Demorei para ter coragem de contar o choque emocional e psicológico que vivi com minha esposa, depois que descobri o que ela estava fazendo, me traindo com um vizinho nosso, um velho de quase 60 anos. Estávamos recém-casados, e jamais imaginei que aquilo poderia acontecer naquela situação. Foi algo que me abalou, me deixou muito transtornado, e tive que fazer um grande esforço para superar. Só quem já passou por uma situação semelhante, pode avaliar como eu fiquei. Mas é uma história que, agora, depois da tempestade, faço questão de contar. Pois provocou uma verdadeira revolução em tudo que eu pensava e acreditava.
[Nota do Autor] - No início de julho do ano passado, faz exatamente um ano, eu recebi um conto indicado por um leitor, para que eu fizesse uma nova versão. Era de uma mulher chamada Mariz, (eu troquei os nomes) intitulado “A primeira vez que traí meu marido”, que foi publicação única dessa autora em 2017. Eu refiz todo conto, que se intitulou “A primeira traição”, e foi narrado pela esposa, que chamei de Marita. Publiquei logo, ainda em julho do ano passado. Este ano, em abril, eu estava em viagem de trabalho e recebi uma mensagem por e-mail, exatamente do marido. No conto dela que publiquei, o nome dele é Garbo. Usarei esse nome, para relatar sua história.
Sou o Garbo, tenho 25 anos, e a Marita, minha esposa, também, embora ela seja uns meses mais nova do que eu. Estávamos recém-casados, e havíamos mudado para um condomínio distante de nosso bairro de origem. Eu, naqueles dias de começo de casamento, nunca imaginei que ela seria capaz de me trair, ainda mais com quem foi.
Eu já namorava a Marita, desde a nossa infância, pois a conheci na casa de uma vizinha nossa de quem ela era prima. Logo me encantei, e começamos a namorar ainda adolescentes. Morávamos no mesmo bairro, estudamos no mesmo colégio.
O nosso relacionamento sempre foi muito bom, harmônico e muito romântico. Nos casamos logo a seguir à nossa formatura. Eu tinha conseguido me formar em Administração e logo depois, obtive uma excelente colocação em uma multinacional. Isso exigia muito de mim e eu me focava muito em ser competente e conquistar o respeito na empresa. A Marita também arrumou um bom emprego e isso nos permitiu mudar para aquele prédio, num condomínio distante do bairro onde vivíamos. Era bem mais próximo de nossos locais de trabalho, e estávamos muito satisfeitos ali, como todo casal recém-casado.
Mesmo tendo ocorrido algumas brigas e separações durante nosso namoro de vários anos, o que nos levou a ter outros casos paralelos ocasionais, antes de nosso casamento, eu e a Marita nos dávamos muito bem.
A Marita sempre se mostrou um pouco tímida. Eu a acho muito bonita, esbelta, bem-feita de corpo, com1,67m e peso abaixo de 60 quilos. Tem pernas bonitas que sempre foram lisas e bem cuidadas. Seus cabelos são castanhos e usa corte Chanel na altura dos ombros. Com olhos castanhos claros, cor de mel, de longas pestanas, mãos e pés delicados e bonitos, sempre muito bem cuidados. Eu mesmo tenho verdadeira tara por eles, e adoro que ela use unhas pintadas de esmalte claro. Apesar de não ter uma bunda grande, a dela é redondinha e levemente arrebitada. Mesmo não sendo considerada um “mulherão”, sei que é uma mulher muito atraente.
Todos os dias, saíamos para trabalhar, a Marita saía mais cedo, e eu saía depois. Ela sempre reclamava que detestava a exigência de ter que usar um uniforme com calça comprida de tergal azul marinho, blusa branca e colete da mesma cor e tecido das calças. Se achava horrível. Eu até gostava dela de uniforme, achava atraente.
Logo nos primeiros dias em que nos mudamos, ao sair para trabalhar eu encontrei o nosso vizinho, no corredor do nosso andar, esperando o elevador. Eu o cumprimentei com educação e ele aproveitou para me dar as boas-vindas:
— Seja muito bem-vindo, vizinho, eu sou o Lelio. Vivo aqui já faz muito tempo, sou aposentado, moro no apartamento quase em frente ao seu.
Me apresentei e disse que eu e a Minha esposa tínhamos nos mudado naquela semana. Ele perguntou o nome dela e eu falei, sem nenhum receio.
Observei o velho e reparei que ele tinha uma figura muito peculiar, apesar de parecer simpático. Um senhor alto, talvez 1,90 m, bem mais alto do que eu que tenho 1,78 m, bastante esbelto, mais para magro, e com ombros retos e largos. Com cintura batida, a sua camisa parecia estar em um cabide, o que reforçava mais a aparência estranha.
Não era feio, mas também não era bonito, ao contrário, tinha uma expressão dura, as mandíbulas fortes. Usava o cabelo bem curtinho, tinha sido loiro no passado, mas estava quase todo branco, olhos muito azuis, tinha a boca larga, um cavanhaque branco curto bem aparadinho que destacava seu queixo quase quadrado e proeminente. Seus braços pareciam fortes, eram longos onde apareciam umas tatuagens pequenas e escuras no antebraço.
Eu nunca tive nenhum tipo de desconfiança da fidelidade da Marita. Sabia que ela era bastante admirada, e apesar das diversas paqueras que ela sempre recebia, nunca deu maior confiança para ninguém. Mas, a vida nos coloca em armadilhas para nos testar, ou aprender em vida as nossas lições.
Uma noite, estávamos em nossa casa à noite vendo um filme na televisão, depois de já termos feito sexo muito gostoso na sala. A Marita, sempre implicada com cheiros, falou que vinha um odor estranho da cozinha, e rapidamente afirmou que era da lixeirinha. Provinha das cascas do camarão que havíamos comido e que ela havia jogado fora ainda na hora do almoço. Aproveitando um intervalo no filme da TV, ela se levantou e foi correndo retirar o lixo, antes que o filme recomeçasse. Pegou o saco plástico da lixeirinha na cozinha, e saiu pela porta dos fundos, para levar na lixeira do corredor do nosso andar. Era sábado, já passava da meia noite, e vi que a Marita foi correndo, vestida do jeito que estava, com uma camisola branca de Jersey muito fino, que deixava completamente visível a calcinha fio dental minúscula que usava por baixo. Mas, pelo adiantado da hora, não achei inconveniente. Esperei por um minuto ou dois, até que ela voltou, e parecia meio assustada.
Vendo seu jeito meio tenso, perguntei:
— O que houve Marita? Você está pálida?
Na hora, ela não quis me contar o que aconteceu, temendo algum ciúme. Ela apenas falou:
— Levei um susto, vi uma barata enorme perto da lixeira.
Observei que dava para ver claramente os pequenos seios dela com seus bicos castanhos, e pontudos. Ela, tem seios pequenos e perfeitos e em casa, não costumava usar sutiã.
Naquela noite eu não imaginava o que havia se passado lá fora, assistimos o filme e depois fomos dormir.
Nos dias que se seguiram, eu acabei me acostumando a descer no elevador, na companhia do meu vizinho.
O velho parecia ser pontual e nos encontrávamos no corredor. Com isso, fomos trocando algumas conversas, e eu acabei me acostumando com ele. O velho um dia me perguntou como estava a minha esposa, e eu disse que estava bem, e que ela saía mais cedo para trabalhar. Ele se desculpou por puxar conversa sempre, mas justificou que não tinha muita gente com quem conversar, e eu até senti uma certa pena do velho.
Eu ainda não tinha consciência, mas tinha um certo preconceito com velhos, como se eles fossem sempre o retrato do passado, ainda no presente, e nunca do futuro.
Os dias foram passando, e certa noite, quando eu cheguei do trabalho, estávamos jantando, e a Marita perguntou:
— Você conheceu um senhor branco, alto, de cavanhaque, que mora aqui no prédio?
Eu sorri e respondi:
— Sim, claro. O nosso vizinho, o seu Lelio? Conheci, por quê?
Marita pareceu surpresa, e mostrando admiração respondeu:
— Ah, é? Ele todo dia me cumprimenta, quando nos cruzamos, e ele hoje perguntou de você. Eu nem sabia que você o conhecia.
Respondi descontraído:
— Eu o conheci faz poucos dias, eu ia trabalhar e ele estava descendo de elevador. Trocamos poucas palavras, mas, desde então, ele também sempre me cumprimenta e fala alguma coisa. Ontem falamos um pouco mais, e ele me pareceu muito educado e atencioso. Disse que não tem muito com quem falar. Também me perguntou de você.
Na hora, percebi que a Marita ficava meio intrigada, franziu a testa, parecia que ia dizer algo, mas depois desistiu. Passado um tempinho, ela falou:
— Também o conheci andando no prédio, e ele me lembra bastante aquele ator o Willem Dafoe.
Achei graça da comparação. E pensei que não fosse relevante e o assunto morreu.
Naquela altura, já estavam acontecendo coisas que eu ignorava completamente.
Mais dois dias se passaram e eu continuei a bater meus papos de elevador com o velho de manhã. Ele sempre atencioso, perguntava se a Marita estava bem, e como estávamos nos sentindo no novo apartamento. Até que numa das manhãs, ele falou:
— Vida de recém-casado, é sempre muito boa. Fui casado muito tempo. Mas com o passar dos anos, precisa ter novidades para que não se caia na rotina. Isso estraga a relação. Esteja atento a isso. Por isso, conversar muito entre o casal, trocarem ideias, e impressões sobre a vida e seus sonhos, ajuda a manter a relação unida e forte.
