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EP3: Além de compartilhar minha namorada eu também mamei meu pai e meu irmão

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Um conto erótico de AlanShared
Categoria: Gay
Contém 2988 palavras
Data: 19/07/2026 00:39:30

No último conto eu narrei como meu pai e o meu irmão deixaram a buceta da namorada que eu tinha na época (Nati) e que eu compartilhava com eles e mais um amigo cheia de porra como um presentinho, sabendo que eu não iria resistir e cairia de boca, o que realmente aconteceu.

No dia seguinte os dois voltaram a tentar me convencer a liberar o rabo para eles, numa tentativa de fazer com que eu além de corno manso que nunca teve uma namorada que não caiu na pica dos dois, eu também passasse a ser viado e também caísse na pica.

Gostaria de dizer que a ideia não me apeteceu, mas passei a tarde inteira no quarto tentando me segurar pra não invadir o quarto do meu pai e pedir pra ele me enrabar, porque eu estava doido pra isso.

E o agora o único motivo que me impedia era que o instrumento que ele tinha no meio das pernas tinha 22 cm e a grossura de uma lata de coca, e dar a primeira para um jumento desse era assustador para qualquer um. E dar primeiro pro meu irmão não ajudaria muito, porque era menos grosso no corpo do membro do que o do nosso pai, mas a diferença era coisa pouca coisa, mas era cabeçuda e eu seria até mais arregaçado para ele entrar em mim, e era ainda mais comprida: 24 cm.

Pensei em dar pra outra pessoa pra encarar os dois mais acostumado, mas sentia no meu âmago que os dois possuíam o direito de serem os primeiros a me enrabar, porque é uma vontade que ambos tinham desde a minha adolescência e também porque são sangue do meu sangue, se for pra eu liberar meu rabo que o macho que me colocou no mundo tenha preferência pra ser o primeiro, caso queira… E ele queria muito!.

Meu irmão e meu pai têm corpos parecidos, a genética sempre facilitou o ganho de musculatura, os ombros são largos, o corpo todo cheio de pelos e o cabelo preto e os olhos escuros. Meu pai se casou e teve filho cedo (aos 21 anos) e nessa época (9 anos atrás) estava com 43 anos e se até hoje ele é gostoso e chama atenção, imagine dessa época? Meu irmão estava com 22 anos, e era impressionante que ambos estavam praticamente no mesmo pique.

Eu me pareço um pouco com os dois, nosso rosto tem o mesmo desenho mas em algumas partes puxei a genética da minha mãe: meu olho é âmbar, tenho até pelos no corpo mas é bem menos denso, sou forte mas não sou tão parrudo, tenho mais facilidade em ganhar definição do que ganhar massa e enquanto o pau enorme dos dois é um enorme cartão de visita, minha bunda talvez seja o que chame mais atenção, embora eu também tenha um pau considerado acima da média tanto em tamanho quanto em grossura. É claro que os dois também possuem belas bundas, do tipo que você fica observando o movimento no espelho do teto enquanto eles te penetram vigorosamente, e que você vai sonhar em enfiar a língua, mas diferente de mim ambos jamais aceitariam que um pênis entrasse ali.

A noite já caía quando decidi que seria inútil ir pra faculdade quando minha cabeça não teria espaço para ciência da computação enquanto só pensava nos dois homens que me atiçaram mais cedo, ouvi meu irmão se despedindo do meu pai para ir para sua faculdade de direito e resolvi tomar um banho para esfriar a cabeça.

Quando terminei, fui até a sala e enquanto eu procurava algo pra ver na TV minha mãe chegou do trabalho, onde ela passava a maior parte do seu tempo nos dias da semana, um pouco porque ela adorava aquela loja e também porque era uma forma de não passar muito tempo com meu pai, com quem ela se manteve casada nos últimos anos apenas para que eu e meu irmão tivéssemos os pais presentes até estarmos criados. Era difícil não pensar que a qualquer momento isso tudo mudaria, mas no fundo eu acho que ela será mais feliz quando isso ocorrer.

Eu assisti metade do episódio de uma série quando ela passou novamente pela sala, de banho tomado e com roupa adequada para jantar em algum bom restaurante, talvez com uma amiga ou alguém que esteja conhecendo. Não perguntei. Ela se despediu avisando que dormiria fora e saiu, e minutos depois eu fui até o quarto onde meu pai estava deitado na cama também vendo TV. Bati na porta e ele respondeu:

— Está aberta…

Ele me observou entrando, me sentei na beira da cama de casal que os dois dividiram esse tempo todo pra evitar que eu meu irmão percebêssemos que aquele casamento havia fracassado e se sustentava por mera conveniência, e comecei:

— Pensei muito no que aconteceu hoje de manhã…

Ele sorriu de uma forma que era ao mesmo tempo terna e safada, e meu coração disparou no peito, como podia um pequeno sorriso me deixar com tanto tesão?

