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O Demônio e a Megera – Episódio 23 (dias de escrava, corna e submissa)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3692 palavras
Data: 02/07/2026 19:18:02
Última revisão: 02/07/2026 20:40:55

Depois que André anunciou seu namoro com Cínthia, minha senhora cochichou em meu ouvido.

- Quem diria, amiga, que um dia sua ex escrava fosse tomar seu namorado e ainda fazer você de escrava?

Prendi o ar, minha buceta respondeu na hora, o corpo todo se arrepiou.

- Agora você é minha corna, não é? – perguntou alisando minha coxa discretamente.

Cheguei a cerrar os olhos e morder os lábios com aquela provocação.

- Disfarça e fala no meu ouvidinho o que você é minha – continuou.

- Sua corna – respondi com a voz tremida de tesão, a calcinha molhando, o coração quase saindo pela boca.

Tive que controlar minhas reações para não dar bandeira, mas estava difícil. Esfreguei as coxas, aflita de tanto tesão.

- Sabe por que você não diz sua palavra de segurança, corna? – sussurrou – Porque é isso que você sempre quis. Vai rastejar aos meus pés para sempre e vai ser minha escrava submissa quando eu me casar com seu ex namorado, não vai? – provocou, deslizando o dedo pela minha coxa, me deixando toda arrepiada e prestes a gozar na frente de todo mundo.

Aquela tortura estava me enlouquecendo. Minha boca chegou a deixar escapar um gemido baixinho.

Cínthia disfarçou e voltou a conversar com André como se nada estivesse acontecendo entre minhas pernas. E, muito provavelmente, entre as suas ao perceber o efeito que conseguia provocar em mim.

Tentei controlar minha respiração pesada. Estava tão ofegante, que meus peitos chegavam a balançar. Tive receio de que alguém percebesse minha situação, mas até isso me deixava mais excitada, ao ponto de cogitar ir ao banheiro e me masturbar para aliviar aquela tensão. André percebeu o que acontecia, mas se fingiu de cego.

Durante o período da escravidão de Cínthia, meu namorado, agora dela, deixava comigo a incumbência de fazer o serviço sujo. Apenas participava seguindo minhas instruções e iniciativas. Era de se esperar que meu calvário seria dirigido por minha algoz, que se mostrava, até ali, perfeita na arte de me demolir psicologicamente e me levar ao êxtase da humilhação.

A arte com que Cínthia conduzia tudo aquilo me fazia perceber a mim mesma como um desastre como dominadora. Ela parecia ter método, sutileza e uma certa delicadeza ao me conduzir, mas seu olhar e seu tom de voz sereno me transmitiam, ao mesmo tempo, uma certa crueldade, o que me amedrontava e me excitava ao mesmo tempo.

- Querida, nos sirva uma cerveja e esvazie qualquer coisa que haja sua no armário do meu namorado. Embale o que é seu, porque amanhã você levará embora, e acomode as minhas coisas no armário do André – ordenou quando chegamos à casa deles.

Meu olhar cruzou com o do Demônio, que era um misto de passividade com interrogação. Parecia querer me lembrar de que tudo aquilo era minha escolha e que eu poderia parar a qualquer momento. Minha reação foi baixar os olhos e responder “sim senhora”, me excitando com minhas próprias palavras.

Fiz o que minha senhora ordenou. Servi a cerveja na varanda e tirei as poucas coisas minhas que havia no armário, colocando as de Cínthia no lugar. Aquilo não me excitou em nada. Ao contrário, me fez ficar com um peso no peito, não mais poderoso que o fato de me reconhecer naquilo que estava fazendo.

Acomodei minhas coisas na bolsa e em uma sacola. Retornei à sala e, sem que me fosse ordenado, me pus de joelhos diante da minha rainha.

- Fiz como a senhora ordenou, minha rainha.

Ambos pareceram surpresos com minha atitude. Cínthia me segurou pelo queixo, olhou em meus olhos com carinho e me deu um beijo nos lábios.

- Você é uma escrava muito obediente. Aprendeu rápido a reconhecer seu lugar. Uma cadelinha linda e tão dócil, não é amor? – dirigiu-se a André, que permaneceu impassível – Late para mim bem meiguinha e balance o rabinho.

