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LIBERTAÇÃO - Capítulo 2

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Um conto erótico de Corno de Lésbica
Categoria: Lésbicas
Contém 924 palavras
Data: 17/07/2026 12:30:08

A rotina na casa de Maurício e Carla havia mudado drasticamente desde aquela noite na boate. O sexo entre os dois havia ganhado uma voltagem perversa, quase violenta; Maurício, inebriado pela lembrança da esposa nos braços de outro casal, a procurava todos os dias com uma fome renovada. Mas, para Carla, aquelas fodas intensas de início de noite tornaram-se apenas o preâmbulo do seu verdadeiro momento de libertação.

Na saída do swing, enquanto Maurício e Elton haviam ido juntos ao banheiro rir e comentar sobre a performance das esposas, Carla e Daniela selaram um pacto silencioso no corredor escuro. Um troca-troca rápido de celulares, um olhar cúmplice e a promessa gravada em duas agendas telefônicas com nomes falsos.

Naquela quinta-feira, passava das duas da manhã. Ao seu lado, Maurício dormia o sono pesado dos justos, ressonando alto após uma foda de quase uma hora que a deixara com as coxas trêmulas. O quarto estava na mais completa penumbra, quebrado apenas pelo feixe sutil de luz da lua que atravessava a fresta da cortina.

Carla enfiou a mão debaixo do travesseiro e puxou o aparelho. A tela iluminou seu rosto ruivo, os olhos brilhando de antecipação. Não havia mensagens novas de Daniela, mas não precisava. O histórico dos últimos dias era um arsenal de safadeza: áudios de Daniela sussurrando o que queria fazer com ela, fotos detalhadas daquela bunda monumental e vídeos curtos da negra se tocando no chuveiro.

O gatilho foi imediato. Carla sentiu uma fisgada forte, um calor líquido descer instantaneamente para o meio das suas pernas. Ela jogou o lençol lentamente para o lado, expondo o corpo nu. A brancura de sua pele contrastava com a escuridão do quarto. Com os olhos fixos na foto de Daniela de quatro na cama, Carla levou a mão esquerda ao próprio peito. Começou a apertar o seio farto, sentindo o mamilo endurecer como uma pedra entre seus dedos, enquanto a mão direita descia, sem pressa, pela barriga.

Quando seus dedos alcançaram os pelos ruivos, ela já estava implorando mentalmente. Ela afastou as pernas devagar, abrindo-se no escuro. A ponta do dedo médio tocou a entrada da bct e encontrou um rio de lubrificação natural. Estava encharcada, quente, latejando.

— Hum... Daniela... — sussurrou a ruiva, a voz não passando de um sopro inaudível para não acordar o marido.

Os dois primeiros dedos deslizaram para cima, localizando o clitóris intumescido. Carla começou com um movimento circular, leve, quase uma tortura voluntária. A cada volta do dedo, a imagem da boca de Daniela a devorando na esteira da boate vinha nítida em sua mente. Ela conseguia quase sentir o hálito quente da negra na sua pele, o peso daquele corpo escultural por cima do seu.

O ritmo começou a acelerar. O toque suave virou uma massagem firme, insistente. O clitóris de Carla parecia querer saltar para fora. Os estalos molhados dos seus próprios dedos contra a carne úmida começaram a ecoar baixinho no quarto. Para abafar o som e os gemidos que subiam por sua garganta, Carla levou a mão esquerda à boca, mordendo os próprios dedos com força enquanto a mão direita trabalhava lá embaixo com urgência.

Ela mudou o movimento. Em vez de apenas circular, começou a pressionar de cima para baixo, escorregando os dedos lambuzados da própria d0ce secreção até a entrada do canal e enfiando-os com força. Um, depois dois dedos entraram inteiros, esticando as paredes internas que ainda guardavam a sensibilidade da foda com Maurício, mas que agora clamavam por outra coisa. Ela se dedilhava com raiva, empurrando os dedos para dentro e para fora, simulando uma penetração rápida, enquanto o polegar esfregava o grelo sem parar.

A mente de Carla estava em chamas. Ela imaginava a tesoura com Daniela, a bct escura e raspada da negra esmagando a sua, o atrito perfeito, o cheiro de sexo que emanava daquela mulher. A ruiva começou a arquear as costas na cama, levantando o quadril a cada estocada dos próprios dedos. A bct ardia de tesão, uma coceira deliciosa que só aumentava.

— Caralho... Vem, preta... Me f0de... — pensava, os olhos revirando no escuro, o suor começando a brotar na testa e entre os seios fartos, que balançavam levemente com o balanço do seu corpo.

O clímax estava cobrando o preço. Carla acelerou os dedos ao máximo, aplicando uma pressão quase dolorosa no clitóris, enquanto enfiava os dedos tão fundo que conseguia sentir o colo do útero contrair. Seus movimentos tornaram-se frenéticos, um vai-vem desesperado e molhado. Suas pernas começaram a tremer violentamente, os dedos dos pés esticados.

O corpo inteiro de Carla tencionou. A bct começou a morder seus próprios dedos em espasmos involuntários e violentos. Ela soltou um gemido abafado contra o travesseiro, um som rouco e sôfrego, enquanto uma onda de choque de puro prazer a avassalava de dentro para fora. Ela gozou intensamente, jorrando o próprio mel pelos dedos, inundando a palma da mão enquanto o quadril dava os últimos solavancos desesperados.

Lentamente, seus músculos relaxaram. Os dedos saíram de dentro dela com um som úmido e pesado. Carla desabou no colchão, o coração parecendo que ia sair pelo peito, a respiração curta e ruidosa. Ela olhou para o lado: Maurício nem havia se mexido.

Com um sorriso malicioso e exausto nos lábios, Carla limpou a mão suja de porra e bct no lençol, pegou o celular novamente e digitou uma mensagem rápida para o número secreto: *"Acabei de gozar pensando na sua bunda. Amanhã quero você de verdade."*

Guardou o telefone e, finalmente, conseguiu dormir, com o corpo ainda dormente de prazer.

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Foto de perfil genéricaCorno de LésbicaContos: 14Seguidores: 6Seguindo: 16Mensagem Um escritor que aprecia o lesbianismo e acha que só esse tipo de sexo oferece o prazer que as mulheres tanto desejam.

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