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Capítulo 19: A Mendiga Imunda

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Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2598 palavras
Data: 18/07/2026 02:30:20

Aviso: Este é o décimo nono capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 18: Margot, a Repórter!

Nas ruas movimentadas de Gozópolis, a velha caminhonete vermelha de Joan estacionou numa vaga marcada para deficientes, mas Margot nem notou a placa azul com a cadeira de rodas. Pôia, sentada no banco do passageiro, arregalou os olhos e cutucou a repórter.

— Margot... acho que essa vaga não é pra gente... tem um policial vindo ali.

Margot, já abrindo a porta e tagarelando sem parar, deu de ombros:

— Ah, deixa pra lá, lindinha. Depois a gente resolve isso. Vem, vou te ensinar como comprar coisas na cidade grande sem ser enganada por esses vendedores safados.

Pôia desceu, ajustando o uniforme de empregada com cuidado, e seguiu Margot pela calçada lotada.

A repórter não calava a boca um segundo: contava fofocas de celebridades, histórias de confusões em que se metera, escândalos do Gozo Diário, tudo gesticulando com as mãos e rindo alto.

— ...e aí o editor me chamou de louca porque eu disse que o Prefeito tava comendo a secretária no banheiro da Prefeitura! Mas eu tinha foto, porra! Claro que publiquei!

Pôia ouvia tudo com os olhos brilhando, olhando para os prédios altos, as vitrines cheias de roupas caras, os carros buzinando, as pessoas correndo. Parecia uma criança no primeiro passeio pela cidade.

— Uau... tudo tão grande... e tem tanta gente! — disse ela, com a voz baixa e admirada.

Margot percebeu e deu um tapinha carinhoso no ombro dela:

— Minha lindinha, tenta disfarçar um pouco que você é nova na cidade, senão isso pode acabar chamando atenção de quem não deve e...

Antes que terminasse a frase, uma mão negra e ossuda saiu de um beco escuro ao lado, agarrou o braço de Pôia com força e a puxou para dentro das sombras.

Margot, distraída olhando uma vitrine de sapatos, continuou andando, sem notar que estava sozinha agora.

— ...e aí eu disse pra ele "Você acha que eu sou otária? Eu tenho tudo gravado!"

No beco úmido e fedorento, Pôia foi pressionada contra a parede de tijolos sujos. Uma mendiga estava grudada nela, com a pele escura brilhando de suor e gosma, dreads pretos longos e oleosos caindo sobre os ombros, sua barriga inchada e flácida pressionando contra a de Pôia.

O vestido bege de festa velho estava rasgado, com uma teta enorme e mole escapando pelo lado, balançando pendurada, o mamilo escuro todo melado de leite, pingando no chão.

O vestido era tão curto que a buceta enorme e preta, com lábios pendurados e moles, ficava à mostra, vazando gozo cremoso pelas coxas. O cu piscava visivelmente, escorrendo diarreia, que pingava nos saltos altos de tiras finas, deixando os dedos dos pés expostos, que exibiam unhas grandes e amareladas, solas rosadas suadas e pegajosas, exalando um chulé azedo e intenso.

A mendiga abriu um sorriso largo, mostrando as gengivas protuberantes, os lábios grossos babando pelos cantos, nariz escorrendo um catarro viscoso e amarelado.

— Aí, bora fudê, gostosinha! — gritou rouca, com a voz arranhada de quem fuma dez maços por dia.

— Tira as rôpa logo pa eu xupá essa tua xota branquinha! Quero enfiar minha língua nesse cuzinho apertadinho!

Pôia tremia de medo, com os olhos já marejados:

— P-por favor... me solta... eu não...

Mas obedeceu por pavor, suas mãos trêmulas começando a abrir o uniforme de empregada, tomando cuidado para não amassar ou sujar o tecido.

— Para de frescura, porra! — berrou a mendiga, perdendo a paciência.

Ela agarrou a roupa de Pôia e puxou com força:

— Tira logo esses caralho desse pano de riquinho!

Nesse instante, Margot apareceu na entrada do beco, viu a cena e correu.

— Larga ela, sua filha da puta fedida do caralho! — gritou, empurrando a mendiga para longe de Pôia com as duas mãos.