Meu rosto queimou de vergonha de passar por aquela humilhação na frente do Demônio, mas não hesitei em obedecer, evitando seu olhar.

- Au, au, au – lati, balançando o rabinho para Cínthia.

- De novo!

- Au, au,au.

- Mais uma vez, cadelinha.

- Au, au, au – repeti, morrendo de vergonha e tesão, com a buceta latejando horrores, de quatro para minha dona.

- Muito bom, cadelinha obediente. Pegue minha sandália e traga para colocar nos meus pés.

Assim fiz. Cada humilhação daquelas me deixava com mais raiva e mais excitada. Algo dentro de mim implorava para que eu dissesse minha palavra de segurança e chutasse o traseiro de Cínthia para fora daquela casa, mas a expectativa pelo que viria e meu corpo à beira de um orgasmo suplicavam por mais.

Fiz o que me mandou e voltei com seu chinelinho. Ajoelhei-me aos seus pés na porta da varanda. Sentada em uma cadeira, com meu namorado ao lado, Cínthia me estendeu o pé para que descalçasse sua sandália. Assim o fiz, saboreando minha nova condição e grata por servir minha amiga daquela forma humilhante. Sim, grata e saboreando. As sensações se alternavam e se fundiam. Num impulso, após tirar sua sandália, levei a boca ao seu pezinho lindo e o beijei, sentindo um prazer estranho com aquilo.

- O que você está fazendo, cadela? Eu mandei você beijar meus pés?

- Não, senhora?

- Você acha que é digna de beijar os pés da sua rainha?

- Não, senhora.

- Por que fez, então?

- Perdão, minha rainha, eu não farei mais sem sua permissão.

- Eu perguntei por que você beijou meus pés, sua insolente – falou em um tom mais severo.

- Eu... eu não sei, rainha, não, não resisti.

- Quer dizer, então, que eu tomo seu namorado, faço você de minha escrava e você ainda tem vontade de beijar meus pés, sua vadia?

- Sim, senhora.

- Olhe para mim.

Meu rosto ardeu com o tabefe que ganhei.

- Isso é para você aprender a fazer só o que eu mando. Coloque-se em seu lugar e apenas obedeça.

- Escrava, termine de colocar os chinelos nos pés de sua senhora, guarde a sandália dela em nosso armário e vá pegar mais uma cerveja – a voz de André saiu autoritária, me fazendo até tremer.

Fiz tudo que meu dono mandou com a calcinha enxarcada. Eu sempre achei você uma pessoa muito estranha, Ana Clara. O tapa de Cínthia e a ardência no rosto alimentavam mais minha excitação. Servi mais cerveja ao casal e já ia me por de joelhos quando André me mandou ir à cozinha e preparar alguns tira-gostos para servir a ele e sua namorada. Assim falou, com essas palavras. Por um instante, me senti como um trapo, mas me lembrei, mais uma vez, da minha palavra de segurança. E se eu a dissesse? Renunciaria àquelas sensações poderosas que tinham se apropriado do meu corpo?

Minha buceta latejava inclemente e aquilo era gostoso. Sentir-me tão vulnerável, rendida e, de certo modo, ridícula alimentava meu tesão. Tinha algo de libertador naquilo, que eu até hoje não sei explicar. Enquanto estive na cozinha, não pude ouvir o que conversavam. Pareciam sempre estar segredando um com o outro, o que me deixava desconfortável e ligeiramente angustiada com aquela presumível cumplicidade. Mas não estava meu namorado sendo meu cúmplice também ao me oferecer a fantasia que eu tanto ansiava viver? Talvez fosse melhor pensar menos e só viver meu nada doce desejo, mas nem todas as coisas boas da vida são doces.

Quando voltei, Cínthia e André estavam mais próximos, suas mãos acariciando aquelas coxas maravilhosas da minha rainha, as dela repousadas em sua cintura. Corei de ciúmes, meu estômago embrulhou e pensei que meu orgasmo viria. Servi e me ajoelhei.

- Levante-se, corna, e tire toda a roupa.