— Eu quero muito, mas… O medo é maior que a vontade. – Confessei.

— Não precisamos fazer nada que você não esteja pronto e confortável pra fazer… E eu sou bastante paciente…

Ele agarrou minha mão gentilmente enquanto falava, acariciou a falange dos meus dedos e depois levou minha mão até o volume que havia formado na sua cueca. Me arrepiei quando minha mão tocou aquele mastro duro e muito quente, mesmo por cima da cueca. E ele continuou:

— Eu também sei ser carinhoso, filho… Você não é só mais um rabo qualquer que eu busco pra me aliviar. Eu te desejo há muito tempo, mas sempre lutei contra esse desejo porque parecia errado! Você é meu filho, era muito novo, nunca demonstrou ser viado e fora que eu tinha medo de você não me querer…

— Eu realmente nunca tinha pensado em outros homens dessa forma, mas sinto que se você tivesse tentado antes eu teria me entregue ao senhor…

Seu pau pulsou forte em baixo da cueca, meu pai usou um dos seus braços para envolver minha cintura e me puxar para mais perto, eu não resisti… Eu estava entregue a ele! Sua boca encostou na minha orelha e sua voz rouca me perguntou:

— E agora, você se entregaria a mim?

Eu fechei os olhos e gemi alto antes de responder com a voz fraca…

– É tudo que eu desejei hoje o dia todo, pai… Eu já sou seu!

Era a confirmação que ele aguardava para avançar, sua boca agarrou o lóbulo da minha orelha e me fez arrepiar inteiro soltando um gemido abafado. Meu corpo estava fraco de forma que era sustentado pelo seu braço forte que envolvia minha cintura. Para a minha surpresa, sua boca encontrou a minha e sua língua a invadiu… Eu correspondi e nos encaixamos com facilidade, num beijo que não tinha a delicadeza que eu encontrava nas mulheres que eu beijei: tinha a urgência de quem conseguiu o que desejava em segredo há muito tempo, a firmeza de um macho confiante que sabia dominar um outro homem, um desejo feroz feito o de um animal e ao mesmo tempo tinha… carinho! Quando se afastou, eu sorri com timidez mas percebi que ele não parecia muito tranquilo mais… Meu olhar ficou triste.

— Pai, você não gostou?

— Eu não beijo viado! – ele respondeu rápido, e assim que me olhou percebeu que tinha feito merda.

— Desculpa! – Eu já me levantava quando respondi, com os olhos cheios d`água.

Ele me puxou de volta, caí em cima dele e meu rosto se afundou no seu peito peludo. Respirei fundo para recuperar o fôlego e o cheiro daquele macho me deixou enfeitiçado.

— Eu não disse que não gostei. Eu só nunca tinha beijado viado. Você é o primeiro.

Ele se referindo a mim como viado me irritava e me deixava louco de tesão ao mesmo tempo, era uma sensação meio confusa mas com aquele cheiro de macho suado que invadia a minha narina, ele poderia me chamar do que quisesse. Ele percebeu que eu tinha curtido o cheiro daquele peito peludo, pegou meus cabelos e pressionou meu rosto no seu peito enquanto movimentava aqueles músculos. Não consegui conter os gemidos.

— Já beijou algum macho antes? – Ele perguntou, mas parecia ansioso para receber uma resposta negativa e confirmar que era o meu primeiro macho em tudo.

— Não, o senhor é meu primeiro… Em tudo.

A última palavra mal saiu da minha boca quando seus lábios voltaram agarrar os meus e sua língua grande invadia minha boca, ele usou suas mãos para guiar meu braço para envolver seu pescoço e depois direcionou seus mãos grandes para agarrar minha cintura e depois apertar minha bunda… Cada atitude dessa demarcava o papel de cada um ali: eu como uma fêmea entregue ao seu macho, o beijando enquanto envolve seu pescoço e ele o macho safado que agarra a fêmea pelas ancas dominando-a e marcando seu território.

— Abre a boca! – ele disse se afastando do beijo, e quando eu obedeci ele cuspiu e disse. – Engole! E diz que é seu macho!

— É você pai, você é meu macho!

Ele levantou o braço direito e meu olhar se desviou para sua axila peluda, ele percebeu e sorriu safado.

