Girei a maçaneta de latão oxidado e empurrei a porta de madeira pesada, entrando no quarto onde o tempo parecia ter sido sepultado vivo. O ar ali dentro tinha uma assinatura olfativa muito própria, quase arqueológica: uma mistura sufocante de baunilha, sândalo envelhecido e aquela alfazema de farmácia popular que as pessoas usam para tentar mascarar o cheiro inevitável da decadência biológica. Ali, a realidade não usava filtros de alta definição.
Meu avô, Patrício, estava sentado na velha cadeira de balanço de palhinha, semioculto pela penumbra cinzenta que entrava pela janela de guilhotina. Ele balançava as pernas curtas, grossas e calejadas de forma lenta e quase imperceptível, os pés descalços e endurecidos pela terra raspando de leve no assoalho de tábua corrida. Ele virou o rosto na direção da porta quando entrei, mas seus olhos castanhos estavam completamente opacos, vidrados e sem foco, como duas janelas de um prédio abandonado.
Olhando para aquela carcaça decrépita, era quase difícil enxergar o patriarca violento e mulherengo que ele foi. O homem que colecionou amantes pelas redondezas, que traiu minha vó tantas vezes que a conta se perdeu no tempo, e que cometeu o sacrilégio de deitar-se com a própria nora — uma ferida que a família ainda tentava estancar em silêncio. Ele tinha sido o tipo de homem que impunha a própria vontade sem medir estragos, chegando ao ponto de trazer uma filha bastarda para viver sob o mesmo teto que minha vó, obrigando-a a engolir a própria humilhação em nome das aparências da roça. Agora, o tempo cobrava a sua taxa de juros. Ali estava ele: reduzido a um espectro sem mente, incapaz de defender o território que um dia marcou com brutalidade.
Minha vó, Pilar, estava sentada em frente à sua velha penteadeira de madeira escura com espelho oval manchado, escovando o cabelo castanho-claro com fios grisalhos de forma pausada, os dentes da escova correndo pelos fios longos e lisos que ela costumava manter presos num coque firme. Pelo reflexo do espelho gasto, seus olhos castanhos encontraram os meus por trás dos vincos de expressão da idade. Não havia ali a submissão dócil da dona de casa da roça, mas um pedido de socorro silencioso, desesperado e quase animal.
Ela colocou a escova sobre a bancada e, num gesto rápido, pegou o pequeno frasco de perfume, espirrando no pescoço e no colo pálido. A névoa aromática misturou-se instantaneamente ao cheiro pesado de sândalo do quarto. Minha vó se levantou com seu caminhar manso e arrastado, ajeitou a camisola amarela palha de algodão sobre o corpo robusto e caminhou até a porta.
Sem desviar os olhos de mim, ela girou a chave com um clique seco que ecoou como um tiro no quarto silencioso. Parou bem na minha frente, abaixando um pouco a cabeça enquanto alisava o tecido rústico e desgastado da vestimenta com as mãos calejadas. Um suspiro trêmulo escapou de seus lábios:
— Desculpa, meu fio... não é roupa fina, bonita... não é camisola chique de muié da cidade. É só esse pano velho de quem passa o dia na beira do fogão...
— Esquece a camisola, vó. O que importa é o que está embaixo — respondi, dando um passo à frente. Dei um meio sorriso cúmplice, sentindo a adrenaline do tabu subir pela minha espinha. — Deixa que eu tiro isso.
Levei minhas mãos aos ombros dela. Minha avó tencionou os braços por um breve segundo, mas relaxou em seguida, deixando-me erguer lentamente o tecido amarelo palha por cima de sua cabeça e revelando a crueza de sua carne na penumbra. O pano escorregou dos meus dedos, caindo acumulado no chão de tábuas corridas.