Meus olhos procuraram os de André, mas ele não me olhava, se mostrando indiferente à minha presença e à ordem de Cínthia.

Obedeci com o corpo tremendo. Minha calcinha parecia ter voltado de um mergulho, de tão enxarcada. Quando fiquei nua e exposta, Cínthia mandou que buscasse uma cerveja e um copo para mim, mas que bebesse de pé. De olhos baixos, fiquei ali com meus fluidos vaginais escorrendo pelas minhas pernas. A situação piorou quando os dois se beijaram. Um beijo demorado e cheio de paixão, que fez meu peito doer, o corpo todo estremecer. Gozei sem me tocar, esfregando as coxas discretamente.

Por pouco, não falei a palavra de segurança para interromper aquela humilhação. Mas por que fazê-lo se eu estava gozando em pé, sem ao menos me tocar? Além disso, não era novidade os dois terem intimidades na minha frente. Só que antes eu era a namorada e participava. Agora, eu era só uma escrava obediente e submissa, que sentia um prazer brutal em tudo aquilo. Não sei como consegui abafar meus gemidos.

Naquela noite, Cínthia me mandou dormir no sofá da sala, enquanto dormiria com André no que fora nossa cama. O Demônio me segurou pelo queixo e me lembrou de que tudo aquilo poderia acabar se eu dissesse minha palavra de segurança, mas eu só baixei os olhos, porque eu não queria que acabasse. Queria viver aquilo até o fim.

Perversa, que só, Cinthia, antes de entrar no quarto, tirou sua calcinha usada e ordenou que eu dormisse sentindo o seu cheirinho. Obedeci e dormi nua, ouvindo os sons e imaginando o que estava acontecendo naquele quarto. Gozei mais duas vezes cheirando a calcinha da minha senhora e me masturbando, imaginando situações em que eu sempre era humilhada por Cínthia e desejando mais daquele jogo perigoso.

E se André se apaixonasse de verdade por aquele monte de mulher num corpo só? Até isso me fazia imaginar os dois vivendo juntos e eu de escrava dos dois. Bom, a minha imaginação sempre foi muito fértil. Fui a responsável por criar aquela fantasia de traição com o Diego e, óbvio, o castigo que receberia por ser uma traidora safada e inescrupulosa.

Brincadeiras à parte, acabei sonhando com a Cínthia entrando vestida de noiva na igreja, enquanto o Demônio a esperava no altar. Eu assistia à cerimônia no fundo da igreja me banhando em lágrimas e lamentando ter tido aquela fantasia de escrava submissa e, ainda por cima, de corna. Acordei assustada, o sol começava a despontar no horizonte, produzindo as primeiras cores da manhã. Sobressaltada com o pesadelo, meu corpo entrou em transe e tive que me masturbar novamente para baixar aquela adrenalina. Preparei meu café, fiz minha primeira refeição do dia e peguei um livro para ler e passar o tempo. A noite devia ter sido quente no quarto e imaginava que demorariam para acordar.

Passaram-se duas horas e Cínthia saiu do quarto vestida com uma camiseta do Demônio, que cobria até quase metade de suas coxas, com aquela carinha linda de mulher bem comida, o que, para mim, já era a primeira humilhação do dia.

Minha rainha ordenou que eu fizesse o café e pusesse a mesa para o casal na varanda. Perguntei se podia me vestir, já que não tinha recebido permissão para isso. Cinthia me olhou de cima em baixo com uma carinha que misturava perversidade e uma sombra de desejo pelo meu corpo.

- Vá, escrava. Vista-se, que eu não quero você exibindo essa bunda branca para o meu marido – ordenou, me dando um tapa no traseiro, que eu adorei, não vou negar.

Vesti-me, servi o café e logo o Demônio já estava à mesa para saborear o fruto do meu trabalho de escrava. Deu um beijo em Cínthia e os dois fizeram sua refeição, enquanto eu me mantinha de pé esperando a próxima ordem. Que foi de tirar a mesa e lavar a louça. Depois, me ignorando e fazendo meu coraçãozinho doer, falou que ia se trancar no quarto para ver o noticiário na internet e que não queria ser incomodado nem por sua nova namorada, mas também sua submissa.

