Era para ser uma simples viagem de ônibus
Conto n.º 235 de Marcela Araujo Alencar
Tema: Estupro coletivo, drogas, cativeiro, submissão, escravidão sexual, cativeiro, prostituição.
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Anna Clara aos 21 anos, cabelos castanhos claros, ainda mantém o frescor de sua juventude de entre 17,18 anos, mesmo dando duro trabalhando seis dias por semanas, em um depósito de distribuição de produtos hortigranjeiros, localizado na periferia do centro urbano onde reside em casa alugada, ao lado de Nestor, de 32 anos, caixa de um grande supermercado. Casados há dois anos, ambos necessitam continuar em seus empregos desde quando solteiros, pois pretendem economizar para futuramente poderem comprar casa própria.
Anna que desde novinha anos trabalha no escritório do depósito, foi recentemente promovida para ser secretária do doutor Frederico, gerente de compras, Graças que seu ordenado aumentou em 20% e passou a receber um abono extra, isso nas ocasiões que o senhor Fred a chama para o seu escritório e ficam trancados lá por dezenas de minutos, só o tempo necessário para realizarem um 69, pois a ferramenta dele se nega a trabalhar, talvez por ter 87 anos nas costas, porém sua língua ainda se mantém funcional.
Ana é uma jovem bastante bonita, com cabelos castanhos escuros, dois palmos abaixo dos ombros., mas seus principais atributos são os belos seios, empinadinhos, com mamilos salientes e uma bunda que chama atenção de todos os machos de plantão. Mas não dá mole para ninguém, pois ama e é amada pelo seu querido marido.
Com Frederico não considera como traição, ser chupada e chupar o velhote, não é o mesmo que ser penetrada pelo cu ou pela boceta e o faz por dois motivos, primeiro por ordem financeira e o segundo porque a língua dele a faz alucinar de prazer.
O único inconveniente em este arranjo é ter de ir e voltar de ônibus, em cansativas viagens de no mínimo 40 minutos, e isso justamente no horário de pico, com os coletivos sempre superlotados, como se os passageiros fossem sardinhas em lata. Ainda mais ela, que tendo um bumbum bastante chamativo e não é raro sempre ter uma mão boba a lhe apalpar, mas de um jeito ou outro sempre conseguia se desvencilhar dos mais abusadinhos.
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Há pouco mais de um mês, Ana notou esperando coletivo, um mulato alto, com o corpo bem definido, que lhe despertou atenção por ser lindo demais. Desviou o olhar, envergonhada quando ele a flagrou o encarando.
Quando embarcou no seu ônibus, teve um sobressalto vendo o mulato Também entrar. Ficou arrepiada assim que percebeu ele se posicionar por trás dela, tão próximo que podia sentir a respiração dele em seu ombro.
Sua reação foi tentar dar um passinho, para se afastar dele, entretanto era tanta gente se espremendo, que pouco adiantou. Então aconteceu o que ela temia, o mulato se colou a ela.
Anna Clara virou o rosto e murmurou para ele se afastar. Ele aproximou o rosto e com a boca quase encostando em sua orelha direita, soprou:
- Não posso garota. Tá todo mundo me empurrando aqui atrás. Fique quietinha, que uma cochada neste bundão não vai ser nada de mais.
Anna ficou surpresa e assustada com o atrevimento do sujeito. Ainda mais quando sentiu ele baixar as mãos e a envolver pela cintura, a puxando com força.
Ela pensou em botar a boca no mundo. Como já fizera em duas vezes, no mesmo ônibus, mas se calou ao sentir o volume do mulato empurrando o fino tecido de sua saia para o meio de suas nádegas.
“Puta merda! O que é isso? Deve ser enorme! Vou deixar só mais um pouco... depois abro o berreiro”
Anna Clara, levou as mãos para se apoiar no suporte acima dela e fechou os olhos, sentindo o mulato se mover por atrás dela.
“Que gostoso... vou deixar mais uns minutinhos”
Anna só se deu conta do que estava acontecendo quando sentiu o enorme caralho, no meio de suas coxas, com a cabeça já penetrando sua babada vagina. A saia estava enrolada na altura da cintura e a calcinha descida a meio palmo dos joelhos.
Quando percebeu a tremenda burrada que seu desejo a levou, já era tarde para qualquer reação, a não ser soltar um gemido abafado, quando o mulato, com um só empurrão a penetrou por inteiro.
