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A mulher do pastor passava dificuldade, tive que ajudar.

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Um conto erótico de CaioContosReal
Categoria: Heterossexual
Contém 2965 palavras
Data: 17/07/2026 17:35:05

Sou Souza, 65 anos, casado, 1,72 de altura, pau de 19cm e grosso. Sou simpático e alegre.

Moro a mais de 20 anos num prédio na grande BH.

Sou um cara de boa. Comprimento todos os moradores do prédio, mas não sou de frequentar a casa de ninguém. Não costumo ir em bares perto de casa e na verdade sou caseiro.

Vivo bem com minha esposa, embora sexualmente falando não estamos na melhor fase. Raramente fazemos sexo. Até a pouco tempo era 3 a 4 vezes por semana. Ela está tendo um problema de estreitamento e fará em breve um tratamento.

A 10 anos mudou um casal para o prédio. Ele é um pastor e ela uma contadora. O pastor tem 71 anos e sua mulher do segundo casamento tem 51. Então eles mudaram para o prédio com 61 e 41. Ele é alto e moreno ela é branca com cabelos de mexas. Ela só usa vestidos abaixo do joelho ou terninhos. De rosto é bonita, tem olhos verdes, mas não tenho a mínima ideia de como é o corpo. Parece ter um bumbum grande. Deduzindo pelo caimento da saia. Só usa gola alta.

Nestes 10 anos raramente troquei mais de duas palavras com ela. Ela sempre cumprimenta com um sorrisinho ou um aceno de cabeça. Raramente um boa noite. E ela tem uma linda voz meio rouca. Já o pastor é um dos caras mais chatos que já existiu. Curioso, intrometido, fofoqueiro, não transmite nenhuma paz ao contrário, te deixa sempre puto. Basta eu entrar no meu carro para ele perguntar onde vou. Eu moro no quarto andar, ele no primeiro.

Pastor: "Uai, vai sair de novo, escutei você combinando de encontrar com alguém, sua mulher sabe?"

Eu: "Se tiver de dar satisfação, dou para ela."

Só um exemplo, é assim com todo mundo.

Agora piorou porque ele está um pouco debilitado e já não tem nenhuma igreja. Fica na rua o dia inteiro. Aposentou.

Não foi uma nem duas vezes que eu apelei com ele.

Um dia ele tinha saído para ir ao médico. Eu estava em casa e desci para comprar pão. Ao passar pela garagem eu encontro com a esposa dele. Nós cumprimentamos como sempre, apenas um sinal de cabeça. Só que assim que virei as costas ela me chamou.

Ela: "Senhor Souza, desculpa o incômodo, o senhor pode olhar para mim o porquê o portão da minha garagem não está fechando todo. Meu marido não está em casa e não gosto de deixar aberto."

Eu: "Claro, olho. Você tem uma escada?"

Ela: "Não muito confiável, mas tenho."

Ela buscou a escada e trouxe até a garagem dela. Abri a escada e subi. Ela: "Vou segurar para o senhor."

Ela segurou a escada e eu subi. Logo vi que tinha um amassado no trilho, ela deve ter batido o carro no portão e amassou o trilho de cima. Perguntei se tinha um martelo. Ela foi e buscou. Três marteladas e o portão fechou. Só que quando olho para baixo ela estava olhando para cima. Só aí percebi que estava sem cueca. Ela estava com os olhos verdes fixos dentro do meu calção.

Fiquei sem graça. Desci e ela me agradeceu. Seu rosto estava vermelho, parecia que estava febril ou queimada de sol. Fingi que nada aconteceu. Ela agradeceu, entrou em casa e eu continuei meu caminho. Não tive culpa dela olhar para cima.

No outro dia cruzo com ela novamente na garagem. Ela para na minha frente.

Ela - Como vai senhor Souza, meu marido disse que o senhor passou mal ontem, está tudo bem?

Eu - Deve ter tido um mal entendido. Eu não passei mal. Nem vi o seu marido.