A mendiga cambaleou, mas sacou um canivete enferrujado do bolso rasgado do vestido e apontou para Margot.

— Olha só que corajosa a putinha! Vâmu vê se cê continua com essa marra toda depois que eu ti fizé uns buraco no bucho!

Margot recuou um passo, protegendo Pôia com o próprio corpo:

— Calma, não precisa disso... Você quer fuder? Então me fode, mas deixa ela em paz.

A mendiga recolheu o canivete com um sorriso torto, lambendo os lábios grossos:

— Tu parece mais gostosa mermo... a princesinha pode ficá olhanu enquanto nóis si diverte!

Num movimento rápido, ela empurrou Margot com força bruta, fazendo a repórter cair de bunda no chão sujo e úmido do beco, espirrando uma poça de água estagnada misturada com urina velha.

A mendiga jogou-se em cima dela como uma fera no cio, grudando sua boca carnuda na da repórter. A língua enorme, áspera, comprida e coberta de uma saliva viscosa e pegajosa, invadiu fundo, quase alcançando a garganta de Margot, dançando selvagemente, lambuzando tudo com camadas grossas de baba densa.

O hálito da nojenta era podre, azedo, misturado com cheiro de cigarro velho e cachaça barata. Margot engasgava, com os olhos arregalados de surpresa, sentindo o catarro que pingava do nariz da mendiga escorrer direto para dentro da boca e, apesar do medo inicial, seu corpo já começava a reagir, a buceta traidora umedecendo rapidamente.

De quatro sobre Margot, a porca ranhenta rasgou o vestido cinza da repórter com as unhas amareladas, expondo os seios firmes. Agarrou um deles com força bruta, massageando e apertando o mamilo rosado, enquanto a outra mão desceu direto para dentro da calcinha, enfiando os dedos compridos, magros e melados na buceta já molhada e quente de Margot.

Uma das tetas moles e pesadas da mendiga balançava pendurada pelo rasgo do vestido velho e encardido, o mamilo escuro e largo pingando leite aguado e doce. A buceta dela, com os lábios moles e pendurados, pingava um gozo cremoso e branco sobre as coxas de Margot, que se misturava ao suor azedo de seu corpo ensebado, criando uma gosma quente e pegajosa que grudava na pele das duas.

Enquanto beijava com gula animalesca, o catarro viscoso e amarelado escorria sem parar de seu nariz largo, caindo na cara de Margot e vazando para dentro de sua boca, deixando tudo gosmento, grudento, salgado e nojento. Fios longos e elásticos de ranho se formavam toda vez que as bocas se separavam por um segundo.

Pôia, no canto do beco, ainda tremendo com os olhos marejados, começou a respirar ofegante. Seus olhos fixos na cena depravada, a mão delicada deslizando involuntariamente para dentro da própria saia do uniforme, tocando a bucetinha já molhada enquanto observava tudo em silêncio, hipnotizada pela putaria asquerosa que estava testemunhando.

A mendiga desceu pelo corpo de Margot como uma lesma gosmenta, lambendo o pescoço suado com a língua babenta, deixando rastros grossos de saliva, e chegando aos seios firmes. Chupou com força, sugando os mamilos rosados até arrancar um pouco de leite, enquanto sua própria teta mole pingava sobre o corpo da repórter.

Margot gemia alto, se soltando cada vez mais, e então meteu um dedo no cu da mendiga, sentindo-o melado de bosta quentinha que escorria pelo rego fedido.

A mendiga parou por um instante, com os olhos brilhando:

— Sabia que tu era uma porca filha da puta! Qué um cu cagado, intão eu vô ti dá meu cu todo sujo de bosta!

Num movimento rápido e bruto, virou-se de costas e enterrou a bunda cagada na cara de Margot. A bosta espirrou pastosa por toda a boca aberta da repórter, que recebeu uma cachoeira grossa de diarreia quente e cremosa.

Margot engolia desesperada, lambia o cu sujo com a língua, gemia alto enquanto o líquido marrom escorria pelos cantos da boca, melando seu rosto e corpo inteiros.

A mendiga então pegou uma das pernas de Margot e a levantou, tirando o sapato que ela calçava, deixando seu pé suado e cheiroso completamente livre.

