A minha relação com o Ferreira mudou completamente; naquela semana seguinte, comi-o todos os dias. Nossa, fiquei viciado naquele cu gostoso dele, até esqueci do Basil, mas o Basil também andava entretido com o Souza, que o comia várias vezes por dia; piroca nunca lhe faltava. O Ferreira até pode ser um filho da puta de um sacana, mas a verdade é que desde o primeiro dia criamos uma amizade boa entre nós, e a verdade é que, com a ajuda dele, a minha vida estava bem mais tranquila no quartel.
Também já tinha passado um mês desde que a minha relação com o tenente Jordão tinha mudado radicalmente. Desde que passei a foder aquele seu cuzinho, o cara passou a ser bem mansinho comigo. Todos os dias, ele e o tenente Oliveira nos torturavam com treinos bem puxados, mas para mim, já era tudo tranquilo; nenhum dos dois implicava comigo, e sempre reparava que, quando o tenente Jordão olhava para mim e piscava-me o olho, eu já sabia que, naquele momento, ele queria piroca, e eu, com todo o prazer, ao final do dia ia matar aquele seu tesão no cu. O cara nunca se cansa de levar com a minha piroca e eu acabei ficando viciado nele também. Foder assim um cara bem macho com tanto tesão no cu é uma delícia, e entendi o porquê de o Ferreira só me querer foder, claro, isso foi até há poucos dias. Para ele, eu era um tenente Jordão, e eu ainda não o tinha deixado voltar a me foder; ele achava que eu não queria mais dar o meu cu para ele e, como eu andava tão entretido com ele e com o tenente, deixava as coisas como estavam, mas a vontade de dar o meu cu para ele continuava, só que eu estava a saborear aquele meu período de macho alfa. O Souza também andava louco para me comer de novo, mas eu o evitava; eu sabia que ele andava meio triste, mas, mais dia, menos dia, ia ceder. Por agora, eu só pensava em comer o Ferreira e acalmar aquele tesão que o meu tenentão tem muito no cu.
O Ferreira tinha muitos ciúmes dos esquemas entre mim e o Tenente Jordão. Safado como é, foi o primeiro a topar tudo. Estávamos nós já no fim de mais um dia de recruta e ele viu o tenente a piscar-me o olho e a sorrir disfarçadamente:
- Caralho, tu andas fodendo mais ele do que eu - comentou o Ferreira no seu tom safado.
- Que posso eu fazer se ele gosta mais do meu pau do que do teu… [Riso safado]
- Quem te viu, quem te vê, Martinzão - e deu uma apertada no pau, e eu dei uma apertada no meu.
- Não fiques com ciúmes não, esta piroca também chega para ti… [Riso safado]
- Tu estás um safado do caralho… Fui…
Ele cortou a conversa e foi embora e eu fui até ao gabinete do tenente. Assim que entrei ele já estava me esperando; fiz continência e ele mandou-me ficar à vontade. Embora eu andasse a fodê-lo, o respeito era máximo; ele é meu superior e eu lhe devo obediência.
- Recruta, preciso que vás procurar rápido o Tenente Oliveira.
- Sim, senhor meu Tenente, e qual é o recado?
- A reunião da tarde foi antecipada para daqui a uma hora, ele que não se atrase…
- Sim, senhor meu Tenente - fiquei à espera de mais ordens dele, meu pau já estava meio duro só de pensar que o ia comer, ele é daqueles caras que mexe com o meu tesão, mas ele não me deu sinais de que queria foda naquele dia.
- Estás esperando o quê, recruta? Vai logo.
- Depois é para voltar, meu tenente?
- Se precisar, eu te chamo, agora vai.
Era a primeira vez que ele me dispensava sem levar com a minha vara, mas nem me atrevi a perguntar mais nada. Quando saí do gabinete dele, para minha surpresa, quem estava chegando era o Ferreira:
- Por aqui? - perguntei intrigado.
- Parece que, afinal, o tenente gosta mais deste pau aqui - e o sacana apertou o seu pau, e pude ver que ele já ia com ele bem duro.
- Sei… não vas é tu levar com o dele nesse teu cu guloso - respondo, sorrindo bem sacana.
