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A coroa cinquentona - Entrando em contato

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 2083 palavras
Data: 20/07/2026 18:49:13

Olá! Diante do sucesso da primeira parte, passo a relatar a segunda parte da minha aventura com MartinaO final de semana chegou e não vi Martina. E olha que entrei e saí do prédio diversas vezes. Eu fiquei até com uma agonia, sentindo sua falta. Por outro lado, não ter solicitado seu número de telefone significara que o nosso encontro tinha sido perfeito como deveria: apreciar o momento e as oportunidades proporcionadas pelo tempo juntos. Não que o encontro em si tivesse sido perfeito, mas sim o objetivo de um encontro, que é conhecer uma pessoa e passar as horas com ela da melhor forma possível.

Segunda-feira cedo o despertador tocou: 5:40. Olhei o widget do tempo: 4 graus! "Bah, tá loco!!!", exclamei, em pensamento. Saí debaixo das cobertas, vesti-me e fui tomar meu café da manhã, uma tapioca com ovos fritos na manteiga. Lavei a pequena louça, vesti a touca e saí pro dia ainda escuro. "Cedo demais para encontrar Martina", pensei. Andei a pé até a estação, pensamento congelado: não pensava exatamente em nada, deu "TILT"... hahaha.

Você tá rindo aí, né leitor(a), mas poucos sabem o quão ruim é enfrentar o inverno gaúcho sem estar bem preparado(a).

O trem chegou e fui para o meu trabalho. Nesse dia o aeroporto ficou fechado boa parte da madrugada e da manhã, devido ao nevoeiro e visibilidade abaixo dos mínimos necessário para a operação, o que acarretou atrasos e remarcações de voos. Mas para a área da manutenção era uma paz: sem voo, sem pane. Durante a tarde os voos normalizaram e eu tive que resolver alguns problemas, mas nada de mais. Peguei o trem e retornei para casa. Entrei no prédio e não vi Martina. "Ué, será que ela viajou?", pensei. "Amanhã pergunto para o porteiro."

Na terça cedo saí do elevador e parei no balcão do porteiro.

— Bom dia, meu amigo, tudo certo?

— Bom dia, seu Júnior, tudo bem e o senhor?

— Você sabe meu nome?

— Claro, o senhor é morador, temos que saber quem são. O senhor mora no 807.

— Rapaz, que vergonha! Qual seu nome?

— Mário. Sem a pegadinha - disse ele, rindo.

— Hahaha, tá bom, ficou até mais fácil de guardar. Viu a dona Martina por aí?

— Hoje não, talvez ela tenha ido fazer as viagens dela.

— Obrigado. Bom trabalho!

E saí para o ar gelado da manhã. Trabalhei o dia pensativo. No retorno para casa fui ver a caixa de correio do apartamento, um armário eletrônico que ficava no hall, pois aguardava uma encomenda. Havia espaço para encomendas de tamanho médio, além de receber as cartas. Inseri a chave, destranquei e estava vazia, exceto por um cartão de visitas. Peguei-o, guardei no bolso para jogar fora depois, fechei a porta e tranquei. Apertei o botão do elevador. "Ninguém deixa cartão de visitas na caixa de correios. Deixa eu ver isso melhor".

Enfiei a mão no bolso e peguei o cartão. "CAMISARIA TREVISANI - Martina Trevisani" e um número de celular embaixo.

— Brilhante ideia! - falei em voz alta, sozinho no elevador. As portas se abriram e eu saí para o corredor. Entrei em casa, sentei-me ao sofá. Peguei o telefone e salvei o número.

Adorei o jeito dela, tradicional: quem utiliza cartões de visitas hoje em dia?! E se ela tivesse jogado por debaixo da minha porta, após perguntar ao porteiro qual o número do meu apartamento, talvez pudesse parecer "vulgar". Mantive o jogo iniciado por ela:

"Olá, Martina. Tenho interesse em fazer uma visita técnica. Podemos agendar um dia da semana? Júnior". Escrevi e enviei a mensagem.

Após alguns minutos recebo uma mensagem dela.

"Olá, caro investidor. Estou em viagem de trabalho. Podemos deixar agendado para quinta, 19:30?"

"Confirmado. Até lá."

Quinta chegou, e eu acordei mais cedo. Não porque precisava, mas porque perdi o sono, pensando na noite que viria. O dia se arrastou. Nenhuma mensagem de ambos desde a formalidade da conversa de terça. Cheguei em casa por volta de 18:50. Nenhuma mensagem. Resolvi tomar um banho quente. Demorei pouco tempo debaixo da água quase fervente, pensando que Martina poderia ligar ou mandar mensagem. Saí do banho enrolado na toalha, meio molhado ainda, e fui ver o telefone no balcão da cozinha. Nenhuma mensagem dela... "Ok, acho que não vai ter nada hoje". Voltei para o quarto, vesti uma roupa leve, liguei o ar condicionado.