Ela - Devo ter me confundido. Eu vi o senhor tão bem ontem. Meu marido fala muito. Tem horas que nem sei de quem ou o que ele está falando. Tem que ter muita paciência e a minha está acabando. Querido, então não fale que me ajudou ontem. Na verdade, eu deixei o carro encostar no portão. Se ele souber vai falar 2 dias. E o carro é meu.

Eu - Fique tranquila, não converso muito com seu marido.

Ela - Bom para o senhor. Nunca vi o senhor na turminha da fofoca do prédio.

Eu - Sou muito na minha.

Despedi dela e segui.

No terceiro dia eu sai de casa para ir fazer um orçamento. Iria a pé, aproveitaria para fazer minha caminhada, a distância era de 3km.

Quando estava a 3 quarteirões da minha casa a mulher do pastor para o carro ao meu lado. Me oferece uma carona, eu disse que ia aproveitar para fazer uma caminhada. Ela não aceitou e eu entrei.

Ela: "Senhor Souza, estou precisando de conversar com alguém que não seja de minha família ou igreja. Ambas eu sei a resposta. O senhor é uma pessoa séria e me parece de confiança. Posso confiar no senhor para falar de uma decisão que preciso tomar?"

Eu: "Confiar pode, mas acha que posso te ajudar?"

Ela: "O senhor conhece algum lugar que possamos tomar um suco sem que nos vejam?"

Eu: "Em qualquer lugar público que formos alguém pode nos conhecer."

Ela: "Verdade, o mundo é pequeno. Já sei onde vamos, por favor não pense mal de mim."

Como uma louca acelerou o carro, fomos para um bairro que fica a uns 5km do nosso e parou em frente a um portão de uma casa geminada. Tirou da bolsa uma penca de chave e um controle remoto. Abriu o portão, entrou com o carro e fechou.

Eu: "Onde estamos?"

Ela: "Casa de minha filha, ela e o marido estão fazendo treinamento fora do país. Fiquei com as chaves para abrir a casa de vez em quando. Aqui ninguém nos vê. Podemos ficar no carro ou subir para a casa. Lá é melhor por causa do ar condicionado."

Eu: "Você decide minha querida."

Ela escolheu entrar na casa. Era uma casinha toda mobiliada. Cortinas fechadas, mas tudo limpinho. Logo ela acendeu a luz de uma bancada e ligou o ar. A casa ainda estava um pouco escura.

Ela: "Desculpa senhor Souza. Acontece que estou pensando em separar do meu marido. Não suporto mais aquela falação na minha cabeça. Se eu falar na Igreja vão me condenar, se falar lá em casa vai ser pior. Eles amam meu marido. Afinal casei com o pastor da Igreja."

Eu: "Mas o que te leva a não tomar esta decisão? A opinião deles? O julgamento deles? A vida é sua."

Ela: "Acontece querido, que ele está muito debilitado e vão achar que eu o abandonei por isso. Ele é um terror dentro de casa, nada nem ninguém serve para ele. Não tenho carinho, não tenho amor, ele não cumpre com suas funções de marido, só me atormenta. Minha paz é no serviço e na Igreja. Estou cansada senhor Souza."

Eu: "Raquel, realmente está numa situação difícil. Claro que vão te condenar. Quanto a condenação da Igreja não dou a mínima. Agora sua família vai ter que ser bem conversada."

Ela: "Vou falar de uma coisa muito íntima. Senhor Souza, não tenho sexo a 6 anos, 6 anos. Não aguento mais. Não posso trair ele, é pecado. Ele não tá nem aí para mim. Diz que é minha obrigação ficar ao lado dele."

Eu: "Pecado é você se castrar por ele. Mas entendo o seu dilema."

Ela começou a chorar e colocou a cabeça nos meus ombros."

