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Suíte do Pecado e o Quarto Proibido

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Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Lésbicas
Contém 977 palavras
Data: 20/07/2026 00:08:02

Na manhã seguinte, a luz suave do sol filtrava pelas cortinas semiabertas da suíte. Aline acordou com o corpo ainda sensível, marcas leves de dedos nas coxas e um latejar gostoso entre as pernas. Vestiu apenas um shortinho branco de algodão fino e uma blusinha regata solta, sem sutiã, e saiu para caminhar, tentando organizar os pensamentos.

Ao passar pelo corredor silencioso, ouviu um ruído baixo e familiar — um aspirar seco. A porta da suíte de Simone estava entreaberta. Movida por curiosidade, Aline empurrou devagar.

Simone estava sentada na beira da cama, vestindo apenas uma camisa social branca aberta. Seus seios estavam completamente expostos, mamilos endurecidos. Sobre o mármore frio da cômoda, uma pequena quantidade de cocaína branca formava uma linha quase terminada. Com um tubinho metálico, Simone aspirava o resto.

— Simone…? — sussurrou Aline, voz trêmula.

Simone abriu os olhos devagar. Um sorriso lento e predatório curvou seus lábios.

— Entra, Aline. E fecha a porta.

A jovem obedeceu, pernas moles. Simone se levantou, camisa aberta balançando, e se aproximou até quase encostar.

— Quer experimentar? — ofereceu, estendendo o tubinho. — Depois de ontem, sei que você ainda está com fome.

Aline balançou a cabeça rapidamente.

— Não… eu nunca usei isso. É perigoso, Simone. Eu não sou assim.

Simone aproximou-se ainda mais, voz baixa e dominante:

— Você também disse que nunca faria o que fizemos ontem… e gozou várias vezes. Só uma carreirinha. Vai te deixar sensível pra caralho.

Depois de longos segundos de hesitação, Aline respirou fundo e murmurou:

— …só uma. Só pra sentir.

Simone sorriu vitoriosa. Segurou os cabelos longos de Aline com firmeza e a guiou até a cômoda. Aline se inclinou e aspirou a carreira inteira. O efeito veio rápido — coração disparado, pele extremamente sensível, boceta latejando com urgência.

Simone não esperou. Virou Aline de frente e a beijou com brutalidade, mãos subindo pela blusinha e apertando os seios pequenos. Beliscou os mamilos com força, fazendo Aline gemer dentro de sua boca. Desceu a mão para dentro do shortinho, dedos encontrando a boceta completamente encharcada, e enfiou dois de uma vez, fodendo devagar enquanto beijava seu pescoço.

Aline se contorcia, quadril mexendo contra a mão dela. Simone tirou o shortinho com um puxão e a jogou na cama. Abriu suas pernas longas ao máximo e mergulhou entre elas.

O oral foi lento, molhado e devastador. Simone começou passando a língua larga e quente por toda a extensão da boceta inchada, saboreando o gosto doce e abundante que escorria. Sugava os lábios vaginais com calma, puxando-os gentilmente entre os dentes, depois soltava e voltava a lamber. Concentrou-se no clitóris, circulando-o com a ponta da língua em movimentos rápidos e precisos, alternando com sucção forte que fazia Aline arquear as costas e soltar gemidos roucos. Enfiou a língua o mais fundo possível, fodendo Aline com ela enquanto o nariz pressionava o clitóris ritmadamente. Depois, substituiu a língua por três dedos, curvando-os para acertar o ponto certo, enquanto chupava o clitóris sem parar, criando um ritmo implacável.

Aline tremia inteira, coxas apertando a cabeça de Simone, mãos cravadas nos lençóis. Os gemidos foram ficando mais altos e desesperados até que ela explodiu em um orgasmo intenso, corpo convulsionando, gozando na boca de Simone, que continuou lambendo devagar, prolongando cada onda de prazer até Aline ficar trêmula e hipersensível.

Simone subiu, deitou-se de pernas abertas e puxou Aline pela cabeça.

— Agora é sua vez. Me come direito.

Aline, ainda ofegante, enterrou o rosto entre as coxas de Simone. Lambeu com dedicação crescente, passando a língua devagar por toda a boceta melada, explorando cada dobra. Chupava o clitóris com mais confiança, enfiando dois dedos e movendo-os em círculos enquanto a língua trabalhava. Simone gemia, quadril rebolando contra o rosto dela, uma mão segurando os cabelos de Aline para guiar o ritmo.

Sem dar tempo para Aline recuperar o fôlego, Simone se levantou, pegou o strap-on grosso e realista que estava sobre a mesinha, ajustou-o na cintura com movimentos precisos e lubrificou generosamente. Virou Aline de quatro com autoridade, segurou firme seus quadris estreitos e posicionou a ponta grossa na entrada encharcada. Empurrou devagar no início, centímetro por centímetro, sentindo as paredes apertadas de Aline se abrindo ao redor do brinquedo. Quando estava completamente enterrado, começou a meter com estocadas firmes e profundas, uma mão puxando os cabelos longos de Aline para trás, arqueando seu corpo, enquanto a outra dava tapas ritmados na bunda miúda e empinada.

— Isso… toma tudo — rosnava Simone, acelerando o ritmo, o som molhado de pele contra pele ecoando no quarto. A cada estocada forte, o strap-on batia fundo, roçando o ponto certo dentro de Aline, que gemia sem controle, empinando ainda mais o quadril para receber tudo.

Simone alternava o ritmo: metia forte e rápido por alguns segundos, depois desacelerava, girando o quadril para que Aline sentisse cada veia do brinquedo. A jovem analista gozou mais uma vez, pernas tremendo, boceta apertando o strap-on com força enquanto gritava o nome de Simone.

Foi nesse exato momento que a porta se abriu silenciosamente.

Luciana estava parada na entrada, vestindo um robe curto que mal cobria suas coxas. Seus olhos castanhos brilharam de surpresa e excitação ao ver as duas nuas e meladas. Seu olhar desceu até a cômoda e encontrou o resto da cocaína ao lado do tubinho.

— Ora, ora… — disse ela, fechando a porta atrás de si com um clique. Um sorriso largo e safado surgiu em seus lábios carnudos. — Vejo que você encontrou mais uma pro nosso grupo, Simone.

Simone riu baixinho, ainda com o strap-on enterrado em Aline.

— Quer se juntar? — perguntou, voz rouca de tesão. — Tem o suficiente pra três.

Luciana lambeu os lábios, já tirando o robe e revelando o corpo escultural, seios de silicone altos e firmes, quadril largo e boceta depilada brilhando de excitação.

— Claro que quero. Mas primeiro termina de fazer ela gozar de novo. Quero assistir bem de perto.

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