​— Agora o teu homem vai limpar o território e te preparar pro segundo tempo, seu putinho — sussurrei bem rente à carne dele, sentindo o garoto arrepiar inteirinho e cravar as mãozinhas nas próprias pernas para tentar se manter firme.

​Enfiei a minha língua grossa de uma vez só bem no meio do buraquinho dele, iniciando um beijo grego caprichado, molhado e faminto.

​— AAAHHH! G-Gutão! — o Bielzinho soltou um grito agudo, arqueando as costas e tremendo da cabeça aos pés com o toque invasivo. — Nossa... que delícia, meu macho... mmm... mais fundo...

​Eu não dei trégua. Usei a largura da minha língua para massagear as preguinhas dele, invadindo e limpando cada milímetro daquela entrada com uma força rústica que o fazia delirar. O Bielzinho se contorcia inteiro sob o meu domínio, com as bochechas queimando de febre e a linguinha vermelha caída para fora da boca, completamente entorpecido pelo prazer absurdo que aquela lambida pesada causava no seu ponto mais íntimo.

​— Aaahn... G-Guto... mais... enfia essa língua bem fundo, meu macho... — o Bielzinho gemia sem qualquer controle, com os olhos amendoados completamente vidrados e revirando de tanto prazer. O garoto parecia estar no cio, se contorcendo todo e rebolando a raba melada contra a minha cara, buscando o contato com o meu calor de qualquer jeito. — Aaanhh... tá muito gostoso...

​Eu segurei as coxas dele com ainda mais força, cravando os meus dedos de urso na carne macia do quadril dele, abrindo o buraquinho do meu putinho no limite. A minha língua grossa trabalhava sem parar, invadindo com força, lambendo as preguinhas que tremiam e contraíam desesperadas, sugando aquela carne quente e úmida até fazer o garoto quase perder os sentidos.

​— Hmmm... mmm... d-delícia de macho... — ele balbuciava, choramingando bem dengoso, com a saliva escorrendo pelo canto da boca e a linguinha vermelha de fora, balançando a cabeça de um lado para o outro nas almofadas. — Guto... o seu neném tá muito carente... me rasga no meio... eu preciso do seu caralho duro de novo... põe dentro de mim... por favor... aaah!

​O desespero dele e aquela vozinha manhosa de quem estava completamente dominado pelo cio só me davam mais tesão. Eu dava lambidas brutas e estaladas, sentindo o buraquinho dele pulsar frenético contra a minha boca, completamente aberto, babado e pronto para ser arrombado de vez no segundo tempo que estava prestes a começar na TV.

​O apito do juiz ecoou na televisão, dando início ao segundo tempo, mas a nossa partida particular estava longe de esfriar. Afastei a minha boca do buraquinho dele, deixando a entrada completamente brilhante, babada e com as preguinhas vermelhas expostas, contraindo de puro desespero pelo toque. O Bielzinho soltou um chorinho manhoso quando a minha língua saiu, mas eu logo mudei de posição.

​Sentei-me bem ao lado dele no sofá, folgado, de pernas bem abertas. Puxei o corpo esguio do meu menino e o deitei de costas, forçando as pernas depiladas dele a se abrirem totalmente, apoiadas nas minhas coxas grossas e peludas.

​— Fica assim, bem abertinho para o teu macho ver tudo — comandei, a minha voz de trovão vibrando no peito dele.

​Olhei para aquela entrada tão úmida e farta, totalmente dilatada após o banho de saliva e o vibrador. Sem dó, lambuzei os meus dois dedos no lubrificante que estava na mesinha e enfiei de uma vez, até o nó do dedo.

​— AAAAAHHH! Gutão! — o Bielzinho deu um grito agudo, arqueando as costas e cravando os dedos no estofado do sofá, enquanto eu começava a dedá-lo de forma bruta e sem qualquer delicadeza.

