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As Mulheres de Miguel - Capítulo 16: A Prima Paterna

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Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 3053 palavras
Data: 19/07/2026 07:48:02

A noite estava com aquele mormaço pesado e abafado típico da roça, como se o ar estivesse preso entre as paredes de tijolo cozido da edícula. O espaço interno era de uma simplicidade quase franciscana: piso de taco de madeira antigo, uma mesa de fórmica com duas cadeiras de metal e uma televisão sintonizada em um canal fora do ar, gerando aquele chuvisco ruidoso e estático que servia de trilha sonora de fundo. A iluminação vinha de uma única lâmpada amarelada de trinta watts, pendurada no teto por um fio elétrico exposto, projetando sombras longas e trêmulas por todo o canto.

​Eu estava sentado em uma das cadeiras de fórmica. Na outra, meu tio Paulo relaxava com o peito nu, as marcas do sol de lavoura bem desenhadas em seus ombros. Ele bebia uma cerveja barata morna em um copo americano, exibindo a mesma postura humilde e o olhar calmo que herdara de minha vó Pilar, mas com uma leveza nova nas feições que eu não havia notado antes. O medo dele de ser o "eterno devedor" da casa parecia ter sido substituído por uma segurança rústica.

​Bebi um gole da cerveja, deixando o líquido amargo limpar a poeira da garganta, e perguntei diretamente, usando meu tom cínico:

​— E aí, tio? A Nanda tem andado na linha?

​Paulo sorriu com uma gratidão sincera, meio tímida, e deu uma risada mansa que vinha lá do fundo do peito. A voz dele, arrastada e melódica da roça, preencheu a sala:

​— Olha, Miguel... mudou da água pro vinho, meu fio. Parece até outra pessoa. Sumiu aquela banca dela de responder pras pessoa e ficar de cara amarrada. Eu tenho que te agradecer, de verdade. Ocê me mostrou a força que eu num sabia que tinha dentro de mim para botar ordem nessa casa.

​Antes que eu pudesse responder, a porta da cozinha interna se abriu com um ranger de dobradiça. Fernanda entrou na sala carregando uma travessa de alumínio amassada, cheia de mandioca frita fumegante. O aroma de gordura quente e o cheiro forte de chiclete de morango sintético invadiram o ambiente de imediato, cortando a mistura de sabonete de coco e fumo de corda que emanava do corpo do meu tio.

​Ela vestia um vestido amarelo leve, curto e ajustado, que contrastava de forma brutal com sua pele preta. Ao cruzar os olhos comigo, o olhar atrevido e aquele sorrisinho de canto de boca que ela usava para testar limites surgiram por puro instinto físico, mas foram rapidamente contidos pela nova atmosfera de submissão que imperava ali. Ela baixou o olhar e caminhou até a mesa de fórmica.

​— Nanda... o tio estava me contando que vocês estão se dando bem agora... — comentei, medindo-a de cima a baixo.

Para colocar a travessa pesada sobre a fórmica, Fernanda teve que se inclinar profundamente para a frente. O movimento fez com que a barra do vestido amarelo curto subisse completamente pelos seus quadris monumentais e pelas coxas grossas e escuras. Pela minha proximidade e pelo ângulo favorável da lâmpada de teto, vi com absoluta clareza o que já desconfiava: ela estava totalmente sem calcinha. Sua vulva volumosa, com os grandes lábios escuros e intumescidos, estava inteiramente exposta a centímetros dos meus olhos.

— Gostando de ver! — joguei a provocação de forma pausada, mantendo o meu cinismo intacto.

Com um risinho manho e propositalmente afetado, ela contornou a mesa e sentou-se direto no colo do meu tio. Ela jogou os braços fartos ao redor do pescoço do padrasto e Paulo a acolheu com a doçura habitual, mas notei uma firmeza nova e possessiva na forma como suas mãos calejadas apertaram a cintura da garota.

​— Nós tá se dando bem sim, Miguel... — ela arrastou o sotaque rápido da roça, olhando de soslaio para mim enquanto dava um beijo estalado na bochecha de Paulo. — Eu num sabia que o Paulo podia sê tão carinhoso comigo...

Cruzei as pernas, sentindo meu pênis pulsar imediatamente contra o tecido da bermuda. Dei um meio sorriso e disparei a provocação:

​— É... estou vendo o carinho. Mas reparei também que você continua andando por aí sem calcinha, né, Nanda? Você sabe muito bem que meu tio não gosta desse tipo de folga na casa dele.