A nudez da minha vó era pesada, rústica e imponente. A pele clara exibia as marcas clássicas do sol de fazenda nos braços e no colo, mas o seu corpo maduro mantinha uma silhueta surpreendentemente vigorosa e curvilínea. Os seios eram fartos, pesados e caíam com uma naturalidade opulenta sobre a cintura ainda proporcional, enquanto os quadris largos e a bunda volumosa sustentavam a promessa de uma força reprodutiva que se recusava a apagar.
Entre suas coxas grossas, sua vulva de pele clara era emoldurada por uma mata de pelos escuros e espessos, completamente ao natural, sem qualquer rastro da depilação cirúrgica e higienizada que as mulheres da cidade usavam para fins estéticos. Aquela penugem farta, rústica e indomada já se encontrava úmida e exalando o aroma quente de flor de laranjeira misturado ao suor natural de quem passou o dia cozinhando e limpando na beira do fogão a lenha.
Corri meus olhos lentamente por cada curva daquela estrutura farta, engolindo qualquer hesitação urbana diante do verdadeiro legado daquela fazenda. Dei um passo atrás para admirá-la por completo antes de fitar seus olhos castanhos:
— A senhora é linda, vó. Gostosa demais. Cada pedaço.
Ao ouvir a validação direta, os olhos castanhos dela brilharam na penumbra. Ela deu dois passos lentos na minha direção e, num gesto que carregava o peso de um obrigado silencioso e desesperado por ser enxergada e desejada como mulher de novo, envolveu meu pescoço com suas mãos calejadas e me puxou para um beijo úmido e urgente. Havia ali uma colisão faminta de lábios finos que tentavam sugar a minha juventude para preencher o vazio de sua rotina solitária.
Afastando-se do beijo com a respiração cortada, ela caminhou até a cama de ferro fundido e se deitou de costas no colchão de molas. Olhou para comigo com os olhos castanhos úmidos e sussurrou de forma fragmentada, o sotaque da roça arrastando as palavras:
— Tira a roupa, meu fio... tira tudo e vem se juntar com a sua vó... vem...
“E aqui estou eu novamente”, pensei, o cinismo habitual me anestesiando enquanto eu tirava a camiseta e me livrava do short. Em segundos, eu estava nu, deixando minhas roupas no chão poeirento da roça antes de subir na cama barulhenta de ferro para me juntar a ela.
Ajoelhei-me entre as pernas abertas de minha vó e desci meu corpo, mergulhando a boca diretamente na sua fenda úmida e quente.
O sexo oral ali aconteceu em um silêncio sufocante, quase claustrofóbico. Afastei a mata espessa e áspera de seus pelos com os dedos, revelando a crueza rosada e úmida de sua intimidade madura. Mergulhei o rosto sem hesitação, minha língua se embrenhando na densidade daquela fenda quente para colher o néctar viscoso, abundante e salgado de sua excitação. O único som que preenchia o quarto era o estalar úmido e rítmico dos meus lábios trabalhando contra o seu clitóris intumescido, contrastando de forma quase doentia com o som a pouco mais de um metro dali: o arrastar seco e pausado dos pés calejados do meu avô raspando no chão de tábua corrida, ditando o compasso do nheco-nheco lento da palhinha da cadeira de balanço.
Ao sentir o primeiro contato direto da minha língua em seu ponto mais sensível, minha vó deu um sobressalto na cama. Ela arqueou o corpo robusto, os quadris largos elevando-se do colchão de molas como se quisessem engolir a minha boca.
— Hum... ah, meu fio... devagar... — ela arquejou num sopro finíssimo, as mãos calejadas descendo rápidas para se enterrarem com força no meu cabelo, puxando minha cabeça contra o seu púbis molhado. — Chupa... chup tudo... tira esse fogo daqui de dentro...
O homem que a possuiu por quarenta anos se desfazia em demência logo atrás, entregando-me, sem saber, a chave daquela carne calejada. Era a verdadeira linha de sucessão da fazenda: o sangue jovem assumindo o arado onde o velho já não conseguia mais cavar.
