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Helena, a suja 9

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1261 palavras
Data: 20/07/2026 12:54:01
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 9: Traições

Naquela manhã de domingo, acordei com um tesão descomunal pulsando entre as pernas. Meu corpo ainda vibrava com as lembranças da noite anterior, mas era algo mais profundo: a sensação libertadora de que o erro com João havia sido “apagado” pela traição calculada de Marcos. Ou talvez fosse o conhecimento deliciosamente perverso de que outra mulher desejava meu marido com fome e que ele, finalmente, havia cedido. Fosse o que fosse, eu estava encharcada antes mesmo de abrir os olhos.

Quando desci de cima dele, tremendo e pingando, Marcos me olhou com aquela mistura irresistível de tesão cru e culpa nos olhos. Eu adorei. Ele me puxou para um beijo apaixonado, língua invadindo minha boca enquanto suas mãos apertavam minha bunda. Depois se levantou para tomar banho, o pau ainda brilhando com nossos fluidos.

Eu, nua e com a porra dele escorrendo pelas coxas, fui direto para o quarto de hóspedes. Aline já estava acordada, completamente nua sobre os lençóis bagunçados. Pernas abertas, buceta rosada e inchada à mostra, olhos brilhando de desejo puro a vadia estava batendo uma siririca ouvindo eu transar com Marcos. Entrei sem bater, tranquei a porta atrás de mim e subi na cama com determinação.

— Trouxe leite de rola fresquinho pra você, vadia — falei, a voz rouca de tesão. — Vem mamar minha buceta suja.

Abri as pernas bem na frente do rosto dela, exibindo minha buceta inchada, vermelha de tanto foder, escorrendo o sêmen grosso e quente de Marcos.

— Adoro buceta suja no café da manhã — respondeu ela com um sorriso malicioso, lambendo os lábios.

Subi sobre seu rosto devagar, sentando-me com cuidado. A porra quente começou a escorrer direto para a boca aberta de Aline. Ela gemeu de prazer, passando a língua entre meus lábios melados, sugando o sêmen misturado com meus cremes. Atacou meu grelo duro com fome, chupando, lambendo em círculos rápidos, depois enfiando a língua fundo na minha buceta, como se quisesse extrair até a última gota. Desceu para o meu cuzinho, lambendo com devoção, limpando tudo enquanto eu rebolava devagar sobre sua boca.

O tesão me consumia. Eu gemia baixo, segurando os cabelos dela, pressionando minha buceta contra seu rosto. Estava prestes a gozar quando a voz de Marcos soou do outro lado da porta:

— Amor, você está aí?

— E-estou… sim — gaguejei, enquanto Aline, sem piedade, enfiava a língua ainda mais fundo, girando dentro de mim. — Estou conversando com a Aline. Pode buscar alguma coisa pra gente tomar café?

— Tá bem — respondeu ele, e ouvimos seus passos se afastando.

Assim que a porta do apartamento se fechou, nosso tesão explodiu como uma bomba. Corri até meu quarto, peguei o consolo favorito, um pau de borracha preto, 20cm de comprimento, bem grosso, cheio de veias realistas e uma cabeça inchada. Voltei batendo o brinquedo na palma da mão, o som ecoando obscenamente.

— Caralho… — Aline lambeu os lábios, os olhos arregalados. — Olha o tamanho disso!

— Esse é o meu brinquedinho — falei com voz sapeca, esfregando-o entre meus seios. — Quer brincar?

— Quero ele me arrombando inteira — respondeu ela, já se arreganhando na cama, pernas bem abertas, buceta brilhando de excitação.

— Você é mesmo uma vagabunda — Fui para cima dela como uma predadora. — Tá louca pra sentir esse pauzão batendo forte no seu útero, vadia. — Esfreguei a cabeça grossa na entrada melada da buceta de Aline, provocando, espalhando seus fluidos. Então meti de uma vez, até o fundo.

Ela arqueou as costas violentamente e soltou um gemido alto, gutural. Comecei a foder minha amiga com força bruta, entrando e saindo com movimentos longos e implacáveis. O consolo fazia barulhos molhados a cada estocada, desaparecendo completamente dentro dela. Aline tremia, segurava os próprios seios com força, apertando os mamilos, pedindo mais:

— Mais forte… me fode como uma puta!

Aumentei o ritmo, batendo fundo, girando o brinquedo para roçar em todos os pontos sensíveis. Ela gozou forte, contraindo violentamente ao redor do pau de borracha, inundando o lençol com seu squirt.

