Parte 2 - A disputa entre o amor, o romance, a paixão e o desejo da carne -– As ninfomaníacas
Conto n.º 234 de Marcela Araujo Alencar
Tema: Grupal, incesto, terror, infidelidade, desejo carnal, paixão, tara sexual. Lesbianismo.
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Caros amigos leitores(as) para ficarem conhecendo todo o drama da jovem Clara, peço que leiam a primeira parte deste conto, intitulado: “A disputa entre o amor, o romance, a paixão e o desejo da carne”
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Marcelo e Clara, ficaram por muitas horas, na prática de sexo louco no chão da cozinha e ele a penetrou pela vagina, bunda e boca e a fez engolir muita porra pelos seus três acessos. Quando ele pretendeu a levar para a cama, dizendo que lá teriam mais conforto, Clara gritou com o sogro, revoltada, dizendo que não queria ser “infiel” ao marido fazendo sexo com outro na própria cama deles.
Clara mandou seu sogro ir embora e depois limpou a cozinha e foi tomar banho e como uma dona de casa comportada se deitou, pensando em nunca mais ser infiel a Leandro, seu marido a quem muito ama. Mas o “estrago” na mente de Clara já estava feito e com o esposo fazendo longas viagens pelas fazendas vizinhas, ela voltou a pecar.
Clara Estava em casa, quando Felipe, seu cunhado mais novo chegou e ela pensou que Leandro também tinha vindo, pois saíram juntos para visitar as fazendas. Mas Felipe lhe disse que Leandro só voltaria daqui a dez dias, pois fora convidado para visitar três fazendas mais ao norte, para ver a possibilidade de os atender. Nesse caso só ele iria e nós três, eu, Eduardo e Fernando, poderíamos voltar para casa.
Mesmo triste com essa notícia, Clara convidou Felipe para fazer um lanche com ela, pois tinha preparado um bolo de milho. Que ele aceitou, dizendo que ficar ao lado dela lhe dava muito prazer, porque não dizer tesão, que ele escondia, pois a ver vestida naquele pequeno shortinho, a deixando com as coxas totalmente a mostra, era uma loucura e ele disfarçando não tirava os olhos delas.
Lógico que Clara observou o interesse de Felipe por suas coxas e fogosa como é, logo ficou com tesão. E passou a se mostrar ainda mais para ele. Depois sentados num sofá, ela se levantou, foi até a copa levando os copos de bebidas e não demorou retornou para a sala.
Clara fez isso somente para lhe mostrar a bunda apertada dentro do short. Ficou espantada, pois ao chegar perto do sofá, viu o volume que se formava sob a calça de Felipe, que ele procurava esconder cruzando as mãos sobre o volume, encabulado que ficou ao ver que ela notou sua ereção.
Clara se aproximou dele e, a três passos ficou o encarando. Felipe ficou vermelho de vergonha, pensando que iria receber esporro dela. Mas se surpreendeu enormemente ao ver a cunhada, com a maior calma do mundo se despir da blusa e short e ficar somente de calcinha e sutiã o encarando, com as mãos ao longo de seu belíssimo corpo.
- É assim que querias me ver, Felipe? Ou talvez sem o sutiã e a calcinha?
Ela retira estas duas últimas peças de seu corpo e totalmente nua fica parada em frente ao “bestificado” Felipe que por um par de minutos apenas fica apreciando a nudez de sua cunhada, mas logo depois, começa a se despir não tirando os olhos da boceta há três passos dele.
Com Felipe nu, ela ordena:
- Fique sentado aí, cara.
Ele obedece envolvido em enorme desejo pela bela mulher, sua cunhada.
Clara o surpreende mais uma vez ao sentar-se de frente para ele com as pernas o envolvendo na altura de seu quadril e com isso fazendo sua boceta sentir a cabeça do enorme pau do cunhado, beijar seus grandes lábios.
Clara se mexe um pouco e com a mão direita direciona a glande diretamente para sua vagina e ela mesma se move para a frente e com isso mais da metade do pau de Felipe está dentro dela.
Clara depois que voltou a foder com o sogro e com Felipe, não conseguiu se segurar mais e sua antiga fome por sexo dos tempos de universitária voltou com mais força, pois isso faz parte do seu DNA. Na realidade, ela está doente e ignora sua doença, que necessita de tratamento especializado.
Ela sabe que os homens de sua família a desejam, tanto quanto ela os deseja e é assim que Clara cria situações para se exibir a eles e Fernando é a próxima vítima de sua tara. Foi fácil o convencer a visitar quando Leandro está trabalhando.
A tara de clara, aumenta de intensidade e ela perde totalmente o controle. O desejo de sexo, para ela, é uma necessidade, tão intensa como o próprio ar que respira. Sabe que está doente. É igual a um dependente de drogas, que aos pouco vai perdendo o controle sobre sua doença.