Aspirei o cheiro forte de suor, alfazema e o odor natural de sua vulva quente que subia em ondas. Intensifiquei as lambidas, traçando círculos firmes e subindo com sucções famintas que faziam a carne dela pulsar contra a minha boca. Ela arfava de forma descompassada, o peito opulento subindo e descendo com violência na penumbra cinzenta. A cada rangido mais alto da cadeira de balanço, ela tensionava os músculos das coxas grossas, apertando minha cabeça entre elas num espasmo de puro pânico e tesão.
— Ai, meu Deusdevagar, Miguel... — ela sussurrou de forma fragmentada, os dentes estalando de nervoso.
— Relaxa vó e deixa eu cuidar de você — sussurrei de volta, deslizando a ponta da língua ainda mais fundo em sua fenda, fazendo-a tremer por inteiro.
Para evitar que qualquer som mais alto escapasse para o corredor da fazenda, minha vó inclinou o tronco para a frente e mordeu o tecido do meu ombro com desespero. Suas unhas cravavam-se no meu couro cabeludo enquanto os espasmos involuntários de sua pélvis colidiam contra o meu rosto a cada sucção profunda que eu aplicava. O suor de sua virilha misturava-se à minha saliva, lubrificando toda a extensão de suas coxas.
Ela estava faminta por toque, por calor, por qualquer coisa que a lembrasse de que ela ainda era uma mulher viva e não apenas a cuidadora exausta de um fantasma que esquecera o próprio nome. Ela empurrava a vulva contra a minha boca com uma força bruta, rústica, gemendo abafado contra a minha pele enquanto se lambuzava inteira na minha língua.
Tomada por uma onda de excitação que quase beirava o pânico com o ranger das molas de ferro, ela segurou a minha cabeça com força, puxando-me para cima enquanto arqueava o quadril largo.
— Eu quero você dentro de mi, meu fio... — ela implorou em um sussurro trêmulo e ofegante contra o meu pescoço. — Coloca... coloca logo...
Aproveitando a urgência dela, segurei-a pela cintura e a guiei para que ficasse de quatro na cama, apoiada nos joelhos e nos cotovelos sobre o colchão de molas. Minha avó obedeceu com uma submissão pesada, empinando os quadris largos e volumosos na minha direção. Acomodei-me logo atrás dela, segurei firme a carne farta de suas nádegas e, num movimento firme, a penetrei por trás.
Fui engolido por completo pelo calor sufocante e abundante de sua vagina madura, com os pelos grossos e crespos de sua fenda roçando de forma rústica contra a base do meu membro. Minha vó soltou um gemido sôfrego que foi imediatamente abafado contra os próprios braços onde apoiava o rosto, os seios fartos e pesados balançando suspensos sob o impacto de nosso contato enquanto eu iniciava estocadas lentas, rítmicas e profundas.
Por cima das costas largas de minha vó, na penumbra cinzenta, eu conseguia ver o contorno do perfil do velho. Ele continuava ali, a pouco mais de um metro, com o queixo caído na direção do peito, os braços magros largados nos braços de madeira da cadeira, balançando-se num transe alheio a nós. Era uma visão quase fantasmagórica: a carne vigorosa e úmida da minha vó colidindo contra o meu púbis em primeiro plano, e o espectro do homem que a possuiu por quarenta anos se desfazendo em demência logo atrás, servindo de testemunha cega da própria sucessão.
A cada movimento do meu quadril, a cama de ferro soltava um estalo metálico que fazia o coração disparar com o medo de um lapso de lucidez do velho. Mas ela não conseguia parar; a carne dela queimava naquele isolamento, e ela empurrava o quadril para trás, buscando o preenchimento completo, usando o meu corpo como um escudo contra o declínio diário que ela gerenciava sob a luz do dia.
De repente, a cadeira de balanço parou de estalar. O silêncio que se seguiu foi pior que o rangido.