Eu concordei com ele, e falei que ele estava coberto e razão.
Quando voltei, à noite percebi que a Marita parecia meio angustiada. Ela estava usando a mesma camisolinha branca do dia em que estávamos vendo um filme e foi jogar o saco de lixo na lixeira do corredor.
Um pouco nervosa, distraída, derrubou duas vezes os talheres no chão, e quase se queimou ao pegar uma assadeira no forno. Perguntei o que estava acontecendo e ela disse:
— Acho que tenho que contar uma coisa. Vamos jantar e eu falo.
Depois do jantar, na sala, vendo TV, ela disse:
— Amor, tenho que contar uma coisa. Sem querer eu fiz uma coisa errada.
— O que foi? – Perguntei, atento.
Ela falou:
— Hoje, quando eu cheguei, eu estava muito apressada para fazer xixi, entrei correndo direto para o banheiro. Me despi rapidamente conforme fui entrando, mas estava tão apertada que mal tive tempo de retirar a roupa. O xixi já estava escorrendo pelas pernas. Acabei me molhando um pouco. Tive que tomar logo uma ducha, me lavei e vesti esta camisolinha. Depois fui para a sala, onde pretendia colocar a mesa para o nosso jantar. Mas, vi que na pressa, quando eu entrei, não fechei bem a porta, e quando eu vi, a porta estava aberta, o seu Lelio estava passando no corredor, parou e me viu assim com estes trajes. Ficamos uns segundos assustados, meio travados, um olhando o outro, me assustei, me desculpei e fechei a porta.
Eu ouvi aquilo, imaginei a cena e dei risada. Depois disse:
— Pô, Marita! Deu mole! Desse jeito, mata o velho do coração!
Minha esposa ficou admirada, me olhando, pois não esperava aquela minha reação. Ela perguntou:
— Ué, você não achou ruim?
Ela sabia que eu era meio ciumento, mas, naquele caso, não levei a mal. Eu estava descontraído, não vi maldade, e respondi:
— Não, claro que não. Sei que não fez por querer. Isso acontece.
Marita, estava admirada, tinha ficado tensa com receio de contar e eu não achava ruim. Tentando saber mais sobre o que eu pensava, questionou:
— Mas agora, o velho me viu quase nua, vai sempre me olhar diferente, como quem sabe um segredo.
Eu dei uma risada e falei:
— Não esquenta, Marita. O máximo que pode acontecer é esse velho tentar bater uma punheta, lembrando da sua imagem de camisolinha sexy.
Ali, eu já externava um preconceito, achando que o velho já não era capaz de nada, só por ter idade. Ainda disse:
— Deve fazer muito tempo que ele não vê uma mulher tão bonita e sexy em trajes íntimos ao vivo. Talvez nem tenha visto nada parecido na vida.
Dei uma risada debochada e ainda falei:
— Só não pode morrer do coração, senão ainda podemos ficar com sentimento de culpa.
Ao ouvir aquilo, reparei que o corpo da Marita se arrepiou todo. Os seios dela estavam empinadinhos e de mamilos duros. Eu disse:
— Está arrepiada? Ficou excitada imaginando que velho se masturba pensando em você?
Na hora, de olhos arregalados, parecendo assustada, ela fez uma expressão de espanto, gaguejou… e negou:
— Ah, que… que que é isso! Deus me livre! Que coisa mais feia, amor. Pensou mal do velho, e agora de mim. Sua cabeça é meio deturpada.
Eu tinha ficado excitado de ver a Marita de seios durinhos. Puxei-a no sofá, fiz sentar-se no meu colo, dei um beijo. Depois disse:
— Não tem nada demais se ele bater uma. É como se ele olhasse uma revista masculina. Os homens se masturbam quando vêm algo excitante. É uma reação normal. E vendo você ficar excitada ao falar sobre isso, eu também fico. Gosto de ver você com tesão.
Aquela conversa quebrou o nervosismo da Marita, fomos nos beijando, e aproveitamos que estávamos bem excitados, e fizemos um sexo muito gostoso ali no sofá.
Para provocá-la ainda mais eu disse:
— Acho que não é só o velho, mas tem muitos homens que se masturbam fantasiando com você, sua gostosa.
— Você é um tarado também, amor. – Ela respondeu.
Depois, fomos para o nosso quarto, nos deitamos e adormecemos.
Eu não podia imaginar o que já estava acontecendo ali no prédio, e a Marita sem coragem de me contar.
No dia seguinte, quando eu saí para o trabalho, encontrei o velho Lelio esperando o elevador. Nos cumprimentamos. O elevador estava demorando. Eu, me senti superior e todo ativo, pensando que o velho tinha ficado vidrado com a cena que a Marita me contou.
Eu estava curioso em saber o que o velho iria dizer sobre ter visto a minha esposa de camisolinha transparente e não resisti em perguntar:
— A Marita me contou. Por acaso, o senhor acabou por ver a minha esposa em trajes íntimos. Mas ela me disse que não foi intencional de sua parte.
O velho me olhou, sorridente, parecia muito satisfeito de eu ter falado, e respondeu:
— Ainda bem que você não se zangou. Sim, foi por acaso. Eu só tenho a elogiar a beleza e a sensualidade de sua esposa. Roupas sensuais são um atrativo a mais na relação. Espero que entenda. Que bom que ela lhe contou. Assim não fica nada oculto entre nós.
Eu gostei da atitude dele, falando abertamente, e respondi:
— Sim, nós temos muita sinceridade entre nós. Também aprecio a sua.
O Elevador finalmente chegou, ele abriu a porta para que eu entrasse e disse enquanto entrava também:
— Se posso ser sincero, tenho que lhe confessar, com todo o respeito, fazia tempo que eu não via uma cena tão linda e tão sensual, ao natural. Me fez lembrar dos meus tempos de jovem. Você é um marido muito feliz. Tem uma esposa linda e que sabe provocá-lo. Assim, não haverá nunca acomodação nem rotina na vida conjugal.
Eu não esperava que ele falasse aquilo, mas senti que era verdadeiro, e sorri concordando. Quando o elevador chegou em baixo, antes de descer, eu senti uma certa curiosidade de saber como ele reagiria se eu falasse que a Marita tinha ficado envergonhada e encucada. Falei:
— A minha esposa ficou preocupada. Que agora, o senhor vai sempre olhar para ela, de modo diferente, como quem sabe um segredo.
Ele pensou por uns segundos, e respondeu:
— Sabe, ela tem razão, mas não tem como evitar. Será um segredo nosso. Mas, se você me permitir, com todo respeito, eu prometo que quando encontrar com ela, vou me desculpar e dizer que não se preocupe. Eu jamais comentarei com ninguém. E direi que nós já conversamos sobre isso. Talvez isso dissipe o sentimento de incômodo.
Na hora, me pareceu correto, e concordei. E saí apressado para o trabalho.
Naquele dia, eu acabei chegando bastante tarde, e foi só o tempo de tomar banho, jantar e irmos dormir. Pois nos levantávamos sempre muito cedo.
No outro dia, encontrei o velho mais uma vez no corredor, cumprimentei, pegamos o elevador, mas dessa vez ele estava calado. Eu estranhei e perguntei:
— Bom dia seu Lelio, o que houve que está tão calado?
Ele sério, comentou:
— Nestes últimos dias, tenho pensado muito, como é complicado envelhecer, o corpo vai se transformando, mas nem sempre a cabeça acompanha, e acabamos não aceitando nossas limitações. Gera uma certa frustração.
Olhei para ele, admirado. Nunca imaginei que chegasse naquele ponto a nossa conversa, e pela primeira vez fiquei consciente dos problemas que ele poderia ter. Quando o elevador chegou em baixo, antes de sairmos, ele disse:
— Se me permite, sem maldade, tenho que dizer que fiquei com inveja de você, com uma mulher linda, os dois jovens, cheios de amor para dar. Meu conselho é que não deixem o tempo passar se distraindo ou se desentendendo com bobagens. Aproveitem tudo que tem ao vosso alcance. A felicidade está aí mesmo.
Fiquei sem saber o que dizer, mas para não deixar sem responder, falei:
— Obrigado seu Lelio. Vou considerar seus conselhos. Mas, não se desanime, o senhor está ainda forte, saudável, aproveite o que ainda pode fazer.
Ele fez que sim, com um ligeiro sorriso, e eu saí, para o trabalho. Na verdade eu não sabia o que já estava acontecendo.
Durante o dia, várias vezes, eu me lembrava do velho, e a imagem que me vinha à cabeça, era ele cheio de tesão na Marita, querendo se masturbar, lembrando dela de camisolinha transparente. Eu não sabia o motivo, mas lembrar e imaginar aquilo, me deixava excitado. Eu tinha ficado com a impressão de que a Marita, sem assumir, também ficou excitada ao saber que o velho a viu naqueles trajes íntimos, e que poderia se masturbar pensando nela. Era estranha aquela reação, mas em vez de ciúme, eu ficava excitado pesando naquilo.
Naquela noite, ao voltar para casa, a Marita estava me esperando com o jantar pronto. Achei que ela estava linda, numa camisolinha de renda cor de salmão, bem transparente, e apenas com uma tanguinha fio dental preta por baixo.
