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A Prima do Atentado Me Surpreendeu Pra Caralho

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Um conto erótico de Sincericida
Categoria: Heterossexual
Contém 1363 palavras
Data: 19/07/2026 12:51:04
Última revisão: 19/07/2026 22:09:56

Essa vai ser rapidinha, mesmo porque já não havia mais tempo para enrolação.

Ou topava comer a prima do Atentado, a loira, linda e tesuda que veio do interior, ou seguia sonhando com a minha musa, irmã do cara, a loira, linda e tesuda que não veio do interior, mas que era meu eterno sonho de consumo bocetal e a representação máxima do erotismo feminino na minha juventude. Ou uma coisa, ou outra.

Tudo bem que elas eram primas entre si e praticamente idênticas, a ponto de não saber qual das duas havia participado de uma suruba com três caras mais velhos do bairro, num carro de madrugada - e tomado rola por tudo quanto é buraco do corpinho mais loiro, lindo e tesudo de todas as garotas do bairro.

Para minha sorte - ou azar, sei lá - ainda restava ao menos essa possibilidade. Passei por todo tipo de perrengue e humilhação tentando foder uma das irmãs dos meus amigos, até virar piada entre as garotas do bairro - e esta talvez fosse a última chance de ter êxito.

As palavras da prima do Atentado ficaram ressoando na minha cabeça, como um mantra me empurrando para tomar uma decisão: “Vou te tratar como um rei, chupo até o talo, faço garganta profunda, deixo bombar de quatro sem descanso, até rebolo o cu na trolha. Mas você vai prometer que nunca irá comer a minha prima. Você vai ser o único cara que ela jamais conseguirá, vai ser só meu. É isso o que eu ganho, o prazer de ser a única!”

Por outro lado, também recordava bem quando vi minha musa peladinha, trocando de calcinha só pra me provocar, enterrando o fio-dental no meio da bunda até desaparecer entre as nádegas, olhando no espelho como ficava, para depois tirar a bendita calcinha se inclinando na direção da porta onde eu estava, deixando que visse a bocetinha e o brioquinho. Aquilo era um tesão só!

Mas também me vinha à cabeça que uma delas era uma tremenda vagabunda, uma piranha surubenta - e não conseguia definir quem, se era a irmã ou a prima. Uma dor aguda vinha dentro do peito ao lembrar da loira toda pelada, o Solapa com o pau enfiado naquela bucetinha, o Cavalão segurando-a por trás metendo no toba, enquanto o Belém enfiava o pau comprido na boquinha da garota.

E se aquela no carro fosse mesmo a minha musa? E se estivesse desperdiçando a chance de foder sua prima, uma inocente garota vinda do interior, coincidentemente idêntica a ela? Nesse caso, iria ficar com o pau na mão, sonhando em comer uma vadia desqualificada que dava pra geral, menos pra mim… Ah não: aí sim estaria sendo o maior estúpido do bairro!

Olhando por esse ângulo não havia outra decisão a tomar. Peguei o telefone e respondi à prima do Atentado que já era, dizendo para a garota vir o quanto antes. Ia passar aquela fatura e foder a fulana até me esgotar, nada mais importava, nem as humilhações que sofri, nem a bendita musa das surubas.

Quando meu pai abriu a porta ficou babando como um tarado, e não era pra menos: a prima do Atentado veio com uma minissaia curtíssima cor-de-rosa dessas que deixam aparecer a racha marcada na calcinha, e acima, uma blusinha ainda mais curta da playboy mal tapando o parzão de tetas com os bicos duros e pontudos.

O velho mal podia entender como aquele monumento loiro chegou perguntando por mim - e custou mais ainda em acreditar que não era pra reclamar de nada. Desconversei rapidinho e fui levando ela pro quarto, o pau dava pulos no short só de olhar para ela e minha boca salivava imaginando que por fim comeria uma boceta - uma boceta não, francamente, era “a boceta”, cópia fiel da racha da minha musa!

Mal fechei a porta e já fui partindo pra cima, apertando aquela bunda tesuda e enfiando a cara por baixo da blusinha para lamber os peitos da garota. Ela riu da minha afobação, disse que era bom que estivesse todo empolgado assim, mas que tinha lá suas exigências.