​— Tá sentindo o tamanho desse estrago, viadinho? — perguntei, com um riso, enquanto girava e enfiava os dedos bem fundo, sentindo a carne dele se contrair e abraçar a minha mão. — O buraquinho que era todo travado pelo frouxo do Rômulo agora engole os dedos do seu dono inteirinhos. Olha como você tá dócil e molhado.

​— Tô muito... aaahn... tá entrando tudo!... — ele gemia alto, jogando a cabeça de um lado para o outro, com a linguinha vermelha de fora de tanto tesão de ser dedado daquele jeito enquanto o jogo rolava na TV. — Rasga o seu putinho, Guto... mais forte!...

​Eu acelerava os movimentos dos dedos, abrindo ainda mais a carne dele, preparando o buraquinho para receber o meu caralho na comemoração do próximo gol.

​Aos quarenta e três minutos do segundo tempo, a tensão na sala era quase insuportável. Eu continuava ali, com meus dois dedos grossos enterrados no buraquinho do Bielzinho, revirando e esticando aquela carne quente enquanto ele se contorcia todo na minha coxa, choramingando de tesão com a linguinha para fora. Na tela da TV, o Flamengo armou um contra-ataque mortal. A bola foi lançada em profundidade, o atacante limpou o goleiro com um corte seco e mandou uma bomba para o fundo do gol vazio.

​— É GOOOOOL! DO FLAMENGO! DA VIRADA! NO FINALZINHO DO CLÁSSICO! — o narrador quase perdeu a voz, e o som do Maracanã explodindo parecia que ia derrubar as paredes da sala.

​O meu sangue ferveu com a força de um vulcão. A adrenaline do gol se misturou com a testosterona acumulada e eu virei um bicho.

​— TOMA, CARALHO! É CAMPEÃO! — urrei, a minha voz de trovão ecoando na sala inteira.

​Arranquei os meus dedos do buraquinho dele com um estalo e, sem dar tempo de o Bielzinho respirar, segurei as pernas dele e o puxei para a beirada do sofá, deixando o quadril dele suspenso. Mirei o meu caralho, latejando de puro ódio e vitória, direto na entrada que já estava completamente dilatada e babada.

​Apoiei o corpo por cima dele e empurrei o quadril com tudo. Enfiei a jeba inteira de uma só vez, até o talo, ignorando qualquer tipo de delicadeza.

​— AAAAHHH! GUTÃO! MEU DEUS! — o Bielzinho soltou um grito rasgado, agudo e estridente, com as bochechas vermelhas e os olhos amendoados revirando completamente de tanto êxtase. O impacto foi tão bruto e direto no ponto mais sensível dele que o corpinho deu um sobressalto violento, retesando os músculos por inteiro.

​Eu comecei a mandar ver com uma força animal, ditando o ritmo da vitória do Flamengo na base da meteção bruta. A cada estocada, o meu quadril batia com um baque seco contra as nádegas dele, e o Bielzinho só conseguia gemer, alto e desesperado, completamente dominado pela grossura que o preenchia por inteiro.

​— Aguenta, seu viadinho! É o gol do título! — rosnei no ouvido dele, puxando os cachos da nuca dele com força. — Sente o tamanho do teu dono! Sente quem manda nessa porra!

​O aperto daquela carne quente foi ficando tão absurdo que o Bielzinho começou a chorar de prazer. Ele estava tão estimulado, tão cheio e arrombado por aquela cabeçada grossa raspando tudo lá dentro, que o corpinho dele entrou em curto-circuito. O ninfeto deu um sobressalto final e gozou pelo cu. Ele soltou um ganido fininho, o quadril tremendo frenético enquanto o seu buraquinho contraía desesperadamente ao redor do meu membro, espremendo tudo.

​Sentir o aperto daquela gozada anal do Bielzinho foi o estopim. Dei um rosnado alto, travei o meu quadril com toda a minha força lá no fundo, prensando o corpo dele contra o sofá, e disparei. Foram jatos e jatos de porra quente, grossa e pesada, sendo descarregados direto nas profundezas dele, inundando o buraquinho até o limite.

​O jogo na TV terminou com o apito final do juiz, sacramentando a vitória do Flamengo. Na sala, o Bielzinho desabou de lado no sofá, completamente exausto, ofegante e entregue.

