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Minha esposa queria me ver com outra, mas tinha algo por traz disso. (4º PARTE) Segunda temporada.

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Um conto erótico de Anderson
Categoria: Heterossexual
Contém 1865 palavras
Data: 20/07/2026 08:53:45
Assuntos: Heterossexual

Praticamente o resto da semana foi tranquilo, no trabalho ainda conversávamos sobre o que poderia ser evitado para que a dupla não nos prejudicasse. Bolamos um plano e começamos a pôr em pratica. Melhor começar a agir antes do inimigo, do que depois que ele faça algum estrago, usei com eles a mesma tática que tinha usado com Lara. O que na verdade era apenas estar sempre a frente dos dois, para no momento certo pega-los pelas próprias falhas que eu tinha certeza eles cometeriam.

Continuação.

No sábado, como havíamos recebido o convite de Sara, nos preparamos para ir até sua casa, mas dessa vez eu antes olhei o endereço para não ser pego de surpresa, afinal, se ela fez uma vez o que custaria fazer novamente. Felizmente o endereço era de uma casa num bairro não muito longe de casa. No horário combinado entre eu e Clara, entramos no carro e nos dirigimos até a casa do casal. O clima entre eu e Clara, no carro era o melhor possível, íamos conversando e ouvindo nosso setlist no carro, a viagem foi rápida, pois o trânsito estava tranquilo.

Chegamos uns quinze minutos antes. Fomos recebidos por Carlos, que nos disse que Sara, estava finalizando alguns detalhes para vir se juntar a nós. Nos convidou a sentarmos e nos oferecendo uma bebida, que recusei qualquer coisa alcoólica, pois estava dirigindo. Já Clara, aceitou uma taça de vinho.

Passados uns dez minutos Sara, divinamente vestida, com um vestido até pouco acima das coxas na cor preta, veio se juntar a nós. Ela estava linda com aquelas roupas, tanto que Clara, percebendo deu um sutil toque em meu braço, pois estávamos sentados juntos em um sofá aconchegante de dois lugares.

Como sempre direta e verdadeira, ao nos cumprimentar, trocou beijos com Clara, elogiando sua elegância, pois não disse antes mas ela usava um vestido azul, com salto.

- Assim meu marido vai ficar louquinho por você querida. – Disse ela sorridente.

Ao que Clara, também não deixou de lado.

- Então estaremos empatadas, pois você está também linda, fazendo meu noivo, sentir saudades de ter estado com você.

Enquanto eu e Carlos nos entreolhávamos as duas riam de seus comentários.

Então Carlos resolveu intervir.

- Garotas, garotas, vocês estão aqui a convite de Sara, para ela se desculpar pelo ocorrido no coquetel, semana passada, então nada de pequenas alfinetadas.

As duas se entreolharam, respondendo em uni som:

- “Mas de que alfinetadas você está falando”.

Ao final da frase ambas começaram a rir delas mesmas pela forma como disseram sobre a observação de Carlos, e nos mesmos rimos de tudo aquilo.

Na verdade aquela frase serviu para deixar o ambiente mais leve, mesmo com a forma de falar e agir de Sara, e para falar a verdade eu até já estava aprendendo a gostar daquele seu jeito, e creio que Clara, também, pois depois daquele começo, as duas eram só risadas em comentários digamos meio apimentados. As duas começavam a se entenderem.

Algum tempo depois Sara, saiu da sala indo até a cozinha, pois tinha ido olhar uma carne que pelo tempo deveria estar assada, pois o cheiro começava a se espalhar pela casa, muito provavelmente mexendo com o apetite de todos.

Assim que ela reapareceu na sala nos convidou a todos para irmos até a sala de jantar que já estava posta. Nos sentamos e degustamos aquelas iguarias, e devo admitir estava tudo perfeito. Sara, como cozinheira se saia muito bem, não era apenas um rosto bonito com atributos físicos, mas também, com atributos culinários, ficamos sabendo pelo próprio Carlos.

Ao final do jantar, Clara se ofereceu para ajudar a tirar a mesa e ambas sumiram de minha vista, cozinha adentro. Enquanto eu e Carlos, ficamos na sala conversando sobre trabalho, e outros assuntos.

Quando as duas retornaram para sala, Sara, fez questão de se sentar ao meu lado, deixando que Clara, sentasse ao lado de Carlos, meio que a contra gosto dela. E o assunto que tomou a conversa não poderia ser outro que não a fala de Sara, durante o coquetel da empresa.

Sara se desculpou pela forma como falou do encontro entre nós quatro, mas disse que aquilo foi por ter sentido uma certa sinergia entre nos quatro, tendo certeza que se todos quisessem, aquilo poderia ser uma aventura e tanto. Ela foi clara, no sentido de que nem todos tem a curiosidade de participar do mundo liberal, mas que uma troca de casais pode unir ainda mais as pessoas que participam. E o assunto rendeu, ela tirou muitas dúvidas, esclareceu muitos pontos. Parecia uma professora dando uma aula sobre esse mundo, e pelo visto Carlos, não se opunha em deixar a mulher contar, afinal ele tinha a vantagem de ter a mulher que quisesse, desde que não se envolvesse sentimentalmente, e acredito que pelo jeito que ele olhava para a esposa, era algo que ele jamais pensaria. Era um homem apaixonado e devotado por ela, pudemos concluir, Clara e eu.

O papo rendeu, até que percebemos que estava ficando tarde e eu disse que precisávamos ir, apesar da noite ter sido muito agradável, e então Sara, como sempre não perdeu tempo.

- Porque vocês não ficam e dormem aqui, podem ficar no quarto de hospedes, e assim podemos papear mais um pouco, e quem sabe.....

