Somos o 11° conto mais lido da casa dos contos
No dia seguinte, o portão da frente bateu e a gente foi lá ver quem era. Um Corolla branco estacionou na frente de casa. A Camila desceu do carro e, nossa, a cunhadinha tava uma tentação. Ela tava usando um vestidinho curto, bem colado, que deixava aquele corpinho pequeno todo desenhado. Ela tava com aquele jeito tímido de sempre, escondendo o rosto atrás do cabelo loirinho, mas dava pra ver que ela tava toda animada.
E aí veio o tal do Mauro. O cara desceu do banco do motorista e quase ocupou o espaço todo da calçada. O negrão era um monstro, devia ter uns 1,90 m, ombro largo, braço grosso, parecia um armário. Eu já fui logo fechando a cara, pensando que ia ter que aguentar um mala, mas o cara veio com um sorriso aberto que desarmou todo mundo.
— E aí, beleza? Eu sou o Mauro, valeu por deixar a gente ficar uns dias aqui — o cara falou, com uma voz grossa e grave que fazia o chão tremer, mas o tom era super tranquilo, o cara era gente fina demais.
Ele deu um abraço na Vanessa e apertou minha mão com uma força que quase esmagou meus ossos, mas tudo na camaradagem. A Camila ficou ali do lado, quietinha, só olhando a gente se conhecer. Ela tava linda, com aqueles olhos verdes brilhando, parecendo que tava morrendo de vergonha, mas com aquele sorriso de sonsa que eu já conhecia.
— Oi, Rafa, oi Vanessa... a gente não tá atrapalhando, né? — ela perguntou, com aquela voz fininha e tímida, enquanto ajeitava o vestido que subia um pouco cada vez que ela se mexia.
Eu olhei pro Mauro e depois pra ela. O cara parecia ser o tipo de namorado que não enxerga um palmo na frente do nariz, totalmente na dele. A gente ajudou eles a botar as malas pra dentro. Enquanto o Mauro levava as mochilas, eu vi a Camila me dar uma olhada rápida, mas bem intensa, antes de disfarçar e fingir que tava prestando atenção em outra coisa.
Putz, o plano que a gente tinha era um, mas com um bicho daquele tamanho na casa, a coisa ia ficar tensa. O Mauro parecia ser muito gente boa, mas ter um negrão daquele tamanho circulando pela casa, ainda mais com a Camila ali no meio, ia deixar o clima bem estranho. A Vanessa me deu um olhar de "ferrou", mas a gente botou aquele sorriso falso no rosto e convidou eles pra entrar. As férias tinham acabado de começar e eu já tava sentindo que o bicho ia pegar de um jeito que a gente nem imaginava.
A gente entrou e foi aquela arrumação de mala. O Mauro, com aquele tamanho todo, parecia que ocupava a casa inteira, mas o cara era gente boa mesmo. Ele começou a contar umas histórias de viagem com a voz grossa dele e a Vanessa até riu, tentando disfarçar o nervosismo. Mas eu não conseguia tirar o olho da Camila.
Ela tava lá na sala, encostada na parede, fingindo que tava olhando o celular. O vestido dela era tão curto que, quando ela se abaixou pra pegar uma bolsa, eu vi quase tudo. A cunhadinha era toda compacta, mas cada centímetro era bem feito. E ela sabia que eu tava olhando. Ela levantou o olhar, deu aquele sorrisinho de lado, aquele jeito de sonsa, e mordeu o lábio inferior. Foi um convite claro, na cara dura, enquanto o Mauro tava distraído conversando com a Vanessa na cozinha.
Eu cheguei perto dela, com a desculpa de pegar um copo d'água.
— E aí, Camila? Tá gostando da casa? — perguntei, baixinho, ficando bem perto dela.
Ela respirou fundo, aquele cheiro de perfume doce subiu pro meu nariz e me deixou doido.
— Tô adorando, Rafa... é tão bom ter companhia, né? O Mauro às vezes é muito ocupado... eu fico me sentindo meio sozinha — ela disse, com aquela voz de menina, mas o olhar dela era puro fogo.
Eu senti um calor subir na hora. O Mauro era um armário, mas tava ali, dando sopa, sem nem imaginar o que a namorada tava tramando. Eu me aproximei um pouco mais, roçando meu braço no dela.