- Não fiques com ciúmes não, o meu pau também chega para ti… [Riso safado]
Não respondi nada e sorri bem sacana, mas fiquei cheio de inveja ao vê-lo entrar no gabinete do Tenente Jordão…
Eu saí dali com um puto de um tesão que nem sei explicar, só de imaginar o quanto o Ferreira ia meter gostoso no cu guloso daquele tenente sacana. Mas logo o meu tesão passou, pois eu procurava o Tenente Oliveira por tudo quanto era lado e nada de o encontrar; o tempo ia passando e a hora da tal reunião ia se aproximando, e eu sabia que, se não o encontrasse, estava completamente fodido. Foi nesta situação de quase desespero que me cruzei com o Basil:
- Que cara é essa, Martins?
- Estou fodido, Basil. O Tenente Jordão me mandou encontrar o Tenente Oliveira para lhe dar um recado, mas não encontro o homem em lado nenhum.
- Eu acabei de o ver, há poucos minutos, entrando nos vestiários dos oficiais…
Nossa, até me apeteceu dar um beijinho no Basil; ele tinha acabado de salvar o meu dia.
- Cara, obrigado! Tu salvaste o meu couro!
Eu já ia a correr para os vestiários procurar o tenente, quando a minha cabeça pensou: como o Basil sabia que o tenente estava nos vestiários dos oficiais? Olhei para trás e chamei por ele:
- Como é que tu sabes que o cara está nos vestiários dos oficiais?
- Tu não precisas dar-lhe um recado com urgência? Corre logo... - falou todo safado.
- Sei… [Riso safado]
O malandro tinha andado a fazer safadezas, mas me concentrei de novo na minha tarefa e fui até ao vestiário dos oficiais; entrei, estava vazio, só ouvi a água dos chuveiros a correr, e num impulso fui ver se o tenente estava lá.
Assim que entrei, tive uma visão do caralho: o tenente Oliveira estava dobrado, com a bunda toda aberta, bem arrebitada para cima, enquanto ele ensaboava as pernas e os pés. Eu fiquei parado, hipnotizado com aquela visão, e ele olhou para trás com cara séria.
- O que estás a fazer aí, recruta?
Antes de continuar, vou só falar um pouco do tenente Oliveira. Desde o início da recruta que ele e o tenente Jordão são os principais oficiais que nos dão a instrução todas as manhãs, e ao contrário do tenente Jordão, ele é um cara mais discreto, não é malvado com ninguém, a não ser que não lhe obedeçam; nunca tinha implicado comigo, mas também nunca fez nada quando o tenente Jordão me torturava com as manias dele. Fisicamente é um homem e tanto, deve ter os seus trinta e poucos anos, é um cara alto, musculado, com o corpo bem trabalhado, usa barba, é entroncado e, naquele momento, fiquei a saber que tem umas pernas peludas que são um tesão e, o melhor de tudo, uma bunda bem redondinha com alguns pelinhos, especialmente no reguinho; fiquei logo com o meu pau completamente duro.
- Me desculpe, meu tenente, eu trago um recado urgente do Tenente Jordão.
- Qual é o recado, recruta?
- O Tenente Jordão pediu para o informar que a reunião da tarde foi adiantada e é daqui a alguns minutos.
- Daqui a alguns minutos, recruta? - ele estava com uma cara de bravo.
-Demorei um pouco para encontrar o senhor; quando ele me deu o recado, a reunião era dali a uma hora, entretanto já deve ter passado meia hora… - ele ficou calado e vi-o a olhar-me de cima a baixo.
- Estás de pau duro, recruta - falou num tom sério como se não tivesse ouvido o que eu acabei de dizer e veio até junto de mim. Ainda mais duro fiquei ao ver aquele homem tão gostoso, e com um picão enorme no meio das pernas a balançar, a vir na minha direção.
- Não… nada disso, meu tenente - respondi a gaguejar, sem saber o que fazer.
- Tu estás de pau duro sim! - o cara botou a mão no meio das minhas pernas e sentiu o meu pau bem duro.
- Me desculpe, meu tenente.