— Gosta do sovaco do pai?

Eu confirmei com a cabeça e ele me incentivou a sentir o cheiro:

— É seu! Cheira o sovacão do pai, então…

Eu fui com calma, mas sua mão esquerda pegou minha nuca e me levou com força de encontro a axila peluda, assim que meu nariz tocou nos pelos eu respirei fundo… Gemi alto e profundamente.

— Caralho, você tem instinto de viadinho mesmo…

— Uhum. – gemi de volta.

Meu pai então tirou pra fora da cueca aquele caralho grosso e grande que estava todo babado, pelo jeito era coisa de família porque o meu naquela altura estava encharcando a cueca também.

— Vem sentir o cheiro e o gosto do pau do pai… – ele disse.

Meu pai era peludo no corpo todo, ao redor daquela pica imensa havia muitos pentelhos escuros como seu cabelo e aquilo me excitava muito.

Eu não me fiz de rogado, eu estava desejando aquilo a tarde toda e confesso que foi mais difícil do que eu imaginava engolir um caralho quase tão grosso quanto uma lata de coca, mas com cuidado (e mesmo assim quase deslocando a mandíbula) eu pude sentir o gosto da cabeça e colocar quase metade na boca.

— Isssooo, filhão… Papai tava querendo muito essa boquinha na minha pica! – meu pai disse.

Eu só gemia enquanto estava focado em tentar engolir um pouco mais, queria engolir tudo se conseguisse mas percebi que engolir algo daquele calibre ia me exigir um pouco mais de prática.

— Que tesão, porque eu demorei tanto pra te mamar?

Deixei a frase escapar enquanto tentava desesperadamente liberar meu próprio pau que estava dentro a bermuda, duro feito pedra. Comecei a me masturbar lentamente enquanto mamava com receio de gozar rápido demais, tamanho era o tesão. Tentei engolir um pouco mais do que tinha conseguido, e acabei engasgando.

— Que putinho safado, quer engolir tudo é?

Balancei a cabeça em afirmação e parti para uma nova tentativa, dessa vez com a ajuda do meu pai que segurou minha cabeça e deu uma cravada forte, fazendo a cabeça atravessar minha garganta, causando uma pontada de dor quando aquele mastro grosso arrombou a passagem e me deixando sem ar imediatamente. Tirei a rola de dentro e tossi com os olhos cheios de água.

— Obrigado! — eu disse antes de tentar repetir a façanha, mais uma vez recebendo ajuda daquele macho tarado para socar o pau dentro da minha garganta.

Meu pai gemia alto, seus olhos brilhavam a cada vez que eu engasgava com a rola atravessada na garganta e se mostrava orgulhoso quando depois de recuperar o fôlego eu tentava novamente. Aos poucos ele conseguia socar fundo na garganta.

Num determinado momento ele me puxou pra cima, deu um beijo na minha boca e me perguntou:

— Tá preparado pro papai te arrombar?

Eu olhei aquele membro todo, com receio de não aguentar e depois disse:

— Podemos fazer isso outro dia? Eu queria ir com calma…

— Claro, mas me promete que vou ser o primeiro? — ele disse acariciando minha bunda.

— Com certeza você vai ser o primeiro, pai!

Então voltei a mamar aquela tora, até que meu pai começou a urrar alto.

— Eu vou gozar filho, quer o leitinho do papai ma boquinha?

— Aham!

Eu disse sem tirar a rola da boca, mamei até que ele estremeceu e soltou muita porra que era bem grossa, um pouco salgada e mais gostosa do que eu me lembrava de quando experimentei o gosto do meu pai na buceta da minha namorada. Assim que senti o gosto explodi num orgasmo intenso, e gemi engolindo porra.

Meu pai me aninhou nele, e eu fiquei sentindo o cheiro dos pelos do seu peito e do seu sovaco. Como podia eu ser tão puto na mão de um macho e ao mesmo tempo gostar tanto de buceta?

Um tempo depois eu disse rindo:

— Marcão vai ficar puto que fizemos isso sem ele, né?

— Vai nada, ele sabia que eu queria ser o primeiro!

— É sério que vocês conversaram sobre isso? — fiz uma careta, era meio estranho meu pai e irmão combinando quem seria o primeiro a me comer…

— Sim, você sabe que os dois querem esse rabo faz tempo… Mas quando ele chegar tu devia mamar ele também, só não vai dar pra ele primeiro do que pra mim!

Ele se levantou e foi pra cozinha fazer algo pra jantarmos, eu fui pro meu quarto.

