Parte 5.
Olhei meio envergonhada para os outros, mas as duas mulheres confirmaram. A Suzelle disse:
— Vai, Silvina não se acanhe. Pode mostrar seus peitinhos.
A Miramar também:
— Pode despir o sutiã. Aqui todos já somos íntimos.
O Sidenio, pai do Silvano, completou:
— E nós já vimos antes, os seus seios aqui mesmo na piscina. São lindos.
Olhei para o Lian que não disfarçava o volume sob o calção, e ele falou:
— Pode sim, Sil. Neste grupo, você pode confiar e ficar à vontade. Somos muito íntimos. Aproveite.
A Miranda veio para perto de mim e pegando nos lacinhos das costas do meu sutiã, segurou e perguntou:
— Posso soltar, amiga?
Na hora eu me senti excitada de poder ficar sem sutiã do biquíni, com eles ali na piscina assistindo, e concordei com a cabeça, sem dizer nada. Ela puxou o cordão, e o laço se desfez, o sutiã se soltou e ela pegou na alça que estava na minha nuca e soltou também, retirando a peça. Meus seios estavam rígidos e com os mamilos empinados. Eu não conseguia controlar o meu tesão e os mamilos vibravam. A Miranda disse:
— Você tem os seios mais lindos que eu já vi.
— Obrigada. - Eu disse, e para disfarçar um pouco, fui tratando de passar um filtro solar, para proteger a pele mais clara e sensível dos seios que ainda não tomavam sol.
Quando levantei os olhos para ver os outros, notei que o Sidenio, pai do Silvano, e o filho também, estavam com uma “tenda” armada na frente das bermudas, olhando para os meus peitos. Fiquei vermelha e meio sem-graça.
Foi quando reparei que tanto a mãe da Miranda, como a mãe do Silvano, pareciam estar muito tranquilas, vendo quilo também. Resolvi me explicar ao me sentar na poltrona ao lado do Lian:
— Não estou acostumada. Ainda fico um pouco envergonhada.
Foi a Miramar que respondeu:
— Pois, fique sem vergonha. Pode ser sem vergonha. Aqui na casa, agora, só ficaram os sem-vergonha. Só tem safado e safada agora. E você pode assumir a safadeza.
Olhei admirada para ela, sem entender direito aquilo, e a Miranda explicou:
— Ficamos aqui, os que já tem mais intimidade e somos mais liberais. Vou contar. A minha mãe foi quem iniciou o Lian, no sexo, quando ele ainda estava começando a ter pentelho no saco. Ela, jovem e muito gulosa, safada como ela só, não perdoou, nem deixou escapar o sobrinho do pau grande. Minha mãe é gulosa... adora um pau grande, um perigo.
Eu ouvia aquilo mais admirada ainda. Falando da própria mãe. Olhava para eles sem entender. O Silvano aproveitou e contou:
— Ela também me ensinou muito. Depois do Lian, que morava longe, foi a minha vez. Aprendi muito com ela. E depois, para minha surpresa, foi a minha mãe que também quis conhecer melhor o Lian, o sobrinho avantajado. E o corno do meu pai, deixou. Ela deu para ele na frente do marido. E para completar, foi o meu pai que iniciou a Miranda, nessa troca de aprendizados da família.
Miranda completou:
— Ele foi meu primeiro macho, me desvirginou, e eu gostei muito.
Silvano falou:
— Na nossa família temos esse costume, os mais experientes, ensinam os novatos.
Naquele momento, me lembrei da cena que eu flagrei na cozinha, dele e da Miranda fodendo de madrugada. E do Gervane me contando da tia, que iniciou o sobrinho. A história toda se confirmava. Estava diante deles, seminua, e todos assumindo o que fizeram. Era algo que jamais imaginei.
Além de ficar muito surpresa, ao saber daqueles detalhes, não consegui evitar uma onda mais intensa de excitação, meus seios latejavam, com os bicos durinhos.