— É, eu imagino. Mas pode deixar que aqui você não vai ficar sozinha nem um minuto — respondi, vendo ela estremecer.
Na cozinha, o Mauro deu uma risada alta.
— Ei, pessoal, vamos tomar uma cerveja? Comprei uma artesanal que é pesada!
A Camila deu um pulinho, fingindo que tinha levado um susto, e saiu andando em direção à cozinha, rebolando de um jeito que parecia que tava fazendo de propósito. Ela olhou pra trás uma última vez, me lançou uma piscadela rápida e entrou no recinto como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei ali parado na sala, o pau já latejando na calça, sentindo que a paz tinha acabado de vez. O clima ia ser pesado. Aquele negão ia beber, ia ficar tranquilo, e eu ia ter que lidar com a tentação da Camila de um lado e com a Vanessa me olhando com aquele ciúme doentio do outro. A bagunça ia ser gigante.
A noite foi caindo e a gente se juntou na área da churrasqueira. O Mauro, tranquilo, já tava com a mão na cerveja, contando um monte de história e rindo alto. A Vanessa tava sentada do lado dele, mas o olho dela não saía de cima de mim e da Camila. A Camila, por sua vez, tava dando um show de sonsa. Ela ficava ali, sentadinha, perna cruzada, tomando a cerveja devagar, mas toda vez que o Mauro virava pra olhar a grelha, ela esticava o pé e roçava na minha perna debaixo da mesa.
Eu tava sentindo um fogo subindo que não tinha tamanho. O Mauro, com aquele tamanho todo, nem imaginava que a namorada tava ali brincando de fogo com o cunhado na frente da esposa dele.
— Rapaz, essa carne tá ficando no ponto, hein? — o Mauro falou, todo animado, sem notar o clima pesado.
A Camila deu um risinho e, quando o Mauro virou de costas pra pegar um prato, ela chegou bem pertinho do meu ouvido e sussurrou:
— Ele é meio distraído, né? Não percebe nada.
Aquilo foi a gota d'água pra mim. Eu peguei a cerveja, virei um gole grande e dei uma olhada pra Vanessa. Ela tava com o rosto meio vermelho, já meio alta de tanto beber, e percebi que ela tava gostando daquela provocação. O ciúme dela tava misturado com um tesão que eu conhecia bem. Ela queria ver até onde a gente ia.
— É, ele é meio distraído mesmo — eu respondi, olhando fixamente pro decote do vestido da Camila.
De repente, a Camila derrubou um pouco de cerveja no vestido.
— Ai, que burra! Me ajuda aqui, Rafa? Tá molhando tudo...
Ela levantou e foi pro banheiro que tinha ali perto, um lugar mais reservado. Ela olhou pra trás, com aqueles olhos verdes de cobra, e esperou eu seguir. O Mauro tava lá, todo entretido com a carne, nem deu conta que ela saiu. Eu olhei pra Vanessa, que fez um sinal de "vai lá" com a cabeça, com um sorriso maldoso.
Eu levantei da mesa, o coração batendo forte, e fui atrás dela. A porta do banheiro tava só encostada. Quando eu entrei, ela tava lá, com o vestido levantado, secando a perna com um papel toalha, mas olhando pra porta, esperando eu entrar.
— Demorou, hein? — ela falou, com aquela voz fininha, mas o olhar tava carregado de malícia.
Eu fechei a porta e tranquei.
Ela tava ali, encostada na pia, limpando o vestido com uma calma que me dava agonia. Quando ela viu que eu tranquei a porta, o rosto dela ficou todo vermelho, mas ela não arredou o pé. Ela levantou um pouquinho o tecido, fingindo que tava secando a mancha, e acabou deixando os seios à mostra. Eram lindos, rosadinhos, com os micos durinhos de tanto tesão.
Eu fui pra cima sem pensar duas vezes. Enfiei a cara no decote dela, chupei aqueles seios com força, fazendo ela soltar um gemido agudo que ela tentou abafar com a mão. Subi o vestido dela até o pescoço e quase tive um treco. A calcinha era um fio-dental rosa clarinho, quase transparente, que deixava tudo desenhado. A cunhadinha era uma tentação, o corpo dela parecia ter sido esculpido só pra me deixar maluco.