Eu a abracei, beijei, e percebi que ela estava sensível e excitada. Colocou o jantar na mesa e nos sentamos.
Nós jantamos saboreando a comida, e depois fomos para o sofá ver um pouco do noticiário. Eu perguntei:
— E então, voltou a cruzar com o seu Lelio?
Ela me olhou meio assustada, e falou:
— Ah, nem me lembre disso! Não consigo me esquecer da cena.
Eu, vendo que ela novamente tinha os mamilos empinados, sorrindo, disse:
— Ah, não fique se culpando. Que mal tem de encher o pobre velho de fantasia? Aposto que ele se masturbou como nunca fazia antes, depois de ver você de camisolinha transparente.
Marita me olhava sem acreditar. Disse:
— Você acha certo saber que um velho safado se masturbe lembrando da sua esposa seminua?
Eu estava gostando de provocar. Me sentia excitado com aquilo. Principalmente porque a Marita, mesmo reclamando, se mostrava toda arrepiada. Falei:
— Para ver os seus peitinhos ficarem pontudinhos de tesão, vale a pena pensar nisso. Pode dizer. Não vou achar ruim. Você também ficou excitada ao saber que excitou o velho.
Deu para ver que ela não esperava aquela minha reação. A Marita estava mesmo com os mamilos bem pontudos, e as narinas dilatadas e excitação. Aproveitei que ela não teve reação, e dei um beijo nela. Ao mesmo tempo, enfiei a mão entre as coxas dela, passando sobre xoxota, sentindo que já umedecia a calcinha. Ela soltou um suspiro. Eu disse:
— Pensei nisso hoje mesmo. Até que foi bom o que aconteceu, deixou você muito mais quente e excitada. Tenho notado que você anda muito mais sensível e com tesão.
Marita na mesma hora me abraçou e me beijou com sofreguidão. Depois de uns beijos intensos, suspirando, ela exclamou:
— Você também é tarado Garbo. Que mente mais pornográfica. Fica excitado de pensar que o velho ficou se masturbando e fantasiando com a sua esposa.
Eu expliquei:
— Não é por ele se masturbar, mas por sentir que você fica excitada com isso. Eu sinto tesão é no seu tesão.
Eu estava sendo verdadeiro, autêntico, e como vi que a Marita se rendeu ao desejo, nós nos envolvemos num sexo intenso e delicioso, ali no sofá da sala. Retirei a sua tanguinha e a penetrei quase de imediato. Minha mulher estava tão tarada, com certeza a mente lembrando do velho com tesão nela, imaginando que ele se masturbava lembrando dela de camisola, que logo estava gemendo deliciada.
Eu a sentia toda lubrificada, macia, a boceta quente e receptiva, não demorei quase nada para entrar em um êxtase incrível. Foi quando ela disse no meu ouvido:
— Você me provoca demais! Fico imaginando muita besteira!
Aquilo me deixou ainda mais tesudo, e já socava forte, fodendo como se fosse um cão tarado, metendo com um ímpeto avassalador. Nunca tinha feito daquele jeito. Eu, excitadíssimo, na vontade de provocar mais, disse:
— Você pensa no velho batendo punheta para você? Sua safada! Eu fico louco de tesão só de imaginar isso.
Marita chegou a gemer em voz alta. No meio dos nossos orgasmos, ouvi a Marita dizer baixinho no meu ouvido:
— Agora que eu sei que você fica tarado, vou provocar ainda mais. Vou ficar nua de porta aberta para o seu Lelio ver. Vai ficar bravo ou vai ficar com tesão?
Nossa! Meu corpo deu um tremor mais forte e meu orgasmo veio como uma avalanche. Eu m tremia todo e gemia, dizendo:
— Você vai me matar de tanto tesão!
Foi muito bom e permanecemos grudados por mais de três minutos, abraçados sobre o sofá. Depois fomos normalizando a respiração, e ficamos ali no sofá por alguns minutos, ofegantes. Ela disse:
— Amor, você sabe me deixar excitada. Nunca foi assim tão bom.
Eu respondi:
— Eu também adorei. É que eu fico muito tarado, quando vejo você toda excitada ao se lembrar do velho e pensar que ele se masturba pensando em você seminua. Você tinha vergonha de assumir, mas agora já não temos mais segredo sobre isso.
Marita me olhava, sorridente, parecia feliz, e perguntou:
— Você não sente ciúme? Não acha que está errado?
Eu fiz que não, dei de ombros, e usando de sinceridade, falei:
— Um pouco de ciúme até que é um bom aditivo para acender uma relação. Não acho que seja ruim. É como lembrar de uma cena erótica num filme e sentir o efeito que causa em nós. Certamente, saber que desperta o desejo no velho, deve excitar você, mesmo que fique meio embaraçada com isso. Acho natural. Eu até gosto de vê-la assim, excitada.
Marita me beijou, e sussurrou:
— Por isso eu amo você. É sempre muito surpreendente.
A seguir, nós fomos para o quarto, e sem tomar outro banho, dormimos relaxados aquela noite.
No dia seguinte, contrariando o que acontecia todos os dias, eu acordei cedo, e vi a Marita deitada, dormindo nua, ainda com a boceta vermelha e melada da minha porra.
Na mesma hora, me deu um tesão muito louco, de imaginar o velho vendo aquela imagem. Era mesmo muito provocante. Achei que ele nunca tinha visto na vida algo tão tesudo. Num impulso quase automático, peguei o meu telefone e bati uma foto da Marita dormindo, mas sem revelar o rosto. Depois, fui me banhar e depois fui para a cozinha preparar o nosso café. Ao voltar ao quarto, ela já havia acordado e tomado banho, se vestiu rapidamente, tomou o café e saiu, me dando um beijo e me desejando bom dia.
Fiquei me arrumando com mais calma, pois eu saía mais tarde do que ela. Eu ainda tinha o preconceito de achar que o velho não era mais capaz de nada. Não fazia a menor ideia do que já acontecia ali no apartamento do lado. Por isso, me excitava estimular o desejo dele pela Marita, e a excitação dela também por ser motivo de fantasia do velho.
Quando eu saí para o corredor, o velho estava saindo do seu apartamento, e ia pegar o elevador comigo. Dei um bom dia, e ele com um olhar mais malicioso, perguntou:
— Você parece feliz hoje. Foi boa a noite do casal? Aproveitaram bastante?
Eu, na minha ignorância do que já acontecia com o velho e minha esposa, resolvi, não apenas dizer que tinha sido ótima, mas dar uma pequenina mostra do que eu achava que seria para ele uma verdadeira alucinação. Peguei o telefone no bolso da calça e carreguei a foto que havia feito da Marita dormindo, e dei uma mostrada de alguns segundos, para ele, enquanto dizia:
— Que fique em segredo, entre nós, olha a visão que eu tive esta manhã.
O velho olhou a imagem, me olhou sorridente, piscou um olho, e disse:
— Você é mesmo um privilegiado. E cruel também. Imagine como me deixou agora, sabendo que mal tive como apreciar a cena. Muita crueldade com um idoso carente como eu.
Fiquei com uma certa pena, de fato, eu estava tripudiando um pouco o velho, e resolvi:
— Vou deixar o senhor olhar por mais tempo. Assim poderá apreciar. Mas é segredo.
Mostrei a imagem na tela, enquanto descíamos de elevador. Ao chegar em baixo, antes de nós sairmos do elevador, desliguei o telefone e ia me despedir, quando ele me perguntou:
— Você teria coragem de me deixar fazer uma massagem na sua esposa, só para despertar nela a serpente da kundalini? Acho que seria bom para os dois.
— Como? O que é isso? – Perguntei sem entender direito.
Ele explicou:
— A Kundalini é uma energia espiritual adormecida que reside na base da coluna vertebral. Ela é frequentemente descrita como uma serpente enrolada que representa a poderosa energia da força vital que está presente em todos os indivíduos, e essencialmente ligada à liberação sexual. Quando despertada, a Kundalini pode levar a uma experiência de iluminação espiritual e transformação pessoal. Os fundamentos são baseados na filosofia do yoga e da meditação, onde a prática pode ajudar a despertar essa energia adormecida, e permitir que ela flua livremente pelo corpo. O despertar da Kundalini pode ser uma experiência intensa e pode levar a mudanças significativas na vida de uma pessoa. Uma grande sensação de libertação, e de empoderamento. A timidez natural da sua esposa pode ser completamente eliminada.
— Onde você foi desencravar isso? – Questionei intrigado. Eu nunca tinha ouvido falar naquilo. O velho calmamente explicou:
Sou um especialista em massagem tântrica, estudei e pratiquei por muitos anos. Hoje estou aposentado, mas para vocês, eu faria com o maior prazer. Fale com ela, e deixe-a fazer essa massagem. Garanto que os dois vão me agradecer.
Eu estava com pressa de sair, e falei. Prometo que vou pensar. E falarei com ela se tem interesse.
