Eu, meu irmão mais velho e nossas recém-esposas fomos para um duplex que alugamos para nossa lua de mel. As nossas esposas eram irmãs. Como meu irmão e eu éramos bem humildes, estávamos demorando para ajeitar as coisas para nos casarmos. Vocês que são CLT sabem como não tá fácil para ninguém, né? Até que as nossas esposas tiveram a ideia de fazermos nossos casamentos juntos, que economizaríamos pelo menos no bufê e na lua de mel.
O nosso casamento foi maravilhoso, a festa após também. O foda foi, após a festa, que fomos direto pegar um voo para Trancoso(BA). Chegamos ao duplex exaustos, isso também por conta do casamento que é cansativo. Nossas esposas disseram que iriam para o quarto dormir por estarem bem cansadas e estressadas pela viagem, que amanhã aproveitaríamos.
Eu, como sou doidinho no pagode, falei para meu irmão mais velho aproveitar mais um pouco antes de subir para descansar e tomar umas. Vocês que já se casaram sabem, quem mais aproveita a festa não são os casados, a gente faz mais a festa para os outros do que para a gente. Parte de ir em mesa em mesa, tirar uma pancada de fotos, os discursos e blablabla…
Nessa proposta de ficar bebendo, ele insistiu que não, mas consegui convencê-lo. A gente foi trocando um papo daora e divertido, até que ele fez graça falando que estava louco para descabaçar. Nessa falei: “O quê? Tu é cabaço ainda, mano?”. Sabia que ele era o certinho e mais na dele e nunca gostou muito de falar das intimidades dele, mesmo comigo que sou irmão dele. Mas, PQP, o cara era casado com uma mulher (minha esposa que me perdoe) mais gostosa que a minha, e conseguiu se segurar até casar. A minha cunhada pegou na fila parte da bunda que a irmã poderia ter. Exceto que a minha esposa pegou os peitos.
Sei que nossa família é religiosa, e ele era mais exemplo que eu, mas entendia que esse papo de castidade quase ninguém levava a sério. No particular, a galera transava e foda-se. Tem quem case em pouco tempo com a parceira deles só para transar quando elas embaçam com o papo de castidade ou logo nem esperava e já estava casando com a companheira já com aquele bucho quase a ponto de sair uma Barbie ou Maxsteel.
Zoei ele falando que ele poderia se declarar santo por aguentar a tentação com aquela bunda dela. Ele ficou puto, aí parei kkkkk Fomos bebendo, até que falei que iria ao banheiro. Tava bebaço. Dei aquela mijada demorada. Ao voltar, meu irmão tava apagadaço no sofá. Tentei acordá-lo para ir para cama, mas o bichinho estava doidinho, falando para deixá-lo dormir.
Tava bebaço também, subi nas escadas daquele jeito. Fui para o quarto. As luzes estavam todas apagadas, só com uma leve luz saindo da janela. Tava lá, ela toda estirada de perna aberta com aquela calcinha em cima da cama. A única coisa que via era aquela lapa de buceta diante dos meus olhos. Fiquei de pau duraço na hora!
Só fui pra cima como sempre. Ao chegar mais perto para tirar a calcinha, reparei como tinha pelo vazando dos lados da calcinha. Pensei: “Com essas últimas semanas, só a correria para ajeitar o casamento, ela mal teve tempo de dar aquele trato.” Mas não ligava, buceta para mim era boa de todo jeito!
Comecei tirando a calcinha dela bem devagar. Ela nem acordou! Fui beijando da sua coxa à virilha. Sentia aquele aroma de mulher, principalmente quando cheguei na buceta dela… Aquele cheiro de buceta! Fui desbravando aquela buceta cabeluda. Enfiava o meu rosto enquanto meu nariz sentia aquele aroma de deixar qualquer cara doido de tesão!
Ela começou a produzir aquele melzinho na minha boca e a gemer baixinho. Balancei o sininho dela e suguei legal, até que ela abraçou com suas coxas a minha cabeça e disse alto:
“Douglas, o que você tá fazendo!”
Gelei na hora. Douglas é o meu irmão! Entrei no quarto onde estava a Raffaela, minha cunhada! Eu, cachaçado, acabei nem pensando se entrei no quarto certo! O mundo ficou lento, só pensei em pegar a coberta do lado e me cobrir. A única coisa que pensei como solução foi: “Se tá na chuva, é pra se molhar!”
Continuei chupando-a! Ela tentou tirar a coberta, mas eu segurava e fazia um murmúrio de negação.