Eu já sentia a minha xoxota ficando melada. Não sabia o que dizer, nem fazer. Fiquei ali, olhando para eles com aquela expressão de incrédula. O Lian percebeu meu estado e me deu um beijo no rosto, passou a mão nas minhas costas, e disse:
— Gostou de saber? É excitante para você? No começo, eu tive boas mestras. Era um rapaz muito normal, e até bastante assanhado. Mas tive um trauma.
A Miramar falou:
— Ainda não sei o que foi que aconteceu. Mas, eu acho que já superou.
Lian contou:
— Mais recentemente é que eu tive um grande baque, sofri uma desilusão, uma pessoa que me conquistou, depois, me fez uma maldade enorme, e me afetou demais. Fiquei muito inseguro. Você que está me ajudando a sair do fundo do poço.
Eu olhei para ele e vi seus olhos brilhando, e aquilo me deu uma enorme satisfação. Para reforçar a imagem de namorada, eu disse:
— Gostei muito de você. É safado e muito gostoso.
Sem me conter, eu dei um beijo na boca e ele retribuiu me segurando pela nuca. Ficamos naquele beijo por quase um minuto, nossa respiração ofegante.
Quando eu menos esperava ele estava acariciando meu seio com aquela mão quente e grande. Eu tentei afastar a mão, dizendo:
— Que é isso, estamos na frente de todos.
O Lian manteve a mão no meu seio, apertou o mamilo e disse:
— Eles estão acostumados. E gostam de ver. Ficam com tesão. Não se prenda.
Olhei de canto de olho, e vi que o Sidenio estava beijando a esposa, e acariciava os seios dela também. Assustada, olhei para a Miranda, mais perto de nós, que estava beijando o Silvano, e apertava o pau dele por cima da bermuda. Foi quando ouvi a Miramar, mãe da Miranda, dizendo:
— Relaxa Silvina, nós estamos mesmo acostumados. E adoramos brincar juntos. Aqui somos todos íntimos e cúmplices.
Ela se levantou da poltrona de repouso onde estava, contornou a piscina e veio para perto de onde eu e o Lian estávamos. Ela se sentou na beiradinha da espreguiçadeira, e falou:
— Eu que ensinei quase tudo de sexo a esse seu namorado gostoso. Mas eu não sei o que houve, com essa tal de namorada antiga dele, ele nunca nos contou. Ele andou meio em baixo, e perdeu o encanto. Só você soube despertar esse garotão gostoso novamente. E pelo que eu ouvi dos gemidos durante a noite, você está deixando o safado cheio de prazer.
Eu olhei para os seios dela, e pareciam tão excitados e rígidos quanto os meus. Minha bocetinha estava melando o biquininho, e meu coração estava acelerado, afetando a minha respiração. Ela perguntou:
— Me conta, Sil, ele fodeu você direitinho, bem gostoso? O Lian tem um pau divino, não tem? Pode me contar.
Eu não sabia o que fazer, e não tendo como fugir da conversa, fiz que sim, e depois disse:
— Sim, foi muito bom. Mas, ainda tenho vergonha de falar nisso.
O Lian continuava abraçado comigo, e me acariciando o seio, e todos assistindo. Minha respiração estava intensa. O corpo todo tremendo. Olhei para o lado, e vi que a Miranda estava retirando o pau do Silvano para fora do calção, e ele também tinha um belo cacete. Comecei a tremer e soltar uns suspiros, e a Miramar, me acariciou o outro seio, com mão macia e perguntou:
— Você quer brincar com a gente? Está com tesão?
Eu não queria acreditar no que estava vendo, mas ouvi o Lian dizer no meu ouvido:
— Relaxa, cachorrinha, você está cheia de tesão, como todos aqui. Vamos aproveitar que só ficamos nós, os safados.
Olhei novamente para o outro lado e vi o Sidenio beijando a esposa e ela segurando no pau duro dele, já fora do calção. A cabeça roxa como uma ameixa madura.
Em menos de dois minutos, a cena ali do jardim havia se transformado. Olhei para o Lian e ele tinha retirado aquele pau lindo para fora, e estava bem duro. Ele pediu:
— Vem, Sil... pega, vamos brincar junto com eles.