Naquele dia, ao chegar no meu serviço, aproveitei um intervalo entre os trabalhos para pesquisar sobre massagem tântrica e sobre a Kundalini. Fiquei admirado com o que vi, havia muitas matérias, cursos, centros de terapia, artigos que explicavam sobre a massagem, e até vídeos que mostravam como acontecia. Ao ver as imagens das pessoas deitadas numa espécie de tatame, só cobertas por uma toalha nas partes íntimas, e sendo massageadas pelas mãos hábeis dos terapeutas, não consegui evitar uma onde de excitação, ao imaginar a Marita experimentando aquilo. Eu não sei por quais motivos eu me sentia muito excitado de imaginar o velho massageando a minha esposa, cheio de tesão, e, sem perceber, na minha soberba preconceituosa, imaginava que ele faria a massagem, realizaria sua fantasia de tocar nela, além de despertar na Marita uma serpente de energia que poderia ser muito estimulante de seu desejo sexual. Mas, eu é que seria o dono, o marido que se beneficiaria daquele despertar. Naquele momento o velho me parecia mais um aliado com que uma ameaça concorrente. Com essa visão, eu achei que poderia sugerir isso para a Marita.
Em função das pesquisas que eu fiz, e de alguns vídeos que eu assisti, acabei me atrasando um pouco mais para voltar para casa.
Quando cheguei em casa naquela noite, a Marita já havia tomado banho, estava linda, vestida com uma camisola bem curtinha, azul clarinho, e sem mais nada por baixo. Senti que ela estava cheia de más intenções, e gostei. Ela estava aprontando o jantar. Quando a vi naquele traje fui logo a abraçar por trás, passei a mão na bunda, e falei:
— Hoje você esqueceu a porta aberta de novo?
Ela se virou para brigar comigo, mas logo viu que eu estava sorrindo, divertido. Falei:
— Passei o dia todo imaginando você aqui em casa, assim, em trajes íntimos à minha espera.
Abracei e falei:
— Vou tomar um banho e já jantamos.
No abraço ela já pode sentir que eu tinha o pau duro sob a calça. Vendo que eu estava excitado, ela falou:
— Acha que eu deveria fazer isso? Esquecer a porta aberta de novo?
Eu dei um suspiro forte, estava já bem tarado, e exclamei:
— Imagine o risco! Numa dessa, pode matar o seu Lelio do coração! Ou depois, ele vai morrer de tanto bater punheta.
Diferentemente do habitual, a Marita não se zangou, sorriu e disse:
— Você também gosta de fantasiar a sua esposa sensual, deixando o velho tarado, né, seu safadinho? Vou passar a fazer isso.
Eu gostei do clima e a beijei, acariciei os seios que já estavam túrgidos, e murmurei:
— O que eu mais gosto é ver como você fica excitada com essas fantasias. No fundo você adora saber que é uma delícia, desejada por todos, e que deixa o velho maluco.
Naquele momento a Marita já estava me ajudando a retirar minha roupa, ali na cozinha mesmo. Ela apertou o meu pau duro sob a calça, e falou:
— O importante é que você também fica assim nesse pique incrível.
Não deu nem para esperar eu tomar banho. Começamos a nos despir na cozinha.
Ela me perguntou, já ofegante:
— Você deixa eu provocar o seu Lelio?
Eu respondi:
— Você está adorando isso né? Sua safada.
Ela não negou. Parecia muito mais solta e desinibida quando falou:
— Estou vendo que você fica cheio de desejo quando sabe que me excita essas coisas, e eu estou adorando você assim.
Naquele momento, eu achei que era uma boa oportunidade para assumir aquela nova sensação de excitamento diante daquelas fantasias, e resolvi dizer:
— Pois, pode continuar, prefiro muito mais a minha esposa sensual e provocante, do que a versão toda tímida e recatada.
Excitados como estávamos, fomos para o sofá da sala e novamente. E foi quando a Marita me disse:
— Eu tenho notado que o seu Lelio está a cada dia mais interessado, sempre me olha muito, sinto até desejo no olhar dele, e procura puxar conversas, quando cruza comigo.
Eu sabia que ele tinha interesse, mas não que ele falava com ela. Mas, excitado com a ideia de sugerir a massagem tântrica, em vez de reagir negativamente, eu incentivei:
— Qual é o problema? Qual o homem que olha para você e não a deseja? Ainda mais um velho que está sozinho faz tempo. Você virou a mulher mais desejada.
Marita me olhava admirada e perguntou:
— Jura que você não acha ruim?
Resolvi abrir o jogo:
— Não acho. Até estou gostando mais assim, você excitada de provocar o velho, e muito mais sensual e provocante. Me desperta um tesão louco.
Sem saber, eu acabava de assinar em baixo a minha declaração de cúmplice do que estava acontecendo. A Marita me beijando, muito excitada, disse com voz rouca:
— Se é assim, eu vou provocar mesmo, e deixar esse velho maluco, e você cada dia mais tarado. Também estou adorando essa sua nova atitude mais liberal.
No embalo do tesão, eu falei:
— Você já ouviu falar em massagem tântrica?
Marita me olhou admirada, e respondeu:
— Já li alguma coisa, numa reportagem. Mas, por que pergunta?
Eu estava muito excitado e pensando com a cabeça errada. Falei:
— Você sabia que o seu Lelio foi um massagista tântrico? Agora está aposentado. Mas ele disse que praticou muitos anos.
Marita estava mais curiosa ainda:
— Ah, e como você sabe disso?
Resolvi contar como foi:
— Eu desci com ele no elevador, pela manhã, e ele me contou. O velho não tem com quem conversar, e sempre puxa papo comigo.
— Vocês estão conversando muito. Que mais ele disse? – Ela questionou.
Resolvi falar sobre a massagem:
— Fui pesquisar sobre essa massagem, e vi que é um tipo de terapia que destrava a pessoa e ajuda a liberar o corpo e o espírito. Achei muito interessante.
Marita estava excitadíssima, me beijava o corpo, o pescoço, e com voz meio rouca perguntou:
— Você ficou interessado? Quer fazer a massagem com o velho?
Na hora, esclareci:
— Eu não, mas pensei em você, talvez seja bom.
Reparei que ela até parou de me beijar, e ficou me observando. Perguntou:
— Acha que eu preciso? Me acha travada?
— Não se trata disso. Mas sempre foi meio tímida. Introvertida. Talvez seja bom, além de poder aprender algo sobre isso. – Esclareci.
Jamais poderia imaginar que estava colocando gasolina no fogo. Marita me acariciava o pau que estava duro, e perguntou:
— Você vai deixar que aquele velho coloque as mãos no corpo da sua esposa?
Não sei por que, meu pau deu um solavanco quando ela disse aquilo, pois eu estava muito excitado, e falei:
— Pensa num velho que vai ficar realizado para o resto da vida. Mas, ele disse que é especialista nessa massagem, deve ser bom nisso.
Marita estava incrédula, e insistiu:
— Está me testando? Fala sério! Você vai mesmo me deixar fazer isso?
— Eu acho que será bom, para os três, o velho mata a sua fantasia, você aproveita para conhecer uma massagem diferente, e eu quero ver você ficar muito soltinha e cheia de tesão. – Disse, já meio ofegante com a Marita me masturbando.
Marita não suportou mais e acelerou a masturbação, dizendo:
— Você está brincando com fogo! E se eu gozar na massagem, e ficar muito tarada? O velho não vai querer me comer?
Nossa! Quando ela falou aquilo, eu estava sem raciocínio nenhum, tomado por um tesão louco. Gemendo, consegui dizer:
— Será que ele consegue? Você teria coragem de dar para o velho?
Marita me beijou, e com voz de muito tesão, perguntou:
— Você seria capaz de deixar, amor? Fica com tesão se eu der para o velho? Já imaginou? Ser corno do velho safado?
Nunca imaginei ouvir minha esposa me chamar de corno. Nesse momento eu já não conseguia mais resistir e vi que o meu orgasmo viria sem controle. Exclamei:
— Ah sua louca! Você está muito safada! Pensou em me fazer de corno, com um velho? Vai me matar de tesão assim!
Comecei a ejacular, e ouvindo a Marita falando baixinho:
— Safado é você! Já pensou? Ser corno do seu Lelio? Isso, goza, goza gostoso! Ficou com tesão de ser corno do velho? Fantasiou a sua esposa dando para ele?
Eu não parava de gemer, de ejacular, e ela me beijava no pescoço, falando bobagens no meu ouvido. Eu nunca tinha ouvido minha esposa falar daquele jeito. Meu tesão não diminuía, e ela aproveitou, montou a cavalo sobre o meu ventre, ali no sofá mesmo, e colocou meu pau que ainda estava duro, para dentro da boceta encharcada. Ela falou
— Você me deixa maluca, amor! Sua mente depravada! Seu tesão me faz virar uma safada! Agora eu quero mesmo experimentar essa massagem.
Conforme ela se rebolava no meu cacete eu fiquei novamente muito duro, e logo ela gemeu dizendo:
— Ah, amor… que loucura! Agora fico toda hora pensando nisso! Você me deixou com muito tesão! Quer me ver muito safada? Vai mesmo deixar eu fazer a massagem?
— Se você quiser, eu deixo. – Respondi já a ponto de outro orgasmo.
Ela se remexia muito gostoso com meu pau dentro dela, e gozando ofegante também, nos levou a um clímax delicioso. Fizemos um sexo intenso, extravasamos, com um orgasmo quase sincronizado de nós dois.
Depois, fomos tomar um banho juntos, trocando carícias. Fazia tempo que não estávamos tão animados e motivados. Marita disse:
— Estou adorando como você tem ficado excitado com essas loucuras.
