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Diaristas, domésticas e outras estórias

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Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Heterossexual
Contém 2576 palavras
Data: 19/07/2026 23:00:34

Meu casamento chegara naquele estágio em que oscilava entre uma tragédia grega, um filme "noir" e uma comédia "cringe", ou seja nada mais era como antes ... o sexo se tornara uma rotina modorrenta em que ambos se esforçavam para que acabasse o mais rápido possível apenas com o objetivo de saciar a questão fisiológica, sem longas preliminares e ao final apenas restava dormir e esquecer ... vez por outra surgia uma oportunidade de um sexo extraconjugal fortuito, mas devido a pressa e afobação acabava cumprindo sua função social e nada mais. Na maioria das vezes eu me satisfazia com uma boa masturbação aproveitando aqueles momentos solitários em casa usufruindo da tranquilidade do meu quarto e o conforto da minha cama.

Isso acabara por se tornar uma rotina quase que necessária para que o dia fluísse da melhor maneira possível e assim foi naquela manhã de quinta-feira em que acordei sozinho na cama lembrando que minha mulher viajara com minha filha para um evento familiar qualquer do qual eu abrira mão sem titubear e me vendo pelado sobre a cama quente e macia iniciei as manipulações preparatórias para uma boa punheta ... a certa altura tive a nítida sensação de que alguém me observava e foi nesse clima que lembrei que quinta-feira era o dia em que Sílvia, nossa diarista, comparecia para a faxina semanal ... Sílvia era uma mulher com mais de sessenta e cinco anos que enviuvara havia alguns anos quando o marido, que tivera um AVC (Acidente Vascular Cerebral), acabou falecendo após um longo período de sofrimento e dependência deixando-a amparada com uma parca aposentadoria e casa própria, porém exigindo que ela trabalhasse para sobreviver.

Sílvia era dona de um corpo sem grandes expectativas, não fosse pelos seios fartos que se destacavam do conjunto, os cabelos lisos com corte médio e o rosto com pouquíssimas marcas do tempo ornados por um par de olhinhos servis e lábios finos, mas, ainda assim, despertava um certo interesse nos homens dispostos a uma aventura ou ainda um sexo ocasional ... eu não tinha dúvidas de que era ela que estava à espreita, principalmente porque a fresta aberta na porta do quarto não fora acidental, mas sim intencional. Como todo macho adora um público espiando sua intimidade eu não me fiz de rogado concedendo a ela um pequeno espetáculo particular com direito e manipulações lentas e longas, suspiros profundos e gemidinhos insinuantes.

E quando eu estava chegando no auge da diversão próximo de uma boa gozada um barulho denunciou a espiã que derrubando alguma coisa quase perdeu o equilíbrio apoiando-se na porta que se abriu obrigando que ela corresse em fuga do flagrante; eu perdi um pouco o ritmo, mas logo o retomei atingindo o ápice num gozo farto que lambuzou meu ventre; com algumas gotas de suor nas têmporas e a respiração acentuada relaxei sobre a cama sentindo-me vitorioso não apenas pelo orgasmo, mas também pela plateia de uma pessoa só.

Decidido a prosseguir com a provocação, saí do quarto e fui para o banheiro social tomar uma ducha fazendo questão de “esquecer” a toalha; ao sair pelado dei com Sílvia que não escondeu uma expressão de espanto ao me ver nu diante dela; por uns poucos minutos ficamos imóveis nos entreolhando até ela cair na real, dar as costas e correr em direção às escadas que davam para o andar de baixo me deixando com vontade de rir da situação ... é claro que eu não podia perder aquela oportunidade de provocar um pouco mais a minha diarista, e ainda pelado desci até a cozinha para preparar um café ... ela tomou outro susto ensaiando um recuo estratégico. “Quer tomar um café Sílvia?”, perguntei com a maior naturalidade possível. Com a mesma expressão aparvalhada ela conseguiu apenas acenar com a cabeça.