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Jerónimo, o mulato grandão, com 1,94 m deu dez bombadas e deixou dentro de Anna Clara, um barril de porra. Saiu dela e subiu sua calcinha, baixou a sua saia, enquanto ela ficava olhando o amanhã, parecendo não acreditar no ocorrido há poucos naquele ônibus.
Ficou vermelha como tomate maduro quando percebeu que duas mocinhas, ao seu lado, a olham enquanto o mulato saia dela. Ele também viu as duas os olhando. Jerónimo se aproxima delas e atrevidamente, pergunta:
- O que estão olhando… vocês também querem?
Elas ficam com tanto medo, que uma empurrando a outra, decidem descer no próximo ponto, mesmo não sendo o delas.
Jerónimo conhece muito bem aquele lugar, é terreno quase desértico, margeado por uma mata, onde há uma trilha que desemboca em 1200 metros acima na comunidade comandada por Tião Maluco. Se ele ou seus soldados as pegam, aquelas duas gurias nunca mais verão seus pais.
Ele estava certo, tão elas desceram, Jerónimo viu quatro mulatos vindo pela trilha e sabia o que iria acontecer, logo que eles as vissem.
Jerónimo nunca foi um samaritano, mas ficou com dó das meninas, ainda mais sabendo que foi ele que as fez descer ali.
Numa decisão imediata acionou o sinal de parada, ao mesmo tempo que gritava para o motorista:
- Pare o carro, cara, eu e minha mina vamos descer.
Empurrando todo mundo, segurando Anna Clara pelo pulso foi abrindo caminho. O motorista vendo aquele mulato se aproximando, não teve dúvidas, brecou e abriu a porta e tão logo a dupla desembarcou ele acelerou, de confusão queria estar bem longe.
Anna, no mundo da lua, foi sendo puxada pelo grandão, até que viu as duas garotas cercadas por um grupo de rapazes que riam zombeteiros, puxavam suas roupas, com claras intenções de as despirem.
As meninas apavoradas gritavam por ajuda, tentando mutuamente se defenderem, até serem derrubadas no chão duro de terra e pedra e o quarteto, como lobos esfomeados se atirou por cima, estraçalhando suas roupas.
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- Cambada de safados saia de cima das minhas minas, senão vão ficar presuntos agora mesmo!
Como que impulsionados por molas saíram de cima das seminuas garotas e para terror viram a três passos deles, segurando uma brilhante.45, o mais temido bandido de toda região, Jerónimo Grandão.
Sem uma palavra eles foram se afastando e como se estivessem correndo do diabo, se embrenharam trilha acima.
Miriam e sua prima Marta, sentadas no piso de terra, chorando abraçadas, olham para o mulato enorme e para a sua mulher, assim a julgaram, agora com medo deles. Ainda mais quando ele falou para a mulher:
- Vá cuidar das garotas, vê se consegue tapa um pouco a nudez delas.
Anna muda como um poste se abaixou ao lado das jovens e ficou com dó delas que tremiam como vara verde sob ventania.
Jerónimo Grandão, em pé ao lado das três, começou a pensar que em lugar de uma, ele levaria três branquelas para o seu barraco, ainda mais que as pequenas tinham bastante carnes, tal como ele gosta.
Se afastou uns passos delas e por alguns minutos e ficou conversando no seu celular. Quando retornou viu Anna falando com as garotas. As três pareciam mais calmas.
Viu uma das jovens procurar algo em sua mochila escolar, um celular.
- o que tu está fazendo, pequena?
- vou avisar papai, para ele vir nos buscar.
- Não mesmo, ainda é muito cedo. Eu as salvei daqueles moleques, acho que mereço uma recompensa de vocês.
- Nossas famílias têm dinheiro, papai pode lhe pagar.
- Bobinha, não é este tipo de recompensa que estou querendo.
Elas entenderam o que ele queria delas e o terror as fez ficarem mudas. Vendo ele pegar os três celulares e retirar os chips.
Não demorou nem dez minutos e uma camionete preta, 4 portas estacionou ao lado deles. No volante uma mulher morena, que desceu e ficou olhando para Anna, Miriam e Marta, sentadas e abraçadas que parecia que estavam quase que defecando de tanto medo.
A morena Jussara, após as examinar, falou para Jerónimo:
- Cara, você escolheu bem. São três branquelas jovens e bonitas. Vão fazer um sucesso enorme lá no bordel do Malaquias. A negrada do morro se amarra em mulher brancas como estas aí.
- Tu tá maluca mulher, eu não pego mulher para o safado do Malaquias. Estas três eu quero para mim.
- UE! E eu, também sou tua mulher!!