Ela começou a falar entre os gemidos: “A-amor, não pensei que… Hum... v-você fosse assim… OOH… Bem q-que dizem que os quietinhos são os piores!… AAAhh, issso, assim!”
Já que estava naquela situação, iria aproveitar! Segurei suas pernas e virei-a de costas como se fosse uma boneca. Empinei bem a bunda dela… E que bunda… Naquela posição era uma visão surreal! Só afundei minhas mãos na bunda dela e enfiei a cara. Só lambia, chupava a bordinha e enfiava devagar minha língua lá dentro, progredindo. Que paraíso era aquele. Podia morrer com meu rosto enterrado naquela bunda!
Até que ela implorou para mim: “Me come, Douglas! Me come!”
Só tirei meu rosto e dei um tapão com as duas mãos na bunda dela e levantei de joelhos para foder ela de quatro. Quando Raffaela foi inventar de virar o rosto, peguei no pescoço dela para forçá-la a ficar virada de costas e meti nela com força. Joguei a coberta em cima dela e agarrei seus quadris com força.
Sentia e ouvia aquela bundona batendo na minha virilha, batendo palma. Que delícia que era isso. Ela gemia de tesão! Fui e deixei-a no jeito para enfiar o meu pé na cabeça dela.
“A-amor… o que vo-cê… Aaahh... fez com meu marido!… Vou gozar...”
Gozamos juntos. As pernas dela tremiam! Mas eu não estava satisfeito, eu pensei que essa seria a única oportunidade de comer aquela bunda. Arrisquei botando minha pica entre a bunda dela e ia metendo no rego dela, apertando bem a sua bunda, como um cachorro-quente.
“Querido… ainda tá querendo mais… Se for assim tá tudo bem, só não enfia...”
Ela estava prestes a virar o rosto. Peguei no cabelo dela e afundei a cara dela no travesseiro. Pensando que, por ter um timbre próximo do meu irmão, ela não perceberia, falei cochichando no ouvido:
“Não vire o rosto pra mim, vagabunda! Vou fazer você pedir pra comer esse cu!”
Fui continuando, e depois ousei mais acariciando a cabeça do meu pau na bordinha do cu dela. Falei cochicando:
“Só vou cutucar, fica tranquila! Quero fazer você pedir para eu meter”.
Fui provocando, cutucando. Depois voltava para o cachorro-quente… E ela começava a acariciar sua bucetinha e gemer. Comecei a depois a bater a ponta da minha pica na porta do buraquinho dela e cuspia no cu dela. Até que…
“Fode meu cu, fode!… mas com cuidado…”
Comecei devagar, até ela ir aceitando melhor… Depois fui atolando todinha a minha pica naquela bunda!
Meti com ela deitada e eu em cima dela. Segurava o pescoço dela e falava no ouvido, provocando:
“Não sabia que tinha casado com uma vagabunda!… Vou arrombar bem esse cuzinho!”
Fui a ponto de gozar quando ela respondeu:
“Arromba ele vai… Arromba a puta com quem você se casou!”
Gozei pra caralho no rabo dela. E ela gozou legal também. Ela falava nada com nada. Até que ela falou: “T-te amo, querido!”
Dei um beijo na cabeça dela. Peguei minhas roupas rápido, joguei a coberta sobre ela e saí rápido do quarto para o banheiro. Só tomei um banho e fui para o quarto certo. Minha esposa estava dormindo profundamente.
No outro dia, acordei numa ressaca da porra e meu irmão também. Mas fomos melhorando conforme o dia, e tudo se passou normal. A única diferença era eu olhar para minha cunhada e saber que tive uma puta foda com ela… Minha esposa que me perdoe, mas essa foi a melhor foda que tive… O gosto do proibido é outra coisa!
Quando chamei meu irmão para beber de novo durante a lua de mel, ele negou com todas as forças e disse:
“Nunca mais quero beber, Breno!… Olha, fica entre nós! Bebi tanto no dia que chegamos da lua de mel que nem lembro como perdi minha virgindade, mano… Eu mesmo acho que tava com o capeta no corpo pelo que minha esposa falou, que tive dificuldade até fazer como ela falou que fiz no dia depois. Tá tudo uma maravilha agora, mas queria lembrar do que fiz… ”
Foda foi o que aconteceu após pouco tempo. Tivemos a notícia de que seria tio. Agora vou ficar na dúvida pelo resto da vida pensando: “Será que o filho é meu ou do meu irmão?..”