Preparei os cafés estendendo uma xícara para ela que tremia ao pegá-la; encostado na pia com um ar despretensioso eu tomava o café ao mesmo tempo em que usava a mão livre para acariciar o bruto que já se apresentava meia bomba; Sílvia bebia seu café olhando para o membro tentando esconder o tesão que a situação lhe despertava; notei os mamilos intumescidos marcando o tecido da camiseta que ela usava sem aviso apontei para eles perguntando como ela estava se virando sem o marido. “Humpf! Sem marido eu já estava faz tempo! Mas ... deixa pra lá!”, respondeu ela depois de agradecer pelo café depositando sua xícara sobre a pia e voltando para seus afazeres. Algo me dizia que um pouco mais de provocação funcionaria para deixar Sílvia no ponto de liberar a bacurinha e assim aliviar o tesão que ela tentava esconder.

Acabei transformando o dia da diarista em uma coletânea de safadeza, andando pra lá e pra cá pelado e algumas vezes de pau duro até sentir que ela já não aguentava mais tanta provocação; próximo do final da tarde ainda nu me deitei confortavelmente na cama e comecei a bater uma com o cuidado de manter a porta do quarto escancarada esperando ... esperando ... até que Sílvia apareceu na porta olhando atentamente minha manipulação do pinguelo duro e pulsante; seu olhar inquieto, a boca mordiscando os lábios eram os indicadores clássicos de que ela já não suportava mais minha provocação. “Vem cá, vem ... quer dar uma pegadinha nele? Eu sei que você quer ... então, vem!”, sugeri eu com tom provocante e um sorrisinho malicioso nos lábios. Ela balbuciou alguma coisa a respeito do temor de sermos flagrados, e também do risco de perder o emprego, porém, ao mesmo tempo, todo seu gestual dizia outra coisa.

Então, finalmente, Sílvia veio e se sentou na beirada da cama, apertando as mãos sobre o colo com olhar fixo no pinguelo; mantendo o ritmo da punheta estendi minha mão aguardando que ela a tocasse e ao fazê-lo puxei com cuidado até conseguir que ela cingisse o bruto pela base; no início, Sílvia se mostrou receosa realizando uma manipulação descuidada, no entanto, aos poucos ela foi firmando os movimentos não tardando em me premiar com uma punheta cadenciada por sua mão quente dotada de uma aspereza excitante. Busquei uma retribuição deixando que ela seguisse em frente com a punheta ao mesmo tempo em que tocava suas mamas por cima da blusa dando suaves apertões e uns beliscões nos mamilos que já estavam bem durinhos.

Pedi que ela os mostrasse para mim, porém Sílvia menou nervosamente a cabeça indicando uma falsa negativa o que me levou a insistir até que ela acabou cedendo; largou o bruto apenas o tempo suficiente para tirar a blusa e o sutiã libertando as mamas flácidas porém generosas com os bicos muito intumescidos que ela ainda tentou esconder com a mão livre, mas não obteve êxito já que eu os toquei com a ponta dos dedos sentindo a pele arrepiar ante o meu contato; estávamos no caminho certo para uma boa trepada, todavia o som do meu celular anunciando uma chamada pôs por terra todo o meu esforço, pois a reação de Sílvia foi pular da cama pegando o sutiã e a blusa saindo pela porta sem olhar para trás ... e no final era apenas uma chamada do tipo "spam"! Nas semanas seguintes eu e a diarista mantivemos uma distância segura limitando a conversa e também os olhares, embora eu pudesse perceber que ela procurava esconder o tesão que ardia em seu interior. Eu sabia que uma nova oportunidade de estar a sós com ela poderia demorar muito mais que o esperado, porém não havia escolha senão esperar … por conta de um sorriso da sorte essa oportunidade surgiu de maneira inesperada quando minha esposa precisou comparecer em uma reunião de trabalho que segundo ela própria se alongaria pelo dia inteiro me deixando livre para agir, bastando apenas assegurar que dessa vez nada interromperia um novo encontro safado com a diarista.