Eu tava ali, com a mão na cintura dela, pronto pra baixar aquela calcinha e fuder ela de uma vez, quando a gente ouviu um barulho de passos pesados na área da churrasqueira.
— Amor? Tá tudo bem aí? Tá demorando muito, tá precisando de ajuda? — era a voz grossa do Mauro, estourando a bolha da gente.
A Camila nem tremeu. Ela deu um pulo, baixou o vestido na velocidade da luz e ajeitou o cabelo. Em menos de cinco segundos, ela tava com aquela cara de santa, de menina tímida e impecável, como se nada tivesse acontecido. Só a mancha de cerveja no vestido ainda tava ali, pra provar que ela não era tão santa assim.
— Já tô indo, Mauro! Só um minutinho, derrubei cerveja na roupa e tô limpando! — ela gritou, com a voz mais doce e sonsa do mundo.
Ela me deu um beijo rápido e molhado no rosto, passou a mão no meu pau, que tava pulando na calça, e saiu do banheiro com o quadril mexendo. Eu fiquei lá dentro, trancado, sozinho, com a respiração arfando e o coração saindo pela boca. Eu tava em brasa, louco de tesão, com o cheiro dela ainda grudado na minha mão. A Vanessa tava lá fora, o Mauro tava lá fora, e eu ali, parado, pensando que aquela noite ia ser uma loucura.
Eu fiquei lá dentro por mais um tempo, até meu coração parar de bater tão forte. Lavei o rosto na pia, respirei fundo e me recompus. Quando saí do banheiro, a música tava rolando, o Mauro tava rindo de alguma história e a Camila já tava sentada lá, fingindo que tava tudo normal.
Passei pela mesa e sentei no meu lugar, do lado da Vanessa. Ninguém percebeu que eu tinha demorado. O Mauro nem olhou pra mim, tava focado na carne. Mas a Vanessa, quando eu sentei, me deu uma piscadela bem lenta. Ela sabia. O olhar dela tava brilhando, misturando ciúme com aquela empolgação doentia que ela tinha quando a gente aprontava. Ela queria saber de tudo, cada detalhe, mas agora não era hora.
A Camila, quando eu me acomodei na cadeira, deu um jeito de esbarrar o braço no meu, mas sem levantar o olhar do copo. Ela tava toda comportada, mas dava pra ver que ela tava se segurando pra não rir da situação. Era um tudo muito louco. O Mauro ali, sem desconfiar que a namorada tinha acabado de estar comigo num banheiro trancado, e a minha mulher ali do lado, sabendo de tudo e curtindo cada segundo daquela mentira.
Eu peguei o copo, dei um gole na minha cerveja e encarei o Mauro, que parecia estar se divertindo muito.
— E aí, Mauro? Essa cerveja tá boa mesmo? Ou tá só fazendo média com a gente? — perguntei, tentando soar natural, querendo ver a reação dele.
O Mauro soltou uma risada grave que ecoou pelo quintal.
— Rapaz, tá excelente! É a melhor que eu tomei ultimamente.
Ele parecia genuinamente feliz, e enquanto ele falava, a Vanessa dava uma apertada na minha perna debaixo da mesa, com força, quase como se quisesse marcar território ali mesmo. Eu senti o aperto dela e sabia que, assim que o Mauro se distraísse de novo, ela ia querer que eu contasse cada detalhe do que rolou no banheiro com a irmã dela. O clima tava insuportável de tão quente, e eu sabia que, com o Mauro distraído e a Vanessa pilhada, a noite tava só começando.
O Mauro continuou falando de umas aventuras dele na estrada, com aquela voz grossa, mas eu mal conseguia prestar atenção. O ar na mesa tava pesado. A Camila, de vez em quando, soltava uns olhares pra mim que me deixavam doido, umas piscadas rápidas que só eu via. E a Vanessa... a Vanessa tava num nível de excitação que eu nunca tinha visto. Ela começou a passar a mão na própria coxa, subindo devagar, sem tirar o olho de mim, como se tivesse me desafiando a fazer algo na frente do namorado da irmã.
— E vocês, planejam fazer o que amanhã? — o Mauro perguntou, virando o resto do copo. — Se quiserem, a gente pode dar um pulo na praia ou ficar por aqui mesmo curtindo uma piscina.
A Vanessa deu um sorriso malicioso e olhou pra mim.