Primeiro, tinha que fechar as cortinas e fazer no escurinho, pois segundo ela “era mais gostosinho”. Segundo, não podia ficar pegando na xereca, era anti-higiênico e ela não sabia onde minhas mãos tinham andado. Terceiro, e mais importante, não podia comentar com ninguém o que ia rolar no quarto, pois ela vinha do interior e tinha uma reputação a zelar.

Achei meio chato, sei lá, ia comer a cópia da minha musa e não podia ver direito aquele corpão, nem podia enfiar os dedos na xereca antes de meter rola e, mais importante ainda, não poderia contar vantagem ante a turma do bairro. Mas tudo bem, já haviam me contado que as garotas do interior eram assim: ficavam cheias de frescura no início, mas depois terminavam liberando tudo.

Fechei as cortinas, tiramos as roupas e estávamos peladinhos na penumbra do quarto. Achei que ia rolar uns beijinhos e uma pegação maneira, mas, como não podia dedar sua xoxota, ela já foi ficando de quatro na cama e, olhando para trás na minha direção, chamou para meter de uma vez, com um prêmio especial por eu ser tão paciente: “Vem garoto, hoje você vai experimentar algo que nunca sonhou… Quero esse pau inteiro no cuzinho!”

Uau. Até perdi a respiração. Nem tenho palavras pra descrever o que senti, mas, se vocês já tiveram dezoito e alguma gata chamou pra meter no brioco, são perfeitamente capazes de imaginar. Eu queria muito uma boceta, mas um tobinha… Caraco, a prima safada do Atentado estava saindo muito melhor que a encomenda!

Vim chegando por trás, a garota estava requebrando a bunda na minha frente, o cuzinho até piscava pra mim, o pau estava duro como nunca antes, com a cabeçona pulsando, todo animado e… brochada! Meu pai abriu a porta abruptamente e acendeu a luz, achando muito estranho aquela garota fantástica estar ali fechada comigo.

Dei um pulo e cobri o bilau pro velho não ver, mas a prima do Atentado girou na cama assustada, e nem tapou o pau dela. Isso mesmo, ela também tinha um pau - um pau não, era “o pau”, um tremendo pirocão, lustroso, depilado, com mais de vinte centímetros, bem ali, livre, leve e duro, apontando pro meu pai. Não sei quem entrou mais em pânico, se eu, se ela ou se o velho.

Desse dia em diante, o pai nunca mais me olhou da mesma maneira e, quando falava com minha mãe, só se referia a mim como “o boiolinha” - uma espécie de apelido carinhoso que ele colocou. Por mais que explicasse o que tinha acontecido, o velho jamais acreditou totalmente que eu não sabia que a prima do Atentado tinha uma picona.

E o pior de tudo é que, lá no fundo, eu me martirizava porque não tinha conseguido foder nem o toba da prima do Atentado, cópia escarrada e cuspida da minha musa, apesar daquele pequeno grande detalhe entre as pernas. Para minha sorte, a garota foi embora de volta pro interior naquela mesma semana e essa história ficou só na minha família: eu já era suficientemente zoado pelas garotas do bairro, imagina se ainda por cima pegasse fama de viadinho.

Mas o mundo dá muitas voltas e, quase um mês depois do ocorrido, a irmã do Atentado mandou uma mensagem dizendo que queria conversar. Estive todo esse tempo trancado em casa, numa espécie de “cura psicológica” do trauma, e ver que minha musa estava preocupada comigo foi uma luzinha no final de um túnel escuro e comprido - tão comprido como a piroca da prima do Atentado.

Apesar de não querer criar expectativas, uma pequena esperança se plantou dentro de mim e foi fincando raízes em cada uma das duzentas vezes que reli aquela mensagem, até tomar coragem para marcar um encontro na padaria, um lugar público, para eliminar o risco de dar merda outra vez.

Será que agora eu conseguiria uma boceta? Uma boceta não, “a boceta”, porque ela seguia sendo minha musa. Mas isso já é uma outra história e, como prometi, a de hoje era só uma rapidinha - um pouco estendida, mas rapidinha mesmo assim.

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Comentários

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Eu esperava o pior, mas foi pior do que eu esperava kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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O fundo do poço sempre pode estar um pouquinho mais embaixo, kkkk

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