— Puta merda! Ela deixou agendado para 19:30. BURRO! Ela foi tão formal que não percebi! ESTOU ATRASADO!! - falei alto. Olhei o relógio, 19:25. "Dá tempo de chegar na hora!!!". Tirei a roupa, troquei por outra melhor para sair, uma calça de moletom, uma camiseta de algodão e a jaqueta de esportes por cima. Estava com frio, óbvio, mas tinha certeza que não iria precisar de nada daquilo em breve!

Subi correndo as escadas e toquei a campainha do 1005. O ruído da fechadura foi sucedido pela abertura da porta e ela surgiu, vestida com um roupão, cabelo úmido caído sobre os ombros.

— 19:33. Considero pontual. Por favor, entre - falou, como uma profissional. Olhou brevemente para o corredor e fechou a porta.

— Boa noite, Martina.

— Boa noite, Júnior. Achei que você não viria...

— Eu estava esperando uma mensagem sua...

Fomos em direção à cozinha, atravessando a sala.

— Mas você tinha uma mensagem, bem específica. Estava esperando mais o quê?

— Talvez um lembrete.

— Mas você se esqueceu do compromisso?

— Não...

Eu disse isso, colei com ela, empurrei-a gentil mas vigorosamente contra o balcão da pia da cozinha, e nos beijamos intensamente. Eu me afastei, tirei meu casaco, e a coloquei sentada sobre a pia, pernas abertas. Nos beijamos novamente. Meu pau pulsava dentro da calça! Nunca tinha feito isso... puxei o roupão para o lado e suguei seus peitos firmes. Ela suspirava gostoso. Abaixei minhas calças, revelando meu mastro duro. Desatei o nó do roupão e o abri, revelando a buceta dela.

— Safada! Você me esperava sem calcinha!

Não poderia desperdiçar aquilo: abaixei-me e suguei gostoso aquela buceta, arrancando gemidos altos ao tocar no clitóris dela. Voltei a ficar em pé, encostei o pau na xana melada e empurrei gostoso. A altura da pia me fazia ficar nas pontas dos pés, então a puxei um pouco para frente pra tentar adequar a posição e continuei. Beijava-a gostoso e a penetrava com a velocidade que fosse possível naquela posição diferente.

— Caralho, Martina! Que mulher gostosa que tu és!

— Me fode, seu paulista sem vergonha! Come sua coroa!

Eu aumentei o ritmo e a pressão, meu saco batia contra a buceta dela, seu suco pingava na pia. Ela gemeu, apertando-me contra ela com suas pernas.

— Gozei, Junior!

— Martinaa!! - e jorrei dentro dela.

Nos beijamos gostoso, sem pressa, eu alisava as pernas dela e mamava os peitos deliciosos. O meu pau amoleceu e eu tirei de dentro dela. Abaixei-me, chupei aquele caldo gostoso, um misto de porra e suco de mulher madura. Absorvi tudo, subi e a beijei na boca. Ela percebeu o conteúdo e quis recusar, mas aceitou e compartilhou comigo nosso sabor. Nos beijamos gostoso, sentindo tudo sobre nós.

Eu a desci da pia, nos arrumamos.

— Que visita técnica! - exclamou Martina.

— O produto é de qualidade, aprovada! - eu ri. Ela me abraçou e ficamos uns minutos aninhados.

O interfone tocou, tirando-nos do nosso momento. Ela atendeu.

— Martina, boa noite - deu um tempo para ouvir o que o porteiro dizia — Já vou descer.

— Quer que eu desça? Você está de roupão.

— E o que vão falar, de você buscando algo para mim?

— A essa altura do campeonato já devem suspeitar. Vou descer. O que é?

— Comida... se bem que você já se alimentou - disse ela, lambendo os beiços maliciosamente.

Desci e cheguei no hall. O entregador aguardava, um pouco impaciente.

— Boa noite. Encomenda da dona Martina?

— Isso. O senhor vai levar pra ela? Tem o código?

— 4456. Vou levar.

Ele digitou o código no aplicativo e abriu a caixa de transporte, me entregando uma caixa de pizza.

— Só isso? - perguntei.

— É isso que diz aqui, senhor.

— Tá ok, obrigado.

Subi de volta ao apartamento. A pizza cheirava maravilhosamente bem. Abri a porta e entrei na sala, vendo uma mesa posta com duas taças e uma garrafa de vinho tinto, da uva pinot noir. Coloquei a caixa em cima da mesa e abri.

— Nossa, nunca vi pizza de calabresa com burrata! - exclamei.

— Uma especialidade da casa - disse Martina, apontando para a caixa. "Casa Nostra", li na embalagem.

