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EP3: Mamei meu melhor amigo e dei meu rabo pro meu pai e meu irmão

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Um conto erótico de AlanShared
Categoria: Gay
Contém 3424 palavras
Data: 20/07/2026 12:02:33

Assim que acordei vi uma mensagem da minha namorada no celular, eu tinha impressão de que não viria coisa boa do “precisamos conversar pessoalmente” que eu via ali.

Respondi a mensagem e ela pediu pra me encontrar no shopping uma hora mais tarde, tomei um banho e me arrumei e quando fui até a cozinha tomar um café preto encontrei meu pai.

— Nati quer ter uma conversa séria… — Eu disse meio triste enquanto colocava café numa caneca.

— Eita, o que você acha que ela quer?

— Sei não, tô achando ela meio estranha desde aquele dia depois do sítio. Tenho a impressão de que ela vai terminar comigo. — Eu disse me sentando e colocando o rosto entre as mãos, pensativo.

Meu pai se aproximou, ficou atrás de mim e colocou as mãos em meus ombros.

— Bom, se for isso quem perde é ela! E você vai ficar bem, vai ter apoio suficiente em casa pra se recuperar.

Eu ri.

— Sei bem o apoio que vocês querem me dar, é bem grosso e duro.

— Só se você quiser… — Meu pai respondeu sem se fazer de rogado.

Eu continuei rindo, tomei meu café e sai de casa. Dirigi até o shopping com mil pensamentos na cabeça, será que eu estraguei tudo dessa vez?

Chegando no shopping fui até a sorveteria onde ela avisou que estaria, a vi sentada tomando um milkshake e me sentei na sua frente.

— Oi… — Ela falou sem graça, sem carinho e sem nada.

— Tenho a impressão que já sei o que você vai me dizer… – Respondi seco.

Ela respirou fundo, não olhou nos meus olhos em nenhum minuto.

— Bom, eu vou ser direta então. Eu não consigo mais te encarar depois que você me falou que sabia de tudo que eu vim fazendo com o Thiago, seu pai e o seu irmão. Sei lá, eu me sinto meio otária e não consegui olhar na cara de nenhum deles também…

— Ah, entendo… Enquanto você achava que o otário era eu, que você traia pelas coisas, estava tudo bem. Agora que sabe que eu sei, e que estaria de acordo você fica com vergonha? — Eu respondi com mais raiva do que gostaria de sentir.

— É complicado, Alan… — Ela desconversou.,

— Parece simples pra mim! Mas continuando, o que você quer fazer sobre isso? — Respondi com rispidez.

— Eu queria te pedir um tempo… — Ela respondeu com a voz baixa.

— Um tempo ou você quer terminar, Natália? — Fui direto.

— Não sei. — Ela respondeu com a voz tão baixa quanto na frase anterior.

— Já entendi. Não precisa de rodeios, ok? Se é isso que você quer, você está livre. — Respondi me levantando, respirando fundo pra não chorar.

— Eu sinto muito… — Ouvi ela dizer quando eu já estava de costas e indo de volta pro carro.

Assim que cheguei no carro, peguei meu telefone e mandei uma mensagem para Thiago, perguntando se ele estava de boa. Ele respondeu que sim, é claro, afinal assim como eu a única coisa que fazia além de vagabundear era a faculdade no período noturno.

Me encontrei com ele num bar, pedi uma cerveja e contei toda a história do dia no sítio em que assisti meu pai e irmão fodendo minha ex-namorada, e que depois eu chupei a buceta dela que estava cheia da porra que os dois deixaram nela. Quando enfim terminei, Thiago começou as suas próprias perguntas:

— Calma, eu tenho muita coisa pra entender aqui. Que seu irmão estava fodendo ela não era novidade pra mim, não é a primeira namorada sua que ele pega… Mas até seu pai?

— Com licença, eu estou desabafando sobre meu término e você querendo saber quem mais comeu minha ex?

— Na moral, mano, não tô querendo ser insensível… Eu sinto muito mesmo, só estou meio em choque… Isso acontece desde quando?

— Que meu pai come minhas namoradas? Acho que desde sempre… Dessa vez eu só aceitei os fatos, já que vocês não iam parar de qualquer jeito.

— Isso também, eu to falando de você chupar a buceta das minas depois deles… Você sabe… – Ele disse com sorriso safado.

