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Brinquedo Novo - O Restaurante

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Um conto erótico de Peti
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 2510 palavras
Data: 20/07/2026 15:49:02

Cheguei ao restaurante e pedi um chopp escuro, aproveitando que ainda estava cedo e praticamente sem movimento, para saborear tranquilamente a bebida e traçar meus planos para o restante do dia. Eu sabia que Mi viria totalmente entregue e esperando por mais das minhas sacanagens inesperadas. Avaliei o ambiente, os funcionários, a mesa reservada. A mente ia trabalhando e considerando todas as possibilidades.

Sentei-me na ponta mais distante da entrada do restaurante, estrategicamente, de forma a ter a visão de todo o espaço. Terminava meu chopp quando uma das colegas de trabalho de Mi chegou e veio em minha direção me cumprimentar:

- Oi, Pê, Tudo bem? Eu sou a Julia, trabalho com a Milena. Ela me pediu para vir para não ter problema com a reserva. O chefe chamou ela no último minuto e ela me pediu pra te avisar que vai atrasar um pouquinho, e que era pra você não ficar muito bravo com ela... Rsrsrs.

- Oi Julia, muito prazer! Sem problemas. Eu passei lá um pouco antes de vir, pra tentar arrastar ela pra vir antes também e não consegui. Sem problemas. Depois eu dou um castigo nela por não ter conseguido se livrar pra vir mais cedo... Rsrsrs

- Ah! Mas pelo que fiquei sabendo, esses castigos são mais presentes do que punições, né? Rsrsrs A Milena me falou tudo de você... Nós somos mais que amigas de trabalho... Aliás, eu bem te observei quando você chegou lá pra busca-la... Adorei ver a reação dela quando você apareceu.

- Hmmm Não sabia que ela tinha confidenciado a alguém a meu respeito. Estou em desvantagem aqui. Se sabe tanto de mim, sabe como gosto de agir, então, é melhor começar a falar, ou também vou aplicar punições a você...

Julia sorriu marotamente, virando o rosto para a porta para se certificar de ainda sermos apenas nós dois, então esticou os braços e pousou suas mãos sobre as minhas, e em meio a suaves gemidos, falou: - “Hmmm... Posso sugerir que me dê punições mesmo que eu fale? Eu gostei muito do que soube a seu respeito... E mais ainda quando pude testemunhar uma de suas punições...” Mantive-me quieto, como se não soubesse o que ela estava querendo dizer, apenas a encarando, aguardando a continuação de sua narrativa: - “Eu percebi quando ela entrou com você no escritório. A cara dela era de tesão... Eu sei quando ela está assim... Já vi bem de pertinho...” Julia mordeu os lábios quando confidenciou isso. Eu sabia que Mi tinha uma forte curiosidade sobre estar com outra mulher. Tinha mencionado que sentia tesão por 2 mulheres com quem trabalhava. Algo me dizia que Julia era uma delas. E que a curiosidade dela tinha sido resolvida... E Julia seguiu contando:

- Eu acompanhei bem discretamente vocês dois. Eu sei que você fez alguma coisa nela... Eu percebi que ela estava inquieta na cadeira... Fiquei olhando beeeemmm de rabo de olho... E tenho certeza de que você fez ela gozar... – sorri, só deixando ela entender que estava certa – É... Eu percebi... Você é mesmo tão safado quanto ela me contou... Me excitou, sabia?...

- Olha, primeiro, gostei de saber disso tudo. Vou punir deliciosamente a Mi por tudo isso. Sei que ela vai adorar. E eu mais ainda... Agora, em segundo lugar, gostei de saber que você curtiu tudo. Gostei de saber que percebeu, que viu, que ficou olhando... Gostei disso tudo, mas mais que tudo, gostei de saber que quer ser punida por mim também. Você entende o que isso significa? Entende que vai ter que me obedecer em tudo, sem questionar? Entende que me tornarei seu dono, assim como sou da Mi? Se concordar com isso, não terá volta... Será do meu jeito, e apenas do meu jeito. Sem opções, entende isso?

