Alguns dias depois da nossa primeira vez, eu não conseguia mais pensar em outra coisa. Meu corpo inteiro latejava só de lembrar dele. Na quinta-feira, Marcelo apareceu no caixa com aquele olhar escuro e dominante.
— Termina seu turno e vai direto pra minha casa. Hoje eu não vou ter piedade, entendeu?
Só de ouvir isso minha calcinha ficou encharcada. Quando cheguei no apartamento dele, mal fechei a porta e ele já me encostou na parede, segurando meu pescoço com firmeza.
— Tira tudo. Quero você pelada e molhada pra mim.
Obedeci rápido, ficando completamente nua na sala. Ele tirou o cinto e a camisa, mas deixou a calça aberta, pau grosso já duro. Puxou meu cabelo e me jogou de joelhos.
— Chupa. Engole até o fundo, sua putinha.
Eu abri a boca ansiosa, lambendo e chupando com fome. Ele fodia minha garganta com força, segurando minha cabeça.
— Isso... baba toda no meu pau. Você passou o dia todo sonhando com isso, né?
Eu tirei o pau da boca por um segundo, olhando pra ele com olhos pidões:
— Sonhei sim... Quero que você me enforque enquanto me fode... Quero tapas na cara e na buceta... Me trata como sua vadia completa hoje.
Marcelo sorriu com surpresa e tesão.
— Olha só... a garotinha inexperiente pedindo safadeza pesada. Então hoje você vai ter tudo que pediu.
Ele me levantou, me jogou no sofá de quatro e meteu na buceta de uma vez, fundo e bruto. Começou a estocar forte enquanto uma mão vinha pro meu pescoço, apertando devagar.
— Assim? Quer ser enforcada enquanto leva pau?
— Mais forte... aperta meu pescoço... me faz sentir que sou sua puta! — implorei, rebolando contra ele.
Ele apertou mais, controlando minha respiração enquanto metia fundo. Eu gemia rouca, sentindo o prazer misturado com a falta de ar. Ele soltou, deu um tapa forte na minha cara, depois outro.
— Gosta de apanhar na cara, sua safada?
— Gosto... me bate mais... me humilha! — respondi, gemendo alto.
Ele deu mais dois tapas, não muito fortes mas o suficiente pra arder e me deixar ainda mais molhada. Depois virou minha posição, abriu minhas pernas bem abertas e deu vários tapas estalados na minha buceta inchada.
— Porra, olha como sua bucetinha fica vermelha... Tá pingando no sofá. Pede direito.
— Me bate na buceta... mais forte! Eu mereço... sou uma vadia traidora do meu namorado!
Os tapas molhados na minha buceta me faziam tremer. Gozei pela primeira vez só com os tapas e os dedos dele esfregando meu clitóris.
Então eu pedi o que nunca imaginei que teria coragem:
— Marcelo... quero que você coma meu cuzinho virgem hoje. Por favor... enfia esse pauzão no meu rabo. Eu quero dar meu cu pra você.
Ele rosnou de tesão.
— Você quem pediu, putinha.
Cuspiu bastante no meu cuzinho, massageou com os dedos, depois forçou a cabeça grossa do pau. Eu gemia alto, sentindo a ardência.
— Devagar no começo... ai... tá entrando... me fode no cu... quero sentir você rasgando meu rabinho!
Ele foi entrando devagar até estar todo dentro. Quando comecei a rebolar pedindo mais, ele perdeu a delicadeza e meteu forte, segurando minha cintura.
— Caralho, que cuzinho apertado e guloso! Tá tomando pau no rabo como uma puta experiente. Pede mais.
— Mais forte no meu cu! Me enforca enquanto fode meu rabo... por favor!
Ele se inclinou, uma mão no meu pescoço apertando enquanto metia fundo no meu cu. A outra mão dava tapas na minha bunda e na cara. Eu estava completamente entregue, gozando sem parar.
— Quero tudo... me usa... sou sua putinha de 20 anos... fode meus dois buracos!
Ele alternou: metia na buceta, depois voltava pro cu, estocando bruto. Depois me colocou de joelhos no chão.
— Agora abre a boca. Você pediu pra eu gozar nela.
— Goza na minha boca... quero engolir sua porra toda... me usa como uma boqueteira!
Ele fodeu minha boca com força, segurando meu cabelo, depois tirou e começou a bater o pau na minha língua. Gozou com um gemido rouco, jatos grossos e quentes enchendo minha boca e escorrendo no queixo. Eu engoli tudo que consegui, olhando pra ele com cara de vadia satisfeita.
Ainda ofegante, ele passou os dedos no resto de porra no meu rosto e me fez lamber.
— Boa garota. Da próxima vez vou te amarrar e te usar a noite inteira.
Eu sorri, voz rouca de tanto gemer:
— Quero... quero que você me destrua de novo. Eu nunca imaginei que ia pedir essas coisas... mas agora não quero mais parar.