— Foi a primeira vez, mano. Mas não é sobre isso…

— Porra, queria ter gozado nela também pra você tomar minha porra… Mas aquela piranha além de não dar o cu, só me dava a xota com capa…

— Eu não sei porque ainda espero sensibilidade de vocês… — Respondi suspirando e depois tomando um gole grande da minha cerveja, mas na verdade eu estava tentando disfarçar o pensamento que veio na minha cabeça de eu chupando a buceta dela depois que meu melhor amigo tivesse comido ela…

— Qual é mano, eu só to dizendo que eu também toparia te servir meu leite numa buceta quentinha! — Ele disse rindo e me dando um tapinha no ombro, e continuou: — Se um dia você quiser, só avisar. Amizade é pra isso…

— Quem sabe um dia, quando eu tiver outra namorada…. — Respondi pensativo.

— Mas então você curte macho? Tipo, tomar direto da fonte? — Ele perguntou com ar de safado enquanto colocava mais cerveja nos dois copos.

— Eu nunca tinha feito nada com outro homem também, até.. — Percebi que estava falando um pouco demais e interrompi torcendo pra que ele não tivesse percebido, o que foi uma esperança vazia já que ele logo perguntou:

— Até? Alan, você tá escondendo o que de mim? Foi com quem? — Ele parecia mais interessado do que eu imaginava que ficaria.

— É complicado, mano… Você vai achar meio estranho. — Eu comecei a enrolar.

— Não fode, Alan. Você tá dizendo que é mais estranho do que oferecer sua namorada pra mim, pro seu irmão e o seu próprio pai? — Ele disse rindo, até que ligou os pontinhos e perguntou chocado:

— Alan, não vai me dizer que você deu pro seu irmão… Ou pro seu pai? Ou os dois??? — Ele disse ainda em choque.

Eu não consegui responder de pronto, voltei pra minha cerveja e comecei a ficar muito nervoso com aquela situação, e ele percebeu.

— Mano, relaxa… Já entendi. Tá tudo bem, ok? Eu sou seu amigo, não vou te julgar por isso.

Eu fiquei um pouco mais calmo, mas ainda assim era muito estranho expor aquilo daquela forma.

— Foi recente… Na real foi ontem, e não foi nada demais. — Eu disse tentando fazer aquilo parecer mais normal do que era.

— Foi tipo o que? Uma mamada? — Thiago perguntou com tom de safado, o desgraçado tava gostando daquilo tudo.

— Sim… — Respondi envergonhado.

— Entendi. Bom, só não se esqueça que sou seu amigo também, hein? — Ele respondeu rindo.

Olhei com os olhos semicerrados tentando entender o que aquilo queria dizer. Tentei desconversar:

— Não esqueci! Estou aqui desabafando sobre meu término, não estou?

— Estou dizendo que eu também curto uma mamada, mano. Sou seu amigo, acho que mereço também. — Ele me deu um soquinho no ombro, como se tivesse falando sobre uma mulher gostosa que passou na rua e não me cobrando uma mamada também…

— Você não tem vergonha? — Eu perguntei rindo, tímido, mas ao mesmo tempo subindo um tesão incontrolável.

— De pedir uma mamada? Não… Dizem que uma mamada e um copo d 'água não se nega a ninguém…

— Vamos mudar de assunto? — Eu enfim disse tentando evitar o impulso de dizer sim e colocar mais alguém nesse rolo.

O assunto mudou, chorei as pitangas sobre o término e falei sobre o iminente fim do relacionamento dos meus pais, bebemos até o meio da tarde mas bebi devagar o suficiente pra não ficar meio bêbado e ceder a investidas que meu amigo pudesse tentar novamente. Quando saímos do bar, fui pro carro e ele que havia estacionado perto foi atrás. quando abri a porta ele chegou bem perto e disse:

— Qual é, Alan… Não vou ter aquela mamada mesmo? — Fez cara de pidão.

— Você está falando sério? Nós somos amigos, nunca vi tu pedindo mamada pra homem nenhum.

— Eu não sabia que tinha amigo viado, mano. Agora tenho e acho que mereço uma mamada por ser um bom amigo.

— Mano, você não tem jeito né? – Respondi tentando não parecer interessado, embora estivesse.

— Mano, o estacionamento está vazio, eu entro aí você me mama rapidão e pronto. — Ele disse já abrindo a porta do carona, como se soubesse que eu diria sim.