Ela: "Senhor Souza, não sou pecadora, mas tenho os meus sentimentos e desejos. Naquele dia na garagem sem querer meu e do senhor eu vi (pausa), eu vi o pênis do senhor. Quase enfartei. Entrei no banheiro e bati com cinto nas minhas costas. Estou marcada. Ontem novamente me açoitei."

Eu: "Por favor não faça mais isso. Você tem desejos, não é assim que vai parar de ter. Não se flagele."

Ela chorava e eu a abracei. Ela colocou as mãos na minha coxa e apertou. Pensei: "Já sei onde isso vai dar."

Ela apertou novamente minha coxa, agora com mais força. Ela tirou lenços de papel da sua bolsa e enxugou suas lágrimas. Quando coloquei minhas mãos em suas costas ela deu uma gemidinha.

Eu: "Está machucada?"

Ela: "Ardendo."

Eu: "Não faça mais isso, por favor."

Ela voltou a pôr a mão na minha coxa e levou até minha virilha. Meu pau ficou duro. Ela levou a mão até ele e apertou.

Eu: "Quer mesmo continuar?"

Ela: "Preciso senhor Souza, preciso, ou vou enlouquecer."

Ela apertava o meu pau olhando para a direção dele, a cabeça estava baixa.

Eu: "O que quer fazer?"

Ela: ““Deixa-me ver ele?"

Abri a bermuda e coloquei ele para fora. Ela o acariciava e não olhava para mim. Subia e descia sua mão. Desceu mais um pouco a cabeça e aumentou o movimento.

Ela: "Ele é enorme. Muito grosso, bonito, obrigada senhor Souza."

Ela continuou acariciando-o e lentamente encostou seus lábios na minha boca. Começou a me beijar muito suavemente. Achou minha língua e começou a chupá-la, batia uma punheta para mim, bem devagar. Com a cabeça do dedão ela acariciava a ponta da cabeça do meu pau. Comecei a desabotoar a sua blusa. Ela usava um sutiã grande e grosso. Mesmo assim toquei em seus seios. Ela estremeceu. Ela se levantou, desceu sua saia e pude ver que usava uma calcinha rosa muito grande. Levantei, encostei meu pau nela e fui tirar a blusa. Ela segurou minha mão.

Ela: "A blusa não, vou tirar meu sutiã para você."

Eu: "Agora é questão de confiança. Quero ver o que fez com você."

Ela: "Não, está marcada."

Eu levei a mão na blusa e a desci devagar. Virei ela e não acreditei. Ela estava com marca de 6 correadas. Uma delas sangrava um pouco. Abracei ela e acariciei seus cabelos. Tirei toda a sua roupa e a levei ao banheiro. Deixei água cair nas suas costas e com uma toalha branca e limpa a enxuguei com muito carinho.

Eu: "Procure alguém da sua família que confie e converse com ela. Também procure um psicólogo. Não faça mais isto com você."

Puxei ela e entrei em um quarto que devia ser o da filha. Deitei ela bem devagar. Só aí reparei naquela mulher. Ela tinha um corpo maravilhoso. Seios médios ainda bem duros, bicos rosados, quadris largos, uma xoxota cabeludinha loira. Que mulher linda e gostosa. Ela olhava fixo para mim com seus olhos verdes. Eu sentei ao seu lado e acariciei seus cabelos.

Ela: "Obrigado Souza, tenho provas que é uma boa pessoa e que se importou comigo."

Eu: "Estou preocupado com você. De que prova está falando?"

Ela: "Você quando viu minhas costas, quis cuidar de mim. Seu pinto murchou."

Eu: "Bobinha, agora olhando para o seu corpo ele já está ficando animado. Tem um lindo corpo. É uma mulher belíssima."

Deitei ao lado dela e comecei a acariciar seus seios. Ela mordia os lábios. Todo o seu corpo arrepiou. Passei minha mão muito lentamente acariciando cada mm daquele maravilhoso corpo. Ela suspirava e apertava minhas coxas. Comecei a beijar seu pescoço, seus ombros, seus seios. Beijei sua barriga e seu umbigo. Ela tinha os olhos fechados, mordia os lábios, suspirava e não sabia o que fazer com sua mão. Peguei uma se suas mãos e coloquei sobre o seu grelo e a ajudei a se tocar. A outra coloquei sobre um de seus seios e a fiz acaricia-los. Era como estivesse dando uma aula para ela.

