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O Acerto de Contas na Garupa

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Um conto erótico de Motoqueiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1378 palavras
Data: 17/07/2026 04:03:32
Última revisão: 17/07/2026 05:04:03

​O dia de trabalho estava normal até ela acenar na calçada. Era uma morena espetacular: decote generoso destacando o peito fartamente desenhado, uma calça justa que marcava uma bunda redonda e empinada, e um perfume doce que tomou conta do ar assim que ela se aproximou. Quando ela montou na garupa, o jogo começou de forma inevitável. Suas coxas pressionaram a minha cintura de imediato para ela se firmar no banco. Em vez de segurar na alça de metal da moto, ela passou os braços ao redor da minha cintura, colando o corpo quente contra as minhas costas.

​Ela me contratou para fazer um "corre" de três ou quatro paradas pela cidade. No começo, tentei manter o profissionalismo de mototáxi: focado no trânsito, olhando apenas para a estrada. Mas ela tinha outros planos. A cada parada, enquanto esperávamos, ela puxava assunto pelo retrovisor, soltando pistas no ar: "Nossa, moço... a vida está tão corrida. Faz tanto tempo que não namoro... estou numa vontade que você nem imagina." O vento batia forte, o que a obrigava a falar bem perto do meu pescoço, por baixo do capacete. O hálito quente dela na minha pele a cada curva era um teste de resistência.

​Na saída da penúltima parada, a minha resistência já estava no limite. O calor do corpo dela contra as minhas costas já tinha me convencido a entrar no jogo. Aproveitando um trecho mais lento no trânsito, joguei a mão esquerda um pouco para trás, como quem vai apenas dar uma relaxada nos dedos perto da perna dela. No movimento, a minha mão deu aquela resvalada firme e intencional bem na lateral da coxa dela, perto do quadril. Ela deu um leve sobressalto na garupa, se inclinou um pouco mais para a frente e sussurrou bem perto do meu ouvido: "Ô, moço... que que é isso?" Mantendo a malandragem, joguei a desculpa clássica: "Ah, desculpa... a moto deu uma balançada aqui." Ela soltou um risinho baixo, aquele som de quem sabe exatamente o que está acontecendo, e rebateu: "Não... não precisa pedir desculpa. Pode encostar..."

​Antes que eu pudesse responder, ela tomou a iniciativa. Segurou a minha mão com a dela e a deslizou com firmeza para trás, contornando a curva do quadril até alcançar o início da nádega e a parte quente da entrecoxa. O calor ali era absurdo. Meus dedos afundaram de leve naquela pele macia por escassos, mas eternos, três a quatro segundos. Sabendo perfeitamente do risco de cair da moto se continuássemos aquilo em movimento, ela soltou a minha mão com um tapinha leve na minha coxa e se acomodou de volta na garupa, soltando um risinho vitorioso enquanto eu voltava a mão para o guidão com o coração disparado.

​Ela desceu rapidamente na casa de uma colega e, minutos depois, voltou. Mas agora o jogo de sedução que estava nas mãos passou para o corpo inteiro. Na hora de subir na moto para a última corrida, ela não fez cerimônia. Jogou-se para a frente de uma vez, não deixando nenhum milímetro de ar entre nós. Ela escorregou o corpo totalmente para a frente no banco, pressionando a intimidade quente e firme contra o final das minhas costas. A cada pequena vibração do motor e a cada curva do caminho, o contato se intensificava. Ela passou os braços ao redor do meu peito e deu a instrução final com a voz mansa: "Prontinho, moço... agora pode ir. Me leva para a minha casa."

​Parei a moto na guia em frente à casa dela, girei a chave e o motor morreu. O silêncio da rua deserta tomou conta do espaço. Apoiei os dois pés no chão para dar estabilidade, mas ela continuou ali, colada. "Chegamos", eu disse, virando o pescoço. "Nossa, já?", ela respondeu, dengosa. "E quanto deu a corrida, moço?" "Deu R$ [X]." Puxei o celular e mostrei a tela com o QR code. Ela se inclinou ainda mais para a frente para tentar escanear, fazendo com que a minha perna esquerda ficasse praticamente prensada entre as duas coxas dela. Sentindo o aperto quente, ela olhou o celular, deu um suspiro fingido e olhou bem nos meus olhos: "Ah, moço... não consegui de jeito nenhum. Meu saldo não quer liberar... E agora? Tem alguma outra forma que eu possa estar te pagando?"

