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Culpa e remorso: a meia irmã

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Um conto erótico de Mercutio
Categoria: Heterossexual
Contém 686 palavras
Data: 20/07/2026 13:10:15
Última revisão: 20/07/2026 13:12:32

Esse é mais um desabafo que um conto em si com sexo sem limites e corpos estonteantes, é a minha história de paixão com minha meia irmã, tentei escrever um pouco de como me senti e como foi quase romper os limites e carregar uma culpa.

Nosso gosto era único, crescemos com alta cultura, arte, união, admiração, desejo, descoberta, primeiro beijo, primeira masturbada,.viagem fingindo sermos namorados. Até que um dia o limite se rompeu, um único dia bastou.

A casa estava em silêncio, iluminada apenas pelo luar que entrava pela janela entreaberta do quarto. Lucas e Sofia, irmãos que cresciam juntos e que, com o tempo, descobriram sentimentos proibidos, estavam deitados na mesma cama. Sofia vestia um baby-doll fino e transparente, da cor de champanhe, que mal cobria suas coxas. Os seios firmes e arredondados marcavam o tecido com nitidez, os bicos pontudos e rosados pressionando o pano leve, visíveis como se estivessem implorando por atenção.

Lucas, deitado ao lado dela, não conseguia mais resistir. Seu braço deslizou devagar sobre a cintura da irmã, puxando-a mais para perto. Sofia soltou um suspiro trêmulo quando sentiu os dedos dele subirem pelas costelas, acariciando a pele macia por baixo do baby-doll. Os mamilos dela endureceram ainda mais ao toque leve, e um arrepio percorreu todo o seu corpo.

— Lucas... — murmurou ela, a voz já rouca.

Ele não respondeu com palavras. Seus dedos continuaram a explorar, circulando os seios, apertando de leve os bicos pontudos até Sofia arquear as costas, pressionando o corpo contra o dele. A respiração dela acelerou. Lentamente, a mão dele desceu pela barriga lisa, passando pelo umbigo, até chegar à borda da calcinha minúscula que combinava com o baby-doll.

Quando os dedos de Lucas roçaram por cima do tecido, ele sentiu o calor úmido. A calcinha de Sofia já estava encharcada, o algodão fino colado aos lábios inchados da sua buceta. Ele pressionou a palma da mão ali, fazendo círculos lentos. Sofia estremeceu forte, as pernas se abrindo instintivamente.

— Ahh... irmão... — gemeu ela baixinho.

Ele afastou a calcinha para o lado com dois dedos, expondo a carne molhada e rosada. A buceta dela brilhava de tesão, o clitóris (parecendo uma linguinha), inchado e sensível. Lucas começou a alisar devagar, espalhando os sucos que escorriam abundantes. Ele circulava o clitóris com o polegar enquanto dois dedos deslizavam entre os lábios, entrando e saindo devagar. Sofia se contorcia, os quadris subindo para encontrar a mão dele.

— Você tá tão molhada... — sussurrou ele no ouvido dela.

Os movimentos ficaram mais firmes. Ele esfregava o clitóris inchado com precisão, sentindo a buceta da irmã pulsar. Sofia agarrou o braço dele, o corpo inteiro tremendo. Um orgasmo forte a invadiu de repente: ela inundou os dedos dele com um jorro quente de gozo, gemendo abafado contra o travesseiro enquanto as pernas se fechavam em espasmos.

Ainda ofegante, com o corpo sensível e trêmulo, Sofia tentou empurrá-lo de leve.

— Não, Lucas... Isso é proibido... Somos irmãos... Não podemos...

Mas a voz dela saiu fraca, quase suplicante. Lucas já estava entre as pernas dela, o pau duro e latejante roçando na entrada encharcada. Ele segurou os quadris dela com firmeza e, com um movimento lento mas decidido, penetrou-a completamente.

Sofia soltou um gemido longo e agudo quando sentiu o irmão enchendo por inteiro, a buceta ainda pulsando do orgasmo anterior apertando o pau dele. Lucas começou a se mover, estocadas profundas e ritmadas, enquanto segurava os seios dela por cima do baby-doll.

Sofia, com lágrimas de prazer nos olhos, sai dele, e consumidos pela culpa choraram, ambos tinham 19 e 18 anos, mas a paixão já durava 3 anos. Nunca mais aconteceu nada que chegasse perto disso, foi uma única vez, depois disso o que se seguiu foram olhares de desejo, amor, mensagens,.paixão, e gozo individual pensando naquele dia. Foi uma única vez, mas até hoje, a culpa consome Lucas.

Incesto mesmo que com meio irmãos não é brincadeira e não é só flores, é difícil, secreto e nem psicóloga sabe, por isso o espaço para desabafo. Se alguém mais vivenciou isso, em segredo deixo meu contato

escritordecontos90@yahoo.com

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Eu comeria minhas irmãs sem problema nenhum.

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