— Caralho Helena… — gemia ela agarrando meus cabelos. — isso… chupa a buceta da puta…

Chupei sua buceta gozada com avidez, lambendo cada gota, depois desci para o cuzinho dela. Enfiei a língua no fundo, saboreando o cuzinho que meu marido tinha comido na noite anterior. Ela caiu ofegante e trêmula na cama.

— Vamos, vadia, é minha vez agora. – Falei já me colocando de 4 com o cuzão guloso já piscando. — Vem foder meu rabo como os machos da rua.

Aline não perdeu tempo e caiu de boca no rabo, chupou meu cu com devoção obscena, babando bastante, enfiando a língua o máximo possível. Depois pressionou o consolo contra meu anel apertado e empurrou devagar. A sensação de ser preenchida era divina, o alongamento queimando de prazer. Ela aumentou o ritmo, metendo fundo, batendo no fundo do meu intestino enquanto esfregava meu grelo inchado com os dedos enquanto eu gemia e urrava como uma cadela.

— Isso, sua puta… toma no cu — gemia ela, a voz rouca.

As estocadas aumentando, minha buceta toda melada, meu grelo duro de tesão, não consegui segurar e gozei a segunda vez naquela manhã.

— Isso vadia… tô gozando… — O prazer era insano, mas eu queria mais. Muito mais. Meu corpo pedia algo extremo.

— Enfia a mão… — pedi, ofegante, olhando para trás. — Quero seu punho no meu rabo.

Aline sorriu, maliciosa e excitada. Lubrificou bem a mão com lubrificante e começou a trabalhar. Primeiro dois dedos, depois três, quatro. O polegar entrou com cuidado. Aos poucos, seu punho inteiro foi deslizando para dentro do meu cu arrombado. A sensação era avassaladora: dor intensa misturada com um prazer esmagador, pressão total, a sensação de ser completamente dominada e preenchida. Ela começou a foder meu cu com o punho, entrando e saindo devagar no início, depois com mais força e ritmo.

Meu corpo inteiro convulsionava. Meu grelo latejava loucamente. Gritei sem controle, o som abafado pelo travesseiro. Aline metia fundo, girando o punho, abrindo-me completamente, tocando lugares que nenhum pau alcançava. Gozei como uma louca descontrolada. Esquichei forte, jorrando na cama em jatos poderosos, tremendo incontrolavelmente, convulsionando enquanto ondas brutais de prazer me atravessavam. Meu cu apertava o punho dela ritmicamente, meu corpo se contorcia inteiro, suor escorrendo, visão embaçada. Nunca tinha sentido algo tão intenso, tão profundo, tão sujo e delicioso.

Demorei longos minutos para me recuperar, ofegante, suada, destruída de prazer, o cu latejando deliciosamente vazio quando ela tirou a mão devagar.

Fui tomar um banho quente, o corpo dolorido mas plena, saciada como nunca. Quando saí do chuveiro, enrolada apenas em uma toalha curta, ouvi barulhos vindos da cozinha. Parei no corredor, espiando.

A cena era clara e excitante: Marcos tinha voltado da padaria. Aline estava de joelhos na frente dele, chupando o pau dele com vontade voraz. A vadia engolia a rola grossa até o fundo da garganta, babando profusamente, olhando para cima com olhos safados e lacrimejantes. Marcos gemia baixo, segurando a cabeça dela com firmeza, guiando os movimentos.

Fiquei ali, escondida, observando. Uma mistura estranha de ciúme, tesão ardente e excitação perversa tomou conta de mim. Em vez de interromper, senti minha buceta voltar a ficar molhada instantaneamente. Voltei para o quarto em silêncio e me masturbei furiosamente, dois dedos enfiados na buceta e o polegar no grelo, ouvindo os gemidos cada vez mais altos de Marcos. Quando ele gozou, grunhindo, eu também gozei de novo, imaginando Aline engolindo cada gota.

Ela limpou o pau dele com a língua, devagar, carinhosamente, e se levantou como se nada tivesse acontecido, limpando o canto da boca com um sorriso cúmplice.

Voltei para a cozinha fingindo inocência, o corpo ainda formigando.

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Comentários

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Tá ficando muito confuso. O lance era não deixar ninguém tocar na buceta dela, mas até a amiga lésbica chupa. Ela não da o cuzinho pro marido, mas deixa até a amiga lésbica enfiar a mão no cu dela e o marido transa e não percebe? A amiga lésbica fica na casa dela e não volta pra sua e o marido permite ser corno de um casal?

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