— Acho que a gente pode ficar por aqui, não acha, Rafa? O dia hoje foi bem puxado, né? A gente ainda tem muito o que conversar e... colocar os assuntos em dia.
A Camila soltou uma risadinha, fingindo timidez, mas o pé dela continuava subindo pela minha perna, agora chegando bem perto da virilha. Ela tava me provocando na cara do Mauro, e a Vanessa tava ali, assistindo tudo como se fosse um filme que ela amava.
— É, a gente pode ficar por aqui mesmo — eu respondi, com a voz rouca, sentindo o pau latejar contra o jeans.
O Mauro deu de ombros, nem imaginando o que tava rolando embaixo da mesa. Ele se levantou pra pegar mais carvão, deixando a gente sozinho por um momento. Assim que ele virou as costas, o clima explodiu.
A Vanessa inclinou o corpo na minha direção, o decote dela caindo, e sussurrou bem no meu ouvido:
— Ela te deu o que você queria lá dentro, não deu? Agora eu quero saber tudo. Eu quero que você me conte cada detalhe, sem pular nada, enquanto eu te toco aqui embaixo da mesa...
Ela colocou a mão na minha perna, bem perto do meu pau, enquanto a Camila, sentada na frente, sorria de um jeito sádico, observando a Vanessa me seduzir enquanto o namorado dela tava a poucos metros de distância. Eu tava encurralado pelos desejos das duas, e o Mauro, coitado, ia voltar da churrasqueira sem a menor ideia de que a namorada e a esposa dele estavam prestes a me deixar louco.
A Vanessa manteve o rosto sereno, como se estivéssemos apenas batendo um papo furado, mas sua mão desceu firme para o meu colo. O toque dela no meu pau, por baixo do pano, foi um choque térmico. Eu inclinei o corpo, encostando minha boca no ouvido dela, e comecei a sussurrar, sem filtrar nada.
— Ela entrou, trancou a porta e já foi puxando o vestido... — eu dizia, sentindo a mão da Vanessa me punhetar com ritmo e malícia.
— Estava de fio-dental rosa, uma visão que me deixou louco. Eu chupei os seios dela, que tavam durinhos, e ela gemia baixo, toda tímida, mas querendo muito...
A cada detalhe que eu entregava, o aperto da Vanessa ficava mais forte. Ela soltava umas gemidas quase inaudíveis, disfarçadas pelo barulho da churrasqueira.
— E a calcinha? — ela sussurrou de volta, a respiração pesada, a mão já com tudo pra fora, batendo uma num ritmo frenético.
— Quase transparente... eu ia tirar tudo quando o Mauro chamou. Ela saiu de lá como se fosse santa, mas deixou o cheiro dela todo na minha mão.
Eu estava no meu limite. A tensão acumulada explodiu. Dei um suspiro longo, engoli em seco e gozei na mão da Vanessa. Só que, com o impulso, algumas gotas acabaram voando e caíram bem em cima do pezinho da Camila, que estava esticado perto do meu.
A Camila deu um pulo, assustada, puxando o pé bruscamente. Ela olhou para baixo e viu o líquido quente e esbranquiçado na pele dela. Ela arregalou os olhos, percebendo na hora o que era e de onde tinha vindo, o rosto ficando vermelho na hora.
A Vanessa, sem perder tempo, soltou um sorriso de canto, levantou-se com a mão toda melada e saiu na direção do banheiro.
Assim que a Vanessa dobrou o corredor, o Mauro continuou de costas, mexendo na carne. A Camila, que estava com o pé ainda sujo, olhou para mim. Ela não pareceu nem um pouco assustada ou ofendida. Pelo contrário, ela passou o dedo sobre o meu leitinho no pé, com uma calma assustadora, e levou o dedo até a boca. Ela lambeu o dedo devagar, saboreando enquanto me encarava com aqueles olhos verdes de sonsa, os lábios brilhando com o meu líquido.
Ela não disse uma palavra, mas o olhar dela dizia que ela tinha adorado provar.
Eu fiquei paralisado, sem acreditar no que eu tava vendo. A Camila tava ali, na minha frente, com o meu leite no dedo, lambendo aquilo com uma cara de quem tava adorando o gostinho. Ela não tava nem um pouco envergonhada, era pura malícia. Ela deu um sorriso de lado, aquele jeito de sonsa que ela tinha, e voltou a fingir que não tava acontecendo nada, enquanto o Mauro virava a carne na grelha, assobiando como se tivesse no próprio quintal.