Eu: "Toque na sua xoxota, explore ela, ache o ponto que lhe dá prazer. Tem tesão nos seios, você mesmo pode acaricia-los. Lhe dê prazer. Sexo não é só feito com pinto e xoxota. Descubra Raquel, onde gosta de ser tocada. Em vez de lhe açoitar, lhe dê prazer. Você merece, ninguém, nem religião pode te castrar."

Ela começou a massagear seu clitóris. Começou a apertar os bicos de seus seios. Desci e fui até seus pés, beijei toda sua perna, suas coxas, cheguei na sua xoxota e passei a língua nela, lambi e beijei. Junto com seus dedos acariciei seu clitóris. Ela tinha espasmos. Ela com certeza não gozava a muito tempo. Comecei a chupar sua bucetinha rosa, ela era pequena e cheirosa. Virei ela de costas, seu bumbum é maravilhoso, grande branco. O cuzinho era rosado, lindo, um buraquinho minúsculo. Chupei, beijei e passei minha língua no seu cuzinho. Ela arrepiou o bumbum. Com as mãos acariciei suas nádegas. Abri e mais uma vez passei a língua naquele buraquinho. Subi e beijei suas costas. Beijei suavemente cada marca. Alcancei sua nuca e dei leves mordidas. Ela acariciava sua xoxota e nessa hora gozou. Sem anunciar sem gritar, apenas um gemido forte e espasmos no seu corpo. Coloquei ela novamente de barriga para cima e beijei sua xoxota que agora estava muito molhada. Deitei ao seu lado e fiz ela sentar no meu pau. De outra forma iria machucá-la. Ela segurou o meu pau e posicionou na entrada de sua xoxota. A xoxota dela era muito apertada, mesmo lubrificada ela tinha dificuldade de sentar no meu pau. Quando entrou a cabeça ela sorriu. Subiu e desceu até entrar todo. Ela começou a subir e a descer rapidamente. Meu pau a cada subida ficava molhado. Ela tinha as mãos no meu abdômen e ficou de cócoras. Era uma posição maravilhosa. Via meu pau entrando e quando ela subia sua pele ia abraçando o meu pau. Ela sentou e começou a respirar forte. Seu rosto estava vermelho. Ela suava. Seus seios sacudiam. Ela mordeu os lábios, jogou o corpo para trás e gozou. Gozou e caiu como uma madeira encima de mim. Apertei sua linda bunda e senti sua xoxota contraindo. Ficou assim por muito tempo. Deitou ao meu lado e ficou olhando para mim fixamente.

Ela: Você me fez gozar 3 vezes. Nos últimos 20 anos de minha vida eu não havia gozado uma única vez. A última foi com meu falecido marido. Que também era da Igreja. Mas pelo menos me fazia gozar de vez em quando.

Eu: "Você é muito gostosa."

Ela: "Você ainda não gozou."

Eu: "Tem muito tempo que não dá o seu cuzinho?"

Ela: "Dei poucas vezes para o primeiro marido. Depois ele não quis mais. Quer comer ele um dia?"

Eu: "Todo dia que deixar. Então quer me ver novamente?"

Ela: "Todo dia que deixar. Tem tanta coisa no sexo que nunca fiz ou não faço a 20 anos. Porque não meteu na minha xoxota de papai e mamãe?"

Eu: "Para não machucar suas costas."

Ela: "Você é um cara incrível. O que gosta de fazer com uma mulher?

Eu: "Tudo. Adoro meter no cuzinho, adoro chupar uma xoxota, chupar um cuzinho, beijar seus seios, que por sinal são lindos, adoro da tapa no bumbum. Adoro gozar na boca de uma mulher e adoro que ela goze na minha, como fez."