- Ficaste com tesão pela bunda do teu tenente, foi?
- Não, meu tenente, não é nada disso - falei a gaguejar - olhei para o pau dele e vi que estava a ficar duro também.
- Agora me deixaste cheio de tesão com esta tua vara assim bem tesa - ele apertava o meu pau e, para minha grande surpresa, ajoelhou-se na minha frente
- Meu tenente, olhe a hora da reunião. Eu demorei imenso tempo para o encontrar; se o senhor se atrasar, o Tenente Jordão vai me culpar e vai me esfolar vivo.
- Relaxa recruta, esquece a reunião, jamais chegarei a tempo - e aquele homenzarrão começou a abrir o fecho das minhas calças, e eu comecei a ficar aflito.
- Meu tenente por favor… - e ele interrompeu-me:
- Relaxa, recruta, com ele eu me entendo depois… Agora, quem te mandou ficar assim teso na minha presença?
- Não era a minha intenção meu tenente…
Ele puxou as minhas calças para baixo e os meus 20 cm de pau apareceram na sua frente; eu estava teso como uma pedra.
- Caralho, recruta, tu és tudo o que aparentas ser - ele agarrou logo no meu pau e o olhar dele era igual ao do Basil quando segurava nele.
- Como assim? - perguntei, mas me arrependi logo.
- És um macho e tanto - e naquele preciso momento percebi que o cara era meu, e eu senti uma vontade enorme de dominá-lo; o macho que às vezes eu acho que morreu dentro de mim ainda está bem vivo, e então levei a minha mão à sua nuca e a empurrei contra o meu pau, e o cara nem reclamou.
- Gostou da piroca do seu recruta? - o cara me olhou bem nos meus olhos e com aquela sua cara de macho me falou bem sério.
- Meu recruta não, mas meu macho! Adorei.
Aquele macho tesudo começou a lamber o meu pau, passava os seus lábios no tronco do meu e depois chegou à cabecinha e deu uma sugadinha, porra, que tesão:
- Uhmmmm, nosssaaaaaa - soltei um gemido, o cara sabia mamar um pau.
- Gostas, meu macho? - e o tenente agarrou no meu pau e começou a bater com ele na sua boca, o cara estava todo submisso, e a partir daquele momento eu assumi o meu papel de macho como deve ser, agarrei na cabeça e a forcei contra o meu pau.
- Fala menos e chupa mais.
O cara ficou louco, deu logo uma chupada gostosa no meu pau, engolindo a cabecinha toda; ele me olhava nos olhos como pedindo a minha aprovação e eu agarrei na cabeça dele, puxando pelos cabelos, e comecei a bater com o meu pau na sua cara.
- Gostas de mamar a piroca do teu macho, seu safado?
- Muito. - o tenente mordeu o lábio enquanto me olhava cheio de desejo.
Agarrei no meu pau e enfiei-o pela sua boca adentro, e depois deixei-o mamar à vontade; o cara se lambuzava com a minha piroca, agarrou nela pela base e começou a sugar literalmente o meu picão, uhmmmm… caralho, todos naquele quartel sabem mamar maravilhosamente. Ele, de joelhos, segurava no seu picão, que claramente era maior que o meu, e tocava uma punheta desesperada; eu tentava não olhar, um pau de um macho já não me é indiferente, mas com aquele cara, eu estava a ter um gozo enorme em ser seu macho e, para desviar a minha atenção do seu picão, agarrei novamente na cabeça dele pelos cabelos e comecei a bater com a minha vara de novo no seu rosto.
- Ainda não vi a minha vara sumir nessa boca, não sabes mamar uma piroca, seu putão.
- É grande demais, meu machinho - e eu dei um tapa na cara dele um pouco forte.
- Que merda é essa, tu não queres mamar o meu pau como deve ser, é isso?
- Não é isso, meu macho, eu quero mamá-lo muito - e dei-lhe outro tapa.
- Então mama como deve ser, porra.