- Mas tu vai para o bordel dele, porque necessitas do dinheiro dos caras e eu não te proíbo de nada.
***
Aproximadamente 20 minutos depois, Anna, Miriam e Marta estão chegando no topo da comunidade, no grande barraco de Jerónimo. Ele não perde tempo pede para Jussara levar as garotas para o segundo pavimento e as trancar no quarto e vai examinar a bolsa de Anna e as mochilas das garotas, quer saber quem são suas novas mulheres.
Após minucioso exame de tudo que encontrou nos documentos, tem razoável conhecimentos sobre as três, só falta ver os três celulares, eles estão com senhas, mas sabe que não demora e consegue que digam suas senhas.
***
Já é noite e Anna, Mata e Miriam estão trancadas no quarto há horas, com fome e sede, mas principalmente apavoradas, não sabendo quando o mulato grandão virá cobrar delas o que falou queria. Não tanto Anna que não é virgem nem no ânus, e já foi fodida por ele dentro do ônibus. Ela acha que é castigo lá de cima, por tudo que está passando.
Já passava das 23 horas, quando ele chegou, fedendo a bebida, visivelmente embriagado.
- Quero ver minhas mulheres nuas, para saber qual vou foder primeiro.
Nenhuma se moveu, encolhida num canto abraçadinhas. Ele se aproximou e num instante estava nu, exibindo seus 20 cm duro como um pé de mesa.
- Estão vendo o meu caralho? Ele está prontinho para uma boceta de mulher branca. Quem quer ser a primeira?
- Como é? Nenhuma voluntária?
Jerónimo segura Marta pelo pescoço e como ela resiste, tentando se livrar, ele, enraivecido lhe dá um tapa tão forte que a faz cair rolando no piso de madeira, gemendo de dor.
Anna Clara não resiste vendo a acovarde agressão na jovem, ela avança dois passos e enquanto vai se despindo e grita para o mulato:
— Eu, eu... serei a primeira.
- Ela faz isso visando proteger as meninas.
Durante quase quarenta minutos Anna fode com o mulatão, fazendo de tudo para o fazer esporrar algumas vezes dentro dela, visando unicamente que ele esqueça das duas garotas, que lhe falaram são virgens ou quase isso, pois já deixaram um primo delas, o mesmo rapaz, bater punheta nelas.
Entretanto, vendo pela primeira vez um homem e uma mulher fazendo sexo há menos de dois metros delas, ao vivo e em cores, elas ficam abismadas e não há como negar, excitadas.
Mas o mulato é sexualmente um macho sem igual e logo que sai de Anna, pergunta qual será a próxima a foder com ele. Mas Anna intervém.
- Espera aí cara, você não cansou de me foder?
- Não, eu quero mais, e vai ser tu.
Ele aponta para Miriam e Novamente Anna fala.
- Cara as duas são virgens e pequenas, se tu entrares com este teu monstro, vais rasgar as coitadinhas por dentro.
- virgens, não acredito! Veja o bocetão daquela ali!
- Moço, pode acreditar, eu e minha prima nunca fizemos sexo.
- Tô quase acreditando em vocês, se forem realmente virgens, vou só as lamber aí nesta suas delícias, vem tu primeiro.
Miriam olha assustada para Marta e depois para Anna, que faz um sinal, a apoiando. Ela se aproxima temerosa do mulato olhando com medo para o pau a meia bomba dele.
Mas Jerónimo não lhe muito tempo, a puxando para a cama e vai logo separando suas coxas e com os dedos testa para ver se é virgem como afirma. Ela é.
Durante quase quarenta minutos ele faz a jovenzinha ir quase à loucura com seguidos e múltiplos orgasmos, deixando Marta bestificada vendo a prima gemer e gritar como uma tarada pedindo mais e mais.
A partir daquele dia, todas as noites depois que Jerónimo chega em casa, tornou rotineiro ele foder Anna Clara pelos seus dois acessos e fazer boquete em Marta e em Miriam, e isso já ocorre há quase 14 meses.
Só que naquele barraco não existe mais virgens. Marta já teve um aborto espontâneo e outro provocado e Miriam está com uma barriga de sete meses. Anna Clara que sabe não poder ser mãe, ajuda nas despesas de sua casa e com permissão do seu homem, duas por vezes por semana frequenta o bordel do Malaquias, algumas vezes atendendo até sete clientes por noite ela, como Jussara fazem isso não só pelo dinheiro, mas principalmente porque fazem o que mais gostam… sexo, sexo e mais sexo.
FIM
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