​Fernanda se encolheu no colo de Paulo, fazendo um biquinho manhoso com os lábios carnudos, buscando a aprovação do homem que agora a dominava.

​— Eu num tô de folga não, Miguel... foi ele mermo que mandou! — ela se defendeu com a voz mansa e suplicante, o sotaque atropelado. — Ele diss'que é pra eu andá assim o dia inteiro dentro de casa... pra ficá mais fácil e pronta pra hora que ele quisé me fudê. Né não, Paulo?

Paulo soltou uma gargalhada robusta, a mão calejada descendo sem qualquer cerimônia pela coxa grossa de Fernanda, erguendo o pano do vestido de chita até a cintura dela. Sob a luz fraca da lâmpada da sala, meu tio começou a dedilhar a fenda úmida da enteada com o polegar bruto, fazendo a menina dar um leve sobressalto e arfar baixinho, cravando as unhas no ombro dele.

​— Foi mermo — Paulo confirmou, os dedos já brilhando com a secreção viscosa dela. — Agora ela sabe quem é que manda nessa carne nova.

​Olhei para os dois, sentindo uma onda de sadismo e excitação queimar minha espinha.

​— Ah, é? Então vocês têm se divertido bastante sem mim?

​— Muito... — Fernanda murmurou, a cabeça pendendo para trás enquanto os dedos de Paulo se aprofundavam nela. — O Paulo num me deixa mais em paz, Miguel... É a minha mãe saí de casa pra ir na cidade que ele já me caça pra brincá.

Fiquei em silêncio, apenas observando a cena de forma fria. Minha mão desceu quase por instinto até a bermuda, apertando o meu pênis que latejava, completamente rígido e volumoso contra o tecido grosso. Eu estava com um tesão do caralho e, apesar de respeitar a posse legítima que o meu tio havia conquistado sobre aquela carne nova, a memória de foder aquela bucetinha apertada me subia à cabeça como um veneno.

​Meubtio notou o volume avantajado entre as minhas pernas e a forma como meus dedos moldavam a rigidez sob o pano. Ele soltou um riso curto, manso, mas carregado de uma camaradagem orgulhosa.

​— O que foi, meu fio? — ele perguntou, a voz pausada enquanto continuava o vaivém dos dedos dentro de Fernanda, fazendo a menina dar um leve gemido manhoso. — Tá duro o negócio aí, né?

​Dei um meio sorriso cínico, olhando fixamente para a fenda úmida da minha prima antes de encarar os olhos miúdos do meu tio.

​— Não vou mentir para o senhor, tio. Ver a Nanda assim, tão comportada e pronta... me deu uma saudade danada de foder essa bucetinha de novo.

​Paulo olhou para o meu rosto, depois para o rosto entorpecido de Fernanda, que fitava a minha mão na bermuda com as pupilas dilatadas de puro desejo, arfando sôfrega. Com a generosidade rústica de quem compartilha um troféu bem domado, o tio deu um tapa firme e estalado na bunda volumosa dela, empurrando-a levemente para a frente.

​— Pois não precisa ficá com vontade não, Miguel. Ocê merece — Paulo ordenou de forma mansa, a voz baixa ditando o destino da garota. — Fernandinha... faz um agrado pro seu primo. Ajuda ele a se aliviar que o menino foi quem abriu os olhos do seu pai.

​Sem hesitar, ela deslizou do colo de Paulo e caiu de joelhos no chão de taco de madeira da edícula, bem entre as minhas pernas. Minhas mãos finalmente abriram a bermuda, liberando o membro latejante. Ela envolveu a base do meu membro com as mãos quentes e abriu a boca de lábios úmidos, engolindo a minha glande com uma força faminta.

​Enquanto Fernanda trabalhava com a boca de forma rápida na minha frente, meu tio deslizou de sua cadeira de fórmica diretamente para o chão de taco, posicionando-se logo atrás dela. A luz amarelada rebateu nas costas nuas da garota, já que ele havia puxado o vestido amarelo até a altura de seus ombros.

​Com a sua calmaria natural agora voltada para a lascívia pura, o tio usou suas mãos calejadas para afastar as coxas grossas e escuras de Fernanda. Ele aproximou o rosto de sua intimidade e começou a lamber a vulva volumosa e o ânus dela de forma lenta, profunda e faminta.

​Fernanda arfava de forma sôfrega contra o meu membro, dando pequenos espasmos de volatilidade a cada lambida brutal que recebia atrás. O contraste entre a boca rápida dela na minha glande e a língua pausada do tio em seu quadril gerou uma umidade abundante que escorria pelo taco de madeira, impregnando o ambiente com o cheiro de suor e chiclete de morango.