Eu respondi:
— Desde que vi que você sente tesão em fantasiar provocando o velho, eu me excito demais com isso. Acho que você também gosta.
Ela apenas sorriu, e tomamos nosso banho. Mas, não falamos mais no assunto. Ao sairmos do banheiro, nosso jantar foi tranquilo, e muito harmonioso.
Como a Marita mesmo disse, no relato dela, bem depois, nós dois já havíamos descoberto que aquelas fantasias nos deixavam muito mais libidinosos, e sem ter que combinar nada, havia um pacto silencioso de cumplicidade.
Eu não tinha nenhuma ideia de que ela já havia cedido ao tesão, me traído, e dado para o velho, e estava louca para dar novamente. E com aquela minha ajuda cúmplice, ela acabava tendo o motivo certo para fazer o que desejava.
No dia seguinte, como sempre, a Marita saiu mais cedo. Quando eu saí, encontrei o seu Lelio fechando a porta do seu apartamento. Ele me cumprimentou, e fomos andando para esperar o elevador. Foi quando ele me perguntou:
— Então, ficaram interessados em conhecer a massagem tântrica?
Já que ele havia tocado no assunto, eu respondi:
— Eu falei com a Marita, perguntei se ela não queria experimentar, e ela ficou interessada.
— Que ótimo, será muito bom despertar a Kundalini dela, e vai ser bom para os dois. Você também vai adorar e se beneficiar. Podemos combinar. Terei muito prazer em ensinar vocês. Incrementa muito a relação do casal. – Ele disse com muita descontração, como se aquilo fosse uma coisa muito simples, como ensinar a fazer um bolo.
O elevador chegou e entramos. Eu respondi:
— Vou falar com a Marita. E combinamos.
— Se quiserem, hoje mesmo, eu já deixo tudo preparado, para quando chegarem. – Ele falou.
O velho estava com pressa, e eu, sem confessar, também estava. Na minha cabeça, imaginava a Marita saindo da massagem muito mais extrovertida e sexy. Cheia de desejo. Minha cabeça de baixo voltou a me influenciar:
— Vou mandar uma mensagem para a Marita. – Falei.
— Tome nota do meu telefone. Basta me mandarem um aviso. – Ele respondeu.
Naquele momento eu estava apressado, indo trabalhar, e anotei rapidamente o telefone dele. Eu não imaginava que o velho já havia falado com a Marita logo cedo, isso eu soube somente muito depois.
No trabalho, mandei uma mensagem para a Marita:
“Oi, querida. Encontrei o seu Lelio de manhã. Ele perguntou se queremos a massagem. Você aceita?”
Marita demorou um pouco para visualizar. Meia hora depois, respondeu:
“Desculpe, querido, estava em aula. Antes de saber se eu aceito, quero saber se você concorda.”
Eu fui honesto:
“Se não concordasse, nem perguntava. Só preciso saber se você quer.”
Ela devolveu:
“Querer eu quero. Tenho vontade. Mas, preciso que fique claro, que você está também querendo isso. Não quer?”
“Se for para deixar você ainda mais solta e destravada, livre de qualquer barreira psicológica, emocional ou física, eu quero.” – Teclei de volta.
Ela escreveu:
“Você me quer mais solta, destravada e sem barreiras. Mas, tem ideia do que acontece numa massagem tântrica? O velho vai tocar todo o meu corpo, inclusive nas partes íntimas. Eu posso ter orgasmos. Tem consciência disso?”
Ao ler aquilo, minha excitação se acendeu na mesma hora. Eu respondi:
“Sim, tenho, assisti uns vídeos. É um aprendizado. Acho que vamos ficar cheios de tesão com isso. Será inesquecível.”
“Tudo bem, amor. Então, estamos juntos nessa. Mas depois, você não pode reclamar de nada. Eu aceito. Pode dizer a ele.” – Ela confirmou.
Agradeci, mandei um beijo, e ainda disse que ia tentar voltar mais cedo. Depois, mandei uma mensagem para o seu Lélio, confirmando que aceitávamos a massagem para aquela noite. E informei que quando eu fosse do trabalho para casa, ia avisar para ele se preparar.
Naquele dia, trabalhei como uma máquina, para fazer tudo que tinha, antes de terminar o expediente. Com isso, saí com meia hora antes de terminar o expediente, para voltar para casa com mais rapidez. Naquele horário, o trânsito sempre era mais complicado e a volta poderia demorar mais. A Marita já deveria estar em casa naquele horário. Antes de chegar, eu me lembrei de avisar o seu Lelio, e perguntei se ele ia cobrar algum valor pela massagem. Ele respondeu:
“De forma alguma. Fazer uma massagem na sua linda esposa, poder acender sua Kundalini, já é um prêmio valioso. Mas, tenho um pedido. Como a massagem é feita sem roupa, eu adoraria que ela viesse apenas com aquela camisolinha do dia em que a vi no corredor.”
Eu sei que a reação natural seria eu ficar com ciúme, ou irritado com a petulância do velho. Mas, aconteceu o contrário. Ao longo dos dias, havia se estabelecido uma certa cumplicidade com ele. Como se ele soubesse, sem precisar que eu dissesse, que tudo aquilo nos excitava demais. Fiquei imaginando como ele devia ter ficado tarado com a visão da Marita só de camisolinha, e imaginei que a Marita também ia ficar excitada de ir à casa dele daquele jeito. Com isso, senti minha excitação crescendo na mesma hora.
Quando eu cheguei, a Marita estava tomando banho, e eu disse que também iria tomar. Ela falou que deixou nosso jantar pronto, para depois da massagem. Quando ela se virou para sair do chuveiro, para se enxugar, eu vi que havia se depilado completamente. Tinha a bocetinha toda vermelha, sem pelos, bem lisinha, e exclamei:
— Nossa! Raspou tudo! Que ousadia!
Marita apenas me deu uma olhada, piscou um olho, sem enxugando, e começou a passar creme hidratante na pele por todo o corpo. Eu entrei no chuveiro enquanto perguntava:
— Tudo isso é para provocar? Então, escuta esta: O Velho pediu para você ir só com a camisolinha que ele viu você no outro dia.
Ela voltou a me olhar, observando, parecia em dúvida do que dizer. Por fim, respondeu:
— Se é para fazer, vamos fazer bem-feito. Esse velho e você ficarão malucos!
Na mesma hora meu pau deu sinal de vida e se ergueu. Ela viu e deu um ligeiro sorriso. Comentou:
— Não sei quem está mais tarado com isso, você ou o velho.
Eu já estava de pau duro, não tinha como negar. Vi que os mamilos dela estavam durinhos e a pele arrepiada. Resolvi perguntar:
— Por acaso você também não está? Se depilou toda.
Ela fez que sim com a cabeça, e enquanto eu já tomava meu banho, ela falou:
— Ainda bem que você está totalmente cúmplice disso. Tenho medo de perder o controle.
Eu disse:
— Mas, é justamente para derrubar as barreiras!
— Jura que não terá ciúme ou ficará revoltado? – Ela questionou.
Hoje, eu sei que ela estava preparando o terreno, para o que pretendia fazer naquela noite, mas na hora, eu, ignorava, nem raciocinava direito, e respondi:
— Estamos juntos, somos cúmplices. Não fique com receio. Eu quero que aproveite a oportunidade ao máximo. Também vou me beneficiar disso.
Marita havia se hidratado com creme, seus seios estavam durinhos, e sua bocetinha avermelhada e estufadinha. Eu pensava que era por ter sido depilada. Nem imaginava que ela já tinha dado para o velho, e gozado na pica dele por duas horas, naquela tarde. Antes de sair do banheiro, ela falou:
— Li uma sexóloga dizendo que o que mais excita um homem é o fetiche do corno, ao pensar na sua mulher gozando com outro.
Em vez de contestar, excitado e querendo manter o clima, respondi:
— Isso é verdade. Mexe muito com a libido.
Ela nada comentou e foi para o quarto, e eu terminei meu banho. Depois, fui vestir um calção e uma camiseta regata, pois estava calor. Vi que a Marita estava na sala, me esperando, cabelo escovado, com uma maquiagem suave, perfumada, e vestida apenas com a camisolinha branca quase transparente e mais nada. Estava maravilhosa. Eu disse:
— Você está divina. Melhor chamar o SAMU para o caso do velho ter um ataque. Ela apenas sorriu.
Peguei o telefone e mandei uma mensagem para o velho:
“Estamos prontos.”
Ele respondeu de imediato:
— Venham, a porta está aberta.
Abri a porta do nosso apartamento e olhei para o corredor. Estava deserto, e vi a porta do vizinho, aberta. Peguei na mão da Marita e saímos, indo direto para o apartamento do seu Lelio. Ela estava descalça. Ao entrarmos na sala, vi o sofá de quatro lugares, de couro castanho, encostado na parede à nossa direita, e o outro sofá que deveria estar em frente, tinha sido afastado para perto da mesa de jantar, com as cadeiras. Isso abria um espaço central onde vi um colchão no chão, forrado com um tecido grosso.