Umas duas horas depois Marcos chegou da faculdade, um pouco mais cedo do que o habitual.

— Ué, matou aula? — perguntei rindo quando saí do quarto.

— Zero concentração, fiquei pensando em quando vou socar nesse rabo seu, maninho.

Ele passou pro seu próprio quarto me dando um tapa na bunda. Eu fui pra cozinha.

Minutos depois Marcos chegou na cozinha e ficamos os três lá, ele e meu pai começaram um papo sobre direito (meu pai também é advogado, mas atualmente só gerencia os negócios familiares) pouco depois o assunto voltou a ser meu rabo.

— Decidiu quando vai liberar esse cuzinho pra gente brincar? — Marcos provocou.

— Tá tão ansioso assim, mano? Ansioso desse jeito vai acabar queimando a largada e gozar rápido demais! — Provoquei de volta.

— Quando eu te pegar você vai pedir arrego. — Ele disse dando uma pegada no pau.

— Duvido. — Meu pai deixou escapar, e depois ficou quieto. Minha cara ficou roxa de vergonha.

Marcos olhou pra mim e depois pro nosso pai, e depois pra mim de novo…

— Pera, vocês dois já… Porra, pai, nem pra me esperar?

— Foi só uma mamada, seu irmão deu mole e eu não iria perder a oportunidade só pra te esperar. — Meu pai respondeu safado.

— Justo. Eu não esperaria também. Mas mano, e eu? Quero também, viu? E hoje!!!

— Porra, vocês são tarados demais. — Eu disse fingindo estar bravo.

— Isso é um sim? Vou considerar como um sim. — Meu irmão respondeu.

— Mais tarde. — Eu disse em vão, porque meu irmão já estava tirando a calça jeans e ficando só de cueca.

Ele se sentou na mesa da cozinha e abriu as pernas, meu pai abaixou o fogo do que estava cozinhando e se encostou no balcão para observar.

— Mais tarde nada, ajoelha aqui e me mostra se aprendeu direito com nosso pai como servir um macho!

Me ajoelhei entre as pernas do meu irmão, dei uma pegada no volume que se formava naquela rola que estava de meia bomba quase fica do ereta, uma quantidade considerável de de pentelhos escapava da cueca e instintivamente aproximei meu rosto e apirei forte pra sentir o cheiro daquela cueca: um pouco de cheiro de mijo, das últimas gotas que sempre sobram pra cueca, junto com um cheiro forte de macho, de suor e aquilo foi suficiente pra me deixar louco.

Puxei a cueca pra baixo, liberei aquele pau enorme que já tinha ficado duro e ouvi um gemido áspero e rouco, com a voz grossa do meu ir ao:

— Isso viadinho, sente o gosto da piroca!

Coloquei na boca, era grosso mas não tanto como a do nosso pai que engoli quase toda horas antes, e mesmo com a garganta arrombada fiz muito esforço pra engolir, achei que meu irmão merecia.

— Porra mano, tu tem instinto de viado já. Que delícia, isso engole esse caralho. — E então meu irmão forçou minha cabeça pra engolir uma boa parte daquele membro que era ainda mais longo que o do nosso pai.

Não demorou muito e meu irmão estava fazendo minha garganta de buceta, enfiava fundo, eu engasgava e meus olhos lacrimejavam mas eu gemia e voltava a engolir.

Meu pai me colocou de quatro depois de desligar as panelas, veio por trás de mim e começou a língua o meu rabo. Ele não forçou nada, sabia que eu não estava pronto pra agasalhar seu pau dentro de mim ainda.

Meu irmão gozou depois de alguns minutos socando na minha boca, e logo após meu pai veio tomar seu lugar e dessa vez sem nenhum pouco de carinho socou rola na minha garganta até gozar, deixando a porra lá no fundo, com o pau enfiado até o talo e meu nariz em meio a seus pentelhos.

Jantamos como se nada tivesse acontecido, fui me deitar exausto e antes de dormir mandei uma mensagem pra minha namorada, Natália perguntando se ela viria em casa no dia seguinte.

Ela me respondeu que não sabia, e disse que estava com vergonha de me encarar depois de saber que eu assisti a cena dela com os meus pais. Senti um aperto no peito… Eu tive a impressão de que não era só isso que ela queria me dizer, mas não pressionei.

Resolvi dormir, no outro dia já descansado e eu teria tempo de resolver as coisas.

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Comentários

Foto de perfil de Ma M.

Conto delicioso! No próximo vão acabar te enrabando hehehe.

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