Paramos o movimento no mesmo instante. O meu pênis continuou inteiramente afundado nela, ambos estáticos na posição, testando o ar com os corações disparados. Minha vó virou o rosto para o lado, os olhos castanhos muito abertos na escuridão, fixos na silhueta estática do marido.
Do canto escuro, o velho pigarreou, um som seco de garganta gasta pelo tabaco, e sua voz fraca e trêmula ecoou:
— ...o boi Barroso tá solto lá no pasto de baixo... chama o Tonho... a cerca caiu...
Ao ouvir a voz senil do marido chamando por fantasmas do passado, minha vó contraiu a musculatura interna ao redor do meu pênis de forma tão violenta e trêmula que quase me fez gozar instantaneamente. Ela manteve o corpo arqueado, travando-se contra mim com uma força descomunal para as suas mãos calejadas que agora apertavam os lençóis. Ficamos imóveis, ouvindo apenas o ranger lento da cadeira que recomeçava a balançar.
Quando ela percebeu que o velho continuava perdido em si mesmo, soltou um longo suspiro trêmulo que fez seus seios fartos oscilarem suspensos contra o lençol. Ela não esperou que eu tomasse a iniciativa; num movimento rápido e surpreendentemente forte para a idade, ela jogou as mãos para trás, tateou às cegas até encontrar meus pulsos e agarrou minhas mãos com seus dedos calejados, guiando-as com firmeza diretamente para as laterais de sua cintura larga e robusta. Ela cravou as unhas na minha pele, puxando meu quadril contra o dela em um encaixe bruto e molhado.
— Não para, meu fio... continua, pelo amor de Deus... continua — ela implorou com o sotaque da roça apressado, a voz um sussurro rouco e carregado de uma urgência febril.
Deixando o peito ceder ligeiramente sobre o colchão para apoiar os cotovelos com mais firmeza, ela manteve os quadris arreganhados e bem elevados, oferecendo-se por completo. Ela virou o pescoço ao limite por cima do ombro direito, forçando os olhos castanhos muito abertos a se fixarem diretamente na silhueta escura do marido na cadeira de balanço. Ela encarava o espectro do homem com quem partilhara a vida enquanto o meu sexo a preenchia inteira.
— Ele num tá vendo nada, meu fio... seu vô tá lá no tempo da fazenda velha, na cabeça dele a gente nem existe... — Ela me olhou de soslaio, as pupilas dilatadas de puro pânico misturado à luxúria, os vincos de expressão do rosto banhados por um suor brilhante. — Me aperta... me aperta com força agora que o coração tá na boca... me come com vontade... come a sua vó até eu esquecê de tudo.
— Tá bom... vó. Vou te dar exatamente o que você quer — respondi baixinho, a voz rouca.
A descarga de adrenalina do risco e a visão daquela mulher madura e robusta oferecendo-se de quatro, com os olhos fixos no marido demente, limparam qualquer resquício de cinismo na minha mente. Meu membro pulsou ainda mais rígido dentro dela, esticando as paredes apertadas e úmidas de seu canal.
Espalmei minhas mãos com força nas laterais de seus quadris largos, cravando os dedos na carne firme de suas nádegas volumosas e empurrando-a para a frente antes de puxá-la contra mim com violência. Iniciei uma sequência de estocadas rápidas, profundas e brutas. O som do atrito do meu púbis colidindo com força contra os pelos espessos e úmidos de sua vulva ecoava no quarto, abafando o ranger metálico das molas de ferro.
A cada estocada profunda, eu via o corpo de Pilar estremecer por inteiro. Os seios fartos e pesados chacoalhavam contra os lençóis ásperos; a pele clara de suas costas e nádegas ganhou um tom avermelhado, quente ao toque. Ela gemia baixinho com a boca colada no colchão, mas mantinha os olhos fixos na cadeira de balanço, usando a visão do marido ausente como um combustível para a própria perdição.
