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MARINA, A Putinha Mulherzinha do Pai - PARTE 3

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Um conto erótico de maxxxteels69
Categoria: Gay
Contém 709 palavras
Data: 02/07/2026 20:26:42

Marina não voltou mais pra zona. Não precisava mais se prostituir pra conseguir dinheiro. Tinha uma casa, roupas limpas, comida e, o mais importante, sexo todos os dias. Tinha tudo que queria bem debaixo daquele teto.

Mas faltava algo dentro dela. Algo que acabou desabafando com Roberval. Ele não gostou nada daquilo.

— O que, que porra é essa, ficou doida? Você não vai fazer cirurgia porra nenhuma. Você já é perfeita assim.

— Mas pode ficar mais perfeito se eu me tornar mulher por completa. Quero ter uma buceta.

— Você já é perfeita sem buceta. Veja isso aqui, isso aqui faz você a mulher dos sonhos, dos meus sonhos — disse ele, apalpando a pica dura dentro do shortinho de Marina.

— Eu sei disso, amor. Só pensei nisso porque achei que você ficaria feliz se eu fosse uma mulher completa — disse ela, meio triste.

Roberval puxou ela pro colo e beijou a boca dela, fazendo carinho.

— Eu já tive várias mulheres nessa vida, já fodi muitas bucetas. E veja só onde eu estou. Com vários chifres nas costas e, no fim, acabei divorciado e sozinho. Pela primeira vez, encontrei uma mulher totalmente diferente de todas. Bonita, delicada, peituda... e com um enorme pau no meio das pernas. Talvez esse seja o segredo da felicidade. Vamos esquece esse papo de cirurgia.

— Está bem. Já esqueci...

Se beijaram. Ele puxar o shortinho dela e ela senta no colo dele, com a pica dura encostando na barriga de Roberval. Ele apalpar o decote dela, passando a língua nos seios, puxando pra fora da blusa a morder os mamilos.

Roberval pega debaixo das almofadas do sofá uma camisinha, coloca na pica e começa a mete no cu de Marina. Ela cavalga na rola dura do pai até os dois gozarem ao mesmo tempo.

***

Roberval preparou um churrasco em casa e convidou alguns vizinhos só pra exibir sua nova namorada. Os amigos não acreditavam no que viam.

— Cara, não acredito que essa é sua namorada. Fala a verdade, você sequestrou ela e ameaçou pra ser sua namorada.

— Que isso, amigo, falando assim até parece que eu não conseguiria uma mulher dessa — Roberval riu, orgulhoso.

— Obviamente não... a não ser que ela seja cega ou doida. Não vai me dizer que você sequestrou ela num hospício.

— Ah, ah, muito engraçado... Marina, vem cá. Vem conhecer os meus amigos — ele chamou.

Marina se aproximou, sorrindo, com um vestido vermelho decotado.

— Prazer em conhecer, amigos do meu pai são meus amigos — ela disse, com um sorriso safado.

— Pai? — um dos amigos levantou a sobrancelha, desconfiado.

— Ah, é um apelido carinhoso que eu dei pro Roberval... sabe, coisas de casal. Cada um tem um apelido — Marina explicou, convencendo os amigos.

Mas nem todo mundo comprou aquilo, principalmente as mulheres fofoqueiras e invejosas.

— Não acredito que esse velho feio e pervertido conseguiu namorar uma mulher dessa. O que será que ela viu nele? — uma delas cochichou.

— Verdade, ela tem idade pra ser filha dele. E é nojento. Todos os homens sempre procuram mulheres mais jovens — outra completou.

— Não vê, amiga? É óbvio que ela tá com esse velho por causa de dinheiro — a terceira concluiu, com um sorriso malicioso.

No fim daquele churrasco, a casa voltou ao seu habitat natural. Marina caiu no sofá, rindo sem parar.

— Qual a graça, Marina? — perguntou Roberval.

— Seus amigos, ahahaha... eles não desconfiaram de nada. E aquelas invejosas, as esposas deles. Que mulherzinhas mais amargas. No fim, eles nem descobriram nada, nem mesmo desconfiaram — ela disse, ainda rindo.

— Por que desconfiariam? Eu já disse, você é uma mulher perfeita. Só tem que esconder bem esse peru dentro da calça — ele respondeu.

— Meu medo nem era esse, meu medo era eles descobrirem que essa mulherzinha aqui é o seu filho, o Lucas...

Roberval ficou bravo, o rosto se fecharam num segundo. Olhou pra Marina com uma expressão de nojo.

— Esse nome é morto aqui em casa, não fale mais esse nome — ele disse, como se aquele nome desse repulsa.

Marina percebeu que a antiga identidade dela deixava o pai nervoso. Aquele era um assunto tabu naquela casa. Mas ela não queria mexer naquele vespeiro naquele momento.

— Irei preparar a janta, amor — ela se levantou do sofá e foi preparar a comida, deixando o assunto pra trás.

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