Clara, usa um dos peões, para transmitir um recado a Fernando, dizendo que necessita falar urgente com ele.
Quando Fernando chega, preocupado, querendo saber o porquê da urgência, não a vê na sala.
- Clara, cadê você?
- Aqui no quarto, pode entrar, cunhado.
Quando entra, tem uma visão que o deixa perplexo. Clara está em pé, com as mãos na cintura totalmente nua.
- A urgência é esta, quero que você me foda, pela frente e por trás. Mas primeiro vamos fazer um 69, bem gostoso.
Fernando, por alguns segundos, fica imóvel, parecendo não acreditar no que está vendo. Mas se recupera e começa a se despir.
- Cunhadinha gostosa, esse sempre foi o meu desejo, te foder.
- Eu sabia disso… safado!
Durante quase duas horas Clara vai à loucura, fazendo o que mais gosta, sexo. O mais impressionante é que ela não cessa de mergulhar em sucessivos orgasmos, sempre exigindo mais e mais do seu macho da vez.
Clara, já fodeu com quase os todos os homens da família do seu marido, O pai dele e com os três cunhados, sendo que com o sogro, algumas vezes, pois por incrível que possa parecer, é o velhote que melhor fode, muito mais que seus cunhados e marido.
Entretanto, só estes não satisfazem sua incrível fome por sexo; então ela saiu à caça de outros machos. Vestindo uma saia com bainha quase dois palmos acima dos joelhos. Blusa com decote generoso e sandálias, saiu a passear pela fazenda, mas tendo o cuidado de se afastar da Casa Grande e da sua própria casa.
Caminha em direção oposta, para o casario dos peões, com a maior calma do mundo. Mas tendo ciência do disfarçado olhar deles para o seu corpo. E lhe isso lhe traz enorme tesão. Um desejo quase insano de sexo.
Até que perto de um grande galpão viu Lucas, o capataz, um moreno, que a cumprimentou (com exagerada cortesia)
- Bom dia, patroazinha!
- Bom dia, Lucas. Que galpão é este?
- É onde guardamos a sacaria com ração para a bicharada da fazenda, patroazinha.
- Que interessante! Posso entrar?
Clara não espera resposta do capataz e empurra o portão e caminha decidida pelo comprido Galpão, com o preocupado capataz a seguindo de perto.
- Cuidado patroa, lá nos fundos a iluminação é ruim!
- É assim que eu gosto, Lucas, no escurinho.
Ele fica sem entender o que a patroazinha queria dizer com aquelas palavras e com os olhos arregalados de puro espanto a vê se despindo da blusa e da saia e ficar totalmente nua a sua frente, pois está sem calcinha e sutiã.
Lucas a olha, parecendo não acreditar no que está vendo. A patroa ruiva e gostosa está se oferecendo para ele!!!!
- Como é Lucas, vais ficar só olhando? Você é capado ou não gostas de mulher?
A provocação é demasiada, ele perde todo controle e como uma fera com raiva e fome, numa fração de segundos fica nu e se joga por cima de Clara com tanta força que a assusta.
- Assim não, vá mais devagar
- Cale a boca, mulher… agora quem manda sou eu!
Lucas fode Clara por quase quatro horas, usando de extrema brutalidade e quando ela chora e reclama, ele a manda se calar e a brinda com dolorosos cascudos. Ele a fode também pelo ânus e boca, morde seios mamilos, coxas e ventre, deixando marcas dos dentes por toda parte.
- Tu tá muito baleada, mulher. É melhor esperar escurecer pra tu voltar pra casa.
- Mas ainda não são 12 horas, não posso ficar tanto tempo longe casa. Meu pessoal vai estranhar.
- Vou dar um jeito, tá vendo aquele balaio ali? Tu vai dentro dele.
- Como… é você que vai me levar?
- Não, mas uns camaradas meus, gente de fé, podes ficar sossegada. Eles te deixam na varanda, atrás da tua casa entra e ninguém vai te ver.
- Mas eu não quero que estes homens me vejam, do jeito que estou.
- Então, entre no balaio, que vou chamar os rapazes.
Uma hora depois, Clara, dentro do balaio, está chegando em sua casa. Ela não sabe quem são eles, mas sabe pelo modo rústico de falar que são peões. Provavelmente negros ou mulatos. Mas ela fica muito preocupada, pois eles começam a falar tão baixo que não pode escutar o que estão comentando. Deve sobre ela, dão risadas, que lhe parecem ser zombaria.
Até que um deles fala perto do cesto:
— Chegamos, senhora.
Mas em vez de a deixarem sair, como ficou combinado com Lucas, eles empurram uma porta e entram em um lugar que ela percebe não ser sua casa. Seu coração acelera a mil e clara teme por sua vida.
