Capítulo 8: A Primeira Trinca
Lá estava eu, toda aberta e destruída na cama do meu apartamento. João, o porteiro, me chupava com devoção. Eu sabia que tinha errado, mas justificava para mim mesma: era só para ele me limpar. Assim que entramos, ele tirou meu vestido sujo com uma delicadeza surpreendente, cheirou o tecido profundamente e sorriu.
— Tem cheiro de puta no cio. E eu adoro.
Pegou-me no colo como se eu fosse sua esposa, levou-me até o quarto e me deitou na cama. Beijou-me com paixão, língua invadindo minha boca. Arrepiei inteira e soube, naquele momento, que perderia o controle. Ele tirou o plug grande com cuidado, entregou-o para que eu chupasse enquanto me olhava nos olhos. Depois veio outro beijo, ainda mais quente, misturando o gosto da porra alheia.
— Adoro beijo de puta — sussurrou no meu ouvido. — Caralho, olha só como deixaram o cu da minha rainha…
Viu meu buraco vermelho, aberto e escorrendo porra. Pedi, com voz manhosa e chorosa:
— Lambe meu rabo… limpa ele pra mim.
João obedeceu. Sua língua quente invadiu meu cuzinho arrombado, lambendo, sugando, tirando toda a porra que Fred e Zé tinham deixado lá dentro. Alternava entre enfiar a língua fundo no meu cu e depois me beijar na boca, compartilhando o gosto obsceno. Cada beijo me deixava mais louca. Meu grelo pulsava, minha buceta escorria sem parar.
Foi aí que errei. Depois de limpar meu cu, a língua dele subiu e passou a lamber minha buceta inchada. Eu deveria ter impedido. Mas o prazer foi tão grande que segurei a cabeça dele entre minhas coxas e gozei forte na boca dele, tremendo, gemendo, inundando seu rosto com meus fluidos.
— Me desculpe, dona Helena… — disse ele, com um sorriso safado, quando finalmente o soltei.
— Saia daqui! — ordenei, tomada pela culpa.
João se levantou, pau duro marcando a calça, e saiu com os olhos tristes. Fiquei sozinha, despedaçada.
Naquela noite não consegui transar com Marcos. Meu corpo doía, o cu latejava e a culpa pesava. Fingi cólicas horríveis de menstruação. Ele acreditou, carinhoso como sempre. Mas por quanto tempo eu conseguiria sustentar aquela mentira?
Passei mais de uma semana sem sexo. A culpa me consumia, mas o tesão também. Precisava de pau no cu, precisava sentir Marcos gozando dentro de mim novamente. Pensei em dar o rabo para ele como compensação, mas Aline, em uma tarde regada a vinho, teve uma ideia melhor.
— Amiga, o que você precisa é que seu marido também te traia. Se ele te trair, ele é que está errado, não você.
— E ele vai me trair com quem?
— Que tal eu? — sugeriu ela com aquele olhar safado. — Dou até o cu pra ele. Assim você guarda seu playground particular.
— Você é mesmo uma vagabunda… querendo dar esse cuzinho gostoso pro macho da sua melhor amiga — respondi, fingindo indignação. — Tá bom, vamos fazer.
Aline riu.
— Sua vaca, me assustou!
— Mas tenho duas condições — continuei, enchendo nossas taças. — Primeira: você só dá o cu pra ele, nada de buceta. Segunda: vou dar pra Jeferson. (Marido de Aline)
— Depois eu que sou a vagabunda… Topo.
Dois dias depois começamos o plano. Aline passou a frequentar mais minha casa, sempre vestida para provocar: shorts jeans minúsculos que mal cobriam a bunda, saias curtas, tops que marcavam os seios. Marcos fingia não notar, mas notava. Ela se exibia sem vergonha: sentava de pernas abertas, abaixava-se mostrando a bundona, ficava de quatro “procurando” objetos. Naquela noite, Marcos me fodeu com mais vontade que o normal. Eu sabia que ele estava pensando nela.
Na quarta, Aline trouxe uma mala de lingeries. Experimentamos peças minúsculas na frente dele. Ela ficou praticamente nua, ajustando sutiãs e mostrando os seios “sem querer”. Marcos estava fisgado. À noite, recebi prints das conversas dele com ela. Nudes foram trocados.
No sábado, Aline “brigou” com o marido e veio passar o fim de semana em casa. Chegou com um vestidinho curtíssimo, cara de choro falsa e mala na mão. Marcos ficou animado. À noite, exagerei no vinho e “fui dormir” cedo. Assim que fechei a porta do quarto, ela caiu de boca no pau dele na sala. Chupou com maestria, engolindo fundo, babando tudo. Filmou parte e me mandou. Eu, no quarto, me masturbava loucamente.
Marcos a levou para a lavanderia. Lá, fodeu o cuzinho dela por quase uma hora. Ela filmou partes e tirou fotos da gozada na cara. Recebi tudo no dia seguinte. Marcos dormiu ao meu lado como se nada tivesse acontecido.
Na manhã de domingo, acordei com um tesão insano. Ataquei meu marido. Caí de boca no pau dele, sentindo o gosto residual da Aline. Chupei com fome, babando, engasgando, lambendo cada centímetro.
Subi nele, ainda sonolento, e sentei devagar. A rola dura invadiu minha buceta molhada. Cavalguei com vontade, rebolando, sentindo ele bater fundo no meu útero enquanto meu grelo raspava na base. Meus seios balançavam. Marcos acordou de vez e segurou minha cintura.
— Isso, amor… — gemi.
Peguei uma das mãos dele e coloquei no meu pescoço.
— Enforca sua puta — pedi, olhando em seus olhos.
Ele apertou, dominador.
— Vamos, vagabunda… goza no pau do seu macho.
O orgasmo veio como um tsunami. Meu corpo tremeu violentamente, buceta contraindo forte ao redor dele. Perdi o controle total: gritei, xinguei, mijei nele e na cama enquanto gozava. Marcos continuou socando, até cravar fundo e encher meu útero de porra quente. Gozamos juntos como há muito tempo não fazíamos.
Quando desmontei, a cama estava encharcada. Eu tinha mijado tudo enquanto ele me fodia. Marcos me olhou surpreso, mas excitado. Beijou-me com força.
