Capítulo 6: Caos
— Helena? — perguntou a recepcionista, me olhando de cima a baixo com um misto de curiosidade e desdém. Apenas acenei com a cabeça, tentando manter a compostura. — O senhor Fred está esperando a senhora. — Ela se levantou, indicando que eu a seguisse por um longo corredor até a última porta. Antes de abrir, virou-se para mim e sussurrou: — Não grite, nem gema muito alto. Dá pra ouvir das outras salas.
Fiquei sem entender o comentário, mas entrei. O choque foi imediato: Fred estava completamente nu no sofá de couro, pau duro apontando para cima, grosso e venoso. A recepcionista — Janaina, como descobri depois — entrou atrás de mim.
— Precisa de mais alguma coisa, senhor Fred? — perguntou ela com naturalidade, como se estivesse oferecendo café.
— Onde está o gel lubrificante? — questionou ele, sem o menor constrangimento.
— Segunda gaveta, senhor. Junto com os plugs e consolos.
— Obrigado por enquanto, Janaina.
Ela saiu, fechando a porta. Eu ainda processava a cena quando Fred se levantou, o pau balançando pesado.
— Fica de joelhos, vagabunda — ordenou.
Obedeci como a boa putinha que sou. Seu pau não era o maior que já tinha visto, mas era extremamente grosso, cheio de veias saltadas sob a pele clara, latejando de tesão. Bocanhei com fome, lambendo a cabeça inchada antes de engolir o máximo possível. O gosto forte e masculino me deixou ainda mais molhada.
Diferente de outros machos que seguram minha cabeça e fodem minha garganta sem piedade, Fred ficou parado no início, apenas mandando:
— Vamos, sua vagabunda. Engole o caralho do seu macho. Mais fundo… isso.
Eu me esforçava, babando, sentindo o pau pulsar na minha boca. Lágrimas escorriam pelo esforço. Finalmente ele segurou meu cabelo, mas em vez de socar, puxou minha cabeça para trás, tirando o pau da boca com um estalo molhado. Então me beijou. Um beijo intenso, quase apaixonado, cheio de tesão cru e admiração. Minha buceta escorria, meu cu apertava o plug desesperado.
O beijo terminou com uma cusparada forte no meu rosto e um tapa estalado na bochecha.
— Puta safada… fica de quatro ali no sofá. Vamos brincar com esse rabo.
Ele me puxou pelos cabelos e me posicionou. Abriu a gaveta, pegou gel lubrificante e um consolo. Levantou meu vestido curto, expondo minha bunda.
— Já que você gosta de ficar arrombada, vamos te arrombar de verdade, puta. — Falou estapeando minha bunda. — Vou arrombar seu rabo enquanto chupo sua buceta.
— Não… — protestei, fingindo estar brava. — Sou fiel ao meu corninho. A buceta é só dele. Você não vai chupar.
Fred riu, debochado.
— Uma puta com princípios? Tá bom. Então só vou judiar desse cuzinho até você gozar feito uma cadela.
Puxou o plug devagar, admirando o buraco piscando, e chupou o plug como um pirulito antes de jogá-lo de lado. Espalhou uma generosa quantidade de gel no meu cu e começou a empurrar o consolo. Primeiro devagar, depois com força crescente. O brinquedo entrava e saía, esticando minhas paredes, roçando fundo. Minha buceta pingava, o gel escorria e misturava com meus fluidos. Comecei a me tocar no grelo, imaginando Marcos assistindo outro homem destruir o cuzinho que eu sempre negava para ele. O tesão era insano.
— Quero mais… — implorei, empinando a bunda. — Me rasga toda.
— Puta vadia. Vou acabar com seu cu hoje.
Ele retirou o consolo e lubrificou um bem maior, bem mais grosso. Pressionou contra meu anel e empurrou. Doía, queimava, mas o prazer era maior. Gritei baixo, mordendo o sofá, enquanto o consolo enorme me abria. Gozei pela primeira vez com força, pernas tremendo, buceta contraindo no vazio.
— Vamos, cadela. Goza pra eu ver — rosnou ele, metendo o consolo com mais velocidade.
— Sim… fode o rabo da sua cadelinha! — gemi, gozando novamente, o corpo inteiro convulsionando.
Finalmente ele tirou o consolo. Meu cu ficou escancarado, vermelho, piscando. Fred lubrificou o próprio pau e meteu de uma vez, até o saco bater na minha buceta encharcada. Gemi alto, quase gozando de novo.
Ele perdeu completamente a compostura. Segurou minha cintura e começou a me foder com fúria animal, estocadas profundas e brutais. O som molhado de carne contra carne enchia a sala. Seu saco batia forte contra minha buceta, fazendo meu grelo pulsar. Gozei pela terceira vez, apertando o pau dele.
Fred me puxou para o chão, me deitou de bruços no tapete e montou em mim. Passou o braço forte em volta do meu pescoço, apertando levemente enquanto voltava a meter com tudo. O pau batia fundo, parecia alcançar meu ventre. A pressão no pescoço, o peso dele, o cu sendo destruído… gozei de novo, tão forte que mijei no tapete, um jorro quente e incontrolável.
— Sua vagabunda nojenta! — xingou ele, mas sem parar de meter. — Sujou todo o meu tapete. Tá achando que sou o corno do seu marido?
Puxou-me pelos cabelos, ajoelhou-me e enfiou o pau na minha boca até o fundo da garganta. Fodeu meu rosto com força, baba escorrendo, lágrimas borrando minha maquiagem.
— Engole, vagabunda!
Sentia o pau pulsar, inchando. Ele tirou de repente e gozou com jatos fortes e abundantes — três, quatro, cinco disparos grossos na minha cara, olhos, boca, cabelo. Ainda não satisfeito, cuspiu na minha face melada.
— Piranha… vagabunda.
Fiquei ali, caída no tapete molhado de porra, mijo e lubrificante. Meu cu ardia, aberto e abusado. A buceta latejava. Tinha gozado tanto que perdi o controle do corpo. Nunca tinha mijado de tanto prazer. Fred, ainda ofegante, pegou o telefone na mesa e ligou para a recepção.
— Janaina, pode vir aqui por favor.
Eu ainda estava tonta, o rosto coberto de esperma, quando ouvi a porta se abrindo novamente. O caos tinha começado de verdade.