O balaio é virado de boca pra baixo e Clara é jogada sobre um chão de terra batida. Ela se ajoelha e vê os peões. São três negros, com peles tão escura, que chega a reluzir a luz do lampião a óleo pendurado no teto da cabana.
Dois rapazes e um mais velho, devendo ser pai e filhos. O mais velho aponta para o estrado de madeira com esteira servindo de colchão e fala:
- Patroa tire os panus e vá se deitar ali, pru modu que hoje, tu vai ser nossa mué.
Clara olha para eles, parecendo não acreditar no que ele disse.
- Vocês estão malucos, negros? Eu sou a esposa do patrão! ordeno que me levem para minha casa agora mesmo e amanhã vocês serão expulsos da fazenda!
- Tu hoje, será somente mué da gente, igual foi pru sinhor Lucas.
Clara percebe que não adianta argumentar com eles, vê a porta da cabana entreaberta, então como um raio se ergue e dispara, numa tentativa desesperada de fuga. Entretanto, um dos rapazes, bem mais rápido, lhe aplica uma rasteira e ela caí de cara no piso de terra com tanta força que por momentos fica totalmente fora de órbita e quando se recupera está nua, estendida na esteira. Com o negro mais velho, já nu, se deitando por cima dela. Grita apavorada e tenta rolar pra sair debaixo dele, mas uma bofetada a deixa totalmente tonta e quando volta a si, o negro está dentro dela, se movendo num frenético entra e sai de sua vagina
Ele dá dez bombadas até deixar dentro de Clara uma tonelada de porra. Tão logo ele se ergue, um dos rapazes toma o seu lugar e como o pai, descarrega toda sua potência dentro da aterrorizada mulher e o mesmo acontece com o outro jovem. E isso contínua por quase duas horas, com os três revezando em um incrível estupro coletivo da esposa do patrão.
Quando pensa que eles terminaram e que a deixarão em paz, consegue ver com horror, a cabana ir se enchendo de muitos outros homens, numa mistura de raças, brancos, mulatos ou negros, todos peões da fazenda.
O que tinham em comum é que todos estavam se despindo e ela sabia o que isso significava e viu um homem, um moreno, com uma barriga enorme se deitar por cima dela e quando a penetrou, Anna Clara não resistiu e apagou.
Quando despertou, já era dia, olhou o relógio na mesinha ao lado de sua cama e se assustou ao ver que já passava das dez horas. Tentou se levantar, mas não conseguiu, seu corpo parecia que tinha passado em uma máquina de lavar roupas, tudo lhe doía.
Mas coisa estranha, ela estava vestida com umas das suas camisolas e estava limpa, como se estivesse tomado banho. Sabia que não ela mesmo, não tinha condições físicas para isso e não se lembrava de nada
Foi então que sentiu o cheiro de café e viu, espantada, entrar no quarto uma jovem, morena clara, bastante bonita, trazendo uma grande bandeja com café, leite, torradas e suco de laranja.
- Senhor Lucas mandou eu cuidar da patroa, de modo ninguém saber que todos os peões da fazenda estiveram dentro da senhora.
- Meu Deus! Quantos foram?
- Não sei, mas senhor Lucas falou que foram no mínimo trinta. Tó besta, num sei como a patroa aguentou tantos cabras entrando e saindo de dentro de tu. Eu que sou maior, brinquei com quatro, numa estirada só, quase que morri.
- EU não suportei, garota, eu apaguei.
- Patroa, senhor L ucas deixou um recado pra senhora. Ele mandou dizer pra a senhora ficar de bico fechado, esquecer que foi mulher de todos eles. Que ele e os outros sabem que a senhora bota galhos no sinhozinho Leandro, com o pai e irmãos dele, com três japoneses e com o Tiro certo e com o comparsa dele.
- Minha nossa, patroa! Que de rola. a senhora conhece tudo! Juro que nunca vi coisa igual!
Clara escutou tudo que a mulatinha falou, com os olhos arregalados de espanto, que até então pensava que suas ações, estavam bem escondidas do mundo.
Algumas horas depois, Clara se animou e chamou a garota, que estava no banheiro lavando as roupas ou do que sobrou delas, depois da incrível tarde /noite dos estupros múltiplos.
- Jovem, qual é o teu nome?
- Tainara, senhora
- Você é casada?
- Não, mas durmo com meus dois primos, como se fossem meus homens. Lá embaixo, não existe este negócio de casamento, é se juntar e pronto.
- Então vou lhe fazer uma proposta, você vem morar aqui em casa. A ceita?
- Patroa, meu negócio não é mulher, eu gosto é de homem. Mas se a patroa pagar bem, eu aceito. Não tenho pau, mas tenho língua e dedos.
- Minha nossa, não é nada do está pensando, Tainara! Eu necessito é de uma pessoa aqui em casa, principalmente nestes dias que estou toda quebrada, eu vou te pagar bem.