E foi assim que decidi não dar chance para que Sílvia escapasse de mim e logo pela manhã, assim que minha esposa saiu para o trabalho pus em prática um plano para seduzir a diarista de uma vez por todas; dessa vez esperei que ela viesse até o quarto e me pus pelado fingindo dormir; Sílvia entrou e deu comigo deitado de barriga para cima com o bruto enrijecido por conta de um estímulo manual antecipado. Deixando o material de limpeza na soleira da porta ela entrou e veio se sentar na beirada da cama limitando seus movimentos acreditando que eu estava realmente dormindo; senti sua mão segurar o bruto dando apertões como se quisesse saborear aquela rigidez chegando a aplicar uma punheta controlada.

Deixei que ela se divertisse manipulando o bruto e depois de algum tempo fingi acordar abrindo os olhos e sorrindo para ela; assustada ela tentou escapar, porém eu cobri sua mão com a minha impedindo que ela escapasse. Sílvia me fitou hesitante, mas eu aproveitei para estimulá-la movendo sua mão para cima e para baixo sinalizando que era aquilo que ela queria naquele momento; aos poucos ela foi cedendo com um sorriso encabulado acelerando seus movimentos manuais permitindo que eu liberasse sua mão para maior liberdade de ação. O clima esquentava com um fogaréu ardendo dentro de mim me levando a erguer meu corpo segurando a nuca de Sílvia puxando-a para baixo; lentamente ela foi se inclinando sabedora da intenção e logo meu membro estava ao alcance de sua boca … por um segundo imaginei que ela rechaçaria o convite, porém fiquei surpreso quando ela aprisionou a glande entre os lábios apertando-a enquanto prosseguia com a masturbação que ganhava ritmo e também velocidade.

Eu já estava fora de mim gemendo de tesão quando Sílvia abocanhou o bruto fazendo-o desaparecer dentro de sua boca desferindo uma mamada absolutamente eletrizante que me levou ao delírio experimentando uma sensação tão veemente que cheguei a pensar que não demoraria em capitular ante a voracidade da diarista que se esmerava mamando e massageando as bolas provocando arrepios que percorriam meu corpo em todas as direções. Sílvia estava tão envolvida na carícia oral que sequer ouviu quando alertei que meu ápice se aproximava e creio que mesmo tendo ouvido pouco se importou com isso … e o gozo jorrou voraz enchendo a boca da diarista que para minha estupefação foi capaz de reter a carga de esperma engolindo-a na sequência num gesto surpreendente como inesperado. Ambos estávamos exaustos e ofegantes, mas Sílvia parecendo recobrar um recato tardio levantou-se da cama e saiu do quarto me deixando lá atônito com a experiência que ela me propiciara e que fora algo muito especial.

Descansei por quase uma hora, tempo suficiente para que eu recobrasse a energia e ainda pelado desci para a cozinha em busca da diarista; encontrei-a encostada na pia lavando a louça e limpando a bancada e me aproximei enlaçando-a por trás gesto que a assustou soltando um gritinho estridente. Eu já esfregava o bruto rijo e renascido no traseiro coberto pela bermuda jeans ao mesmo tempo em que apertava suas mamas por sobre o tecido da camiseta regata descobrindo a ausência de um sutiã … meti as mãos dentro da camiseta buscando pelo mamilo que encontrei durinho passando a beliscá-lo ao som dos gemidos ainda hesitantes da diarista. Mais uma vez o clima esquentou comigo tomado por uma ereção atroz esquecendo de onde estava e do risco de ser flagrado, pensando apenas em foder gostoso a diarista que já não escondia mais o fogo que ardia em seu corpo. Com cuidado desci as mãos até a cintura abrindo a bermuda puxando-a para baixo trazendo consigo a calcinha de tamanho tradicional não precisando de muito esforço para descobrir as nádegas roliças e macias nas quais esfreguei o bruto chegando a metê-lo no rego entre elas ouvindo Sílvia suspirar e gemer com tom rouco.