Ela: "Vou deixar você fazer tudo comigo, no próximo dou minha bunda para você. Vai doer, mas quero dar. Só não dou hoje porque preciso fazer uma higiene. Como quer gozar?"

Eu: "Escolha você."

Ela ficou de quatro na cama e me chamou. Eu fui atrás dela e meti na sua xoxota. Dei tapas de leve no seu bumbum. Coloquei a cabeça do meu dedão no seu cuzinho. Ela rebolava e empurrava a bunda. Ela pela primeira vez disse que ia gozar. Ela deitou com meu pau enterrado na sua xoxota e gozou. Eu também gozei na sua xoxota.

Ela pediu para eu não tirar. Quis que ele murchasse dentro dela. Quando ele a amoleceu virou de barriga para cima e passou a mão na sua xoxota. Pegou minha porra e passou na sua boca.

Ela: "Da próxima vez também quero ela na minha boca."

Tomamos banho e fomos embora. Ela me deixou onde eu ia e foi para o seu escritório. Me passou o número do telefone dela. Combinamos o horário de ligar. Disse que na próxima semana iríamos ficar o dia todo na casa da filha.

Assim foi. Na outra semana fomos para o mesmo lugar. Ela estava toda depilada. Estava uma delícia. Chupei aquela buceta deliciosa. Fiz ela gozar com minha rola duas vezes.

Ela: "Come meu cuzinho, você merece."

Deitei ela de ladinho, lubrifiquei seu cuzinho, meu pau e fui enfiando. Bem devagar mm por mm. Ela acariciava sua xoxota. Eu empurrava. A cabeça ficou bem alojada. Ela com sua voz linda mandou em empurrar. Segurei seus quadris e empurrei. A cabeça rompeu algumas pregas. Ela deu um gemido agudo e soprou o ar.

Ela: "Vai amor, empurra."

Puxei para fora e empurrei novamente. Entrou uma parte. Puxei novamente e empurrei, entrou mais.

Ela: "Quero sentir seu corpo colar em mim, quero tudo."

Empurrei e entrou tudo. Ela gemeu e segurou meu corpo. Parei um pouco, ela soprou o ar e empurrou, tirei e coloquei. Ela foi acostumando e meti muito no eu cu. Ela era um furacão, rebolava muito. Ela pedia para socar. Coloquei ela de quatro e soquei muito, bati na sua bunda até esporrar no seu cu. Quando tirei tinha sangue. Ela ficou impressionada com tanta porra saindo de dentro dela.

Ela: "Mais tarde quero na minha boca. Arrombou meu cuzinho. Dei para meu falecido marido que tinha um pau 2/3 do seu. O pau do pastor é uma tripa, se ele comesse meu cuzinho não ia doer nada. Aos 51 anos eu merecia uma rola desta."

As costas dela estava sem marcas. Ela começou um tratamento psicológico, trocou de igreja. Me encontra uma ou duas vezes por semana. Ela goza fácil, fala palavrões, adora que eu bata na sua bunda, pede para eu chamá-la de puta. Adora engolir minha porra. Chama o marido de meu corno. Somos amantes, até quando não sabemos.

Ela pediu para escrever esta história.

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Comentários

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Meu amigo adorei isso acredito que tenha mais coisas pra contar estarei esperando se vc tiver alguma foto dela manda sergiofontesmaia@gmail.com

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Caio, muito boa a sua história, muito bem contada, e detalhada, e vai num crescendo maravilhoso, até fazer a mulher de soltar inteira. Aproveito pra dar uma dica: "Moro "há" mais de 20anos", "Há" 10 anos mudou um casal para o prédio". Sempre que significar tempo passado, o "a" leva "h", assim: há. Edite o conto e faça as correções que ficará ainda muito melhor o texto. Parabéns, eu gostei muito dessa história. Tem originalidade e narrativa realista.

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