​Após fartar-se no sexo oral, Paulo levantou-se. Ele puxou a própria bermuda para baixo, revelando uma ereção pesada, e sentou-se de costas no chão de taco, apoiando os ombros contra a base de metal da mesa de fórmica.

​— Fernandinha... vem cá — ele ordenou com a voz baixa e o sotaque arrastado. — Senta aqui.

​Fernanda afastou-se de mim com a boca brilhando de saliva. Engatinhou sobre as tábuas de madeira e montou no colo de Paulo de frente para ele, guiando o membro do padrasto para dentro de sua vagina com um gemido manhoso. Ela começou a cavalgar em movimentos velozes, cravando as unhas nos ombros dele e buscando o olhar de aprovação do tio a cada impacto ruidoso de seus quadris.

​Enquanto ela se movimentava em seu colo, Paulo segurou a cintura larga dela com firmeza, ditando a cadência. Ele ergueu os olhos miúdos para mim, que observava tudo de pé, com o meu cinismo intacto e o pau latejante de antecipação.

​Com a generosidade rústica de quem divide o melhor troféu da fazenda, Paulo sorriu de canto e disse de forma mansa:

​— Olha aí, Miguel... o outro buraco dela tá limpinho e piscando todinho pra ocê. Pega, meu fio. Come o cuzinho da sua prima.

Ao ouvir a oferta do tio, Fernanda deu um sobressalto no colo dele. O olhar de atrevimento virou um clamor desesperado; ela revirou os olhos escuros, a boca entreaberta de puro medo e tesão pelo limite que estava prestes a ser quebrado naquele chão poeirento. Mas ela não recuou; apenas soltou um gemido baixinho, completamente rendida ao pacto físico dos dois homens.

Dei dois passos à frente, posicionando-me exatamente atrás das costas de Fernanda enquanto ela continuava montada e preenchida por Paulo na frente, com o vestido amarelo totalmente amontoado na sua cintura. Segurei os quadris monumentais da prima com firmeza, sentindo a pele preta dela quente e colante de suor.

Acariciei os flancos largos da garota, apertando a carne firme que moldava aquela silhueta exuberante. Olhei por cima do ombro dela para o meu tio e comentei, com a minha frieza analítica habitual:

— O senhor tem uma sorte do caralho, tio. Olha o tamanho dessa raba, a firmeza dessas coxas... Foder esse corpo maravilhoso todo santo dia é privilégio de poucos. Você domou uma verdadeira égua.

Paulo abriu um sorriso largo e orgulhoso, as mãos segurando o quadril de Fernanda para ajudar no vaivém.

— Obrigado, meu fio. Mas eu só tenho isso aqui porque ocê me deu o empurrão certo — o velho agradeceu, arquejando sob o peso da enteada. — Pode usar com vontade, que a jumenta aguenta o tranco.

Fernanda, sentindo-se o centro absoluto da lascívia dos dois, deitou a cabeça para trás, caçando o meu olhar com os olhos semicerrados e as pupilas totalmente dilatadas. Um sorriso malicioso e depravado cortou seus lábios cheios enquanto ela rebolava com ainda mais força no pau do padrasto.

— Vocês fala demais... — ela provocou com a voz arrastada e rouca de tesão, jogando o quadril para trás contra a minha virilha. — Num fica só elogiando não, Miguel... Quero ver se ocê é homem mermo ou se só sabe falar bonito.

Não respondi à provocação com palavras. Encostei a ponta do meu membro rígido no esfíncter estreito, escuro e contraído dela. Com um empurrão firme, seco e implacável do meu quadril, forcei a entrada de uma vez só.

Fernanda soltou um grito agudo e rasgado que ecoou pelas paredes de tijolo cozido, abafando completamente o chiado ruidoso da televisão de tubo. O canal anal dela, incrivelmente apertado e desprovido de qualquer lubrificação natural, esmagou a minha haste com uma pressão quase dolorosa, sugando a carne para dentro enquanto o anel escuro se esticava no limite físico para comportar a espessura. Pela frente, o impacto do meu golpe empurrou o corpo dela com violência contra o pênis de Paulo, fazendo o membro do meu tio colidir contra o fundo do útero da garota.

— Caralho... que aperto gostoso — rosnei baixinho, segurando a cintura dela com tanta força que meus dedos deixaram marcas claras na pele preta.

