Dia 6 — O Arquivo Secreto
A manhã começou lenta, com um silêncio gostoso no quarto. Mariana rolou na cama, puxando o lençol, e encontrou Caio já acordado, olhando para ela com aquele sorriso satisfeito. Os dois estavam exaustos da intensidade da noite anterior, mas a lembrança do que tinham feito ainda queimava na pele.
— Você dormiu bem? — perguntou Caio, passando a mão no cabelo dela.
— Melhor impossível… — respondeu Mariana, rindo baixinho. — Mas confesso que fiquei sonhando com algumas coisas de ontem.
Ela se levantou, pegou o celular na cômoda e olhou para Caio com um brilho malicioso nos olhos.
— Você sabe que eu gravei tudo, né?
Caio arregalou os olhos, meio surpreso, meio excitado.
— Você guardou mesmo?
Mariana conectou o celular à TV e, em poucos segundos, o quarto se encheu com o som dos gemidos deles, a imagem nítida das estocadas, dos ângulos ousados. Caio levou a mão à boca, surpreso, e depois sorriu safado.
— Caralho, Mariana… olha isso… — ele comentou, os olhos fixos na tela. — Eu, de quatro, de calcinha vermelha, parecia mesmo sua putinha.
Mariana mordeu o lábio, satisfeita.
— E tava mesmo, amor. Olha você aqui, rebolando, comendo a parede e chupando… parecia uma vadia no cio.
Caio riu, envergonhado e excitado ao mesmo tempo.
— E você, com aquele pau enorme, me chamando de cadela… você tava uma deusa. Até eu fiquei com tesão de me ver sendo dominado.
Ficaram alguns minutos assistindo em silêncio, trocando olhares cúmplices. A respiração dos dois acelerava, mas eles não se tocavam. Só absorviam cada detalhe.
Mariana quebrou o silêncio, olhando fixo para ele e depois de volta para a tela:
— Olha só você, amor… de calcinha, de quatro, toda aberta. Eu te chamando de putinha, vadia… e você gemendo como se fosse mesmo minha cadelinha.
Caio mordeu o lábio, envergonhado.
— Caralho, Mariana… ouvir você me falar assim me desmontou todo. Eu tava entregando tudo pra você, e vendo agora… dá mais tesão ainda.
Ela se aproximou, encostou os lábios no ouvido dele e sussurrou maliciosa:
— Eu adorei te chamar no feminino, amor. Adorei ver você rebolando como uma vadia, obedecendo cada ordem. Você parecia uma verdadeira puta, e eu nunca vou esquecer a cara que você fazia gemendo pra mim.
Caio respirou fundo, e depois murmurou:
— E sabe o que me deixou louco também? A cortina aberta… eu fiquei com tesão só de imaginar que alguém podia estar vendo. E os gemidos… amor, você percebeu o quanto a gente gritou?
Mariana riu, maldosa, mordendo o lábio.
— Se os vizinhos escutaram, agora eles sabem que eu tenho a putinha mais safada do prédio. Só de pensar nisso, meu tesão aumenta.
Caio passou a mão pelo rosto, rindo de nervoso e excitado ao mesmo tempo.
— Porra, Mariana… isso me deixa arrepiado. A ideia de alguém ter escutado… ou até visto alguma coisa pela janela.
Ela acariciou o peito dele, olhando fixo nos olhos:
— É o nosso segredo, amor. O vídeo tá aqui, guardado, mas lá fora… quem sabe? Talvez alguém já tenha se tocado com a nossa foda de ontem.
Caio respirou fundo, desviou o olhar, e falou envergonhado:
— Amor… tem outra coisa também. Você já falou mais de uma vez… como se quisesse me ver chupando um pau de verdade. Ainda mais com aquele gel… parecia real mesmo.
Mariana sorriu devagar, maliciosa.
— E você pensa nisso, Caio?
Ele corou, os olhos semicerrados.
— Não sei… só de ouvir você falar já me deixou todo arrepiado. Quando você me forçou a engolir aquele gel, eu me senti mesmo como uma vadia faminta.
Ela segurou o queixo dele, o fez encará-la.
— E é exatamente por isso que eu adorei filmar. Você não faz ideia do quanto fiquei molhada só de te ver ali, ajoelhado, lambuzado, chupando como uma putinha de verdade. Esse vídeo é a prova do quanto você se entrega pra mim.