— Porra... que pé branquinho e suadinho... — rosnou a mendiga rouca, com a voz tremendo de tesão — Deixa eu provar esse chulé de madame da cidade...

Ela agarrou o tornozelo do pé descalço com as duas mãos ossudas, puxou o pé para bem perto do rosto, suas narinas dilatadas ao máximo, inspirando fundo e ruidosamente.

O cheiro azedo explodiu no nariz dela, o suor quente e concentrado, misturado ao leve perfume residual do creme que Margot usara de manhã.

Um catarrão grosso, viscoso e amarelado pingava do nariz da mendiga, caindo direto na sola enrugadinha e suada da repórter.

— Aaaahhh... que fedor gostoso... azedo, quente, suado pá caralho... — gemeu ela, com os olhos revirando — Esse pé tá implorando pela minha língua!

Abocanhou o dedão grande com gula absoluta, chupando forte como se fosse um pau grosso e suculento. A língua comprida, áspera e babenta envolveu o dedo inteiro, lambendo em círculos lentos e pressionados. Sugava com barulhos altos e molhados, a saliva viscosa escorrendo pelos cantos da boca enorme e pingando na sola.

Passou para o próximo dedo, enfiando a língua bem fundo entre cada espaço, explorando as dobrinhas suadas e quentes onde o chulé era mais forte e concentrado, lambendo com devoção.

— Mmmph... no meio dos dedo... tá tudo molhado de suor... que cheiro bom, caralho... — murmurava ela entre chupadas, com a voz abafada pelo pé na boca.

Desceu para a sola rosada, lambendo com a língua quente e larga, deixando um rastro brilhante e grosso de baba. Pressionava com força, esfregando a língua nas rugas da sola, inalando o aroma azedo a cada lambida longa e lenta, enquanto seu próprio corpo continuava vazando uma fina diarreia pelo cu.

A saliva dela era densa, quase como o catarro, grudando na pele e escorrendo pro chão do beco.

— Chulé de pé de madame... que tesão do caralho... Vô enfiá esse pé tudo na minha goela! — gemia alto, com a voz carregada de luxúria.

Abriu a boca ao máximo, mostrando as gengivas grandes e rosadas, os dentes amarelados, e forçou o pé para dentro. Os dedos entraram primeiro, depois o restante, esticando os cantos dos lábios inchados até o limite.

Ela engasgava, a baba escorrendo pelos lados da boca em cascata grossa, mas não parava. Empurrava mais, tentando abocanhar até o calcanhar. O pé inteiro desaparecia na boca dela, inchando as bochechas como um balão, a língua dançando loucamente na sola por dentro, lambendo cada centímetro suado e enrugado.

Margot, deitada no chão sujo, arqueou as costas e gemeu alto:

— Caralho... sua porca imunda... chupa mais fundo... ahhh... lambe minha sola toda...

A mendiga gemia em resposta, e as vibrações na garganta faziam o pé de Margot tremer de prazer. Ela chupava com força, sugando o suor acumulado como se fosse néctar, girando a língua na sola rosada, inalando o chulé azedo direto da pele quente.

— Nghhh... esse chulé fedido tá me deixando louca... — gorgolejava ela, com a voz abafada pelo pé na boca.

De repente, engasgou forte com o pé enterrado até o calcanhar. O vômito subiu pela garganta, mas ela manteve o pé dentro, deixando o jorro amarelado e ácido espirrar pelos cantos da boca, envolvendo o pé inteiro de Margot.

O líquido quente e pegajoso escorreu pela sola, pingando na perna da repórter, misturando-se ao chulé, à baba densa e ao catarro.

— Toma... vômito no teu pé... toma tudo, sua vadia!

Continuou chupando com fome, agora lambendo o vômito de volta da sola, passando a língua na pele molhada, inalando o cheiro misturado de vômito, suor e chulé azedo, enquanto seu cu ainda piscava, soltando mais diarreia pelo chão.

Margot, louca de tesão, metia os dedos no próprio cu e na buceta, gemendo:

— Isso... lambe meu pé... chupa meus dedinhos... ahhh, que coisa nojenta mais gostosa... continua, sua tarada!

Pôia, ajoelhada no canto, masturbava-se furiosamente, gemendo baixinho:

— Que... que delícia... os pés dela tão sendo chupados assim... tão melados de baba...