— Assim, meu fio... mais fundo... bota tudo... — ela arquejava, os quadris empurrando-se para trás a cada impacto meu, buscando receber cada centímetro da minha rigidez. — Come essa carne velha que ainda te busca... me faz esquecê das dor, meu fio... me faz esquecê de tudo...
A musculatura interna de sua vagina apertada contraía-se em ondas famintas ao redor do meu membro, um aperto tão quente e úmido que fazia minha espinha latejar. A sensação de possuí-la por trás naquele cenário profano acelerou meu próprio ritmo ao limite. Segurei sua cintura com ainda mais força, deixando marcas vermelhas na pele dela, e passei a golpeá-la sem piedade, em estocadas velozes que faziam a cama de ferro estalar de forma caótica.
— Você é minha, vó... inteirinha minha — sussurrei perto de seu ouvido, o suor do meu rosto pingando nas costas dela.
— Sou... sou sua... meu fio... faz o que ocê quisé de mim... — ela entregou-se por completo, soltando um gemido mais alto que se perdeu na penumbra do quarto.
O atrito úmido, o calor sufocante da fenda dela e a tensão do silêncio do velho nos levaram ao limite em poucos segundos. Senti a musculatura dela ter um espasmo violento e prender meu pênis com uma força descomunal. Gozei profundamente dentro de minha vó, sentindo jato após jato de sêmen quente inundar e transbordar de seu canal apertado.
Ela afundou o rosto no travesseiro e soltou um soluço longo, mudo e desesperado. O quadril dela tremeu inteiramente elevado antes de ceder devagar, as coxas grossas espasmano sob o peso de um orgasmo violento que era, antes de tudo, um grito de sobrevivência e liberdade contra a decadência e a morte.
Ficamos abraçados no colchão barulhento por alguns minutos, ouvindo apenas o som de nossas respirações tentando recuperar o ritmo na quietude do quarto.
Lentamente, minha vó sentou-se na cama. Com movimentos zelosos e silenciosos, ela usou a camisola amarela para se limpar, sem pressa, voltando a vestir a sua pele de dona de casa conformada e dócil. Ela se aproximou de mim e me deu um beijo terno, afetuoso e quase reconfortante na bochecha, o olhar baixo e esquivo de volta ao lugar regulamentar.
Com a minha ajuda, ela levantou Patrício da cadeira de balanço. O velho moveu-se como um boneco de pano, murmurando sobre chuvas que não vinham mais, até que o deitamos na cama de ferro de forma suave. Minha vó cobriu o corpo debilitado do marido com o lençol de retalhos, ajeitando o travesseiro com o carinho e a paciência da esposa zelosa que sempre fora. Ela deitou-se ao seu lado na penumbra, aninhando-se contra as costas dele como se nada tivesse acontecido nos últimos trinta minutos.
Vesti as minhas roupas em silêncio. Antes de me afastar da cama, inclinei-me sobre o corpo de minha vó, sentindo ainda o calor úmido que emanava dela misturado ao cheiro forte de alfazema e suor. Toquei seus cabelos desalinhados e depositei um beijo calmo e demorado em sua testa suada.
— Bênção, vó — sussurrei bem próximo ao seu ouvido, mantendo a tradição que aprendi desde menino.
Pilar fechou os olhos devagar, deixando escapar um suspiro quase aliviado, e apertou de leve a minha mão sobre o lençol de retalhos.
— Deus te abençoe, meu fio... — respondeu baixinho, a voz já sumindo na sonolência e no cansaço.
Dei um passo para trás, destranquei a porta de madeira pesada e saí para o corredor escuro da fazenda.
Caminhei em direção ao meu quarto sentindo o peso daquela terra me esmagar com uma clareza fria. Eu sabia que, sob o teto daquele casarão antigo e isolado, as leis daquela terra eram as únicas que importavam. E que a verdadeira herança de família não vinha registrada em cartório, mas se transmitia no escuro, de corpo em corpo, através de pecados que eu carregaria com orgulho.
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O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.
Mas a história completa vai muito mais fundo.
A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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