— Tá bom, mas rápido hein? — Eu disse rindo e entrando no carro.

Thiago era um cara bem diferente do meu pai e irmão, mas ao mesmo tempo muito gostoso. Ele também tinha 18 anos, mas poucos meses mais velho do que eu, era magro com o corpo definido mais pela práticas esportes (jogava muito futebol) do que pelas idas a academia, era aquele estilo de hetero largado, tinha traços de sua ascendência árabe, barba cheia e escura mas passava o dia todo com calção de futebol e camiseta de time. Era o tipo de cara que coçava o saco o tempo todo, eu já tinha percebido que era muito pentelhudo porque aquela mata saía pra fora do calção quando ele estava sem camisa.

Ele estava daquele jeito: roupa de futebol (havia jogado uma pelada antes de me encontrar), chuteira e meia, quando entrou no carro já apertando o volume no short eu já fiquei todo arrepiado, meu pau já estava duro também e ele percebeu.

— Tava se fazendo de rogado, mas tá de pica dura aí né safado? Vem cá me mamar. — Ele disse.

Quando tirei o membro dele do short, ele tava suado com cheiro forte de mijo, mas isso em vez de me enojar me deixou mais mais tesão ainda… Ele tinha um pau razoável, uns 19 cm e grosso, cabeçudo… Decidi parar de me fazer de santo e coloquei aquela cabeça na boca, ele gemeu, e então enfiei a rola toda na boca.

— Caralho, tu mama gostoso demais. Vou querer sempre.

Então ele segurou minha cabeça e socou sem dó na minha garganta, de tempos em tempos me dava tapas na cara.

— Tu é um viadão mesmo, hein? Vai me mamar sempre que eu quiser. Vou comer a buceta da sua namorada e teu rabo?

E eu muito safado, respondi sem tirar o pau da boca:

– Uhum.

Ele por fim gozou com o pau no fundo da minha garganta, só senti o sabor no finalzinho quando ele já tirava lá de dentro porque a maioria da porra foi entregue no fundo da garganta. Mas o pouco que senti estava gostoso, eu amava o sabor…

— Que mamada gostosa. — Ele disse depois de gemer alto enquanto soltava o leite. — Agora entendi seu teu e seu irmão.

Eu não respondi, estava recuperando o fôlego depois de ter a garganta usada para o prazer do meu melhor amigo.

— Mas trate de arrumar uma namorada logo, eu curto demais ter uma buceta a disposição sem ter que assumir relacionamento. Ou então vai ter que liberar esse cu pra eu usar enquanto isso. E deixa eu ir antes que alguém apareça aqui.

Ele guardou o cacete no short, e saiu sem esperar resposta minha. Eu, que estava triste pelo fim do relacionamento, fiquei mais animado e fui pra casa pensando no que tinha acabado de acontecer.

Quando cheguei em casa meu pai havia saído, meu irmão estava no quarto e nossa mãe estava na sala usando seu notebook, dava pra ver que comprava uma passagem.

— Vai viajar? — Eu perguntei quando entrei.

— Seu pai e eu ainda vamos ter essa conversa com vocês. – Ela disse carinhosamente.

— Sobre o divórcio? — Perguntei cautelosamente.

— É… Sim. Como você sabe? — Ela perguntou curiosa.

— Bom, não é muito segredo que o casamento de vocês já não é um casamento há muito tempo… Eu só torço para que os dois sejam felizes.

— Obrigado, filho. Eu vou viajar um pouco, tirar um ano pra mim! — Ela disse tranquilamente.

— Faz bem! — Eu sorri, dei um abraço e fui em direção ao quarto.

Quando estava no corredor, decidi bater na porta do quarto do meu irmão.

— Tá aberta! — Ele gritou lá de dentro. Eu entrei.

— Ocupado? — Eu disse fechando a porta atrás de mim.

— Se você for me dar o cuzinho, não tô! — Ele riu.

— Idiota! — Respondi, respirei fundo e continuei. — Natália terminou comigo…

— Eu sinto muito mano… Mas você vai ficar bem. — Ele foi sincero.

— E eu acho que fiz uma besteira… Enfim, mamei o Thiago. — Eu disse escondendo o rosto atrás das mãos.

— Caralho mano, tu despertou uma fome de rola hein? — Ele brincou.