Seu Lélio tinha deixado acesa, apenas uma luminária pequena, do lado do sofá, o que deixava o ambiente quase numa penumbra. No chão, ao lado do colchão, em cada canto, tinha uma vareta de incenso espetada num quadrado de madeira. Estavam acesas e dissipavam uma fumacinha com um aroma muito agradável. O seu Lélio, usando um roupão felpudo branco, de tecido de toalha nos esperava de pé ao lado do colchão. Ele nos cumprimentou fazendo uma vênia, como se fosse um japonês, e disse:
— Marido, tenha a bondade, pode se sentar no sofá. Obrigado ao casal por atender meu convite, e aceitar essa oportunidade de lhes proporcionar aprendizado. Marita, você foi muito gentil ao atender o meu pedido em vir com essa camisolinha. E o Garbo foi generoso em consentir. É uma imagem que jamais irei me esquecer.
Ele deu uma ligeira pausa, esperou que eu me sentasse no sofá e apontou o colchão, dizendo para a Marita:
— Pode agora, se despir e deitar-se de bruços no colchão. Começamos sempre a massagem pela parte de trás do corpo.
Marita hesitou um pouco me olhando, e eu fiz um sinal discreto com a cabeça, concordando. Ela despiu a camisolinha ficando inteiramente nua. Seu corpo brilhava com a pele macia realçada pelo creme hidratante. Seus peitos estavam hirtos e os mamilos bem empinados. Parecia muito excitada com a pele toda arrepiada. Meu pau também ficou muito duro sob a bermuda. Mas eu nem pensei em disfarçar.
O Seu Lélio tinha nas mãos um pequeno controle remoto que acionou com um toque, e passamos a ouvir um som que vinha de quatro pequenas caixas de som, colocadas no chão, perto do colchão. Nos primeiros acordes com fundo sonoro de ondas do mar, eu já identifiquei a música “I Am The Sea”, da banda “The Who”, do Álbum “Quadrophenia”, deComo sou um grande apreciador de Rock, achei incrível e surpreendente que aquele velho, por quem eu tinha até um certo desdém, por puro preconceito, como se ele estivesse solitário, perdido, fora da vida real, pudesse ter um gosto tão apurado por música. E justamente ter escolhido uma das bandas mais icônicas dos anos dourados do Rock e das minhas preferidas.
Vi a Marita se deitar nua, de bruços sobre o colchão. Sua silhueta de bumbum para cima, estava divina. Pelo vão de suas coxas dava para ver a sua bocetinha meio inchada. Aquela visão era de alucinar. O seu Lelio despiu o roupão, ficando apenas com uma sunguinha branca de microfibra, e jogou o roupão sobre o outro sofá ali perto. Pude reparar que o velho era seco, mas parecia ter a musculatura rija e em dia, como um Yogue. Dava para ver que ele tinha uma “mala” considerável na frente da sunguinha, o que me fez imaginar que tivesse bagos bem grandes e um pau pequeno e flácido de velho.
Ele se ajoelhou na beirada do colchão, pegou um pequeno borrifador que estava ali ao lado, e espirrou um óleo de massagem nas mãos. A seguir, esfregou as mãos uma na outra, e em seguida, começou a espalhar aquele óleo sobre as panturrilhas das pernas da Marita, indo do calcanhar até na dobra do joelho. Fez esse movimento suavemente umas quatro vezes.
Vi que a perna dela já brilhava com o óleo espalhado. Em seguida, ele molhou novamente as mãos, aqueceu esfregando-as, e pegou um dos pés da Marita, onde começou a massagear, suavemente. Fez em um pé, por um minuto, pressionando pontos na sola, e depois fez em outro. Ouvi a Marita soltar pequenos gemidos. A seguir, foi para as coxas, na parte posterior, e espalhou o óleo até no começo das nádegas. Nisso, começou a segunda música do álbum, “The Real Me” com a bateria forte e o baixo insinuante, abrindo a faixa. Conforme ele foi espalhando o óleo, seus dedos iam explorando a parte interna das coxas e a Marita, naturalmente foi separando mais as pernas.
Com aquele movimento, foi dando espaço para que a mão dele avançasse. Eu podia ver a mão do velho chegar perto da xoxota. Parecia que a música estimulava as sensações e emoções. Vi o velho passar óleo nas nádegas da Marita, massagear, ela deu uns suspiros, e depois ele foi subindo para as costas. Notei que a Marita virava o rosto para o meu lado e me olhava. Eu dei um sorriso, para tranquilizá-la, e ela sorriu e volta. Depois, colocou a ponta da língua para fora. E sorriu. Ela estava me provocando. Eu tive um arrepio no corpo. O tesão estava em alta.
Depois de ter umectado a parte traseira do corpo dela de óleo, o velho começou a massagem propriamente dita, fazendo um pouco de pressão com os dedos, nas pernas, nas panturrilhas, nas coxas, por fora e por dentro, e foi subindo, passou pela bunda, apertou bem, indo pelas costas, até aos ombros. Depois, voltou o trajeto inverso, fazendo pequenos movimentos circulares, estimulando a circulação e a musculatura. Na volta, se deteve por um tempo a mais nos pés, massageando pontos que ele pressionava, estimulando áreas importantes do corpo. Eu já tinha assistido alguns vídeos sobre aquele tipo de massagem, e já sabia como era. Pude ver que ele realmente conhecia do assunto. A música passou para a terceira faixa do álbum, “Quadrophenia”, mais forte, um rock mais intenso, e nesse ponto ele começou a massagem de toques sutis, a tântrica especificamente, apenas passando os dedos suavemente, com muita delicadeza, sobre o corpo dela, subindo pelas pernas em direção às coxas, entrava pelo meio das coxas, ia para as nádegas, percorria o rego da bunda, depois ia para a região lombar, e foi subindo pelas laterais do corpo, até nas omoplatas, para em seguida alcançar os ombros e os braços dela que estavam estirados ao longo do seu corpo. Essa parte demorou uns cinco minutos. Nessa altura a música tinha mudado o clima com solos de guitarra muito harmoniosos e melodiosos. A Marita já tinha a respiração bem ofegante. O velho estava de joelhos no colchão, meio curvado para a frente, então eu não sabia se ele estava excitado. Mas, eu estava, e muito.
O velho, depois de alisar todo o corpo dela por trás, deu umas tapinhas na bunda da Marita, e disse:
— Hora de vivar de frente. Vamos massagear o lado frontal agora.
Ele se afastou um pouco e a Marita se apoiou nas mãos e se virou no colchão. Ficou de frente. Ao se acomodar para se deitar, separou um pouco mais as coxas deixando visível a sua xoxota. Ali já dava para ver que estava intumescida, avermelhada e molhada.
Aquela visão quase me fez gozar. Imaginei como o velho estaria e prestei atenção no movimento dele.
Conforme ele se deslocou, de joelhos sobre o colchão, para ficar entre as pernas da Marita, reparei o grande volume do pinto que estava duro e ocupava toda a lateral da virilha quase escapando da sunguinha. Levei até um susto ao ver aquilo, e arregalei os olhos. Em seguida olhei para a Marita que me observava, atenta. Ela me viu de olhos arregalados, e novamente, deu uma piscada de olho. Tinha uma expressão de tesão.
Eu nunca poderia imaginar aquilo. Mas, o velho já estava aquecendo as mãos com o óleo de massagem e começou novamente pegando nos pés lindos da Marita. Ele segurava por trás, suspendia um pouco, apoiava o calcanhar dela na coxa dele e massageava o arco da sola, enquanto outra mão apoiava o peito do pé. Ouvi a Marita suspirar, enquanto ele apertava alguns pontos na planta do pé. Depois ele pressionava o pé por cima, forçando para que ela esticasse a ponta, e com isso, notei que os dedos dos pés dela tocavam de leve o pinto dele, duro sob a sunga. Minha onda de excitação veio forte, até alterando a minha respiração. Nesse ponto a música mudou, e começou a quarta faixa, “Cut my Her”, uma canção que começava suave mas logo o ritmo marcante da bateria e o ritmo acelerado, tornavam o ambiente mais animado. E a massagem relaxante foi sendo alternada, entre um pé e outro, depois subia pela perna, pela coxa, passava pela virilha, e ia ao ventre. A Marita suspirava e soltava gemidinhos. A seguir o velho descia novamente com os toques. Na nova subida, ele foi para os ombros, braços, lateral dos seios, e peitoral. Com pressão circular, ele foi estimulando a musculatura e pressionando pontos de tensão, e voltou ao ventre, à virilha, e descia para as coxas. Acho que durou também uns três minutos aquela parte. Quando ele estava acabando aquela sequência de movimentos, a música trocou novamente de tema. Começou “Te Punk And The Godfather”, com riffs de guitarra, baixo grave, e viradas de bateria, características daquela banda. Minha pele não tinha mais o que arrepiar vendo o velho tocar o corpo da Marita, e ela reagir excitada a cada toque. A massagem estava sendo incrível.
Foi quando ele aproveitou para mudar a técnica de massagem e passar a usar apenas as pontas dos dedos. Suavemente, percorria lentamente centímetro a centímetro da pele arrepiada da Marita que já respirava muito ofegante, enquanto a canção tomava ares mais melodiosos mas com tom épico. Vi as mãos do velho, acariciarem os seios, contornar os mamilos que estavam durinhos e empinados. Marita gemeu de prazer. Depois, as mãos do velho desceram para o ventre, e alisavam a virilha, de forma sutil, fazendo a Marita soltar suspiros mais fortes. Sua musculatura do abdômen se contraía. O velho desceu novamente pelas coxas, das duas pernas, uma mão em cada perna, por fora e por dentro, suavemente, delicadamente, só com a ponta dos dedos tocando a pele.