Eu falava, e ela acenava positivamente com a cabeça, concordando com minhas condições. Ela não se importava com o que eu dizia. Apenas aceitava, incondicionalmente. Ela queria experimentar o mesmo que a Mi experimentava quando estava comigo. Confesso, eu estava adorando aquela situação. Estava ganhando mais uma submissa, e tal presente veio com a necessidade de punir quem me presenteou ela, minha deliciosa Mi. Que aliás, Julia era tão deliciosa quanto. Pele clara, branquinha, cabelos curtos, negros, ondulados, seios médios cujo formato ficaria ainda por ser descoberto, já que ela trajava um tailler cinza, com uma blusa azul marinho por baixo, cores escuras e muita vestimenta para poder ver mais detalhes específicos, mas então, me aproveitando dessa conquista, já iniciei ali mesmo os primeiros passos, da minha nova cadelinha, complementando:

- Bem, se já está ciente de tudo isso e aceita todas as condições incondicionalmente, em terceiro e último lugar, quero sentir o quão excitada você realmente ficou. Quero que leve minha mão até a sua buceta por sob a saia e seja capaz de molhar minha mão. Se não molhar, vou entender que estava mentindo e serei forçado a aplicar uma punição mais severa em você, e replicar na Mi a sua culpa por tabela...

Os olhos de Julia brilharam com minha primeira ordem e, já demonstrando excitação por minha atitude, afastou as pernas uma da outra, puxou minha mão e a enfiou por entre elas. Julia estava sentada à quina da mesa, de forma que não foi difícil realizar a tarefa. E tampouco foi complicada cumpri-la, uma vez que ao encostar minha mão em sua calcinha, senti o quente e úmido que estava. Olhei o tempo inteiro para seu rosto e assim que minha mão encostou em seu corpo, Julia mordeu os lábios, excitada, não se importando nem um pouco com a possibilidade de alguém mais poder perceber o que ela fizera. Parecia uma garotinha ganhando o presente que sempre sonhara ganhar. Sorri, excitado, tanto por vê-la agir daquela forma, como por sentir em minha mão o quanto ela estava deliciosamente excitada. Tilintei os dedos suavemente para sentir seu líquido escorrer, e ela deu uma leve gemida, fechando os olhos, sentindo o prazer que toda a situação trazia.

Não se passou mais que 1 minuto e avistei Mi na entrada do restaurante. Assim que me avistou, veio acelerada em nossa direção. Quando percebeu sua amiga de olhos fechados, com feições de quem estava tendo prazer de alguma forma, olhou para mim, com um sorriso de safada, e ergueu a mão em minha direção, me entregando a coleira do plug. Indiquei a cadeira ao meu lado para que se sentasse, ficando entre as duas. Assim que ela se sentou, estiquei a coleira, puxando o plug em minha direção, e ela gemeu. Pousou as duas mãos na mesa, se apoiando e, assim como Julia, fechou os olhos e sentiu o prazer da situação. Acredito que a mistura de ver a amiga sendo abusada por mim, o local público, ser seu aniversário e estar recebendo amigos e colegas do trabalho em poucos minutos... Tudo isso acrescido ao fato de eu já ter abusado dela, e estar retomando minhas investidas sobre ela... O tesão era muito grande.