- Desculpe patroa, eu pensei errado.
- Sei no que você pensou, garota, mas este negócio de língua e dedos até que interessante. TU sabe como se faz, ou é papo furado?
- Sei, sim, aprendi com meus dois primos.
- Interessante, mas no momento, o que quero é tua ajuda. Peço que feche as portas com as trancas e não permita a entrada de ninguém. Principalmente do meu sogro e cunhados. Não quero que me vejam do jeito que estou, toda marcada, aqueles putos além de me foderam, me fizeram de saco de pancada.
Alguns meses tempo depois, clara está com sete meses, com um barrigão enorme, o que veio trazer grande alegria para ela e para Leandro, que sabiam que o filho que estavam esperando é uma menina.
Só que mesmo com sua alegria, Clara não sabia muito bem quem poderia ser o pai de sua filha, podia se do capataz, só rezava que não fosse de nenhum dos peões negros da fazenda, com quem ela igualmente fez sexo.
Clara só tinha certeza de que a filha que esperava, não era do mateiro Tiro Certo, pois com ele, só fez sexo duas vezes e isso quando ele retornou à fazenda com cabeças de lobos e nessa ocasião, ela já estava com dois meses de gravidez e nem do outro mateiro, pois aquele só gostava de a foder pelo cu
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Quando Fernandinha veio ao mundo, com os olhinhos bem puxadinhos, foi que ela se lembrou dos três japoneses, contratados por Leandro para fazerem o jardim em volta da casa deles.
- Que merda, por que tive de convidar os três nipônicos para o chá da tarde?
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- Fique sossegada minha nora querida, ela se parece mais comigo.
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- Não mesmo, acho que ela se parece mais com um dos japoneses..., mas tire o pau do meu cu e vá embora, que meu maridinho deve chegar a qualquer momento.
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- Patroa, tenho um recado do capataz, senhor Lucas.
— O que ele quer, Tainara?
- Ele disse pra a senhora aproveitar que teu marido e cunhados estão fora, pra deixar a “japonesinha” com tua sogra e ir até o galpão das rações hoje depois das 19 horas.
- Ele está maluco, o que ele quer, comigo?
- Ele só não, patroa, tá todo mundo lá, quase os mesmos trinta peões que te foderam no ano passado. Querem fazer o mesmo novamente.
- Doentes de merda, é lógico que não irei.
- Patroa, a peoada está tarada pra te foder novamente e falaram que tu não for, eles vão contar pro patrão Leandro, que tu fodes com o pai e irmãos dele, e com um mundão de outros homens e falar que a menina não é filha dele e sim de uns dos jardineiros japoneses.
- Caralho, filhos das putas!
- O que eu faço, Tainara?
- Não sei Patroa, não vejo saída pra a senhora.
- Tens razão, faça o seguinte, leve Fernandinha para a casa grande e peça para minha sogra tomar conta dela, depois volte aqui, pois estarei a rua espera
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Madrugada, quase amanhecendo, Clara ao volante e tainara ao seu lado, estão à quase 1200 longe da fazenda. Cansadas, com sede e fome, decidem parar numa parada de caminheiros
- Patroa, disfarce, mas olhe aí do lado, aqueles quatro homens estão nos olhando com fome, acho que querem nos comer.
- Pare com isso Tainara, estou com nojo de homem. Tão cedo não quero ver nenhum na minha cama.
- Credo patroa, quem te viu e quem te ver, não vai acreditar em tu!
- A dupla após descansar volta para a estrada. Clara quer esquecer todo seu passado, de mulher com fome de pau,
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Quase oito meses depois, numa pequena cidade, no extremo norte do País, Clara e Tainara estão hospedadas numa pensão de quinta categoria, pensando de como conseguir para se manterem, isso após venderem o carro e as poucas joias de Clara. O dinheiro que resta é pouco.
No momento, deitadas na mesma cama, clara desvia atenção das finanças e tua atenção se volta somente para a bela tainara, nua ao seu lado.
- Que delícia, esta tua boquinha me deixa louca!
- A tua boca também patroa. TU aprendeu rápido como me chupar, patroa.
- Eu quero novamente, Tainara, mas desta vez eu vou por cima.
Quinze meses depois que fugiram da fazenda, as amigas, Tainara e Clara, com os nomes de Nara e Lara, trabalham seis dias por semana num conhecido bordel da capital estadual, atendendo no mínimo seis clientes por noite.
Na segunda-feira, dia de descansa, Clara, comenta com a amiga:
- Nara, ontem, dois dos clientes só me foderam pelo cu
- Isso pra é coisa comum, patroa.
- Com este teu bundão deve mesmo Tainara. Mas vamos deixar de papo e venha me chupar,
- Estou indo patroa.
- Pare com este negócio de me chamar de patroa e me deixe ir por cima, amorzinho.
FIM
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