O silêncio ficou pesado de novo, até que Mariana respirou fundo e confessou, envergonhada, com medo da reação dele:
— Caio… eu te amo tanto que tenho medo de dividir você. Mas… eu já me peguei excitada com a ideia de te ver com outro homem. Te ver chupando, sendo fodido… só de pensar, minha buceta pulsa.
Caio arregalou os olhos, o corpo inteiro arrepiado.
— Caralho, Mariana… você já pensou nisso mesmo?
Ela corou, mas manteve o olhar firme.
— Já. Não sei se teria coragem de ver de verdade… mas a fantasia me deixa louca.
Ele respirou fundo, e num sussurro:
— Engraçado… porque eu já imaginei você com outra mulher. Eu, te olhando chupar a buceta dela… ou até você mesma me vendo foder outra, no cu e na buceta, te deixando morrendo de ciúmes, só pra depois me pedir mais. Acho que esse ciúme te excitava, amor.
Mariana soltou um suspiro involuntário, o corpo inteiro reagindo.
— Caralho, Caio… enquanto conversávamos eu estava ficando excitada. Agora que você falou isso, estou cheia de tesão. Minha buceta tá melada, pulsando. — ela confessou, mordendo o lábio. — Você é muito safado, Caio. Sabe exatamente como me tirar do ar.
Ela respirou fundo, hesitou e perguntou baixinho:
— Caio… me fala a verdade… você faria mesmo isso? E se eu pedisse com jeitinho… será que você poderia pensar em topar?
Caio a encarou por alguns segundos em silêncio e, de repente, soltou uma risada curta, nervoso, mas excitado.
— Amor… eu não sei. Tenho medo de te perder também. Mas, até que bem… seria excitante.
Mariana riu baixinho, menos tensa, e encostou os lábios no ouvido dele.
— Seria um prazer eu fazer o que você mandasse, amor. Mas lembra… depois que você pedir e eu fizer, você também vai ter que obedecer a mim.
Os dois se olharam em silêncio por alguns segundos e caíram na risada. O clima pesado virou cumplicidade leve. Ainda excitados, levantaram-se juntos da cama e começaram a se arrumar para o trabalho. Antes de sair, Mariana desligou a TV — mas esqueceu o pen drive espetado no USB, discreto, quase invisível.
O Elevador
Quando abriram a porta do apartamento, deram de cara com o vizinho de porta. Entraram juntos no elevador, e o clima ficou imediatamente pesado.
E se ele tivesse ouvido os gritos da noite anterior?
O vizinho deu bom dia normalmente, mas logo depois sorriu de canto, quase irônico, e em seguida voltou a ficar sério. O silêncio no elevador parecia mais sufocante do que nunca.
O homem desceu na garagem, e Caio e Mariana seguiram até o térreo. Caio sussurrou, aflito:
— Mariana… que vergonha. Certeza que ele escutou alguma coisa.
Ele riu nervoso, passando a mão no cabelo. Mariana soltou uma gargalhada maliciosa.
— Amor, agora já foi… minha putinha.
— Xii, cala a boca, Mariana! — respondeu Caio, vermelho de vergonha. Logo depois caiu na risada também.
Mariana riu junto, esticou a mão e deu um tapa na bunda dele, sussurrando com malícia:
— Meu gostoso.
Caio tentou disfarçar, mas completou em voz baixa:
— Mariana, para com isso… aqui tem câmera, sua doida.
Ela riu ainda mais, colando os lábios no ouvido dele:
— E o que é que tem? No máximo vão saber que você é uma verdadeira putinha na cama. Caio… eu amo te comer, e amo quando você me come e me faz gozar gostoso.
Caio ficou em choque, corando até a raiz do cabelo, imaginando o porteiro assistindo tudo pelas câmeras. Mariana ria baixinho, satisfeita, enquanto o elevador chegava ao térreo.
Saíram de mãos dadas, tentando disfarçar. No hall, cruzaram com uma vizinha que piscou discretamente para eles, deu um sorriso enigmático e entrou no elevador.
Mariana estreitou os olhos na mesma hora, ciumenta, e sussurrou para Caio:
— Amor… o que foi isso?
Caio apenas riu nervoso, segurando firme a mão dela.
— Deixa quieto, vamos pro carro.