Eu vi quando a Marita, sem que ele pedisse, colocou um pé sobre o pênis duro do velho, e pressionava com sua solinha macia. Fiquei admirado com a ousadia dela, mas em vez de reagir contrário, senti um tesão louco. Ela estava querendo provocar o velho, e me provocava também. A minha esposa estava tão excitada, que já tomava a iniciativa. Nesse momento, o velho disse:
— Fique à vontade, minha delícia, não se prenda. O tantra provoca mesmo essa libertação.
Marita suspirava, e continuava com o pezinho sobre o cacete duro do velho. Ele já acariciava as coxas dela por dentro, subindo os dedos até encostar na beiradinha da xoxota. Cada encostada era um suspiro dela. Eu assistia aquilo muito excitado, meu pau dava solavancos. A Marita deu uma olhada para o meu lado, e notei sua expressão de volúpia. Com os pés, ela libertou o pau duro do velho de dentro da sunguinha, e pude ver aquela jeba colossal, branca, da cabeça grande e vermelha, entre as solas dos pés da minha esposa. Era um pau imenso.
O normal seria eu ficar irritado, contrariado, e tentar reclamar. Mas, naquele momento, eu estava tomado por um tesão alucinado, vendo que o velho estava mesmo liberando as travas da Marita, levando-a a tomar atitudes arrojadas.
A sexta música do álbum “Quadrophenia”, “I´m One”, começou cantada, com um violão acústico ao fundo, melodiosa e encantadora, até que uma virada da bateria mudou o clima e deu dinâmica. Vi as mãos do velho acariciando os seios da Marita, suavemente, fazendo-a suspirar. Depois foram descendo para o umbigo, contornaram, foram deslisando para a cintura, voltaram para a virilha, e adentraram entre as coxas, contornando a bocetinha que já estava toda meladinha.
Marita abria bem as pernas, facilitando o acesso das mãos do velho. A cena me deixava tarado. Eu estava louco para retirar o pau para fora da bermuda e me masturbar. Mas ainda me segurava. A música foi curta, durou pouco mais de dois minutos. Nesse tempo a Marita já masturbava o pau do velho com os dois pés, num “footjob” que eu nunca havia recebido algo semelhante. Mas ver aquilo me deixava mais tarado ainda, sabendo que a massagem fazia seu efeito, e ela estava completamente solta, sem freios.
A troca da música, na sétima faixa, “The Dirty Jobs”, começou com acordes de teclado e toques de trompas ao longe, e era melodiosa e grandiosa também, criava um clima de entrega total. Conforme os dedos do velho passaram a acariciar a parte externa da xoxotinha da minha esposa, ela gemia mais alto, e exclamou:
— Ah... que delícia! Estou cheia de tesão!
O velho sorriu e falou:
— Isso, se solte! E saiba que o seu marido, está com tanto tesão quanto você. Isso que é fantástico!
Marita me olhou com os olhos meio perdidos, num estado de quase êxtase, e perguntou:
— Está, amor? Está cheio de tesão?
Eu tentei falar, mas minha garganta estava meio travada, tamanha a emoção que eu sentia. Consegui com muito custo, engolir em seco e gemer:
— Estou quase gozando!
O velho falou:
— Eu sempre disse, o que geralmente, mais excita o marido, é ver o prazer da esposa nas mãos de um outro homem. Mesmo que nunca tenha sequer admitido, ao ver isso, ele percebe que ela está se assumindo um ser sexual, ativo, sem vergonha, se abrindo para todos os prazeres possíveis. E por isso, ele fica mais tarado do que tudo.
Eu não sabia que ele já tinha falado isso com a minha mulher, antes. Ela se virou, suspirando e perguntou:
— É isso amor? Fica tarado de ver? Está gostando?
Só consegui gemer um “Hum-Hum” com a respiração entrecortada.
Vi quando o velho introduziu um dedo dentro da bocetinha da Marita, e ela gemeu:
— Isso, faz isso! Enfia!
Naquele momento culminou com os últimos trinta segundos da música, como se fosse um clímax que se prolongava com acordes marcados dos teclados. A cada acorde a mão do velho se movia com dois dedos em curva dentro da boceta, e a Marita teve o primeiro orgasmo, gemendo muito, e toda trêmula se debatia com a cabeça agitada virando de cada lado, e eu quase que também acabei gozando. Ouvi o velho dizer:
— Isso, goza, minha linda, deliciosa! Vai gozar muito mais ainda. O seu marido, adorando ver isso, está quase gozando também.
Marita deu um suspiro e virou para me olhar. Ela continuava com o pau do velho entre as solas dos pés. Já não parecia tímida, e gemia de prazer:
— Vai, mexe, seu velho safado, tesudo, sabe como fazer… estou louca de tesão!
Eu jamais tinha sequer sonhado com minha esposa, professora, toda educada, falando daquele jeito. Mas, o choque em vez de me ofender, me provocou ainda mais.
Ela falou:
— Meu marido quer ver tudo, está tarado de me ver gozando com você!
O velho falou em tom baixo, sem ofensa, apenas como se explicasse:
— É o tesão do corno. Quase todo homem acaba sendo envolvido.
Ele mexia na bocetinha da Marita com uma habilidade de quem sabia muito o que estava fazendo. Conforme ele mexia na boceta, enfiando os dedos, os dedões das mãos pressionando o clitóris, minha esposa rebolava, suspirando. A música crescia.
Tocava “Helpless Dancer”, com uma abertura harmônica e calma, que realçava os suspiros da Marita. Por dois minutos ele provocou seguidos pequenos êxtases de prazer, fazendo com que a minha esposa ficasse desesperada. Depois, se abaixou sobre a virilha dela e colocou a boca na bocetinha, lambendo. A Marita gemeu em voz alta. Ele continuou chupando a xoxota, e quando a música chegou quase ao final, com uma mudança brusca de ritmo e de levada, quase uma pausa, ouvi a minha mulher pedindo:
— Mete! Me fode! Eu quero ser fodida! Mete esse pau grosso, por favor, eu preciso!
Então, começou o canto, da música “Is it in My Head?” com uma canção grandiosa onde o clima inspirava a entrega, o prazer, o desejo e a volúpia!
O velho perguntou:
— Pergunta se o seu corno quer isso!
Eu estava sem controle, e naquele momento, por incrível que pareça, estava louco para ver minha esposa dar para ele. Ver aquela pica enorme invadir a boceta da Marita. Ela pediu:
— Posso amor? Você quer me ver dando para ele?
Eu estava totalmente entregue ao tesão, talvez até mais tarado do que a própria Marita, pois apenas assistia, e disse:
— Pode! Eu quero…
Vi a Marita recuar as pernas dobradas para cima, e separando as coxas, se abrir toda, oferecendo a boceta para o velho. A voz dela soava rouca de desejo:
— Vem, Lelio, me fode agora! Meu corno quer! Ele quer ver! – Ela gemeu.
Meu corpo se arrepiou inteiro. Ia ver aquele velho meter na minha mulher. Eu estava confuso, ela me chamava de corno, o velho também me chamou assim, e eu sabia que estava sendo um corno assumido, totalmente cúmplice e louco de tanto tesão. Meu pau melava minha bermuda por dentro, já vazando uma baba do pré-gozo. O velho passava a cabeça da pica enorme na entrada da bocetinha, parecia desproporcional o tamanho da rola e a bocetinha dela. A Marita gemia:
— Mete… Enfia! Me fode…
O velho falou:
— Aqui, hoje, a sessão é para todos. Quero ouvir os dois pedindo.
Ele me olhou e a Marita gemeu
— Pede, meu amor! Quer ser meu corno, não quer? Pede para ele me foder com esse pau grande!
Quando ouvi minha voz, parecia que nem era eu falando. Mas eu me ouvi dizendo:
— Pode meter, fode essa safada! Ela quer dar, eu já pressentia isso, e agora eu quero ver.
O velho firmou a caceta e encaixou aquela cabeçorra vermelha na entrada da boceta, esperou um pouco e eu vi a Marita dando uma rebolada, com os pezinhos erguidos e louca para ser fodida. A imagem era de alucinar. Não podia haver cena mais tesuda. Era como um filme pornô, mas ao vivo, na minha frente e com a minha mulher.
Aos poucos ele foi enterrando a pica, e eu vi, admirado, que mesmo sendo mais de duas vezes maior do que o meu pau, ela ia recebendo a rola que a penetrava gemendo satisfeita.
Vi o velho começar a meter, “Floc...” “Floc...” “Floc...”... e enterrar a rola inteira na bocetinha pequenina da minha esposa.
Na minha cabeça uma voz dizia:
“Esse velho picudo está fodendo a sua esposa na sua frente! E você, já é corno, e está maluco de tesão com isso! Agora não tem mais volta!”
Eu estava sem ar, louco para me masturbar. Só me segurava, para tentar manter uma certa aparência. E fiquei vendo o velho meter na Marita naquele papai- mamãe por uns três minutos. A música mudou e veio outra faixa. “I´ve Had Enough” que começa com uma bateria muito intensa, e com o ritmo mais acelerado, e o velho passou a meter com mais ritmo também. Marita agarrava nas costas do velho, fincava as unhas, cruzava as pernas sobre seus rins, e gemia:
— Fode, fode gostoso, isso, mete forte… Ahhh que pau grande, delicioso!