Abri o vinho e servi as taças. Sentamo-nos e brindamos: "Cheers". A combinação da burrata com a calabresa era estupenda. O vinho harmonizou perfeitamente, limpando a gordura da boca, sem se sobressair ao sabor da pizza.

Conversamos assuntos diversos.

— Então, quer conhecer minha família? Vou te levar para ver se eles te aprovam. Depois de tantos anos sozinha, já está na hora de eu apresentar um homem.

— Sério, Martina?

— Não, né seu bobo.

— Ah, ufa - eu ri — Mas também não me importaria, caso quisesse me levar para conhecê-los.

— Não, não. Prefiro a nossa aventura. Até podemos conhecê-los um dia, em algum evento. Mas não agora.

— Claro, Martina.

— Por falar em evento, sábado estarás livre? Vamos fazer o lançamento de uma nova linha de camisas italianas da nossa marca. De quebra você ganha uma, mas tem que ir vestido social.

— Claro! Adoraria!

— Você será meu gestor comercial de Porto Alegre. Não se preocupe, o pessoal já está acostumado e saberá que você é meu namorado. Não precisará saber termos técnicos, apenas alguns dados simples que te falarei durante a viagem.

Terminamos a pizza, lavamos a louça e fomos para o quarto dela. O ar quente já deixava o quarto quase abafado. Sentamos na cama, apoiados na cabeceira.

— Martina, desse jeito eu me apaixono.

— Eu estou apaixonada pelo seu jeito. Às vezes ingênuo.

Nos beijamos gostoso. Continuamos a tomar nosso vinho. Eu tirei minha roupa e fiquei só de cueca. Já éramos mais do que íntimos. Ela permaneceu de roupão. Meu pau estava querendo alguma coisa, mas não reagia. O vinho e a gozada recente o mantinham em posição de descanso. Ela percebeu. Em silêncio pegou-o e ficou manipulando meu corpo cavernoso levemente, como se estivesse distraída. Com a estimulação, ele começou a reagir e ficar levemente entumecido. Mas não passou disso. Martina não reclamou. Estava sonolenta devido ao calor.

Levantei-me, fui ao banheiro da suíte, voltei para a cama. Tomei a liberdade de puxar o lençol e me deitar. Coloquei despertador para 5:00. Martina fez o mesmo e se deitou, apagando a luz. Adormecemos logo.

Acordei com o meu despertador e poucos segundos depois o de Martina tocou. Desliguei e me espreguicei debaixo das cobertas.

— Bom dia, Martina!

— Bom dia, folgado. Agora só quer dormir aqui - disse, com um sorriso lindo.

— Melhor do que dormir sozinho... sua cama é mais gostosa e quente do que a minha - sorri de volta.

Meu pau estava duro. Ambos pelados sob as cobertas. Eu me virei e toquei em seus peitos. Ela desceu as mãos e sentiu minha tora de 14 centímetros. Martina me empurrou e montou em mim, enterrando a buceta de uma vez, cavalgando apressada. Eu a segurava pela cintura, tentando contê-la, mas era impossível. Não falávamos nada, eu ainda tentei segurar os peitos dela mas não consegui, e eles se movimentavam para cima e para baixo. Ela arfava, suando, rebolando como uma doida. Que prazer maluco! Enfim ela parou, deitando-se sobre mim.

— Ué, gozou? - perguntei.

— Não, cansei... - respondeu.

Empurrei-a gentilmente e me deitei sobre ela, enterrando meu mastro na gruta dela, na posição papai e mamãe. De início lentamente, mas logo em seguida aumentei a velocidade. Ela gemeu, eu gozei dentro dela.

— Caralho! Que gozada gostosa! - falei, me deitando sobre ela, e a beijando intensamente.

— Acordei com a libido lá em cima. Você me faz sentir viva! Não que estivesse morta antes de te conhecer. Mas você me dá muito tesão!

Eu a chupei, tomando nossos sucos, provocando seu clitóris. Ela gozou na minha boca. Fomos ao banho, cada um de uma vez, devido ao frio. Dessa vez fui tomar meu café em casa, pois já estava quase ficando atrasado.

O trem chegou, consegui entrar e fiquei próximo da porta. Peguei o telefone e mandei mensagem para Martina.

"Bom dia, dona Martina. A visita técnica foi excelente para os negócios. Aguardo a próxima oportunidade".

"Bom dia, senhor Júnior. Sábado o senhor participará conosco da apresentação da nova linha de camisas da marca. Seja bem-vindo ao time".

Eu ri demais. Trocamos diversas mensagens informais durante a sexta-feira e combinamos a viagem de sábado.

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 37Seguidores: 13Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar, trazendo seus desejos para os contos, a fim de elaborá-los e dissipá-los de sua mente.

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