Começamos o movimento coordenado. Meu tio ditava o ritmo pela frente, puxando o corpo de Fernanda para baixo a cada vez que o quadril dela subia, enquanto eu estocava de forma violenta e ritmada por trás. O som da dupla penetração era bruto: um impacto úmido, barulhento e estalado da minha pelve contra as nádegas monumentais dela, misturado ao som da carne dela deslizando no membro do meu tio.

As reações físicas de Fernanda eram de total colapso sensorial. A garota tremia inteira no chão de taco; seus olhos escuros reviravam a ponto de mostrar apenas o branco das escleras, as unhas calejadas cravando-se com força desesperada nos ombros do meu tio. A saliva escorria livre pelo canto de sua boca entreaberta, pingando sobre o peito nu do padrasto, enquanto o sotaque rápido de antes desaparecia por completo, dando lugar a gemidos aglutinados e balbucios sem nexo.

A cada estocada profunda que eu dava no cu, o corpo dela se contraía em espasmos involuntários. O canal anal apertava o meu pênis em ondas de sucção violenta, enquanto a fricção dupla fazia o suor juvenil dela misturar-se ao aroma de chiclete de morango e à umidade abundante que escorria pelas coxas escuras, gotejando diretamente no chão poeirento da edícula.

— Olha aí, tio... olha como ela chora gostoso recebendo os dois — provoquei de perto, o rosto colado na nuca úmida de Fernanda, desferindo golpes contínuos que faziam a mesa de fórmica tremer ao fundo.

— É bom demais, meu fio... fode essa safada... enche o cu dela... — Paulo esbravejou, a calmaria do homem da roça totalmente devorada pela selvageria do momento, o quadril dele subindo com violência para encontrar o dela.

O clímax veio em uma sequência rápida e impiedosa de impactos. Senti a musculatura interna do cu de Fernanda prender meu membro em um aperto final, entregue aos espasmos do orgasmo dela que repercutiam nos dois canais simultaneamente. Acelerei o ritmo até o limite absoluto, descarregando uma sequência de estocadas curtas e brutais.

Gozei profundamente no fundo do cu de minha prima, sentindo o sêmen quente preencher o canal estreito enquanto meu tio, soltando um urro rústico, descarregava sua porra na vagina dela. Fernanda desabou para a frente, mole, com o corpo inteiramente colado ao do padrasto, arfando em tremores espásticos enquanto o quarto era dominado pelo cheiro denso de sexo e pelo chuvisco estático da televisão.

​Aos poucos, o ritmo das respirações sôfregas foi diminuindo na penumbra. Retirei meu membro lentamente daquele aperto, ouvindo um estalo úmido que rompeu o silêncio da sala. Fernanda soltou um suspiro fraco, desabada sobre o peito suado do meu tio, com o vestido amarelo totalmente manchado e encardido pelo chão de taco. Ela não se moveu, parecia entorpecida, com os olhos fixos na luz amarelada do teto, completamente desarmada de qualquer insolência.

​Meu tio, recuperando a sua calmaria e mansidão habituais, passou a mão calejada pelos cabelos cacheados da enteada com uma doçura quase paternal, limpando o suor da testa dela. Ele olhou para mim, esticou o braço e pegou o copo americano com o resto de cerveja choca que havia ficado sobre a mesa de fórmica, tomando um gole demorado.

​— É... a menina sabe trabalhar — meu tio comentou em um tom baixo, quase didático, com um meio sorriso de aprovação. Ele deu um tapinha leve na coxa de Fernanda. — Levanta, Fernandinha. Vai na cozinha pegar outra gelada pro seu primo e limpa essa sujeira das pernas.

​A garota piscou, saindo do transe. Sem dizer uma única palavra, sem revirar os olhos ou rir de canto, ela se levantou devagar, ajeitando a barra do vestido amarelo com as mãos trêmulas. Ela me olhou de soslaio por um segundo — um olhar carente, submisso, que implorava silenciosamente para saber se tinha agido bem —, antes de caminhar em silêncio para o interior da edícula.

​Ajeitei minha bermuda, sentindo o cinismo habitual voltar a desenhar minhas feições enquanto observava o rastro úmido que ela deixava no taco de madeira. Olhei para o meu tio, que já se acomodava de volta na cadeira de fórmica com a mesma humildade com que havia começado a noite.

​— Obrigado pela recepção, tio — comentei — Pelo visto, a casa está mesmo em ordem.

​— Deus te pague, meu fio — Paulo respondeu, a voz mansa sumindo atrás de mim junto com o chiado ruidoso da televisão de tubo. — Apareça mais vezes. A edícula tá sempre de portas abertas pra ocê.

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Comentários

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Algum dia veremos a continuação do cap16 de como fodi meu filho??🥲

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