O Mauro se virou, trazendo a carne pronta, e largou a tábua na mesa.
— Pronto, agora ninguém passa fome! — o cara falou, rindo. — E aí, pessoal, por que esse silêncio todo?
A Camila, rápida demais, cruzou as pernas e disfarçou, bebendo um gole da cerveja. Ela tava plena, impecável, com aquele vestidinho curto.
— Nada não, amor. Só tava comentando com o Rafa como esse churrasco tá no ponto — ela disse, com a voz mais doce e santa do mundo.
Eu tava tentando recuperar o fôlego, com o pau ainda meio sensível dentro da calça, olhando praquela cena surreal. O Mauro ali, gigantesco e bobo, a Vanessa voltando do banheiro, limpando a mão com um pano, e a Camila ali, do meu lado, me olhando como se eu fosse o prato principal.
A Vanessa chegou, se sentou no seu lugar e me deu um chute na perna por baixo da mesa. Ela olhou pro pé da Camila, viu que tava limpo, e depois olhou pra mim com um sorriso de que tinha entendido tudo. Ela sabia exatamente o que a irmãzinha dela tinha feito.
— Tá tudo bem por aqui? — a Vanessa perguntou pro Mauro, fingindo preocupação. — A Camila tá meio quieta, né?
— Tô bem, maninha. Só tô aproveitando a comida — a Camila respondeu, encarando a Vanessa com aquele ar de superioridade.
O clima tava tão carregado que dava pra cortar com faca. Eu servi um pedaço de carne pro Mauro e encarei a Camila. Ela me mandou uma piscada lenta. O Mauro não sabia de nada, mas nos três ali na mesa, a gente sabia exatamente o que tava rolando.
O Mauro, alheio a tudo, começou a cortar a carne com uma faca grande, fazendo um barulho seco na madeira. A Vanessa se inclinou para frente, a blusa abrindo um pouco, e o Mauro nem notou. Ela estava curtindo demais sabendo que a irmãzinha sentiu o gosto do meu leitinho, o clima de traição no ar.
— Essa carne tá uma delícia, Mauro — a Vanessa falou, mantendo o tom de voz calmo, enquanto, por baixo da mesa, ela começou a subir a mão pela minha perna de novo, apertando firme.
A Camila, ainda sentada na minha frente, não desviava o olhar. Ela começou a passar a ponta da língua nos lábios, saboreando o resto do meu gosto. O Mauro, enquanto servia o prato dela, passou a mão na cintura da Camila, um gesto de posse, mas ela nem ligou, ela só queria saber de me provocar.
— Amor, tá tudo bem? Você tá com uma cara de quem tá pensando na morte da bezerra — o Mauro perguntou, dando um beijo no ombro dela.
— Tô ótima, Mauro. Só tô sentindo um calor danado... — ela respondeu, com a voz carregada de segundas intenções.
Nesse momento, a Vanessa deu um chute no Mauro, leve, de brincadeira.
— Ei, Mauro, pega um gelo lá pra dentro pra gente? A cerveja tá esquentando.
O cara, sempre muito solicito, levantou na hora.
— Pego sim, já volto!
Assim que o ele saiu, o clima no quintal mudou completamente. A Vanessa agarrou o meu pau por cima da calça e puxou com força para fora, me fazendo gemer baixinho.
— Viu só, Rafa? — ela sussurrou, o olho brilhando de sacanagem. — Ela adorou o presente que você deu pra ela. Agora é a sua vez de mostrar o que a gente faz com quem brinca com a gente.
A Camila se levantou, foi até o meu lado e, aproveitando que o Mauro tava longe, levantou o vestido um pouco e sentou no meu colo, ali mesmo, na frente da minha esposa. Ela estava de costas para o lado de fora, onde o Mauro voltaria, e começou a esfregar a buceta dela no meu pau, já duro de novo.
— Quer que eu termine o serviço que a Vanessa começou? — ela sussurrou no meu ouvido, a voz rouca, enquanto a Vanessa assistia tudo, rindo da situação, já começando a desabotoar a própria blusa, querendo participar daquela safadeza.