Quando Julia abriu os olhos e viu a amiga ali ao meu lado, sorriu, excitada e feliz: - “Mi, minha amiga... Que delícia esse seu amigo... Mal conversamos e ele já começou a abusar de mim... Espetáculo!” Sorri e falei: - “O aniversário é da Mi, mas quem realmente ganhou um presente aqui, fui eu. Ganhar uma nova escravinha submissa assim, inesperadamente, é muito bom!” Mi sorriu também e falou: - “A Julia é muito safada... Era pra ela ter me esperado... Eu queria te dar ela de presente e ver você começar a abusar dela, mas essa tarada não conseguiu esperar...” Tirei a mão justo quando Julia começava a pressionar minha mão em sua buceta, demonstrando que sua excitação estava alcançando o auge. Percebi a decepção em seu rosto. Levei minha mão até minha boca para sentir seu gosto, seu cheiro e então falei: - “É, Julia. Está aprovada. Você conseguiu atender às minhas exigências e a partir de agora, é minha submissa. E para começar, pode tratando de me entregar essa calcinha encharcada. Julia ia se levantando da mesa para ir ao banheiro para atender minha ordem, mas a reprimi e indiquei que era para fazê-lo ali, na minha frente. Ela corou, mas voltou a se sentar, olhou em volta e então cumpriu minha ordem, me entregando a calcinha com seu olhar voltado para sua amiga, demonstrando a vergonha e a excitação.

- Julia, Julia... Entenda, quando dou uma ordem, é para ser cumprida sempre de imediato. O fato de ter se levantado cogitando sair daqui para fazê-lo e ainda olhado em volta para se precaver... tsc tsc... Primeiro erro, logo, primeira punição. Está vendo esse saleiro na mesa? Então, para começarmos com uma punição adequada e bem prazerosa, você vai enfiar esse pequeno objeto nessa bucetinha encharcada e vai mantê-lo dentro dela até eu mandar tirar...” Os olhos de Julia brilharam de excitação ao ouvir a ordem. Ela olhou para Mi, que sorria para ela, e se controlando para não olhar em volta novamente, levou sua mão até o saleiro, lentamente, pegando-o e levando-o até sua buceta. O saleiro era um objeto cilíndrico com saliências no corpo de vidro, ao estilo dos saleiros antigos. Seu formato quase lembrando um dildo pequeno com pequenas protuberâncias com o intuito de dar uma sensação diferenciada. Julia ajeitou-se com pôde, encaixando o saleiro por inteiro dentro daquela buceta esfomeada. Empertigou-se na cadeira, esticando toda a coluna, de forma que o saleiro ficasse o máximo de pé possível dentro de sua buceta. Mi riu, e em resposta à sua risada, puxei com mais força a corrente de seu plug, tirando mais gemidos sofridos dela. Estiquei a corrente e prendi a tira de couro sob a mesa em que estávamos. Desta forma ela ficou exatamente como se fosse uma cachorra presa à mesa por sua coleira. A única diferença é que um animal estaria preso pelo pescoço, enquanto que Mi estava presa pelo cu...

No momento que terminei de prender a tira, chegaram 5 colegas do trabalho. Mi arregalou os olhos para mim, sabendo que não teria como cumprimentar ninguém estando presa daquela forma à mesa. Julia soltou uma risada rápida, como de surpresa, ao perceber a situação em que Mi se encontrava, e aproveitei para puní-la mais um pouco, mandando que ela se levantasse e fosse se sentar do outro lado da Mi. E avisei, que se deixasse o saleiro cair, ela deixaria de ser minha escrava. Julia atendeu minha ordem com receio, e levantou-se pressionando as coxas e se apoiando na mesa, tentando pressionar ao máximo o saleiro dentro de si e impedir qualquer possibilidade do saleiro sair. Seus movimentos a denunciavam. Quem a observasse entenderia que algo estava errado. No mínimo, parecia que ela estaria com vontade de ir ao banheiro, apertada, se segurando, mas quem quer que tenha percebido, não fez nenhum comentário.