Agarrei a cabeça dele e a empurrei contra o meu pau; ele estava com cara de assustado, o tamanho do meu pau metia-lhe medo. Se calhar aquele cara estava mais habituado a foder do que a ser fodido, mas ele é quem tinha pedido vara. Eu já estava bem putão e forcei-o; ele abriu a boca e engoliu a minha piroca. Quando já mamava mais de metade, senti que o cara ficou com dificuldade em engolir mais e comecei a dar uns tapinhas de leve no seu rosto.
- É para engolir tudo, tenentão - e, de leve, empurrei a cabeça dele contra o meu pau e ele foi engolindo; senti o meu pau encostar na sua garganta, mas ainda faltava um pouco, e ele se esquivou e largou o meu pau.
- Caralho, meu macho, és pirocudo demais.
- Mas conseguiste engolir quase tudo, só faltou um pouquinho.
- Não estou habituado a mamar um pauzão assim não.
- Como assim? O que não falta neste quartel são caras pausudos.
- Que adoram rebolar na minha piroca - minha dúvida estava esclarecida: o cara era macho.
- Não és capaz de dar conta - e olhei para o meu pau, bem teso, na frente dele.
- Nem que fosse a única coisa que fizesses na vida, és um dos poucos caras que despertam o fogo do meu rabinho.
Não forcei e ele abocanhou o meu pau de novo, engoliu quase a metade e começou a me chupar bem gostoso. Ele até podia ser mais vezes o macho, mas sabia mamar uma piroca, e gostava. Aquele tenentão gostoso sugava a cabecinha, depois descia pelo meu pau e lambia-o todinho, chegava às bolas e engolia cada uma delas, depois voltava a subir e abocanhava o meu pau com sugadas gostosas para caralho; e o meu pau começou a babar e ele ficou louco.
- Hummm, esta piroca já está soltando leitinho.
Ele, sempre segurando o meu pau, esfregava a cabecinha toda babada nos seus lábios, sem engolir. E também sempre a segurar no seu pauzão a tocar uma punheta.
- Estás a me deixar louco, tenentão.
- Louco estou eu, caralho. Esta piroca vai ser a minha desgraça.
- Por quê?
- Porque eu não dou o cu há muito tempo.
- Vais dar o teu cu para mim, é?
- Não sei, este teu pau é gigante.
- Te levanta, tenentão, que tu queres levar umas boas pirocadas aqui deste teu machinho!
Eu estava um verdadeiro sacana, agarrei o Tenente Oliveira por um braço e levantei-o do chão, e logo de seguida o encostei contra a parede.
- Arrebita essa bunda - ele olhou para trás para mim, muito sério, e arrebitou a bunda.
- Caralho, recruta, tu és fodão - mantive-me sério também e dei duas palmadas levezinhas nas nádegas dele, e ignorei o comentário dele.
- Abre bem as pernas.
Nossa, que homem, que tesão ver aquelas coxas grossas e peludas se afastarem; o reguinho dele ficou bem abertinho, e eu coloquei lá o meu picão e comecei a roçá-lo.
- Já mal me lembro da última vez que um pau esteve aí - o ar dele era de preocupação.
- Então está na hora de voltares a ter lembranças.
- Caralho, recruta, me respeita.
- E não é o que estou fazendo? Quer maior respeito do que teu recruta tratar do teu tesão? - o meu pau estava na portinha do seu botãozinho e comecei a forçar.
- Caralhooo… vai ser assim a seco? - dei uma palmada forte que o marcou.
- Caralho, mas eu vou foder um tenentão ou um viadinho?
- Porra, já viste o tamanho do teu caralho? - outra palmada.
- Deixe de ser viado e se comporte como homem…
Forcei e senti uma resistência enorme daquele cuzinho; era, sem dúvida, o cu mais apertado que eu já tinha fodido naquele quartel.
- Não vai entrar, Martins - ele estava assustado.
- Relaxe, tenente, só vou parar quando estiver tudo dentro.
Forcei mais um pouco e a resistência daquele botãozinho cedeu e o meu pau entrou.
- Aaaiiiii caralhooooo!
- Relaxa, tenentão, já estou dentro - e fui metendo devagarinho. O cara era mesmo apertado; porra, que delícia foder um cu assim.
