As coisas começaram a mudar profundamente já no segundo dia. A prima foi pega de surpresa pelo pedido educado da minha Deusa, mas a gratidão era tão grande a ela que ela fez o que Morgana mandou. E isso se repetiu com cada vez maior frequencia ao longo das semanas.
"Querida, vou levar o meu capacho pra me ajudar na faculdade hoje, pode limpar a casa pra gente?"
"Querida, faz um café pra gente? Eu sou péssima pra cozinhar"
"Anjinha, pode engraxar meu tênis de couro? O Rafael vai estar ocupado lambendo meus pés hoje"
Depois de algum tempo, com a prima atendendo a cada vez mais desejos, minha Deusa simplesmente parou de se justificar. Ela pedia à prima pra fazer as coisas que eu faria sem pensar, mas ela nao me ordenava, e sim, treinava a nova futura escrava. Eu aproveitava e lambia e beijava seus pés o dia todo, e a situação estava cada vez melhor para mim.
"Meu bem, pode fazer as minhas unhas?"
"Limpa meu carro pra mim?"
"Aproveita o que sobrou da graxa e engraxa minhas botas de couro"
"Seja minha pedicure? Em silêncio, por favor, não quero conversar hoje, estou cansada"
"Eu vou sair hoje. Quando eu voltar, quero a casa toda limpa, pode ser?"
E era incrível ver como a minha Deusa exercia poder com seu charme e meiguice. A prima era certamente grata, mas fazia coisas cada vez mais humilhantes, e nunca reclamava ou questionava. Certa vez vi acontecer, com muita naturalidade a seguinte cena: a prima acabando de fazer as unhas dos pés da Deusa, ouve a ordem:
"Sopra o esmalte, para ajudar a secar" e ela imediatamente o fez. Ao fim, quando estava seco, Morgana simplesmente abaixa gentilmente a cabeça da nova submissa até seus labios tocarem o peito de seu pé e diz "agora beija meus pés, querida" e ela começou a beijar com vergonha, deu alguns beijinhos e a minha Deusa a liberou. Foi incrível ver o magnetismo da voz de minha Deusa.
Voltando ao dia em questão, minha Deusa havia pedido que a prima inferior limpasse a casa toda. Antes de saírmos, calcei nela suas meias branquinhas que eu havia lavado e quando fui lhe calçar os tênis, ela me mandou pegar duas fatias de pão de forma e colocar dentro do tênis antes de ela calçar. Iríamos ficar o dia todo fora e eu já estava ansioso para comer aquele pão pisado e temperado pelos pés perfeitos de Morgana. Dito e feito, saímos de manhãzinha e voltamos no começo da noite. A prima estava exausta, imunda e grudando de suor após o trabalho intensivo. A Deusa chegou, eu aos seus pés sempre, e ela falou com a prima "tadinha, ta cansadinha meu bem? Vem aqui, te faço um carinho" e a prima foi, exausta, se aproximando de Morgana mas antes ela diz "querida, você ta suadinha e suja, não quero que encoste nas minhas roupas, abaixa um pouco" e ela conduziu a cabeça da prima, que se ajoelhou naturalmente, a encostar abaixo do seu joelho, já que ela estava de shorts. Estrategicamente, Morgana fez isso de frente a um espelho, e por alguns segundos, ambas ficaram diante do espelho, e a prima notou o seu estado e a sua situação: ela de fato havia se tornado a escrava da minha Deusa, lentamente, mas irreversivelmente. Ela adorava agradar, foi treinada para isso e se tornou como eu. Morgana para de afagar o cabelo da prima e diz "beija minha mão, meu bem" e a prima, com muito carinho, começa a beijar as costas e o peito da mão que antes a afagava. Morgana finalmente diz "beija o meu pé, anjinha" e agora, sem vergonha ou constrangimento, a prima cai aos pés de Morgana e começa a apaixonadamente beijar os pés da nossa Deusa. Morgana foi andando até o sofá com a escrava a seguindo, rastejando, estala os dedos para mim, que também vou rastejando, e ao se sentar, nós dois estamos beijando humildemente os pés da nossa Deusa. A escrava e eu começamos quase ao mesmo tempo a desamarrar seu tênis com a boca, o all star de couro que eu havia dado há alguns meses de presente. Removemos com cuidado seus tênis e ela deu, a cada um de nós, a fatia de pão de forma que estava guardada no tênis, e comemos humildemente aos seus pés, como os animais que somos diante dela. Saboreamos o pão, retiramos suas meias e começamos a lamber seus pés sem parar, em um êxtase de submissão total que há meses eu nao sentia, e a escrava certamente nunca havia sentido. Parecia haver uma competição de quem a idolatrava mais e melhor, e ao olhar pra cima, vi ela sorrindo, se divertindo com nosso desespero. Lambemos por horas os pés dela e então ela me manda ir limpar o tênis dela, tirar os resquícios de pão da palmilha, e, claro, aproveitei pra cheirar muito aquele tênis. Enquanto isso, a Deusa pisa com os dois pés na cara da escrava nova e, como ela ja havia comentado antes, achou engraçado como o rostinho da escrava, muito mais baixa que ela, sumiu embaixo dos seus pés. E a escrava começou a mamar nos pés da Deusa, chupando intensamente seus dedos, mas também o arco dos seus pés e o calcanhar. Minha Deusa, ainda diminuindo mais a prima, comentou algo que considerei super humilhante:
"Sabe o que você me lembra? Aqueles peixinhos que gosta de comer sujeirinhas nos pés das pessoas que os colocam na água. Esse vai ser seu nome a partir de agora: peixinha". quando ouvi (eu ainda em êxtase cheirando o tênis da minha Deusa) eu pensei que nunca um apelido tao bonitinho seria tão humilhante. A peixinha continuou lambendo e chupando os pés da minha Deusa intensamente, parecia que ela queria engolir aqueles pés enormes e perfeitos, e eu sabia o que ela sentia, porque eu também devorava aqueles pés sagrados há meses.
"Peixinha, vai buscar uma bacia, enche com água limpa e vem limpar essa baba dos meus pés". Peixinha foi e obedeceu, deixou limpinhos os pés da Deusa e Morgana ordeno que ela bebesse a água. Eu já havia feito aquilo mil vezes pra minha Deusa, mas peixinha era muito menor e nao estava aguentando a quantidade de água. Minha Deusa sadicamente sugeriu que ela usasse um canudo. Peixinha, com lágrimas nos olhos, mas sem capacidade de não obedecer, assim como eu, pegou humilhantemente um canudo e começou a fazer o trabalho. A Deusa me chamou estalando os dedos, já havia tirado toda a sujeirinha do tênis dela, e fui de quatro ajudar peixinha a beber tudo. Ambos de quatro, bebendo agua benta dos pés da nossa Deusa, sendo pisados por ela enquanto isso. Acabamos de beber tudo, minha Deusa me chamou para o colo dela e começou a me fazer carinho e entao retirou do bolso algo que havia comprado antes de chegar: uma chupeta, dessas de criança. Peixinha prostrada aos pés da Deusa recebe de Morgana "aqui, pra você treinar mamar, e sempre mamar bem nos meus pés, querida" e pegou as meias, enfiou na boca de peixinha e por fim selou sua boca com a chupeta. "Você vai ficar mamando o tempo todo, se não for a chupeta, vai ser nos meus pés". Fez um cafuné breve na peixinha, me puxou pelos cabelos pro seu quarto, e foi dormir, enquanto a escrava, derrotada, dormia no chão, com suas meias na boca e procurou os tênis da minha Deusa pra fazer de travesseiro.
Morgana havia alcançado a vitória que desejava.