A mendiga finalmente tirou o pé da boca com um POP molhado e alto, deixando a baba, o vômito e o catarro escorrerem pela sola rosada em fios grossos.

Ela olhou para Margot com os olhos vidrados de tesão:

— Agora me dá o outro pé... quero os dois!

E mergulhou de novo, arrancando o segundo sapato com os dentes, abocanhando o outro pé suado enquanto sua própria buceta pingava gozo cremoso no chão do beco, misturando-se à poça enorme de fluidos de todo tipo que se formara.

Então, com um sorriso safado e babado, a mendiga mudou de posição. Ainda de quatro sobre Margot, ela ergueu o próprio pé direito, exibindo as solas rosadas e suadas, os dedos compridos com unhas grandes e amareladas que brilhavam de suor e sebo, o chulé azedo e intenso subindo forte.

Sem aviso, ela enfiou o pé inteiro na boca aberta de Margot:

— Agora chupa o meu, sua puta branquela! Lambe meu chulé fedido!

Margot, surpresa, mas já completamente rendida ao tesão, abriu mais a boca. Os dedos longos entraram primeiro, as unhas raspavam levemente pela língua.

A mendiga empurrou, forçando o pé lá no fundo, pressionando o calcanhar nos lábios esticados. O cheiro azedo e podre invadiu a boca da repórter, o suor quente e o sebo escorriam pela garganta enquanto ela chupava.

— Isso... lambe meu dedão... sente o gosto do meu chulé! — ordenava a mendiga, gemendo alto enquanto mexia os dedos dentro da boca de Margot.

A repórter chupava obediente, dançando a língua entre os dedos compridos, sugando o suor salgado e asqueroso das unhas amareladas, lambendo a sola pegajosa e suada.

A mendiga gemia alto, rebolando o quadril, pingando gozo cremoso da buceta sem parar.

De repente, Putty desceu do céu como um míssil, pousando com um baque no beco:

— Que putaria é essa aqui?

Margot empurrou o pé da mendiga para fora da boca, tirando-a de cima, e correu para o lado de Pôia.

— É uma bandida! Ela ameaçou a gente com uma faca!

A nojenta reclamou, limpando a boca melada:

— Faca não! Canivete, sua burra do caralho!

Putty avançou furiosa:

— Ahh, então você é mais uma vadia que resolveu mexer com as minhas amigas? Qual a porra do problema de vocês? Não podem só deixar a gente em paz?

A mendiga sacou o canivete de novo e apontou para Putty.

A alienígena, num movimento rápido, já estava junto dela, apertando sua mão com força sobre-humana. A infeliz gemeu de dor, soltando a arma.

— Aiaiaiai, caralho! Solta minha mão, filha da puta do caralho!

Putty apertou mais, forçando-a a se ajoelhar. Então virou-se e enterrou o cu na cara dela, segurando sua cabeça com as duas mãos.

— Você gosta de porcalhada, né? Então vamos brincar um pouco desse seu joguinho!

Liberou um jato de diarreia com força total na boca aberta da mendiga. Litros e litros de merda líquida e pastosa enchiam a garganta dela. A mulher engasgava, engolia desesperada, enquanto sua barriga inchava visivelmente.

A merda começou a sair pelo cu dela. O jato de Putty estava atravessando o corpo inteiro da mendiga, fazendo-a virar uma boneca mole recheada de bosta, vazando por todo lado enquanto convulsionava de prazer e desespero.

De repente, um flash iluminou o beco. Todas olharam para a entrada: uma jovem com celular na mão tinha acabado de tirar uma foto da cena escatológica.

Margot, toda melada de bosta e catarro, correu até ela:

— Quanto você quer por essa foto?

A jovem parou, pensou por um segundo, e respondeu sorrindo:

— Dois mil!

Margot pegou o dinheiro na bolsa, que estava jogada no canto do beco, e pagou. A jovem pegou as notas, passou a foto pro celular da repórter e riu.

— Você sabe que mesmo eu te passando essa foto, ela ainda tá salva no meu celular, né?

Margot piscou:

— Porra! Não tinha pensado nisso!

A jovem saiu correndo, rindo alto:

— Hahaha, se fudeu!

Continua...

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