- Aaaiiiii porraaaaa - o tenente berrava, mas eu estava decidido a comê-lo bem comido e continuei a enfiar o meu pau naquele cu apertado.
- Relaxa, este teu cu apertadinho estava esperando por isto - meti mais um bom bocado de piroca nele.
- Caralho, estás a arrebentar-me todo, seu filho da puta!
- Estou o quê? - fiquei puto e enfiei sem dó o que faltava.
- Aaaiiii porrraaaa caralhooooooo - olhei para o pau dele, ele o segurava bem forte, estava duro que nem pedra; o filho da puta reclamava, mas gostava.
- Estás a reclamar do quê, seu viado? Estás de pau duro…
Agarrei a cabeça dele, encostei‑a contra a parede e comecei a socar a minha vara no cu dele. Nossa, como eu estava putão! Nunca tinha comido um cu tão apertado assim; era uma delícia. Eu sabia que estava sendo bem bruto com ele, mas o tesão falava mais alto; contudo, eu sentia que ele estava adorando.
- Aaaahhhh, puta que pariu, recruta!
Voltei a olhar para o pau dele; ele já não o segurava mais, mas continuava bem duro; então, bem sacana, tirei o meu pau quase todo e enfiei bem rápido naquele cuzinho apertado.
- Vais dizer que não gostas de pica assim?
- Aaahhhh, caralho, tu és um safado… uhmmmm… - o tenentão se esforçava, mas não conseguia se controlar e começou a gemer de prazer.
Então agarrei a cintura dele com força e comecei a socar a vara no seu cu com estocadas bem fortes, nem dava tempo para ele respirar, e o tenentão gemia, mas gemia muito; o cara estava tendo muito prazer com o meu pau.
- Já estás gemendo, né, tenentão? Estavas te fazendo de difícil para o teu macho, mas adoras rebolar na minha piroca, né?
- Ai, caralho, tu és um filho da puta safado, e fodes tão gostoso..
- Eu vou te mostrar o que é um filho da puta safado. - Saí de dentro dele e o empurrei para o chão.
- No chão já!
- O que é que tu queres, meu sacana?
- Quero te dar de quatro, vais ser a minha cadela.
- És mesmo um filho da puta safado, mas é assim que eu gosto de um macho....
O cara era bem obediente, ficou logo de quatro com as duas mãos apoiadas no chão.
- Empina bem essa bunda para o teu macho.
Aquele tenentão empinou o máximo que pôde aquela bunda peluda para mim e eu fui por trás dele, mirei o meu pau naquele cu apertadinho; nossa, antes de me meter, rocei a cabecinha naquele botãozinho e senti aquele cuzinho a piscar na ponta da minha piroca; o cara estava louco para levar com vara.
- Queres vara, cachorrinha?
- Quero.
- Então toma - e enfiei logo tudo de uma só vez.
- Aaahhhhhh, filho da putaaaaaa!
- Deixa de reclamar e empina bem esta bunda.
Eu estava encaixado bem atrás dele, no meio das suas pernas, e encostei novamente a sua cabeça contra a parede e comecei a socá‑lo. Uhmmmm, porra, que delícia, aquele cuzinho continuava bem apertadinho, mas aguentava bem o meu pau, e o meu tenentão começou a perder o controle e passou a dizer só besteiras.
- Aaiiiii, caralho, uhmmmm, porraaaa!
- Cuzão gostoso, estava mesmo a precisar de levar com a piroca de um macho.
- Hummm, porra, se estava caralho, precisava de um macho safado como tu. - eu socava‑o muito e ele sempre pedia mais - isso, fode o meu cu, meu macho.
- Já pedes piroca, tenentão?
- Sim, caralho, quero a piroca do meu macho, uhmmmm... que tesão!
- Safado, eu já te dou muita piroca.
Eu segurava nele bem forte pela cintura e socava aquele cu com pirocadas bem potentes; era uma delícia, mas a foda melhorou ainda mais: o cara começou a rebolar. Nossa, ver um macho daquele rebolando no meu pau era puro tesão.
- Isso, tenentinho, rebola gostoso essa bundinha de macho no meu pau!
- Aaiii, caralho, o que está tão bom!