A mudança de lugar de Julia para o outro lado de Mi fez com que quem quer que tentasse cumprimentar Mi o fizesse à distância, não comprometendo sua situação. Mi suou frio com o receio de que seus colegas percebessem algo, mas também percebi que ela se molhou ainda mais de excitação, pois senti seus líquidos escorrerem pelos elos da corrente. Isso me fez feliz e preferi abrandar as maldades. Juntinho de sua orelha, mandei que ela entregasse a guia de sua coleira para Julia e pedisse que ela fosse ao banheiro com ela. Mandei que ao chegasse lá, tirasse e soltasse o plug da corrente e o desse para Julia usar. Julia deveria coloca-lo no cu, sem a corrente e Mi deveria tirar uma foto para comprovar e me enviar por mensagem. E Julia deveria voltar para a mesa e sentar novamente ao meu lado, me entregando a corrente devidamente enrolada. Tudo isso sem remover o saleiro.

Mi fez conforme mandei. Entregou a guia para Julia e pediu para ela ir ao banheiro com ela. Foi a vez de Julia arregalar os olhos. Ela sabia que seria muito difícil andar tanto sem deixar que aquele objeto caísse. Ainda que fossem apenas alguns poucos metros, ainda assim era uma distância da qual ela teria muita dificuldade para conseguir se apoiar e firmar as coxas de forma que o saleiro não fosse expelido de sua buceta. Mi se levantou e Julia a acompanhou, devagar, me olhando de certa forma desesperada. Mi não podia ir muito à frente, pois a coleira esticaria de tal forma que seu vestido subiria e ela sentiria o plug sendo puxado; e Julia não podia ir muito devagar, ou todos perceberiam que havia algo errado com ela. Elas precisavam conciliar o tempo de caminhada uma com a outra para evitar constrangimentos.

Pouco mais de 5 minutos se passaram e meu celular apitou, acusando recebimento de mensagens. Mi tirou 4 fotos do plug encaixado no cu de Julia. Em 2 era possível ver o fundo do saleiro na bucetinha dela. Mais alguns minutos e elas retornaram à mesa, Mi auxiliando Julia de forma a dificultar que percebessem a dificuldade dela em caminhar. Assim que Julia se sentou, Mi seguiu para o outro lado da mesa para cumprimentar algumas outras amigas que haviam chegado. Julia aproveitou que a atenção de todos estava na direção de Mi e me entregou a corrente, me chamando de safado gostoso. Disse que estava adorando o que eu estava proporcionando e ia seguir com mais elogios e comentários, não fosse o fato do garçom chegar com uma porção de batata frita que eu havia pedido quando elas foram ao banheiro. Assim que o garçom se retirou, me aproximei do ouvido de Julia e dei minha última ordem do momento para ela: - “Você agora vai tirar o saleiro da buceta e colocar na mesa. Quem quiser sal vai ter que provar do seu saleiro.” Me olhando com uma mistura de raiva e tesão, Julia prontamente meteu a mão no meio das pernas para tirar o saleiro de sua buceta. Se ajeitou como pôde para retirá-lo sem ser vista e então colocou-o ao lado da bandeja das batatas. Mandei que ela salgasse as batatas e ela balançou o saleiro sobre elas, mas não saiu nada. Peguei o saleiro de sua mão, desenrosquei a tampa e salpiquei sobre as batatas. Os olhos de Julia brilharam. Ofereci aos mais próximos e 2 pessoas beliscaram.

Olhando para Julia, tampei o saleiro e guardei-o junto de sua calcinha. Aquele seria um item para guardar e lembrar do momento. Mandei que ela comesse e também oferecesse mais para os outros, para Mi. E como uma garçonete, Julia pegou a bandeja, levantou-se e foi servir batata para todos. Quando deu a volta completa pela mesa, terminou por colocar a bandeja à minha frente, me perguntando se eu também não gostaria. Peguei duas batatas, esfreguei-as no sal que estava na bandeja e comi, degustando com muito mais prazer que o normal, olhando fixo para Julia. Terminei e então disse: - “Quando a festa acabar, vamos levar a Mi em casa e você vai me mostrar o quanto vocês se conhecem. E só aí vou retirar esse plug do seu rabo”. Julia arrepiou-se e disse: - “Mal posso esperar...”

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