Não dava para entender direito o que eu sentia, um tesão incrível, e ao mesmo tempo, um certo nervosismo, achando que eu ia perder novamente o controle. A Miramar falou numa voz baixa e aveludada:
— Você nunca fez ménage?
Fiz que não com a cabeça, negando, enquanto minha mão segurava o pau duro do Lian. Senti o cheiro daquela pica tesuda. Meu corpo todo estava arrepiado, quando percebi que a Miramar me acariciava novamente o seio, apertava o mamilo e falava muito sedutora:
— Você é deliciosa. Homens e mulheres ficam cheios de tesão só de admirar você.
Tentando não demonstrar que eu estava perdida, e tomada de volúpia, eu agradeci:
— Obrigada. Você também é uma mulher linda.
Eu segurava o pau do Lian que dava uns solavancos, e ele assoprava um bafo quente na minha nuca, a mão me acariciando as costas, dizendo baixinho:
— Você vai gostar, cachorra. Vai sentir muito tesão.
Rapidamente, eu passei o olhar em volta, e vi que a Miranda estava de joelhos, já chupando a rola do Silvano na cadeira espreguiçadeira perto da nossa. Ver aquela cena já era de dar arrepios de tesão, e o Lian me beijando a nuca e acariciando minhas coxas. Mais adiante, o Sidenio lado a lado da esposa na espreguiçadeira mamava nos peitos da Suzelle, que também o masturbava. Ouvi a Miramar perguntando:
— Você já beijou uma mulher?
Eu fiz que sim, e falei numa voz quase sumida:
— Uma amiga minha adorava ficar comigo, antes de eu namorar o... Ge... o Lian.
Corrigi antes de falar o nome errado, mas ela nem notou, estava mais preocupada com o sim ou o não. Senti os lábios dela se encostando aos meus e suas duas mãos nos meus seios. Ela me beijou de língua, um beijo muito gostoso, e eu aceitei o beijo, meio por instinto, mas também estava excitada com aquilo. Na minha cabeça já começara a admitir que ia rolar uma bela suruba naquele jardim. E aquilo me incendiava. Pensava no meu namorado, o Gervane, sendo corno e aceitando aquilo, cheio de tesão.
Senti a mão do Lian soltando os laços da minha tanguinha, e em seguida a própria Miramar também soltou o biquíni dela. Vi que ela tinha a boceta muito saliente, com lábios vaginais grossos, e um pequeno coração de pelinhos castanhos aparados em cima do púbis. Tinha uma tatuagem de pimenta vermelha na virilha pertinho da xoxota. O corpo dela era generoso, uma quase cinquentona, boazuda, de formas exuberantes e a marquinha do biquíni se tornava muito sexy naquele corpo bronzeado de sol.
Senti a mão dela pegando em minha mão direita e levando até no seio dela enquanto eu mantinha a mão esquerda masturbando o cacete rijo do Lian ao meu lado. Trocamos mais um beijo. Ela sussurrou:
— Vem, sente meu peito. Estou cheia de tesão.
Eu já não controlava nada, meu corpo se entregava ao desejo, e meus beijos com a Miramar se tornaram cada vez mais intensos e demorados, nossas línguas se enroscavam enquanto eu sentia aquele bafo quente do Lian na minha nuca, que me arrepiava ainda mais. Ele retirou a tanguinha do meu biquíni, me deixando nua, e disse:
— Vai, safada, estou adorando você se soltar de vez.
Ali, para todos os efeitos, ele era o meu namorado, e estava liberando. Eu decidi deixar rolar o que tivesse que ser.
A sensação de ter o seio da Miramar na minha mão, o mamilo dela durinho de excitação, e aquela boca carnuda que me beijou foi suficiente para me deixar alucinada de tanto tesão. Eu acelerei a punheta no pau do Lian.
Naquele momento, senti a mão da Miramar entrando entre as minhas coxas, procurando minha boceta e ouvi a voz dela exclamando:
— Louca de vontade de sentir a sua bocetinha. Abre essas pernas e me deixa pegar nela.