- Safado, já estás todo louquinho com o pau do teu macho.
- Hmmmm, estou muito louquinho, meu machinho gostoso, mete, mete essa piroca!
- Meto o caralho! - dei-lhe uma palmada forte e saí de dentro dele e levantei‑me.
- Não para, não, meu macho.
- Mas quem falou que eu vou parar? Agora tu vais é cavalgar no teu macho.
Sentei‑me no chão, a água caía sobre nós e apontei o meu pau para ele.
- Vem, vem sentar gostoso!
O tenentão sorriu e de costas para mim, se agachou, segurou o meu pau e encaixou-o no seu cuzinho.
- Issoooo, senta gostoso! - e aquele homenzarrão começou a descer a bunda no meu pau.
- Porra, como tu és grande!
Fiquei só a observar; aquela bunda peluda foi agasalhando o meu pau, até os meus pentelhos tocarem nela, e, surpresa boa, ele começou logo a subir e a descer bem rápido, bem gostoso.
- Tenentão do caralho, tu adoras vara nesse cu.
- Porraaaaa, uhmmmm, que tesão de macho que tu és, estou adorando mesmo, caralho!
Uma delícia! O cara estava a dar uma porrada de cavalgada no meu pau, até que se desequilibrou e caiu de costas sobre mim. Eu agarrei-o, ele ficou com as pernas todas levantadas, mas com a minha pica toda atolada, e então comecei a socá-lo.
- Que delícia de cu que tu tens, meu tenente.
- Caralho, tu fodes tão bem, estás a levar-me à loucura, recruta.
- Mas é isso mesmo que eu quero, meu tenente.
- Aiiii porrraaaaaa!
Ele apoiou os braços no chão e voltou a cavalgar-me que nem doido; o tenente estava a ter um prazer do caralho naquele cu e começou a berrar, e eu percebi que ele estava quase a gozar
- Ai, puta que pariu, uhmmmmmm, recruta safado, tens uma piroca tão gostosa, porraaaa!
- Isso, tenentão, cavalga gostoso o meu pau, sente a piroca do teu macho toda nesse cu
- Aaaiiiii, caralhoooooooooooo, porraaaaaaa, que eu não aguento mais tanto tesãoooooo!
O meu tenentão ficou só com uma mão apoiada no chão, com a outra agarrou no seu pau e começou a gozar; nossa, o primeiro jato voou longe, porra, como o cara gozava, e sempre a cavalgar e a jorrar leitinho.
- Issooooo, caralhooooo, estás a gozar com o meu pau no cu, meu tenente!
- Caralhoooooo, que tesãoooo!
Quando ele terminou, tirei-o logo de cima de mim, fiquei de pé e ele ficou de joelhos na minha frente, e agarrou no meu pau.
- Queres leitinho do teu macho?
- Quero.
- Então, abre a boca.
- Que vais fazer?
- Te dar leitinho não é o que tu queres?
Nossa, ele agarrou no meu pau e começou a mamá-lo cheio de vontade, e em segundos eu estava no ponto para gozar.
- Vou gozar, caralhooooo!
Quando ele me ouviu falar que ia gozar, o meu tenentão me mamou ainda com mais vontade e eu comecei a encher aquela boquinha de porra, nossa, ele tomava tudo.
- Aaaaahhhh, caralhooooo, que boquinha safada!
Ele soltou um pouco o meu pau e sujei o rosto dele todo com a minha porra, mas voltou logo a mamá-lo; ficamos assim até eu parar de gozar e ele tomar o leite todo.
Quando terminamos, ele continuou de joelhos e eu de pé, com ele a segurar no meu pau; e o cara esfregava o meu pau no seu rosto, onde tinha porra minha, e depois mamava o meu pau, que já ia amolecendo.
- Que porra de foda gostosa, recruta.
- Adorei ser seu macho, meu tenente.
Ele levantou‑se e foi para o duche novamente e me olhou meio seco.
- Está dispensado, recruta, o recado foi dado.
Saí dali todo satisfeito, mas logo comecei a pensar nas consequências que iria ter por ele ter falhado a reunião, e comecei a ficar muito ansioso...
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