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O Jogo que o Marido Não Vê - Parte 2

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Um conto erótico de Suzane
Categoria: Grupal
Contém 1065 palavras
Data: 18/07/2026 05:03:20

O Time da Presidente

Eu estava mais do que motivada a assumir o comando e "treinar" o elenco dos amigos do meu maridinho. Com a escalação pronta e os jogadores cientes de cada lance que deveriam executar, a adrenalina pulsava antes mesmo do apito inicial. Minha regra era soberana: levar a presidente ao êxtase absoluto, orgasmo total, sem faltas e sob o meu domínio. Meu objetivo era claro: decorar a cabeça do Salvino com chifres, afinal, se ele gosta de encher a casa de macho, eu faço questão de aproveitar o banquete.

Arquitetei cada detalhe para que o ambiente fosse um convite ao pecado. Com meu aniversário se aproximando, decidi que a data seria o palco perfeito. Convidei familiares, o time de futebol do Salvino e outros amigos próximos. Pedi para meu marido comprar as carnes do churrasco em uma quinta-feira, aproveitando a folga do feriado , e enquanto ele se ocupava com as compras, fingi precisar de uma massagem relaxante. O "maridão" me presenteou pagando a massagem, e a roupa que eu usaria na festa e sem imaginar que os verdadeiros massoterapeutas já estavam a caminho e que a sessão seria regada a luxúria em nossa própria alcova.

Estava nervosa e ao mesmo tempo feliz, só uma amiga sabia de tudo que insistia em assistir, e eu queria ser a única mulher presente no gang bang, sei lá poderia travar na hora h com outra mulher presente e no mais não queria dividir nada.

Assim que o "corno" saiu, os meninos chegaram, famintos e pontuais. Eu os recebi como uma verdadeira anfitriã: apenas com a blusa do time e uma calcinha de renda vermelha, transparente o suficiente para dilatar as pupilas de qualquer um.

Enquanto eu monitorava o marido pelo telefone, era bolinada por mãos ávidas, sentindo-me um banquete servido a convidados vorazes. Eles me devoraram. Chuparam os dedos dos meus pés, um fetiche que descobri adorar, me sentia uma rainha, torturaram meus seios com línguas ágeis e dentadas leves, enquanto a contagem de dedadas era impossível de manter. Marcos, meu preferido, possuía-me com uma ferocidade primitiva que me deixava em brasa. Betao e o outro exploravam cada centímetro dos meus orifícios, alternando estocadas brutais, tapas e xingamentos, tudo do jeito que imaginei, os machos só pra mim, pra onde olhava tinha uma piroca grossa e dura pronta pra ser chupada, sem contar o chuveiro de porra que recebi sobre meu corpo no intervalo, uma marca de posse que eu exibia com orgulho. Fui colocada de pé, debruçada na cama, sentindo o choque de cada penetração profunda, exatamente no momento em que Salvino mandava mensagem perguntando qual linguiça era melhor para o churrasco, tive que responder por mensagens, que saíram várias palavras erradas, já que no audio seria impossivel, eu estava gemendo muito, enquanto em total êxtase, era preenchida por outras bem mais potente, e a brasa quente estava nas minhas estranhas.

Com o retorno de Salvino, vesti um short rápido, mantendo a blusa úmida e impregnada com o perfume inconfundível do esperma dos meus convidados. Com a maior audácia, disse que os rapazes haviam ajudado a organizar a área da festa para poupá-lo. O ingênuo serviu cerveja e agradeceu a cada um, enquanto eu, ali parada, sentia o gosto do pecado ainda na boca e o desejo pulsando, sob a pele, meu cu piscava, minhas pernas estavam trêmulas, imagino a minha cara de puta, eu estava em êxtase, abri uma garrafa de espumante e bebi no gargalo diante daqueles machos na minha casa, todos meus.

No sábado da comemoração, com os convidados curtindo a festa, o goleiro mais abusado mostrou a foto do seu pau no celular e disse que precisava entregar o presente em mãos, eu me exibi meu corpo com um biquíni fio-dental vermelho, desfilava entre as pessoas, e alguns olhares eram excitantes, outros de condenação, percebi que até mulheres me desejavam, e eu amando ser o centro da festa, a exibição me dava tesão, eu gostava de ressaltar cada curva, as fotos ajudavam a me deixar mais exibicionista, e os meus seios saltando no minúsculo top cortininha. Enquanto o churrasco rolava, minha mente tramava o próximo crime. Combinei com Marcos, por mensagens, o momento exato de pegar o meu presente, assim que Salvino se distraísse na piscina como contador de históris de quando vivíamos fora do país, o enredo se concretizaria. Atrás da porta do meu quarto, o negão me encurralou, penetrando-me com vontade enquanto eu pedia ao "goleiro" que fosse até o fundo, para que a "bola" batesse no meu rabo, e eu colaborei com o resultado ficando bem empinadinha. Ele obedeceu com estocadas firmes, provando que, naquele jogo, eu era a única que vencia, e eu curtindo meu presente de aniversário sem poder gritar de felicidade pelo recebimento, mas curtia calada o prazer proporcionado. Por cima do ombro era possível ver a cara de mau do negão, que nem chutando a bola para linha de volta, chutava com tanta força, como me maltratava.

Na madrugada, com Salvino exausto pelo álcool, ele me puxou para a piscina. No meio do frenesi, chamei-o de Marcos. Ele, embriagado, apenas sorriu, alheio à traição, e me possuiu, ficou de pau duro, eu não acreditei que ficaria, embora com estava dopado pelo álcool, não gozou, caindo de cansaço, enquanto ele cochilava na espreguiçadeira, filmar a cena do "corninho" tornou-se um troféu que enviei aos rapazes.

O gran finale, contudo, eu guardei para mim. Salvino roncava, entregue ao sono profundo, encostei-me na borda da piscina, observando-o. O contraste era delicioso: o rei que acredita governar o reino, enquanto eu, a rainha, reinava absoluta sobre meu harém proibido. Com o gosto de Marcos ainda impregnado na minha mente e o cheiro dos rapazes impregnado na pele, ajeitei-me na penumbra. Cada toque no meu clitóris, sob o luar, era uma reverência ao prazer proibido. O clímax explodiu, abafado apenas pela minha própria mão, enquanto eu me sentia vitoriosa. Não era apenas traição; era a celebração da mulher que me tornei: insaciável, manipuladora e dona da minha própria safadeza, me sentia a puta do cabaré criado por mim. Sigo o jogo, sempre pronta para a próxima escalação, especialmente com o meu goleiro, que nunca deixa a rede vazia e sempre sabe como satisfazer a presidente.

Será que o Salvino aceitaria assistir a tudo, que vivi com os meninos de voyeur e sendo chamado de corno ?

Estou pensando nisso

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