Eu obedeci, separei as coxas um pouco, e senti os dedos dela que me tocavam na xoxota. Que delícia de toque! Nossos beijos ficaram mais prolongados, eu chupava a língua dela com vontade.
Nunca imaginei que me desse tanto tesão aquela mulher deliciosa e safada me beijando e me bolinando. A mão dela pegou na minha mão e levou até ao meio de suas coxas. Senti meus dedos tocando a racha da boceta carnuda, que já estava melada. Ela gemeu:
— Isso, safada, mete seus dedos na minha xota, me deixa tesuda.
Bastou eu fazer uma pequena pressão e dois dos meus dedos do meio da mão direita deslizaram para dentro da entradinha da boceta carnuda e bem molhada. Me arrepiei completamente. Comecei a fazer movimentos com os dedos e ouvi que ela gemia e me beijava mais tesuda.
Eu ainda mantinha o pau duro do Lian na minha mão, e ele me acariciava e me beijava na nuca. Nossa, como eu estava excitada, eu chegava até tremer de tanto tesão, e quando o Lian me suspendeu e colocou no colo dele, encaixando o pau duro entre as coxas, eu nem ameacei resistir.
Naquele momento, eu vi que todos estavam sem roupa nenhuma, e a Miranda chupava o pau do Silvano ajoelhada sobre o assento da cadeira de descanso. O Sidenio, pegou na mão da Suzelle e a trouxe para ficar sentada bem ao lado, numa cadeira perto da nossa, para verem melhor o que acontecia. Foi quando a Miramar se abaixou e começou a lamber a pica do Lian entre as minhas coxas, e passava a língua na minha boceta. Ela ainda apertava meus peitos e eu era amparada pelo Lian que me beijava o pescoço, falando provocações. Eu já estava tremendo de tesão, me abri deixando que ela me lambesse a boceta, e comecei a gemer mais alto, o que fez a turma ficar ainda mais tarada.
— Ahhhh, que gostoso! Eu estou muito tarada! – Exclamei.
Nesse embalo, a Miramar foi se chegando em pé na minha frente e com as duas mãos no púbis puxou, arreganhando os brandes lábios da xoxota, exibindo o grelo saliente e disse:
— Vem, Sil, vem dar uma chupada na minha xota, para você sentir o gostinho do meu tesão.
Eu olhei para aquela boceta linda, rosada por dentro, já bem melada e olhei para o Lian que sorriu com jeito sacana, e falou:
— Vai, lambe, chupa essa xota. Você vai ficar muito tarada.
Meu corpo inteiro arrepiado, a pele quente, e meus peitos latejando. Coloquei a língua para fora e lambi a xoxota. Ela empurrou a pélvis para frente e minha boca se colou na boceta. Aproveitei para lamber e sentir o cheiro e o gosto. Foi muito gostoso, dava um tesão incontrolável e fiquei ali chupando, lambendo, e enquanto eu chupava a xoxota o Lian me suspendeu pela cintura, e encaixou a rola na minha boceta e foi me deixando descer e agasalhar aquela rola deliciosa. Nossa, foi uma loucura!
Já na penetração eu comecei a sentir o orgasmo chegando e passei a sugar a boceta da Miramar com muita vontade. Eu queria que ela gozasse ao mesmo tempo que eu. Mas, o Lian tinha outros planos, e depois de me foder um pouco, me ergueu novamente, e me puxou para que me virasse para ele. Ele me fez ficar de joelhos sobre a cadeira, entre suas pernas, e me deu a pica para chupar. Com isso, eu fiquei de quatro com a bunda empinada e a Miramar aproveitou para separar as minhas nádegas e lamber o meu rego, da xoxota até no cuzinho. Eu estava quase gozando, mas não gozei, e aquilo parece que aumentou meu desespero. Afundei a boca naquele cacete delicioso e fui sugando, fazendo um boquete que eu sei que é duro de resistir. Miramar me lambia a boceta e eu rebolava, já sem ter mais nenhuma vergonha de nada. De repente, eu senti uma cabeça de pica roçando a minha boceta e parei de chupar. Quando me virei para olhar, era o Sidenio, que esfregava a pica na minha boceta melada. Exclamei:
— Ah... Lian! Olha o seu tio!