Cínthia se sentou no sofá e pegou um livro para ler, ordenando que eu me pusesse de quatro e beijasse seus pés. Assim o fiz, saboreando aquela humilhação com a buceta dando sinais. Fiquei dando beijinhos nos seus dois pés, no peito, na sola e nos calcanhares, me deliciando com poder adorar minha sinhá. Depois, Cínthia pegou minha coleira, mandou que eu me despisse e me levou para passear pela casa, andando de quatro, esfolando o joelho e com a boceta escorrendo de tanto tesão.

Quando terminou, foi ao banheiro fazer xixi, eu a acompanhando de quatro, e mandou que eu limpasse sua buceta com a língua. Fiz aquilo com tanto gosto, que Cínthia gozou gemendo na minha boquinha servil. Depois, mandou que eu me vestisse e fosse preparar o almoço, enquanto se distraía com o celular na varanda. Estava no meio de meus afazeres, quando o Demônio resolveu me usar.

- Não se esqueça de sua palavra de segurança – falou, me encoxando, com o pau duro encaixado no meu rego e me dando um beijo no pescoço.

A única resposta que eu consegui dar foi um gemido. Recebi a ordem de me ajoelhar no chão da cozinha (coitados dos meus joelhos) e mamar seu pau, o que fiz sem hesitar. Devorei seu pau com fome, engolindo tudo que podia e mamando com sofreguidão. Foram 10 minutos de êxtase com o pau do meu dono na boca ou lambendo seu saco como uma serva submissa. Depois, arriou minha calcinha e me mandou ficar de quatro com o rosto no chão e a bunda bem empinada. Só de receber aquela ordem, eu já estava prestes a gozar. O que não demorou muito, mas continuei sendo usada e gemendo alto, chegando ao segundo orgasmo, o corpo todo tendo tremedeiras.

Insaciado, o Demônio comeu meu cu com gosto, gemendo alto. Eu delirava com aquele ferro em brasa dentro do rabo, fazendo aquele vai e vem desesperador lá no fundinho, ao ponto de gozar aos gritos quando ele descarregou seu leite. Foi humilhante e muito excitante ser usada pelo namorado da Cínthia daquele jeito, mas o que me trouxe consolo foi perceber que ele, mesmo depois de ter passado a noite com aquela potranca, linda e gostosa feito o capeta, continuava me desejando, nem que fosse só para me usar, sem os beijos apaixonados e o carinho que agora pertenciam à Cinthia.

André vestiu a cueca e saiu da cozinha, apenas me ordenando que continuasse com meus afazeres. Após o almoço, que degustei de quatro, no chão, comendo só com a boquinha em uma tijelinha, Cinthia mandou que eu pegasse meus trapos, foi assim que ela falou, e fosse embora para casa, que eu já não tinha mais serventia.

- Quero aproveitar o restinho de domingo com meu namorado – provocou.

Foi a última vez que olhei nos olhos de André naquele domingo. A mensagem em seu olhar era clara: “você não vai dizer sua palavra de segurança, sua maluca?”

Baixei os olhos, beijei os dois pés de Cínthia e fui embora com o rabinho entre as pernas, sentindo um prazer mórbido e morrendo de ciúmes. Meus senhores me levaram em casa, a Megera no banco de trás, toda humilde. Aproveitei para estudar para as últimas provas do semestre, mesmo com o tesão me consumindo.

Ao longo da semana, vivi minha rotina normal durante o dia, exceto pelo fato de ter que pedir permissão a Cínthia para tudo e receber ordens excêntricas, como sair de casa e ficar andando, dando voltas no quarteirão do meu condomínio sem nenhum propósito que não fosse o de demonstrar minha obediência. Várias vezes ao dia, eu tinha que me pôr de joelhos, não importava onde eu estivesse para dizer frases que ela mandava para mim por chamada de vídeo.

“Eu sou uma escrava burra e fedorenta”

“Eu sou uma corna otária, que perdi meu namorado para minha amiga e virei sua escrava”

“Eu gosto de lamber a sola dos pés da minha dona porque sei que sou uma insignificante”

Às vezes, me mandava latir para ela, colocar a linguinha para fora, dar a patinha e balançar o rabinho, o que chegava a desafiar minha coordenação motora.