Ambos sabíamos que a partir daquele momento não havia mais volta, pois toda a hesitação e todo o receio foram mitigados nos deixando livres para fazermos aquilo que queríamos; ainda esfregando o membro no rego cuidei de erguer a camiseta o suficiente para libertar as mamas buscando pelos mamilos para beliscá-los descobrindo que o gesto instigava Sílvia a experimentar uma gozada estupenda que a fez gemer mais alto; com essa descoberta não perdi mais tempo com rodeios fazendo com que ela se inclinasse sobre a pia abrindo um pouco as pernas a fim de permitir que eu pincelasse a grutinha com a glande sentindo sua umidade morna vertendo copiosa clamando para ser preenchida; fui metendo aos poucos desfrutando os gemidos e suspiros da diarista que saboreava a sensação de ter uma pistola dura varando suas carnes; cheguei ao auge quando as bolas roçaram o rego e então iniciei movimentos pélvicos intensos sacando e metendo o membro com uma cadência febril.

E sem perder o ritmo das socadas levei as mãos aos mamilos dando beliscões que não demoraram a surtir o efeito almejado com Sílvia gozando sem parar lambuzando meu membro com sua seiva que escorria ao som de seus gemidos ensandecidos; após algum tempo segurei-a com firmeza pela cintura passando a desferir socadas ainda mais vigorosas chegando a sacudir o corpo da diarista que permanecia em estado de êxtase subjugada pelos orgasmos que se sucediam um após o outro num ritmo alucinante que nos fazia delirar de tanto prazer … eu me esforçava procurando ir para além dos meus próprios limites fisiológicos ao mesmo tempo em que regozijava ante o prazer que jazia mitigado dentro de mim clamando pelo direito de emergir como acontecia naquele momento.

Eu já sentia os rumores do clímax vibrando ao longo do meu corpo e pulsando em minha mente e anunciei a proximidade do fim; Sílvia pediu em tom de súplica para que eu não gozasse dentro dela e por conta disso nos desvencilhamos rapidamente com ela se pondo de cócoras diante de mim tomando o membro nas mãos procurando me finalizar com uma punheta vigorosa alternada com momentos em que me premiava com uma mamada eloquente … tanto afinco da parte dela resultou exitoso comigo atingindo um orgasmo tão estupendo quanto monumental com Sílvia deixando o membro livre para banhá-la com jatos de sêmen no rosto, nos peitos chegando a escorrer pela barriga; foi algo tão vigoroso que me obrigava a curvar o corpo tomado por espasmos involuntários enquanto o bruto ainda despejava a carga que trazia reservada para aquele momento. Quando tudo se findou ambos estávamos em um absoluto estado de exausta prostração que impunha respirações acentuadas e músculos fraquejando ante o esforço desprendido naquela foda imperdível.

No momento oportuno, na cozinha comigo pelado e ela seminua, tive uma conversa com Sílvia pedindo que aquele evento tão ansiado por ambos não servisse para prejudicar a relação de trabalho que tínhamos havia muito tempo, pois eu não me perdoaria se aquele tesão inconsequente pudesse resultar no seu afastamento; Sílvia pensou antes de responder e após minutos excruciantes afirmou que o que fizéramos foi algo muito bom, com consentimento mútuo e que embora ela esperava que não voltasse a se repetir disse que tudo voltaria a ser como sempre. Confesso que respirei aliviado, mesmo não tendo absoluta certeza de que o tesão jamais tornasse a nos assolar agradeci a ela pelo que dissera … a bem da verdade, nas semanas que se seguiram em momentos oportunos, eu não hesitava em provocar Sílvia com minha nudez e meu membro sempre rijo esperando por suas mãos e também por sua boca deliciosa, o que a diarista mesmo resistindo acabava por ceder me presenteando com uma saciedade suculenta, mas nunca mais chegamos a desfrutar de uma trepada por conta de um acordo silencioso.

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