O Carro
No carro, ainda incomodado, Caio comentou:
— Eu não sei, mas que tensão… Será que tô ficando paranoico? Ou será que ela também sabe de algo… talvez até tenha escutado nossos gritos.
Mariana apenas riu, mas antes que ele relaxasse, passou a mão direto no pau dele por cima da calça. Ele já estava meio duro e se arrepiou.
— Safada… — murmurou. — Se você continuar com a mão aí, vou mandar você chupar ele enquanto a gente vai pro serviço.
Mariana riu e respondeu de imediato:
— Amor, eu duvido.
Foi a palavra que bastou. Mariana mandou ele abaixar a calça e, sem cerimônia, puxou o pau dele pra fora. Antes mesmo de saírem da garagem, já estava chupando ele com vontade.
— Mariana… se você ficar aí, o porteiro vai nos ver! — Caio tentou protestar, mas a voz saiu embargada.
Mariana fingiu que não escutava. Continuou chupando devagar, provocando, enquanto Caio passava rápido pelo portão de saída.
No meio da estrada, Mariana levantou o rosto e sussurrou:
— Amor, abre as pernas. Quero botar meu dedo no teu cuzinho.
— Amor, calma… — ele tentou, mas já arfava, entregue.
Ela lambeu os dedos e começou a procurar o lugar certo. Quando encostou, Caio deu um pulo no banco, gemendo baixo:
— Ahhh, amor… que tesão.
Mariana sorriu satisfeita, parou de chupar e disse, provocadora:
— Meu safado… continuamos depois.
O Pen Drive
Caio deixou Mariana no trabalho e seguiu para o dele. Tentou se concentrar, mas no meio da tarde, um pensamento gelado atravessou sua mente: o pen drive ainda estava na TV.
Ligou desesperado para Mariana.
— Amor, amor!
— Caio, não posso falar agora, tô numa reunião…
Ele desligou e digitou em pânico:
Amor, é urgente. O pen drive… você guardou?
— Como assim, Caio? Que pen drive?
— O PENDRIVE!!
— Você não guardou?
— Eu achei que você tinha guardado!
Olhou para o relógio: já passava das 13h.
Amor… hoje é o dia que a menina da limpeza vai na nossa casa. Ela chega por volta das 8h30… já deu tempo de sobra pra ela ter visto.
Mariana gelou ao ler. O coração disparou.
Meia hora depois, Caio não aguentou. Arrumou uma desculpa e foi correndo para casa. Entrou ofegante. A sala estava limpa, a TV ligada, mas não a do quarto. A menina apareceu no corredor e disse com naturalidade:
— Agora vou terminar o quarto, deixei por último.
Caio quase desabou de alívio. O pen drive ainda estava espetado, mas a TV desligada. Ele mandou mensagem para Mariana:
Puxa vida… ainda bem que vim agora. Ela ainda não limpou o quarto, a TV da sala tava ligada e a nossa desligada. Por pouco ela não vê.
Quando Mariana chegou em casa, deu de cara com Caio ainda pálido. Largou a bolsa no sofá, abriu um sorriso malicioso e provocou:
— Minha putinha ficou com medo, é?
Caio revirou os olhos, corando.
— Você não tem noção da tensão que eu passei hoje, Mariana…
Ela riu, se aproximou e sussurrou:
— E eu adorei saber que você tremeu de medo só de imaginar alguém vendo você de quatro, gemendo, sendo chamado de putinha.
Caio tentou protestar, mas o silêncio dele dizia tudo.
À Noite
O clima foi se acalmando, até que à noite Mariana recebeu uma ligação. Era Renata, pedindo para conversar, dizendo que precisava desabafar.
— Amor, é a Renata. Vou dar uma passada lá.
— Quer que eu te leve?
— Não precisa, é pertinho.
Ela saiu, e Caio ficou em casa. Logo o celular vibrou: uma ex-namorada.
Oi, Caio… tava lembrando de você hoje.
Ele respondeu educado, sem intenção. A conversa se estendeu um pouco, mas ele encerrou rápido.
Quando Mariana voltou, encontrou Caio na sala. Ele sorriu, aliviado, e a puxou para o banheiro. Tomaram banho juntos, os corpos colados, os beijos molhados. Transaram ali mesmo, no vapor do chuveiro, e depois foram para a cama, adormecendo abraçados.
⸻