— Eu acabei deixando escapar o que rolou entre nós e aí ele disse que queria também… Que ódio.

— Mas foi bom pelo menos? — Ele perguntou.

—- Até que foi…

— Então tá reclamando do quê? Só não vai dar pra ele primeiro do que pra gente. — Ele respondeu rindo.

Eu chacoalhei a cabeça incrédulo e já saía do quarto, quando me lembrei:

— A nossa mãe vai viajar, tipo por um tempo… Você sabe, tipo um divórcio. — Eu comecei.

— Ah, já era tempo, né? Ela vai ser mais feliz assim. — Ele respondeu.

— É, eu também acho que vai.

Fui para o meu quarto, chorei pela perda da namorada, pela iminência da partida da minha mãe e também por mim mesmo, por estar nessa bagunça toda e não saber o que fazer. Adormeci.

Quando acordei já era noite, tomei um banho e quando estava trocando de roupa alguém bate na porta.

— Filho, eu e seu pai temos um anúncio a fazer! — Disse a minha mãe lá fora.

— Já estou indo…

Quando me sentei na sala meus pais anunciaram o divórcio, minha mãe disse que iria para um hotel mas que viajaria em poucos dias, ela decidiu fazer um intercâmbio na França, deixaria a loja com a gerente e ficaria um ano fora. Quando terminou ela se despediu, e ficamos só os três homens em casa…

—- Bom, no fundo todo mundo sabia que isso ia acontecer. —- Eu disse.

—- Sim, mas sua mãe era uma boa amiga. Vou sentir falta dela! —- Meu pai disse triste.

Meu pai pegou uma garrafa de whisky e um copo, eu me juntei a ele e então eram três homens na fossa: ele perdeu uma amiga de anos, eu perdi uma namorada e meu junto com meu irmão estava lamentando a partida da nossa mãe.

— E agora estamos sem a namorada do Alan! — Marcos disse ao se juntar à mesa.

— Sim… Como você tá, filho? — Nosso pai respondeu tomando mais uma dose de whisky.

— Já se consolou na pica do Thiago, né maninho? — Marcos respondeu provocando.

— Você deu pra ele? — Meu pai perguntou incrédulo.

— Não, tá maluco? O Marcos tá sendo idiota, como sempre.

— Mas caiu de boca! — Marcos protestou.

— Sim, eu deixei escapar que tinha mamado vocês e ele quis também. Mas foi só isso.

Meu pai respirou aliviado.

— Já falei que quero ser o primeiro a te comer.

— Você vai! — Eu disse tranquilizando meu pai enquanto me servia de uma dose de whisky.

Em pouco tempo já estávamos bêbados o bastante pra não falarmos coisa com coisa, e o assunto voltou pra sexo.

— Você beijou o Thiago? — Meu pai perguntou ciumento.

— Não, foi só um boquete. Eu juro. — Eu disse sendo sincero.

— Que bom. — Meu pai sorriu.

— Vocês dois se beijaram? — Marcos perguntou curioso, e me lembrei que ele não tinha participado da pegação que rolou entre meu pai e eu no quarto.

Nenhum de nós respondeu.

— Ah, qual é? Pai, nunca vi você beijando macho. — Ele riu.

— Porque nunca tinha beijado mesmo, e nem vou beijar outro. Mas beijaria seu irmão novo. — Meu pai respondeu sem enrolação.

— Sem julgamentos! — Meu irmão respondeu antes de mais uma dose.

— É diferente de beijo de mulher, mais intenso. Mas é gostoso. — Meu pai respondeu.

— Será que é nesmo? — Meu irmão questionou.

— Dá pra pararem de falar do meu beijo como se eu não tivesse aqui? — Protestei.

— Qual é, maninho? Só quero entender qual é a pira.

— Só beijando pra saber! — Eu respondi, mas me arrependi depois.

— Ah é?

Meu irmão respondeu a provocação antes de me roubar um beijo, mas não era um beijo qualquer e sim um super beijo: intenso, forte, másculo…

Quando ele me soltou, meu pai já estava pronto pra me dar um beijo também e mal recuperei o fôlego e já estávamos grudados um no outro.

— Porra, isso me deixou com tesão! — Disse meu irmão, tirando a rola pra fora e começando a bater um punheta nos observando.