O safado em vez de reclamar, falou:
— Ele quer me fazer de corno. Você quer? Quer sentir a rola dele na sua bocetinha?
Naquele momento, naquela loucura devassa, eu já não tinha mais freio, e soltei um gemido profundo:
— Ahhhh... eu queroooo!
O Sidenio me segurou pela cintura e enfiou a rola na minha boceta, lenta mas continuamente, enquanto eu voltei a chupar a pica do Lian. Conforme o tio dele socava cada vez mais fundo, eu, com vontade de provocar, disse:
— Agora você também é corno, seu safado! Seu tio já está me fodendo gostoso!
A Miramar, ao meu lado, me beijando na nuca, e acariciando meus seios, falou:
— Aqui todos os homens são cornos, e as mulheres umas putinhas safadas!
Fiquei ajoelhada na cadeira, entre as pernas do Lian, chupando o pau dele, e sendo fodida com vontade pelo tio dele. Até que ouvi o tio exclamar que estava quase gozando. Ele falou:
— Estou louco para gozar, onde eu gozo? Dentro ou fora?
Na hora, eu estava louca para sentir a gozada na minha boceta e pedi:
— Goza dentro, tio, goza dentro!
Bastou aquilo e ouvi os gemidos fortes dele, enquanto socava fundo, a pélvis colada na minha bunda, e ejaculava agarrado na minha cintura. Os jatos de porra me inundaram. Eu também estava louca para gozar, mas tentava me segurar um pouco, para prolongar aquele prazer. Foi quando o Sidenio deu lugar ao Silvano. Logo que um retirou a pica ainda jorrando porra da minha boceta, o primo veio para meter também e me penetrou com o pau muito duro.
Soltei um gemido profundo de tesão. O Lian falou:
— Aproveita, safada, que agora não vai faltar pica nessa sua boceta gulosa.
O Silvano estava muito tarado, e socava firme, e rápido dizendo:
— Caralho, que boceta gostosa! Eu estava louco de vontade de provar essa sua namorada tesuda!
— Aproveita primo que a Sil adora dar essa boceta. – Disse o Lian.
Não consegui mais resistir, e me entreguei àquela foda deliciosa, e não demorou muito eu estava gozando, e exclamando:
— Ahhhh, que gostosoooo! Estou gozando na pica dele, amor!
No embalo que eu estava, com as pernas bambas, foi fácil para o Lian me puxar para cima dele e recostado na espreguiçadeira, me fazer montar na sua rola que me penetrou com facilidade. Minha xoxota ainda pingava porra. Aquela pica do Lian era a rola mais grossa e maior que eu já havia provado. Eu me ajeitei e rebolei, deliciada, com o cacete grosso atolado, quando senti o Silvano esfregando o pau duro no meu rego. Eu exclamei:
— Ah... Que é isso Silvano?
— Quero comer o seu cuzinho, safada! Essa sua bunda me alucinou desde o primeiro dia. – Ele falou, enquanto lubrificava meu rabo.
Tentei me mexer mas o Lian disse:
— Aproveita, cadelinha, vamos fazer uma dupla em você.
— Você deixa? Tudo bem? – Questionei já tomada pelo desejo. Eu nunca fizera uma coisa daquelas, mas tinha vontade.
— Claro que deixo. Quero ver você gozar mais ainda! – Ele falou.
Meu corpo teve um arrepio completo, e senti que o Silvano encostava a pica no meu cuzinho. Eu tinha a boceta toda esticada com a rola grossa do Lian atolada.
Eu me preparei para provar a primeira vez de ter duas rolas tesudas nos meus buracos. Meu tesão foi ao ponto máximo e eu rebolei a bunda, gemendo como uma cadela no cio e pedi:
— Vai com calma, Silvano, não me arregaça…
Continua na parte 6.
Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com
ESTE TEXTO É CRIAÇÃO ORIGINAL DE LEON MEDRADO SOBRE UMA HISTÓRIA JÁ EXISTENTE E INTERROMPIDA.
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