​Dei aquela valorizada básica, fazendo um charme de quem estava pensando no problema. Ela deu um passo para mais perto, passou a ponta do dedo pelo colarinho da minha camisa e sussurrou: "Não se preocupa... Eu estou te esperando ali dentro. Vem aqui comigo que eu vou te pagar." Ela girou a chave e entrou, deixando o portão encostado. Não perdi tempo: apoiei a moto firme na calçada, tirei a chave do contato, guardei bem guardada no bolso e entrei logo atrás dela.

​Entrei no corredor e fechei o portão. Girei a chave na fechadura — clack, clack — e deixei ela espetada ali mesmo para não perder tempo. Dei três passos rápidos. Ela estava de costas na sala, fingindo arrumar alguma coisa. Cheguei sem aviso, encostando o corpo firme direto nas costas dela e dando aquela cutucada de quadril que a fez arrepiar inteira. Sem perder tempo com rodeios, minhas mãos descem direto para a cintura dela, puxando a roupa para baixo de uma vez e expondo aquela bunda espetacular. Ajoelhei-me rapidamente atrás dela e fui direto ao ponto. Beijei sua bunda, depois a virei e fiz um oral rápido e intenso. Como ela estava perto do sofá, ela sentou em um de seus braços e colocou sua pernas em meus ombros ficando totalmente entregue. Deixei ela completamente lubrificada e pronta para o que vinha a seguir.

​Quando me levantei meti nela como um cão faminto, entrou tudo em uma única estocada, mas ela assumiu o controle. Apoiou as mãos no meu quadril e começou a ditar o movimento de forma mais mansa, querendo saborear cada segundo. "Calma, moço... não precisa correr. Vai devagar... vamos aproveitar mais." O ritmo lento e circular foi subindo a temperatura até o limite, com o suor brilhando na pele de ambos. Foi quando ela decidiu entregar o prêmio máximo da noite. Ela se posicionou de costas, elevando o quadril e deixando as curvas totalmente expostas. Olhou por cima do ombro, com o olhar carregado de malícia, e deu o sinal verde definitivo: "Quero ver se você é bom piloto mesmo... Faz do seu jeito para finalizar."

​Aproveitando a lubrificação intensa, posicionei as mãos firmes na cintura dela. A penetração por esse caminho mais estreito começou devagar, arrancando dela um gemido agudo que ecoou pelo quarto escuro. Sentindo o aperto absurdo daquele encaixe, comecei a ditar o ritmo final, cada vez mais forte, encaixando com energia a cada movimento. Ela tentava pedir para ir devagar, mas a adrenalina e o tesão acumulados na garupa da moto falaram mais alto. Continuei firme, ritmado e sem piedade, até que o prazer transbordou e eu gozei no mais profundo dela, selando o pagamento da forma mais intensa possível.

​O silêncio voltou ao quarto, quebrado apenas pela nossa respiração ofegante. Apoiei a testa no ombro dela por alguns segundos, sentindo o peito dela subir e descer rapidamente enquanto tentava recuperar o fôlego. Ela se virou devagar, com um sorriso de satisfação enorme no rosto. Mas a realidade do trabalho chamava. Olhei de relance para o celular e vi que o tempo estava esgotado.

​O processo de se vestir foi rápido. Puxei a calça, calcei as botas e abotoamos as camisas ainda com a adrenalina pulsando no corpo. Ela me entregou o capacete com um olhar semicerrado e provocante de quem sabia exatamente o que tinha acabado de fazer. Caminhamos até o portão. Destranquei a fechadura e ela se encostou no batente da porta: "E aí, moço... corrida paga?" "Mais do que paga. Se toda corrida fosse assim, eu trabalhava de graça." "Eu vou guardar o seu número... Quem sabe eu não preciso de outra corrida." Montei na moto, sentindo o banco ainda quente com a memória dela. Girei a chave, dei a partida e o ronco do motor quebrou o silêncio da rua. Ajustei o capacete, engatei a primeira e ganhei a avenida escura com um sorriso inevitável no rosto. A noite de trabalho continuava, mas a melhor corrida já estava entregue.

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