Quando meu pai me soltou, também tirou sua rola pra fora e também ficou se masturbando enquanto me observava.

— Vem que hoje você vai servir dois machos! — Meu pai me disse, e eu obedeci, ficando de joelhos na sua frente.

Antes de começar a mamar enfiei meu rosto nos pentelhos cheios do meu pai e senti o cheiro daquele macho, que me perguntou:

— Você gosta?

— Muito! — Eu disse, enquanto ele batia com aquele mastro no meu rosto.

Ele então se levantou e me puxou pelo braço em direção ao quarto, meu irmão veio junto. Quando chegamos, meu pai se sentou na cama e eu caí de boca naquela pica. Tentei mamar da melhor forma possível, gerenciando a fome que eu estava sentindo por aquela pica pra não parecer desesperado demais.

— Que delícia, meu viadinho. Mama que agora é seu!

Meu pai estava muito mais entregue e selvagem do que no outro dia, depois de eu mamar um pouco ele me passou pro meu irmão.

— Vem sentir essa boca gulosa, filhão!

Enquanto eu sentia agora o cheiro da pica do meu irmão, que estava mais suado, provavelmente ainda não havia tomado banho naquele dia, meu pai enterrou a língua no meu rabo me fazendo urrar de tesão.

— Aaaah, caralhoooo! Que delícia, pai. — Eu disse.

— Você vai ver quando eu estiver enterrando meu pau em você. — Ele respondeu me dando um tapa na bunda e voltando a enfiar a língua em mim.

Sentir aquela língua no meu rabo me dava um tesão tão intenso que nem sabia que seria possível, eu estava louco de tesão e seria capaz se qualquer coisa pra que ele não parasse. E ele sabendo disso me fez uma pergunta:

— Vai me dar esse rabo hoje, filhão? — Ele disse safado, parando de me linguar até eu responder.

— Sim, é todo seu! Agora continua, por favor! — Eu respondi gemendo.

Meu pai chupou meu cu até me ver rebolando na sua língua, então se levantou e pegou um lubrificante na gaveta do criado e começou a inserir um dedo em mim e depois outro… Eu estava todo arrepiado enquanto meu irmão socava a pica na minha boca, um pouco por medo mas principalmente por muito tesão.

Quando ele estava com três dedos dentro de mim, passou bastante lubrificante na pica, sem camisinha mesmo e colocou aquela cabeça na porta do meu cu.

— Você confia em mim? — Ele perguntou.

— Sim! — Eu disse olhando pra trás.

Então ele começou a enfiar, quando a cabeça passou a dor foi intensa como se algo tivesse me partindo ao meio e eu respirava fundo tentando lidar com a dor.

— Calma, vou ficar parado pra você se acostumar.

Aquela tora era tão grossa que o tempo passava e ela ainda parecia me partir no meio, então meu pai ia tirando um pouco mas eu gritei:

— Não tira! Fica dentro, eu vou conseguir! Eu quero levar essa rola hoje.

Então ele ficou dentro de mim, mas eu estava com fome de pica e forcei meu rabo pra trás, e quando entrou mais alguns centímetros a pontada de dor aumentou mas eu respirei fundo e aguentei. Aos poucos ele conseguiu entrar todo em mim, e se movimentou aos poucos até que eu comecei a gemer e ele começou a intensificar os movimentos.

Em pouco tempo meu pai metia mais forte, eu gemia algo.

— Isso pai, que delicia! Mete gostoso…

Levei fundo aquela pica por alguns minutos até meu pai revezar com meu irmão, e eu levar aquela rola ainda mais longa dentro de mim e voltei a amar meu pai.

Aqueles dois machos provaram o tanto que estavam me desejando nos últimos anos, eles enterravam fundo e forte e eu urrava de tesão e senti a cabeça da pica doendo lá no fundo.

Depois de muita metida e revezamento entre os dois, quando meu pai estava novamente me comendo eu comecei a gemer alto e me tremer e percebi que estava gozando sem sequer tocar no meu pau.

Isso fez meu pai perder o controle, enterrou violentamente em mim até gritar alto.

— Aaah, caralho! Toma o leite do seu pai nesse rabo!

Meu irmão se masturbou alguns segundos vendo a cena e levou a rola na minha boca, e eu engoli aquele leite todo.

Caímos os três um do lado do outro, e em pouco segundos estávamos os três apagados.

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