Duas vezes, me mandou fica nua, de joelhos no chão do banheiro, e enfiar uma cenoura na buceta e outra no cu. Claro que nessas ocasiões eu gozei, tanto pela humilhação, quanto por ser comida por duas cenouras.

Na segunda-feira, ordenou que eu fosse para a faculdade de vestido e sem calcinha. Na hora de ir embora, mandou que eu vestisse a calcinha que usara durante o dia. Ao chegar em casa, não deveria lavá-la e era para dormir com ela e sem me tocar. Foi um martírio delicioso. Assim como dormir cheirando-a todos os dias subsequentes, sentindo o aroma de sua buceta e da minha. Eu obedeci e tive vários orgasmos me masturbando antes de dormir, enquanto imaginava o que minha rainha estava fazendo com meu namorado, porque todas as noites, até quinta-feira, André ia nos buscar na faculdade.

Aquela era a pior hora do dia. Eu sempre ia no banco de trás. André mal me cumprimentava e eles se beijavam demoradamente, se tratando por amor para lá, amor para cá. Meu corpo ardendo de ciúmes e a humilhação me fazendo me contorcer de tesão. Eles me deixavam em casa e seguiam.

- Tchau, corninha – provocava Cínthia quando eu ia descer do carro.

Antes de eu descer, mandava que eu abrisse a boca para ela cuspir. Eu obedecia e ficava a ponto de gozar, mas sofrendo horrores por não receber a atenção do Demônio, que não me ligava ou mandava recados. Bem que ele disse que eu me arrependeria de embarcar naquela fantasia, mas a única coisa que me causava arrependimento era, depois de cinco anos recebendo atenção diária do meu gato, me sentir totalmente abandonada por ele, fora o pior de tudo, que era o risco de realmente o estar perdendo para a Cínthia.

Já quanto a ser submissa da Cinthia, aquilo era viciante. Até porque, como já observei, minha amiga era bem mais sofisticada do que eu no exercício de sua perversidade como dominadora. Quanto mais ela me humilhava, mais humilhações eu queria sofrer. Dormia sussurrando seu nome e fazendo juras de submissão eterna aos seus desígnios, com o nariz enfiado em sua calcinha e desejando angustiantemente lamber a sola dos seus pés.

Na sexta-feira, Cínthia ordenou que eu levasse algumas roupas na mochila para a faculdade, porque não retornaria para casa, depois de me obrigar a fazer uma chamada de vídeo chupando uma cenoura gigantesca e depois a enfiando na buceta, me fazendo ter um orgasmo. Na faculdade, o clima era de fim de festa. Não dera nem 20 horas e estávamos em um bar com a turma bebendo e celebrando mais um semestre conquistado. Até me esqueci de minha humilde condição de serva e escrava, porque a atitude de Cínthia em nada lembrava minha dominadora. Por volta das 23 horas, chamou um carro de aplicativo para irmos para sua casa.

Não ousei perguntar pelo Demônio, porque não seria apropriado para a minha condição. Apenas fiz o que minha senhora ordenou cheia de expectativa pelo que viria. Cínthia estava sozinha em casa. Seus pais haviam viajado. Estávamos ambas de vestido, como ordenado por ela. Mal entramos na sala, mandou que me ajoelhasse, no que prontamente obedeci, com a surpresa, a expectativa e o tesão já começando a me consumir.

Cínthia me rodeou em silêncio e o tok tok dos seus saltos me deixava zonza.

- Levante o vestido até a cintura, escrava, e o mantenha assim.

Obedeci.

- Ai – reagi ao receber a primeira chicotada na bunda.

Cinthia parou na minha frente, chicote na mão.

- Beije meus pés.

Obedeci, completamente dominada, sentindo aquela mistura de dor, humilhação, submissão e ele, o tesão. Cinthia se revezou entre me chicotear e me fazer adorar seus pés, o orgasmo querendo vir, as lágrimas descendo de dor misturada com prazer, sensação ampliada pelo fato de estar em seu território.

- Você gosta de ser humilhada, corna? – provocou, segurando meu queixo e olhando nos meus olhos de um jeito perverso.