​Afastei o meu caralho devagar, e o desfecho era uma obra de arte. O buraquinho dele estava visivelmente arrombado, com as preguinhas piscando abertas e relaxadas, incapazes de se fechar. O meu esperma grosso e branco começou a transbordar daquela entrada caramelo, escorrendo devagar e sujando a barra da camisa gigante do Flamengo.

​Dei uma risada possessiva, cheia de soberba e orgulho. Peguei o celular na mesinha e abri a câmera. Enquadrei de perto aquela raba marcada pelos meus tapas, com o buraquinho escancarado e babando a minha porra quente. Tirei uma foto nítida e perfeita do estrago.

​Mostrei a tela bem na cara dele, que ainda tentava recuperar o fôlego com os olhinhos marejados.

​— Olha aqui, Bielzinho — me vangloriei com um riso de deboche, passando a mão pelo meu peito de urso suado. — Olha o que o Gutão fez com você. O Rômulo nunca ia conseguir deixar o teu buraquinho lindo e arrombado desse jeito, cheio de leite do teu macho.

​O Bielzinho olhou para a tela, soltando um suspiro manhoso e envergonhado, se aninhando na minha perna grossa. Eu olhei para a joia de metal preta e vermelha com o brasão do Flamengo que estava na mesinha de centro. O brinquedo ainda brilhava com a umidade dos fluidos dele, refletindo a luz fraca da sala.

​— O jogo acabou, mas o teu dono ainda quer te ver marcado — comandei, com a voz mansa, mas cheia de uma autoridade que não dava espaço para discussão.

​Bielzinho apenas gemeu baixinho, extremamente dengoso, e empinou um pouco mais a raba caramelizada e marcada pelos meus tapas, abrindo os caminhos para mim de forma dócil. Com cuidado, mas com bastante firmeza, empurrei o plug de volta para dentro d’aquele buraquinho que agora estava completamente amaciado e arrombado, preenchendo o vazio que a minha jeba tinha acabado de deixar. O garoto deu um arfar gostoso, arrastado, fechando os olhos ao sentir o metal frio deslizar pela porra morna e se acomodar lá no fundo.

​— Pronto, agora sim você tá completo e sinalizado — rosnei, dando um tapa carinhoso na raba dele que estalou alto no silêncio da sala. — Vem cá, vamos tirar essa sujeira do corpo.

​Passei meus braços grossos por baixo das coxas e das costas dele, levantando o corpinho leve de ninfeto no colo sem fazer o menor esforço físico. O Bielzinho passou os bracinhos finos ao redor do meu pescoço largo, descansando o rosto cansado e as bochechas vermelhas direto no meu peitoral peludo e suado, enquanto eu caminhava calmamente em direção ao banheiro.

​Liguei o chuveiro, deixando a água cair quente no box de azulejos claros, enchendo o ambiente com aquele vapor gostoso. Entramos juntos sob a ducha morna. Deixei que a água batesse direto nas minhas costas largas, limpando o suor do jogo e do esforço animal, enquanto segurava o Bielzinho firme e protegido contra o meu corpo.

​Com um sabonete cheiroso, comecei a ensaboar a pele macia e caramelizada dele com as minhas mãos, limpando com carinho as marcas da comemoração e massageando as pernas dele que ainda tremiam de pura exaustão.

​— Tá tão quentinho, Guto... — ele sussurrou com a voz de choro mais dócil e manhosa do mundo, fechando os olhos sob a água morna, sentindo-se completamente seguro e entregue nos braços do seu verdadeiro macho.

​— É assim que homem de verdade cuida do que é dele, bonequinho — respondi bem baixinho, colando meus lábios na nuca dele enquanto o abraçava por trás, sentindo a joia do Flamengo perfeitamente encaixada nele sob a água.

​A água lavava o resto do dia, deixando claro que aquele clássico e aquele garoto agora pertenciam inteiramente e para sempre ao Gutão.

Notas do autor:

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