A essa altura a mão dela já repousava sobre mina coxa, próxima do meu pau, fazendo um movimento sutil de ir e vir, mas por incrível que pareça, Clara, mesmo observando não expressava nenhuma feição de que não estivesse incomodada com aquilo.

Perguntei a ela se aceitava passarmos a noite na casa deles, apensar de ser uma primeira vez, ao que ela respondeu dizendo que não tinha trazido nada para se vestir para dormir e nem algo para ir embora no dia seguinte, mesmo estando de carro, achava estranho sair com aquela roupa para voltar para casa.

E como esperado, Sara, disse que isso não seria problema, ela poderia dormir sem roupas, mas ouve uma certa e normal resistência de Clara, como ela mesmo fazia, e no dia seguinte poderia emprestar alguma coisa que ficasse bem nela, pois as duas tinham mais ou menos a mesma altura e o mesmo corpo, então não teria dificuldade em encontrar algo para a amiga usar.

Clara, me olhando, esperando alguma confirmação minha, que veio sutilmente, com um movimento de cabeça, acabou por aceitar, dizendo que assim poderia tomar mais uma taça daquele vinho que tinha gostado muito.

Carlos a serviu mais um pouco, e logo em seguida, Sara, a levou para o quarto.

Eu já tinha uma certa ideia de onde aquilo poderia chegar, mas tentava não pensar nisso, pois poderia ser apenas um pressentimento. Até que as duas voltaram do quarto usando apenas um conjunto de camisolinha, que com um baby-doll, transparente. Sara, usava um vermelho, e Clara um preto. Ambas apenas com uma calcinha que não cobriam praticamente nada na frete, e eu já imaginava que atras era apenas um fio, enterrado na bundinha.

Clara, parecia estar desconfortável com aquela roupa e ainda por cima na frente de Carlos, que somente observava, além de eu perceber que alguma coisa já começava a subir dentro de sua calça. Já Sara, parecia estar muito mais à vontade, até porque pelo estilo de vida que ela levava aquilo deveria ser mais comum, mais normal.

Não sei dizer, se aquilo me fazia deixar minhas convicções de lado ou me empurravam no sentido oposto, afinal, não sou o domo de Clara, mas ela é a mulher que amo, e vê-la daquela forma na frente de outro homem, me incomodava bastante.

Clara, fez menção de vir até onde eu estava sentado, mas Sara, a dirigiu para sentar ao lado de Carlos novamente. Depois de feito isso ela mesma, Sara, sentou-se ao meu lado, e logo colocando a mão sobre minha coxa, como estava antes, e agora deixando evidente o movimento de ir e vir próximo do meu pau, e que hora ou outra o tocava.

Percebi que Carlos, também aos poucos ia se aproximando de Clara. Houve um momento em que ele levou sua mão até a perna dela, mas ela com sutileza pegou em um de seus dedos, e o repousou sobre a própria perna dele, deixando claro que aquele contato não estava sendo do agrado dela. Ao ver isso me dei conta que deveria fazer o mesmo, então seguindo da mesma forma, peguei um dos dedos de Sara, e o levantando o pousei em sua perna, me afastando em seguida.

Ainda ficamos conversando por mais algum tempo, mas depois de como eu e Clara, agimos eles não ousaram mais.

Então como o horário estava meio avançado, comecei a me espreguiçar dando a entender que estava com sono e comentei que estava cansado pois tinha levantado cedo para fazer algumas coisas, então seria a hora de dormir.

Como bons anfitriões Carlos e Sara, nos acompanharam até o quarto, onde passaríamos a noite, mesmo sobre protestos de Sara, que ainda tinha em mente de ficarmos mais um pouco conversando. Nos deram cobertas e travesseiros, e ainda uma última vez Sara, comentou que como a cama era grande caberíamos todos juntos ali, para continuarmos conversando um pouco mais, mas Carlos, percebendo que ela estava exagerando a pegou pela mão e foi a puxando para fora do quarto, rindo e dizendo que ela era impossível. Até eu mesmo e Clara, rimos da sena, pois parecia um pai levando a filha para o seu quarto, depois de fazer manha para ir dormir.

Nos deitamos e não duramos muito mais tempo acordados, chegamos até a comentar que Sara, apesar de tudo era uma pessoa muito divertida, pelo seu jeito de ser.

De madrugada fomos acordados, com sons que vinham do outro lado da parede, e pelo que ouvimos, Sara, estava dando um verdadeiro show em seu quarto, e não fazia questão nenhuma de diminuir o tom, mesmo que Carlos, pedisse a ela para maneirar, nos sons.

Como estávamos acordados e tudo aquilo nos excitou acabamos também, fazendo amor, mas entre nós, foi algo mais comedido, afinal não precisávamos e nem queríamos nos expor como Sara.

Na manhã seguinte após o café, nos despedimos e antes de sairmos, o casal se desculpou pelo show, mas dissemos que nada ouvimos pois dormimos rápido e como estávamos cansados fomos direto, só acordando pela manhã.

Carlos e Sara, também se desculparam pela forma como tentaram se aproximar de nós. Disseram que queriam nos iniciar na troca de casais, mas que nossa postura os surpreendera, pois fomos sutis sem ser desrespeitosos.

Então dissemos que tínhamos conversado sobre, em casa, durante a semana, mas era algo que precisaria ser ainda mais conversado, que não estávamos descartando, mas também ainda não nos sentíamos prontos para dividir, tanto que tive que comentar sobre a reação de Lara, quando ela tinha me visto com Sara. Que aquilo poderia de certa forma mudar nossas vidas, então mais conversas deveriam existir para quem sabe, talvez, rolar algo entre nós quatro.

Continua....

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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Comentários

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Na torcida pela troca, mas sem pressa e desrespeito.

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Torcendo mais não com eles ela força muito a barra

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