- Sim, senhora – respondi, antes de receber uma cusparada na cara, que fez meu corpo todo tremer e se arrepiar.

Outra cusparada, mais outra, sua saliva deslizando pelo meu rosto, se misturando com minhas lágrimas.

- Você não tem dignidade nenhuma, Ana Clara – ela continuou, me rodeando como um leão faminto rodeia a presa, me fazendo sentir pequena e indefesa.

Logo eu, a poderosa Megera.

- Eu roubei seu namorado e você está de joelhos diante de mim, sendo castigada por ser uma corna. Você não tem vergonha de ser tão fraca, cadela submissa? Eu pensei que você fosse uma mulher forte, como eu, mas olha para você? Está e permanecerá assim, de joelhos, porque é para isso que você foi feita.

Minha buceta latejou.

- Você perdeu seu namorado para mim porque eu sou mais interessante e melhor amante que você. Mas ainda pode ser minha escrava.

Diga para mim, Ana Clara, você aceita ser minha escrava, mesmo sabendo que eu roubei seu namorado?

- Sim, senhora – respondi em um estado de êxtase que eu desconhecia.

- Demonstre isso lambendo meus pés, Ana Clara.

Curvei-me e fiz o que mandou, sem esboçar qualquer objeção.

- Implore de joelhos para que eu a aceite como minha escrava.

- Eu imploro, minha senhora – falei com a voz tremida – que me aceite como sua escrava para lhe servir pelo resto da minha vida.

- Você é uma derrotada, Ana Clara?

- Sim, senhora, sou uma derrotada, que aceita humildemente viver para lhe servir – respondi com sinceridade, os episódios da minha história de amor com o Demônio passando como slides em minha mente

Cínthia me segurou pelo cabelo e me arrastou de quatro para seu quarto. Quando lá chegamos, me jogou em sua cama, pulou em cima de mim e enfiou sua língua em minha boca com uma avidez que quase me assustou, mas, como estava completamente entregue, só deixei que fizesse o que quisesse de mim.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Adoramos comentários e respondemos a todos. Ficamos felizes, também, quando as pessoas nos seguem.

Até o próximo episódio!

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 23Seguidores: 23Seguindo: 49Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Ahhh, DOM Black é criancinha perto da Dona Cinthia!! Mark deveria fazer um crossover com a gente aqui!!

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A Cínthia surpreendeu mesmo. Acho que DB, na masmorra de Cínthia, não chegaria nem a assistente operacional. rsrs

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Não me fale de Dom Black e Cortez. Só vou voltar a ler quando a série acabar… sou fã do Mark e da Nanda, mas esse conto …

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Te entendo, mas ta interessante viu!

E te garanto, de verdade, hj a Megera aqui foi bem, beeemm mais pesado que lá!!!

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Gente!!!

O que foi essa Cinthia!!! E DD deve ter sentido uma angustia tremenda, mas fez bem em segurar a onda. Mas min ha Megéra ta passando dos limites, tadinha! Será que o Tio Julio é psiquiatra??

Excelente demais Theodor e Aline!! Pesado mais excelente demais! Nunca vou esuqecer isso aqui no CDC:

"Duas vezes, me mandou fica nua, de joelhos no chão do banheiro, e enfiar uma cenoura na buceta e outra no cu. Claro que nessas ocasiões eu gozei, tanto pela humilhação, quanto por ser comida por duas cenouras."

kkkkkkkkkkkkkkkk

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Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Eu nem tinha percebido o quanto está hilário esse trecho até você fazer esse comentário. kkkkkkkkkkkkkkkk

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" depois de me obrigar a fazer uma chamada de vídeo chupando uma cenoura gigantesca e depois a enfiando na buceta, me fazendo ter um orgasmo"

Taradíssima por cenoua!! kkkkkkkk

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Espero.que essa fase submissa da Megera acabe logo. Demônio parece estar claramente insatisfeito quando fala da palavra de segurança para ela para poder acabar com a brincadeira.

Mais um capítulo excelente!

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Rapaz, esse lado sombrio da Megera é meio assustador mesmo. É sadomasoquismo purinho.

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