Aquilo era alucinante. Depois de socar por algum tempo, talvez um minuto e meio, escutei uma virada da bateria e a música deu uma mudança brusca de clima, ficando calma e mais suave. O velho recuou a pica, retirou e disse:
— Vira, minha putinha! Agora eu vou meter por trás!
A Marita obedeceu sem hesitar, ficou de quatro sobre o colchão, totalmente submissa a ele, e empinou a bunda.
O velho encostou a pica na boceta dela por trás, e a minha esposa recuava a bunda para ser penetrada na boceta.
O velho deu uma olhada para o meu lado, sorriu e falou:
— Olha só, corno, o tantra fazendo efeito. Não era isso que você queria? A putinha já está solta e louca de vontade de gozar muito na pica do velho. E você adorando tudo isso.
Na hora eu estava tomado por uma volúpia avassaladora, e completamente tarado de ver a Marita dando como uma vadia. Eu consegui exclamar:
— Estou ficando louco de tesão só de ver isso.
O velho, sendo validado, explicava, enquanto socava a rola na Marita:
— É o tesão do corno. Agora que você sabe, Garbo, e sentiu como deixa você tarado, ver sua putinha safada dando para mim. Pode assumir sem receio. Você imaginava que eu ia conseguir isso? Sonhava que seria possível?
Naquele momento, caiu a minha ficha de que eu estive com preconceito contra o velho o tempo todo. Subestimei completamente sua capacidade e habilidade.
Além de tudo, ele era potente, com um pau enorme, e fodia por muito tempo, fazendo minha esposa delirar de prazer, como eu nunca tinha conseguido.
A música correu solta por uns cinco minutos, enquanto ele fodia, e eu vi a Marita gozar mais umas duas vezes sendo fodida pelo velho.
Ele mandava bem demais. Socava e dava tapas na bunda dela, que deixava marcas dos dedos na pele clara de suas nádegas.
Enquanto isso, eu ouvia a banda The Who fazer trilha sonora daquela sessão de sexo intenso. Tocaram a música “5:15” que começava com teclados e violão, bem calma mas depois ganhava impulso, pulsação típica do som daquela banda, e durava mais ou menos uns cinco minutos. Durante esse tempo, o Lelio fodeu como quis, e a Marita, tinha perdido a timidez e a vergonha, e exclamava:
— Ah.. que gostoso! Olha só, amor, ele fode por muito tempo, assim que eu gosto.
O velho dava tapas. Chamava de putinha. Ela falava:
— Estou alucinada de prazer nesta rola grossa. Ele mete esse pau grande até na entrada do meu útero. Nunca senti tanto prazer. Você está com tesão de ver isso, querido?
— Estou alucinado! – Consegui exclamar.
Então, veio a mudança da música, e começou “Sea And Sand” que voltava a começar com o ruído do mar. A bateria entrou quebrando tudo junto com o canto, e o velho me chamou:
— Vem, corninho, dá o pau para ela chupar. Quando ela gozar você vai sentir nas sugadas das mamadas.
Não tive nenhuma dúvida. Na hora, retirei a minha bermuda e fui ficar de joelhos no colchão, na frente da Marita. Na mesma hora ela disse:
— Me dá seu piruzinho, amor, que eu faço você gozar gostoso enquanto eu fodo e gozo com o seu Lelio.
Na hora em que ela começou a me chupar, eu senti que poderia gozar logo. Estava até com os bagos doendo de ficar muito tempo tesudo. Exclamei:
— Vai com calma, amor, senão, eu gozo logo!
Ela tirou a boca do meu pau e ficou segurando, enquanto o velho voltava a socar a rola na bocetinha dela. Marita vindo para frente com as socadas do velho, me perguntou, ofegante:
— Está… gostando… de ser… corno… amor? Você… queria ver... a sua… esposa… assim? Gozando… na pica do velho?
Na hora eu estava tentando não gozar, tamanho o tesão que sentia. Só consegui dizer:
— Nossa! Que delícia! Você ficou muito safada! Está gozando muito?
Marita me punhetava no ritmo da música, e eu sentia meu corpo inteiro fervendo como se tivesse febre. Nisso, a Marita soltou um gemido mais alto, com a boca fechada, e os dentes trincados. Depois exclamou:
— Ahhh. Essa velho safado, quer meter no meu cuzinho!
— Que isso! – Exclamei.
O velho cutucava o rabo dela, segurando nas ancas da minha esposa, e falou:
— Hoje o serviço é completo. Essa putinha vai aprender todas as lições. Aposto que ela quer.
Antes que eu pudesse dizer algo e Marita falou:
— Vai, mete… eu quero… Mas vai com calma.
Eu não sabia que ela já havia dado o cu para o velho, por isso, na hora, fiquei meio apreensivo, e isso cortou um pouco o meu embalo. A música “Drawned” começou numa levada mais rápida, com a bateria forçando os beats, com viradas fortes e intervenções de teclados. Eu não acreditei que ela ia aquentar, e ia falar isso, quando a Marita exclamou:
— Isso! Ahhh... entrou… nossa, que pau grosso! Ahhhh... que tesão é esse!
Vi o velho dar uma palmada da bunda dela, e dizer:
— Olha só corno, sua putinha está dando o cuzinho e gostando, está rebolando na piroca.
Eu ouvia a Marita gemendo de prazer, ela rebolava, a música do The Who cada vez mais intensa e a voz do Roger Daltrey gritava: “Let me Free... Let me Free...”
No desespero do prazer, a Marita meteu a boca novamente no meu cacete e começou a chupar. Ela sugava com força por uns segundos, retirava o pau da boca, e pedia:
— Goza corninho! Goza comigo amor! Estou pra gozar com o Lelio metendo fundo no meu cu.
Aquilo foi num crescendo, intenso, e eu já não conseguia controlar nada. Vi que a Marita sugava meu pau e tremia, urrando de prazer. Ela gozava e sugava forte, o que me levou a ter uma gozada homérica! Comecei a jorrar porra em sua boca, e ela engolia e continuava sugando, enquanto o velho ainda socava a rola no rabo dela.
Até que o velho também passou a urrar como um urso agarrado na bunda da Marita e gozou dentro do cuzinho. Minha esposa gemia e babava de prazer. Por um tempo, eu perdi a noção de tempo e de espaço. Cheguei a perder a noção da música.
Quando fui recobrando a consciência, eu estava deitado sobre o colchão, a Marita estava deitada sobre o meu peito, e o velho sentado ao lado, tentando recuperar o fôlego.
Ficamos ali, calados, esperando a respiração se normalizar. O velho tinha desligado a música, e perguntou:
— Então? Gostaram da primeira sessão de tântrica?
Ouvi a Marita falar, ainda com a voz rouca:
— Nossa! Maravilhoso! Foi incrível, não foi, amor?
Naquele momento, me bateu um pouco da consciência do que havíamos feito, e como eu havia deixado tudo acontecer.
Exclamei:
— Eu não acredito que fizemos isso. Que loucura!
Fiquei um pouco envergonhado. E principalmente, estava profundamente abalado por ter subestimado aquele homem experiente, que me provou do jeito mais prático e envolvente, que eu o tinha desconsiderado, e sido preconceituoso com ele. E ele sabia, pois falou:
— Aposto que você não fazia a menor ideia até onde eu poderia chegar.
Concordei de cabeça, sem coragem para dizer. Olhei para a Marita e perguntei:
— Você gostou mesmo? De tudo?
Ela fez que sim, sorriu, e disse:
— Vou ficar um pouco ardida por uns dois dias, mas o prazer que tive foi indescritível. Adorei tudo, principalmente por ter você comigo, cúmplice de tudo.
Para não ficar sem falar nada, comentei:
— Fui surpreendido, e confesso que não esperava ir tão longe.
O velho se levantou, com aquele pau enorme, mole, e deu a mão para a Marita se erguer. A seguir me estendeu a mão também, para que eu ficasse de pé. Meu pinto mole perto do dele, também mole, era menos da metade.
O velho falou:
— Na próxima sessão, vocês já estarão mais habituados, e soltos.
Eu não acreditei e perguntei:
— Na próxima?
A Marita disse:
— Sim, amor, vamos repetir? Eu quero…
Fiquei calado olhando para ela e o velho falou:
— No começo, a sensação de ser corno, depois que passa o tesão, deixa um pouco deprimido. Mas você logo se acostuma e percebe que o prazer vai compensar em muito.
O velho estendeu a camisolinha para a Marita se vestir. Peguei a minha bermuda e vesti também. Vi que escorria porra descendo pela coxa dela. Meio sem jeito, me despedi do velho, a Marita deu um beijo no rosto dele e disse:
— Adorei. Nunca senti tanto prazer. Eu quero aprender mais e vou trazer o Garbo de novo.
Voltamos para nosso apartamento, para tomar banho e dormir. Eu não toquei no assunto, e ela respeitou o meu estado de insegurança.
Somente depois de alguns dias, repetimos a lição, mas eu vou deixar para contar em outra história.
Conto de Leon Medrado para o desafio-17-perdendo-o-preconceito.
e-mail: leonmedrado@gmail.com
NÃO ESTÁ AUTORIZADA A SUA CÓPIA PARA PUBLICAÇÃO EM OUTROS SITES. É EXCLUSIVO DA CASA DOS CONTOS ERÓTICOS.
